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4 Aperfeiçoamento em Panificação e Confeitaria 5 Sumário BOAS PRÁTICAS ......................................................................................................... 6 O que são Boas Práticas? ....................................................................... 6 O que são Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA)? ........................ 6 O que é contaminação? ........................................................................... 6 O que são os micróbios? ......................................................................... 7 Instalações ............................................................................................. 10 Quem é o manipulador de alimentos? ................................................... 10 Higiene pessoal .................................................................................... 11 Quando lavar as mãos? ......................................................................... 12 12 Armazenamento e Cuidados Gerais ...................................................... 14 Utensílios ............................................................................................... 15 POP de higienização da caixa D’ÁGua .............................................. 16 O que fazer com o lixo? ......................................................................... 17 Insumos ........................................................................................................................ 19 BOLOS E SEU PREPARO ........................................................................................... 33 Receitas ........................................................................................................................ 39 1 Receitas .................................................................................................................. 40 6 BOAS PRÁTICAS O que são Boas Práticas? São práticas de higiene que devem ser obedecidas pelos manipuladores desde a escolha e compra dos produtos a serem utilizados no preparo do alimento até a venda para o consumidor. O objetivo das Boas Práticas é evitar a ocorrência de doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados. O que são Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA)? São doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados, que ocorrem quando micróbios prejudiciais à saúde, parasitas ou substâncias tóxicas estão presentes no alimento. Os sintomas mais comuns de DTA são vômitos e diarréias, podendo também apresentar dores abdominais, dor de cabeça, febre, alte- ração da visão, olhos inchados, dentre outros. Para adultos sadios, a maioria das DTA dura poucos dias e não deixa seqüelas; para as crianças, as grávidas, os idosos e as pessoas doentes, as conseqüên- cias podem ser mais graves, podendo inclusive levar à morte. O que é contaminação? Normalmente, os parasitas, as substâncias tóxicas e os micróbios prejudiciais à saúde entram em contato com o alimento durante a manipulação e preparo. Esse processo é conhecido como contaminação. A maioria das DTA está associada à contaminação de alimentos por micróbios prejudiciais à saúde. 7 Saiba mais... Contaminação por parasitas Os parasitas como: ameba, giárdia e vermes podem estar presentes no solo, na água e no intestino dos homens e dos animais, podendo então contaminar os alimentos e causar doenças. Contaminação por micróbios Se não forem tomados alguns cuidados, os micróbios que contaminam o alimento podem se multiplicar rapidamente e causar doenças. É sempre bom lembrar que medidas simples, como lavar as mãos, conservar os alimentos em temperaturas adequadas e o cozimento correto evitam ou controlam a contaminação dos alimentos. Essas medidas simples fazem parte das Boas Práticas. O que são os micróbios? Os micróbios são organismos vivos tão pequenos que só podem ser vistos por meio de um equipamento com potentes lentes de aumento chamado microscópio. Eles também são conhecidos como microrganismos. 8 micróbios saiba mais... Os micróbios são amplamente distribuídos, podendo ser encontrados no solo, na água, nas pessoas, nos animais, nos alimentos e até flutuando no ar. Há mais micróbios em uma mão suja do que pessoas em todo o planeta. Os micróbios podem ser divididos nos seguintes grupos: vírus, bactérias e fungos. A maioria das DTA é provocada pelo grupo de micróbios conhecido como bactérias. Por mais estranho que pareça, a maioria dos micróbios é inofensiva, sendo que alguns são até úteis. Os micróbios são úteis na preparação de iogurte, pão, queijos, vinho, cerveja, dentre outros. Alguns micróbios, chamados de deteriorantes, podem estragar o alimento, que fica com cheiro e sabor desagradáveis. Outros micróbios, quando presentes nos alimentos, podem causar doenças, sendo chamados de prejudiciais à saúde ou patogênicos. É um grande engano acreditar que os micróbios sempre alteram o sabor e cheiro dos alimentos. Alguns micróbios patogênicos multiplicam-se nos alimentos sem modificá-los, ou seja, silenciosamente- te... 9 Instalações o que fazer? por que fazer? O local de trabalho deve ser limpo e organizado. Para isso, mantenha o piso, a parede e o teto conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descasca- mentos. Faça a limpeza sempre que necessário e ao final das atividades de trabalho. A sujeira acumulada é ideal para a multiplicação de micró- bios. Portanto, manipular alimentos em um ambiente sujo é uma forma comum de contaminar os alimentos. Para se ter uma ideia, uma colher de chá de terra pode conter até 1 milhão de bactérias. Para impedir a entrada e o abrigo de insetos e outros animais, as janelas devem possuir telas e devem ser retirados os objetos sem utilidade das áreas de trabalho. Deve haver sempre rede de esgoto ou fossa séptica. As caixas de gordura e de es- goto devem estar localizadas fora das áreas de preparo e de armazenamento de alimentos. Os insetos e outros animais apresentam micróbios espa- lhados em todo o corpo. A área de alimentos é atrativa para esses animais, que po- dem transmitir micróbios aos alimentos desprotegidos, ou às superfícies que entram em contato com alimentos. A caixa de gordura é a moradia de muitos insetos. 10 O local de trabalho deve ser mantido bem iluminado e ventilado. As lâmpadas devem estar protegidas contra quebras. Os micróbios patogênicos se multiplicam rapidamente em locais quentes e abafados. Outra ameaça ao consumidor é a contaminação dos alimentos por matérias físicas prejudiciais à saúde, como fragmentos de vidro, pedaços de metais e pedras. Instalações Cantos arredondados entre parede e piso. Banheiros com chuveiro, vestiário e armários para funcionários. Ralos ou grelhas com cobertura ou fechamento mecânico. Janelas com telas e abertura máxima de 2 mm. Portas com sistemas de abertura e fechamento sem trincos, com molas, e com vão inferior máximo de 1 cm. Instalação elétricas sem adaptações e devidamente dimensionadas. Pia para lavagem de utensílios com água fria e quente. Manutenção e reparo em buracos, frestas e rachaduras. Luminárias com proteção nas lâmpadas. Cestos de lixo com tampa e acionamento por pedal. Lavatório com sabão líquido e álcool 70 a disposição dos funcionários dentro da área de produção ou produto higienizam-te similar. Retirada de todo equipamento fora de uso, da área de produção. Extintores de incêndio aferidos e válidos. Identificação de todos os equipamentos com suas normas e procedimentos para a correta utilização e tabela para manutenção preventiva periódica. Quem é o manipulador de alimentos? É a pessoa que manipulao alimento, transporta, armazena, lava, descasca, corta, rala, cozinha, ou seja, prepa- ra os alimentos, e deve estar capacitado com as normas de boas práticas de manipilação. 11 o que fazer? por que fazer? Esteja sempre limpo. Tome banho diariamente. Há micróbios espalhados por todo o nosso corpo. A maior quantidade está no nariz, na boca, nos cabelos, nas mãos (inclusive unhas), nas fezes, no suor e no sapato. Use cabelos presos e cobertos com redes ou toucas. Não use barba. Os cabelos devem ser mantidos presos para evitar que caiam sobre os alimentos. Você sabia que 1mm de cabelo pode conter até 50.000 micróbios? O uniforme deve ser usado somente na área de preparo dos alimentos. Troque seu uniforme diaria- mente, pois ele deve estar sempre limpo e conservado. Retire brincos, pulseiras, anéis, aliança, colares, relógio e maquiagem. O uniforme pode servir de transporte de micróbios pato- gênicos para o interior da área de preparo dos alimentos, contaminando-os. Os adornos pessoais acumulam sujeira e micróbios, além de poderem cair nos alimentos. Higiene pessoal As mãos devem estar limpas. Devem ser lavadas com água e sabão e desinfetadas com álcool 70 ou sabão liquido neutro antes do início do trabalho, durante e após o expediente. Manter as unhas sempre curtas, sem esmalte, limpas, e lavar sob as unhas com escova própria pelo menos uma vez ao dia, antes de iniciar o trabalho. Retirar anéis, alianças pulseiras, relógios, correntes, brincos e outros adornos antes de iniciar o trabalho. Fumar somente em áreas permitidas, longe da produção, da loja ou do estoque, evitando sempre os locais onde se encontre alimentos. Usar avental independente do uso de uniforme. Evitar uniformes com bolsos e botões e nunca pendurar objetos nas roupas. Se obrigatório usar crachá abaixo da linha da cintura. Usar calçados fechados e antiderrapante. Manter os cabelos sempre limpos e aparados. Proteger os cabelos com toucas ou bonés. Evitar a manipulação de alimentos quando houver ferimento nas mãos ou proteger o local com curativo impermeável e usar simultaneamente luvas impermeáveis 12 (respeitando o tempo de uso de cada luva). Limpar imediatamente o local onde algum alimento ou produto tenha sido derramado. Comunicar ao encarregado sempre que estiver em tratamento médico ou com infecções resfriado, tosse, problemas de pele e outros. Não comer, mascar chicletes ou balas durante o trabalho. Evitar falar, espirrar e ou tossir quando estiver manipulando o alimento. Quando lavar as mãos? o que fazer? por que fazer? Lave bem as mãos antes e depois de usar o banheiro. Pesquisas indicam que a metade das pessoas esquece de lavar as mãos quando sai do banheiro. 13 Você lava as mãos corretamente? Para lavagem correta das mãos siga os seguintes passos: Utilize a água corrente para molhar as mãos; Esfregue a palma e o dorso das mãos com sabonete, inclusive as unhas e os espaços entre os dedos, por aproximadamente 15 segundos; Enxágue bem com água corrente retirando todo o sabonete; Seque-as com papel toalha ou outro sistema de secagem eficiente; Esfregue as mãos com um pouco de produto antisséptico. 14 Armazenamento e Cuidados Gerais Observar e seguir as recomendações dos fabricantes para estocagem de matérias primas, quanto à validade, temperatura, empilhamento e outros. Não armazenar embalagens de transporte com alimentos prontos. Fazer rodízio no estoque de matérias primas e produtos industrializados para venda, usando sempre o que for mais antigo primeiro: o primeiro que entra e o primeiro que sai. Alimento ou produto com prazo de validade vencido, com embalagem danificada, estufada, umedecida ou embolorada, deve ser descartado. Depois de descongelados, não congelar novamente os alimentos e utilizá-los rapidamente. Conservar os alimentos industrializados de acordo com as especificações descritas na embalagem. Retirar do refrigerador somente a porção de alimento que será utilizada imediatamente. Cobrir com filme plástico todos os alimentos prontos, massas e cremes sob refrigeração, ou guardá-los em recipientes com tampa. Refrigerar ou congelar os produtos perecíveis logo após o recebimento. Não guardar no refrigerador produtos quentes ou mornos. Lavar os sacos de leite com água e sabão antes de utilizá-los. Checar com frequência a temperatura dos refrigeradores, freezers e câmaras de fermentação e retardamento. Desmontar, limpar e higienizar diariamente os cortadores de frios, moedores, processadores e raladores de alimentos. Lavar e higienizar todas as frutas, legumes e verduras antes de sua utilização. Depositar o lixo a ser coletado em local próprio, longe de animais e devidamente embalado. Manter sempre limpa a área externa, o estacionamento e a loja, recolhendo e retirando o lixo e resíduos sempre que necessário. Não permitir o acesso de animais nas dependências do estabelecimento. Não permitir a entrada de pessoas não uniformizadas na área de produção. 15 Utensílios Usar todos os utensílios em material de fácil limpeza e que permita higienização manga para confeitar em nylon e bicos em inox, plástico. Bilhas, colheres, raspadores, espátulas e placas de corte em material sintético. Recipientes com tampo em material inquebrável para armazenagem de ingredientes e produtos acabados. Lavar com detergente e enxaguar muito bem os pinceis para pintura com ovos em seguida higienizá-los, após cada uso. Usar luvas térmicas de punho longo para desabastecimento do forno. Quais cuidados devem ser tomados com a água? o que fazer? por que fazer? Os estabelecimentos devem ser abastecidos com água corrente tratada (proveniente do abaste- cimento público) ou de sistema alternativo, como poços artesia- nos. No caso de sistema alternativo, a água deve ser analisada de seis em seis meses. Use somente água potável para o preparo dos alimentos e do gelo. Os micróbios patogênicos e os parasitas podem ser transmitidos por meio da água. Por isso, é im- portante utilizar água tratada ou, quando não for possível, conhe- cer a qualidade da água que está sendo utilizada. A caixa d’água deve estar conservada, tampada, sem rachaduras, vazamentos, infiltrações e descascamentos. A caixa d’água deve ser lavada e desinfetada (higienizada) no mínimo a cada 6 meses. Para lavar e desinfetar a caixa d’água, siga os passos descritos no Procedimento Operacional Padronizado (POP*). A água tratada pode ser conta- minada com terra, poeira, fezes de animais, insetos, etc. Por isso, deve ser mantida tampada e higienizada, no mínimo, duas vezes por ano. 16 POP de higienização da caixa D’ÁGua Feche o registro, retire toda a água da caixa d’água. Feche a saída de água da caixa d’água. Retire a sujeira. Lave as paredes e o fundo da caixa d’água com água e sabão. Os utensílios, como vassoura, escova, rodo e pano, devem ser de uso exclusivo. Abra a saída de água e retire todo o sabão com água corrente. Feche a saída de água. Prepare a solução desinfetante, diluindo 1 litro de água sanitária em 5 litros de água. Esse volume é apropriado para uma caixa d’água de 1000 litros. Espalhe a solução nas paredes e fundo da caixa d’água com uma broxa ou pano. Aguarde por 30 minutos. Enxágue a caixa d’água com água corrente, retirando todo o resíduo de desinfetante. Esgote toda a água acumulada. 17 O que fazer com o lixo? o que fazer? por que fazer? A cozinha deve ter lixeiras de fácil limpeza, com tampa e pedal. Retire sempre o lixo para fora da área de preparo de alimentos em sacos bem fechados. Após o manuseio do lixo, deve- se lavar as mãos. O lixo, além de atrair insetos e outros animais para a área de preparo dos alimentos, é um meio ideal para a multiplicaçãode micróbios patogênicos. A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, que fazem toda a diferença. Uma das mais importantes é a reciclagem do lixo. As vantagens da separação do lixo doméstico ficam cada vez mais evidentes. Além de aliviar os lixões e aterros sanitários, chegando até eles apenas os rejeitos (restos de resíduos que não podem ser reaproveitáveis), grande parte dos resíduos sólidos gerados em casa pode ser reaproveitada. A reciclagem economiza recursos naturais e gera renda para os catadores de lixo, parte da população que depende dos resíduos sólidos descartados para sobreviver 18 19 Insumos Farinha de trigo O grão do trigo é dividido em três partes: Casca – parte externa, rica em fibras Endosperma – Camada intermediária, rica em proteínas Gérmen – Camada interna, rica em gorduras e vitaminas. 20 Farinha branca É proveniente da moagem do Endosperma do grão. Contém maior quantidade de proteínas (glúten). Farinha Integral É o resultado da moagem do grão de trigo inteiro. Composição química da farinha Amido – 69 à 62% Proteína – 12 a 14% Umidade – 13 a 15% Açúcar – 2,5 a 2,6% 21 Gordura – 1 a 1,2% Cinzas – 0,5 a 0,6% Tipo 1 – Teor mínimo de proteínas de 7,5% Tipo 2 – Teor mínimo de gordura de 8,0% Classificação da farinha de trigo no Brasil Integral – Teor mínimo de gordura de 8,0% Para o preparo de pães a mais adequada é do Tipo 1. Já na fabricação de biscoito pela indústria, usa-se a do Tipo 2. No brasil toda a farinha comercializada recebe doses extras de ferro e ácido fólico. Glúten A força do glúten está relacionada a quantidade de proteína presentes na farinha. Uma farinha forte ou seja mais rica em proteínas absorve mais água tornando a massa mais hidratada e mais resistentes que, tendem a crescer mais. Fermentação É um processo de respiração por meio da qual as células obtêm energia para as atividades de seu metabolismo. 22 O fermento de pão também é constituído de leveduras (micro organismos). Durante a preparação elas realizam o processo de liberação de gás carbônico(CO2), fazendo a massa aumentar o tamanho. Tipos de Fermentos Fermento biológico fresco; Constituído de por leveduras cientificamente conhecidos como Saccharomyces cerevisiae. Quando misturado com a farinha e a água libera CO2 fazendo com que a massa ganhe volume. Estabilizado por resfriamento, ao atingir a uma temperatura acima de 20 a 28°c ele é ativado. Fermento biológico seco instantâneo; Constituído de leveduras e emulsificante, obtido da secagem do fermento biológico fresco, sua durabilidade chega a 6 meses conservado fora da geladeira, misturado diretamente a farinha. Fermento em pó químico; Constituído por bicarbonato de sódio e também por ácidos orgânicos. Sua reação química se dá ao contato com umidade e com o calor, a uma temperatura de 50° a 60° ocorre a reação química, proporcionando crescimento e leveza nos preparos. Fermentação natural; Conhecido também como massa madre, ele é obtido de forma natural, utilizando micro-organismos presentes na farinha e na água, ativado a temperatura ambiente e estabilizado por resfriamento. Fermentação mecânica; 23 Obtido através de processo mecânico, se dá ao encorpar oxigênio ao produto. Açúcares Açúcar Cristal Açúcar Refinado Açúcar Mascavo Açúcar de confeiteiro Açúcar Impalpável Açúcar Gelado Açúcar Light Funções dos ingredientes na massa Farinha - estruturação Açúcar – Alimenta o fermento, sabor, coloração e craquelamento, e macies. Água – hidratação da farinha, ajuda a formar a rede de glúten, regula a temperatura da massa Sal – sabor e estruturação da rede de glúten e conservante. Gordura – Serve para dar sabor, retenção de ar, e aumentar a umidade e durabilidade. Ovos – aerar a massa dando volume, coloração e ajuda a estruturar quando coagula com o calor. Fonte de proteínas. Leite – Fonte de cálcio, fósforo, proteínas, lactose e vitaminas, aumentando o valor nutricional dos alimentos. Amaciante e hidratação da farinha. 24 Fermento – da volume e sabor. Processo de produção Pesagem dos ingredientes Mistura da massa Sovagem Descanso Divisão da massa Modelagem Fermentação Incisão Cocção Balanceamento de receitas Controle de qualidade Redução de desperdícios Segurança na execução dos processos A padronização dos produtos Controle de estoque Administração financeira Facilitador de imprevistos 25 Administração financeira Facilitador de imprevistos Ordem de importância da adição dos ingredientes Na maioria dos processos de elaboração dos pães, há procedimentos, de adição de ingredientes, muito importantes, que devem ser levados em conta. Esses procedimentos devem, principalmente, respeitar e incentivar o processo fermentativo, já que o fermento é um ser vivo que precisa de condições físicas e químicas para se desenvolver e proporcionar um bom desenvolvimento da massa. Esse processo de vida consiste no crescimento e na reprodução. Cada grama de fermento biológico contém cerca de 8 a 10 milhões de células que se reproduzem rapidamente (quando em condições adequadas) pelo modo de bipartição, ou seja, cada célula produz uma célula filha multiplicando-se assim sucessivamente. Primeiro, devemos relembrar a atuação do fermento biológico (Saccharomyces cereviseae) que precisa de condições para o seu desenvolvimento, como: água/umidade; alimento, que nesse caso é basicamente o açúcar (ou similar), que pode ser um ingrediente acrescentado à receita, ou o próprio açúcar presente na farinha, ou no leite; temperatura adequada. Mediante essas condições, o fermento consegue exercer suas funções específicas, que são: 26 produzir gás carbônico (e álcool no caso da fermentação biológica), proporcionando assim crescimento e aeramento da massa; fazer com que o produto seja mais digestível e nutritivo; melhorar o aroma e o sabor. Partindo desse contexto devemos ter claros alguns procedimentos importantes: O fermento biológico deve ser manuseado com cuidado de forma que todas as condições propiciem a ação do mesmo, por exemplo: Se o mesmo for ÚMIDO, pode ser: diretamente incorporado à RECEITA COMO UM TODO (todos os ingredientes), lembrando sempre de não interagir diretamente o açúcar ou o sal; hidratado previamente, ou seja, colocado em líquido levemente amornado para que a ação inicial aconteça. Se, for um fermento biológico SECO, pode ser: Diretamente incorporado à FARINHA e depois colocando os outros ingredientes; hidratado previamente, ou seja, colocado em líquido levemente amornado para que a ação inicial aconteça. Observa-se, então, que nunca se deve colocar o fermento em contato direto com o açúcar ou o sal para que não haja interferência nem comprometimento da força do mesmo, pois essa força é que faz o pão crescer e encanta o cliente. Há também outro aspecto muito importante: geralmente a textura da maioria dos pães 27 é macia, e isso significa que tem umidade, que foi incorporado água. Quando é batida uma massa de pão, deve-se, na grande parte dos casos, colocar praticamente toda a quantidade de líquido da receita no processo inicial de batimento, para que a farinha absorva o máximo de líquido. Isso garantirá a maciez do produto. Depois que a massa adquiriu homogeneidade e absorveu grande parte da água deve-se colocar a gordura que faz parte da receita. A incorporação da gordura atuará como uma capa protetora, impedindo de certa forma a saída da água anteriormente incorporada. Então, a gordura funciona comouma capa protetora da água, preservando-a, de certa forma, ao longo dos processos de crescimento e cozimento. Assim, o produto chegará mais facilmente macio ao cliente final. Métodos básicos de preparo de pães As massas de pão têm como componentes essenciais a farinha e a água. A esses dois ingredientes são adicionados vários outros, como: lipídios, açúcares, fermento, ovos, leite, aromatizantes e corantes, que darão características específicas ao produto. De forma geral, o processo básico é composto por três fases: Primeira – consiste na formação da estrutura da massa e homogeneização da mistura (processo de confecção e crescimento do produto) Segunda – há a transformação provocada pela ação do calor durante o cozimento ou geleificação ou reação de Maillard (processo de cozimento, exemplo: forneamento) Terceira – consiste no envelhecimento (retrogradação) após a fase do cozimento Fazendo uma analogia, podemos descrever as fases como sendo a da vida humana: nascimento, crescimento e morte. 28 Método direto Esse é o método do século XX, porque não é feito nenhum procedimento preliminar, pois consta da incorporação de todos os ingredientes para fazer a massa do pão, apenas seguindo uma ordem determinada dos ingredientes que são incorporados e misturando-os até a perfeita homogeneização. Método esponja (ou indireto) Consta em ativar o fermento antes de adicioná-lo aos demais ingredientes que compõem a massa. Esse processo aumenta os procedimentos manuais do profissional, porém dá como resultado: Diminuição da quantidade de fermento utilizado na receita, Melhoria na qualidade, com mais volume e melhoria na textura, Flexibilidade na manipulação porque a esponja pode ser utilizada mais tarde sem que haja prejuízo ao produto (isso tem uma limitação). Esponja A esponja consta de uma etapa anterior à formação da massa homogênea do produto propriamente dita, onde há uma fermentação prévia. 29 É a mistura simples dos ingredientes básicos: farinha, água e fermento, tendo como objetivo fortalecer o fermento dando condições para o desenvolvimento do mesmo, alimentando-o com farinha de trigo e usando a água como veículo de condução (na maioria dos casos). As esponjas podem variar na consistência (mais moles ou mais duras) e na duração da fermentação (pouco tempo, de 1 a 2 horas ou muito tempo, de 12 a 16 horas). Quando a esponja já fermentou está pronta para que os outros ingredientes sejam incorporados e assim compor a massa propriamente dita. A esponja formada, possui, então, uma quantidade superior de fermento da quantidade inicial, e a fermentação ocorrida modificou as características da farinha e mais especificamente do glúten. O método esponja exerce uma influência substancial, pois contribui para o amadurecimento rápido. Vantagens do emprego da esponja em processos na panificação: Fornece meio adequado para reprodução do fermento, sendo possível fabricar quantidades maiores a partir de pouca levedura. Permite acondicionamento melhor do glúten e formação de substâncias químicas importantes a um pão melhor (álcoois e gases) Fermentam por mais tempo sem prejudicar as massas Em processos curtos, economizam tempo, produzem pão com miolo mais úmido, volume maior e aparência mais agradável, dando maior durabilidade ao produto. É na fase da formulação da esponja que se inicia o desenvolvimento do glúten. Primeira fermentação 30 É durante a primeira fermentação, na esponja, que inúmeras reações químicas, além do desenvolvimento da massa, acontecem. Além do ataque do fermento sobre os carboidratos da massa para produzir o gás carbônico, uma razoável quantidade de álcool e outros produtos orgânicos são produzidos. É notado um aumento da temperatura da massa, que provocam mudanças nas características físicas da mesma. Usa-se o termo maturada com frequência para expressar o novo aspecto desta massa – a esponja. Reforço Após a fermentação da esponja, inicia se o processo de incorporação dos outros ingredientes, para então compor a massa propriamente dita, é o dito reforço. Os ingredientes, que serão incorporados, variam bastante, pois cada receita tem sua peculiaridade. Nesse contexto, após a junção da esponja com os demais ingredientes deve-se proporcionar o trabalho mecânico com o objetivo e obter uma massa lisa e homogênea, desenvolvendo assim o glúten e formando a estrutura necessária ao produto. 31 FLUXOGRAMA Método direto Método de Esponja 1 6 Cozimento/ embalagem 1 1.1 1.2 4 Modelagem 5 2º Fermentação 6 Cozimento/ embalagem 32 Teste de Glúten 100g farinha de trigo 50 a 60g de água Modo de fazer: Em um bol misture a água aos poucos a farinha até formar uma massa homogênea. Cubra essa bola com água e deixe descansar por 60 mim. Em temperatura ambiente. Depois retire da água e lave em água correte até retirar todo amido. O Que sobrar é o glúten que a farinha tem. Temperagem da água A temperatura ideal para a ação do fermento no interior da massa se situa na faixa de 24C – 25C, aproximadamente. Consequentemente, para uma fermentação normal, há que se manter controle para que a massa não ultrapasse esses índices. Cálculo para a água. Temperatura do ambiente 30C Somando a temperatura da farinha e do ambiente temos 54C. Para achar a temperatura da água a ser adicionada a massa devemos subtrair temperatura base da soma da temperatura da farinha mais ambiente (TF+TAm)- TB=TAg Temperatura da água ? Temperatura base 58C 33 Técnicas de cortes BOLOS E SEU PREPARO Do ponto de vista da panificação e da confeitaria, a produção de bolos requer tanta precisão quanto a produção de pães, mas por razões completamente diferentes. Os pães são produtos magros que requerem um desenvolvimento expressivo do glúten e um controle cuidadoso da ação das leveduras durante a longa fermentação e o descanso de mesa. Os bolos, por outro lado, são ricos em gordura e açúcar. O 34 objetivo é criar uma estrutura que dê sustentação a esses ingredientes e, ainda assim, seja bem leve e delicada. Felizmente, produzir bolos em grandes quantidades é relativamente fácil quando o profissional dispõe de fórmulas eficientes e balanceadas, pesa os ingredientes cuidadosamente e compreende bem os métodos básicos de mistura. Os bolos são populares não somente por sua riqueza e doçura, mas também por causa de sua versatilidade. Eles podem ser servidos de várias formas – desde um pedaço puro e simples para acompanhar um café até verdadeiras obras de arte, como os bolos de casamento e outros bolos finos. Com apenas algumas fórmulas e uma variedade de cobertura e recheios, o confeiteiro pode elaborar a sobremesa perfeita para qualquer ocasião. Mistura: A seleção de ingredientes de alta qualidade certamente é fundamental para a produção de bolos de excelência. No entanto, ingredientes de qualidade não garantem sozinhos um bom bolo. A compreensão aprofundada dos procedimentos de mistura é essencial. Pequenos erros na etapa do preparo podem resultar em bolos de textura e volume ruins. Os três principais objetivos ao se misturar a massa do bolo são: Combinar todos os ingredientes em uma massa lisa e uniforme. Formar e incorporar bolhas de ar à massa Desenvolver a textura adequada do produto final. Esses três objetivos estão intimamente relacionados. Eles podem parecer muito óbvios, especialmente o primeiro. Mas sua compreensão detalhada irá ajuda-lo a evitar muitos erros no processo de mistura. Por exemplo, profissionais inexperientescostumam perder a paciência e colocar a batedeira na velocidade máxima ao misturar a gordura com o açúcar, pensando que irão obter o mesmo resultado em um tempo 35 mais curto. Mas as bolhas de ar não se formam tão bem em alta velocidade, de modo que a textura do bolo será prejudicada. Combinação de ingredientes em uma massa homogênea Dois dos principais ingredientes de um bolo – gordura e água (inclusive a água presente no leite e nos ovos) – são por natureza, imiscíveis (não se misturam). Portanto, é preciso muita atenção a essa etapa do processo de mistura caso se deseje alcançar tal objetivo. Uma mistura uniforme de duas substancias imiscíveis é chamada de emulsão. Parte do objetivos do processo de mistura é formar tal emulsão. A massa de bolo misturada adequadamente contém uma emulsão água-em-gordura, isto é, a água transforma-se em gotículas encapsuladas pela gordura e por outros ingredientes. Quando a gordura não consegue mais reter a água na emulsão, a mistura talha. Transforma-se, então, em uma emulsão gordura-em-água, com pequenas partículas de gordura circundadas por água e outros ingredientes. Os seguintes fatores podem fazer com que a mistura talhe: Usar um tipo de gordura inadequado. Diferentes tipos de gordura tem propriedades emulsificantes diferentes. A gordura emulsificada contem emulsificantes que lhe permitem aprisionar uma grande quantidade de água sem talhar. As gemas, contêm um emulsificante natural. Quando ovos inteiros ou gemas são incorporadas adequadamente a uma massa, ajudam na absorção de liquido. Usar ingredientes em temperatura inadequada. As emulsões formam-se com mais facilidade quando a temperatura dos ingredientes é de cerca de 21°. Usar uma velocidade muito alta na fase inicial de mistura da massa. Se a gordura e o açúcar não forem misturados adequadamente, por exemplo, não se formarão boas 36 estruturas celulares para aprisionar a água. Misturar os líquidos muito rapidamente. Na maioria dos casos, os líquidos, inclusive os ovos, devem ser acrescentados em etapas, isto é, aos poucos. Se forem incorporados muito rapidamente, não serão absorvidos de maneira adequada. Adicionar líquido demais. Isso não é um problema se a fórmula for boa. No entanto, se a fórmula não for balanceada, pode ser que ela necessite de mais líquido do que a gordura pode suportar em uma emulsão. Formação de bolhas de ar As bolhas de ar das massas de bolo são importantes para a textura e para promover o crescimento. Uma textura fina e macia é o resultado de bolhas de ar pequenas e uniformes. Bolhas de ar grandes ou irregulares resultam em uma textura grosseira. O ar aprisionado na mistura auxilia no crescimento da massa quando o calor do forno faz com que ele se expanda. Mesmo quando a formula leva fermento em pó ou bicarbonato de sódio, as bolhas de ar servem para armazenar os gases liberados pelos agentes químicos. A temperatura correta dos ingredientes e a velocidade adequada de mistura são necessárias para uma correta formação das bolhas de ar. A gordura gelada (abaixo de 16°C) é muito dura para formar bolhas de ar adequadas, e as que tem temperatura muito alta (acima de 24°C), são muito moles. A velocidade de mistura deve ser média. Se for muito alta, a massa aquece demais por causa da fricção. Não há uma formação expressiva de bolhas, e as que se formam tendem a ser grandes e irregulares. 37 Como assar e esfriar A estrutura dos bolos é frágil; condições apropriadas de assamento são essenciais para obter produtos de alta qualidade. As seguintes dicas ajudarão a evitar falhas: Pré-aqueça os fornos. Para não desperdiçar energia ou gás, não pré-aqueça por mais tempo que o necessário. Certifique-se de que os fornos e suas grades estão nivelados. Não deixe as formas encostarem umas nas outras. Se isso acontecer, a circulação do ar ficará prejudicada e o crescimento será irregular. Asse em temperatura adequada. Um forno muito quente faz com que o bolo cresça de forma desigual, ficando com o centro estufado e rachado, ou então faz com que fique firme antes de cozinhar por dentro. A casca fica muito dura. Um forno com a temperatura muito baixa faz com que o bolo não cresça direito e fique com uma textura ruim, pois demora para firmar, podendo abaixar. Não abra o forno ou mexa nos bolos até que tenham terminado de crescer e estejam parcialmente dourados. Se isso for feito, eles podem abaixar. Como verificar se o bolo está assado Bolos de massa rica encolhem, descolando das laterais da forma. O bolo fica esponjoso. Se o centro for pressionado de leve, a massa afunda, mas volta. Se um palito ou faca forem enfiados no centro, sairão limpos. Como esfriar e retirar da forma Deixe os bolos assados em formas mais fundas esfriarem por cerca de 15 minutos antes de virá-los. Como são mais frágeis, podem quebrar se forem desenformados ainda quentes. 38 Deixe os bolos mais altos terminarem de esfriar sobre uma grade de metal. Deixe os bolos de massa merengada e os chiffon esfriarem de ponta-cabeça dentro da forma, para não abaixarem e perderem volume. Coloque um apoio nas laterais da forma para que a superfície do bolo não toque a bancada. Depois de frios, retire-os da forma com cuidado, usando uma faca 39 Receitas Torta Alemã Método 1. Na batedeira em velocidade média coloque os itens 1,2 e 3 bater até formar um creme. Adicione o creme de leite e misture. 2. Em um aro forre o fundo e as laterais com o biscoito. Coloque uma camada de biscoito e outra de creme em duas camadas, leve a geladeira e reserve. 3. Ganache: em uma panela coloque o creme de leite e o chocolate picado em banho maria até derreter. 4. Cubra a torta com a ganache e desenforme. Observações: Itens Ingredientes 1 200g manteiga 2 90g açúcar 3 3 gemas 4 700g biscoito 5 200g chocolate meio amargo 6 200g creme de leite 7 200ml leite 40 1 Receitas Banoff Método 1. Triture os biscoitos no liquidificador, coloque a margarina em um recipiente e misture com o biscoito triturado. 2. coloque o aro e forre o fundo do prato, em seguida colocar o doce de leite e em seguida coloque as bananas em cima de doce de leite. 3. Bater a nata a ponto de chantilly, com o auxílio de uma manga e um bico pitanga decore a torta, polvilhe o chocolate e a canela em pó com uma peneira sobre a torta e desenforme. Itens Ingredientes 1 200g biscoito 2 80g margarina 3 400g doce de leite 4 400g nata 5 3 bananas 6 30g chocolate em pó 7 15g canela em pó 41 Torta de limão Método 1. Em uma vasilha coloque a gema o açúcar e a margarina e misture, em seguida acrescente a farinha de trigo e misture com a ponta dos dedos até formar a massa, forre as formas e leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 160° por aproximadamente 12min. 2. Em outra vasilha coloque o leite condensado o creme de leite e suco do limão e mexa até obter um creme. 3. Em uma panela coloque as claras e o açúcar, leve em fogo baixo mexendo até dissolver todo açúcar, em seguida leve a batedeira, bater até o ponto de suspiro. 4. Decorar a torta com auxílio de uma manga e um bico de confeitar e levar ao forno para gratinar. Observações: Itens Ingredientes 1 2 gemas 2 270g de açúcar 3 150g de margarina 4 250g de farinha de trigo 5 2 limão 6 400g leite condensado 7 200g creme de leite 8 marshmallow 42 Torta de Ricota Método 1. Em uma vasilha coloque os ovos o açúcar ea margarina e misture, em seguida acrescente a farinha de trigo e misture com a ponta dos dedos até formar a massa, forre uma forma com fundo removível e reserve. 2. No liquidificador coloque os itens 5,6,7 e 8 bater e despejar sobre a massa. 3. Levar ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 40 min. Itens Ingredientes 1 7 ovos 2 150g de açúcar 3 150g de margarina 4 250g de farinha de trigo 5 250g ricota fresca 6 250g leite condensado 7 250g leite 8 1 colher de amido de milho 43 Torta de Banana Método 1. Em uma vasilha coloque os ovos o açúcar e a margarina e misture, em seguida acrescente a farinha de trigo e misture com a ponta dos dedos até formar a massa, forre uma forma com fundo removível e reserve. 2. Em outra vasilha coloque as bananas picadas o açúcar a canela em pó e o amido de milho e misture. Coloque o recheio sobre a massa e cubra com tiras de massa sobre o recheio. 3. Pincele ovos sobre a massa e leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 160° por aproximadamente 40 min. Itens Ingredientes 1 3 ovos 2 250g de açúcar 3 150g de margarina 4 250g de farinha de trigo 5 2kg de banana 6 1 limão 7 15g canela em pó 8 1 colher de amido de milho 44 Nega Maluca Método 1. Bata no liquidificador o açúcar os ovos e o óleo e bata. 2. Em uma bacia adicione o trigo com o chocolate e o fermento, por último adicione a água quente. 3. Despeje a mistura sobre uma forma untada. 4. leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 160° por aproximadamente 40 min Itens Ingredientes 1 4 ovos 2 1 e ½ copo de açúcar 3 1 de óleo 4 3 copos de farinha de trigo 5 1 copo de água fervendo 6 1 colher de sopa de fermento pó 45 Bolo Mármore Método 1. Em uma bacia coloque o açúcar os ovos óleo e a baunilha misture. Adicione a farinha de trigo e o leite e por último coloque o fermento. Divida a massa em duas partes e em uma parte adicione o chocolate. 2. Despeje sobre uma forma untada a massa branca em seguida despeje sobre a massa branca a massa de chocolate e misture suavemente para mesclar. 3. leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 160° por aproximadamente 40 min. Observações: Itens Ingredientes 1 4 ovos 2 250g de açúcar 3 250g de óleo 4 100ml de leite 5 300g de farinha de trigo 6 1 colher de sopa de fermento 7 60g de chocolate em pó 50% 8 1 colher de baunilha 46 Bolo de Milho Método 1. Coloque os ingredientes no liquidificador e bata. 2. Despeje a mistura sobre uma forma untada. 3. leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 45 min. Observações: Itens Ingredientes 1 4 ovos 2 180ml de óleo 3 400g de leite condensado 4 200g de milho 5 180g de farinha de trigo 6 1 colher de sopa de fermento pó 47 Bolo de Banana Método 1. Coloque o óleo o açúcar os ovos e as bananas no liquidificador e bata. Em uma bacia coloque a farinha de trigo e o fermento. Após bater despeje a mistura a farinha e mexa. 2. Despeje a mistura sobre uma forma untada. 3. leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 45 min. Observações: Itens Ingredientes 1 180ml de óleo 2 180g de açúcar 3 3 bananas inteiras 4 180g de farinha de trigo 5 1 colher de sopa de fermento pó 7 4 ovos 48 Bolo de Cenoura Método 1. Coloque o óleo o açúcar os ovos e as cenouras no liquidificador e bata. Em uma bacia coloque a farinha de trigo e o fermento. Após bater despeje a mistura à farinha e mexa. 2. Despeje a mistura sobre uma forma untada. 3. leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 45 min. Observações: Itens Ingredientes 1 180ml de óleo 2 180g de açúcar 3 3 cenouras médias 4 180g de farinha de trigo 5 1 colher de fermento pó 6 4 ovos 49 Bolo Inglês Método 1. Coloque a margarina e açúcar na batedeira, bata até obter um creme, acrescente os ovos. Adicione a farinha de trigo o leite e o fermento e bata. Acrescente a maçã picada à massa. 2. Despeje a mistura sobre uma forma untada. 3. leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 45 min. Observações: Itens Ingredientes 1 165g margarina 2 430g de açúcar 3 5 ovos 4 180g de farinha de trigo 5 330g de leite 6 20 colher de sopa de fermento pó 7 2 maçãs 50 Pão de Ló Método 1. Coloque na batedeira os ovos e o açúcar, bater para ganhar ponto de clara em neve, em outro recipiente coloque a farinha de trigo e o fermento, coloque a água na batedeira e com uma peneira adicione a farinha de trigo em velocidade 1. 2. Despeje a massa em uma forma untada. 3. Leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 35min. Rocambole 1. Coloque na batedeira os ovos e o açúcar, bater até ganha volume. 2. Com o auxílio de uma peneira coloque a farinha de trigo mexendo levemente. 3. Despeje a massa sobre uma assadeira untada e forrada com papel manteiga. 4. Leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 8min. Itens Ingredientes 1 6 ovos 2 240g açúcar 3 360g de farinha de trigo 4 220ml de água 5 1 colher de fermento Itens Ingredientes 1 8 ovos 2 200g açúcar 3 200g de farinha de trigo 51 Pudim de Leite Condensado Método 1. Coloque o o açúcar e a água em uma panela dissolva o açúcar na água. Leve ao fogo médio sem mexer até evaporar a água chegando a uma de caramelo claro e reserve. 2. Coloque no liquidificador os itens 1, 2 e 3 misturre. 3. Em uma forma de pudim coloque a calda de açúcar e em seguida a mistura sobre a calda. 4. Em banho maria leve ao forno pré-aquecido à temperatura de 150° por aproximadamente 60min. Observações: Itens Ingredientes 1 9 ovos 2 1200kg leite condensado 3 1000ml de leite 4 300g de açúcar 5 150ml de água 52 Pâte à Choux Método 1.Penere a farinha de trigo e reserve. 2.Leve à fervura a água e a manteiga e o sal 3.Adicione a farinha na panela misture rapidamente cozinhar até desprender do fundo da Panela. 4. Transfira a massa para uma batedeira, com batedor Raquete. 5.adicione os ovos um a um até formar uma massa lisa e brilhante. 6.coloque em uma manga de confeitar para fazer os modelos desejados. 7.assar forno 220°c até o crescimento diminuir para 180°c por 25 min até dourar Variedades. Profiteroles , Carolinas, Croquembouche, Eclairs (Bomba), Paris-Brest, Gâteau Sant-Honoré, Samantha. Itens Ingredientes 1 220g Farinha de trigo 2 375ml Água ou Leite 3 130 g Manteiga s/sal 4 1g Sal 5 6 ovos 53 SONHO Donuts Método 1. Levar todos ingredientes em uma masseira bater por 2 minutos velocidade baixa. 2. Aumentar velocidade bater até dar ponto de véu por aproximadamente 6 min. 3. Abrir a massa com auxílio de uma bilha, deixar descansar por 2 minutos e cortar com aros em formato desejado. 4. Fermentar até dobrar de volume por aproximadamente 2 horas. 5. Fritar em óleo quente 130°c até dourar. 6. Cortar a massa e passar no açúcar, em seguida rechear. Itens Ingredientes 1 1kg Farinha de trigo 2 10g Sal 3 80g de leite 4 120 de açúcar 5 150ml ovos 6 30g fermento seco 7 Leite Q/B 8 100gr margarina 54 Creme Ingles (baunilha) Método Levar uma panela ao fogo com leite, leite condensado, gemas, amido, creme de leite e baunilha. Mexer atéobter um creme consistente. Finalizar com manteiga, passar para um recipiente cobrir com filme e levar a geladeira. Itens Ingredientes 1 400g leite condensado 2 4 gemas 3 60g amido de milho 4 200g creme de leite 5 75g açúcar 6 30g margarina 7 500ml leite 8 1 colher de baunilha 55 Creme Diplomata Branco ou Preto. 1.Hidrate a gelatina e reserve. 2.aqueça o creme de leite derreta o chocolate, Misture a gelatina agregue o creme pâtissier Recheio pode ser usado em sobremesas tortas e Folhados. Folhados 1. Na masseira colocar a farinha, o sal e a água gelada aos poucos, bater até chegar em ponto véu. 2. Abrir a massa com auxílio de uma bilha, colocar margarina sobre 2/4 da massa, fazer as dobras da parte da massa s/ margarina sobre a c/ margarina, repetir as dobras por mais 3x. 3. Descansar por 24 horas. 4. Cortar e modelar em tamanhos desejados. 5. Assar em forno pré-aquecido em 180°c por aproximadamente 30min. Itens Ingredientes 1 500g Creme Pâstissier pronto 2 250g de creme de leite 3 250g de chocolate 4 2g Gelatina em pó Itens Ingredientes 1 1000g farinha de trigo 2 20g de sal 3 550ml de água gelada 4 750g margarina folhada 56 Brownie Artesanal Misture a farinha de trigo e o cacau e o sal, reserve Em um refratário junte a manteiga e chocolate meio amargo leve no micro-ondas para derreter. Adicione os ovos pré-batidos, agregue a farinha de trigo. Assar em forno bem quente 190 a 200°c por 25 min * Calda. Aqueça o leite e o creme de leite e a manteiga. Adicione o chocolate misture até derreter. Itens Ingredientes 1 300G chocolate meio amargo 2 200g de açúcar 3 200g manteiga 4 200g farinha de trigo 5 60gr chocolate pó 80% 6 1 g sal 4 8 ovos cobertura 1 200g chocolate meio amargo 2 100 g creme de leite 3 100 ml de leite 4 20g de manteiga 57 Brigadeiro 1. Levar uma panela ao fogo com o leite condensado, creme de leite e o chocolate em pó. Cozinha sempre mexendo até começar a desgrudar do fundo da panela. 2. Passar para um recipiente e cobrir com um filme e levar a geladeira. 3. Enrolar em tamanhos desejados e passar no granulado. Beijinho Método 1. Levar uma panela ao fogo com o leite condensado, creme de leite. Cozinha sempre mexendo até começar a desgrudar do fundo da panela. 2. Passar para um recipiente e cobrir com um filme e levar a geladeira. 3. Enrolar em tamanhos desejados e passar no coco ralado decorar com cravo. Itens Ingredientes 1 1200kg leite condensado 2 400g creme de leite 3 250g de chocolate em pó 4 granulado Itens Ingredientes 1 1200kg leite condensado 2 400g creme de leite 3 300g coco ralado 4 50g Cravo 58 Ganache Aqueça o creme de leite com a manteiga e Glucose adicione o chocolate até derreter. Ganache Branco Aqueça o creme de leite com a manteiga e Glucose adicione o chocolate até derreter. Itens Ingredientes 1 200g chocolate Amargo 2 160g creme de leite 3 20g glucose 4 20 g de manteiga s/sal Itens Ingredientes 1 200g chocolate Amargo 2 100g creme de leite 3 20g glucose 4 20 g de manteiga s/sal 59 Cup cake Red Velvet 1.Em uma batedeira o açúcar manteiga até formar um creme, adicione os ovos bata até dobrar volume. 2.Adicione o leite baunilha, misture a farinha de trigo com o fermento com o chocolate e agregue com fouet. 3.Assar por 20 min 160°. Merengue Italiano Método 1. Em uma panela adicione açúcar e água mexa e leve ao fogo até formar ponto de fio. 2. Em uma batedeira bata as claras em neve, adicione a calda e bata até firmar adicione o limão. Itens Ingredientes 1 40g de chocolate 50% 1 180g de farina de trigo 2 15g de fermento químico 3 150g de manteiga 4 3 ovos 5 120 ml de leite 6 Baunilha e corante vermelho Itens Ingredientes 1 300g Açúcar 2 150g Clara de ovos 3 75gr agua 4 Limão Q/b 60 Pet-Four Sablê. Método 1.Misture a manteiga e açúcar adicione a farinha de trigo até formar uma farofa. 2.Adicione o ovo. 3.Sove suavemente até formar uma massa homogênea. 4.Embale em um papel filme deixar gelar por 1 hora antes de usar. Dicas Pode se Adicionar chocolate em pó ou grãos. Itens Ingredientes 1 400g Manteiga s/sal gelada 2 200g açúcar refinado 3 4 ovos 4 600 g de farinha de trigo 5 Q/b Baunilha 61 Sablê de Manga(Pet fours) Método 1.Misture a manteiga e açúcar e os ovos 2.Adicione a farinha de trigo aos poucos 3.bater suavemente até formar uma massa lisa homogênea. 4.Pingar em modelo desejado com uma manga de confeitar 5.Dicas Pode se Adicionar chocolate em pó ou grãos. Itens Ingredientes 1 400 g Manteiga s/sal gelada 2 200g açúcar refinado 3 8 ovos 4 600g de farinha de trigo 5 Q/b Baunilha 62 Mousse de Limão 1 etapa Em uma panela adicione açúcar e água mexa e leve ao fogo até formar ponto de fio. Creme 1/Em uma batedeira bata as claras em neve, adicione a calda e bata até firmar, Reserve. Creme 2/Em uma batedeira bata nata adicione o suco de limão e a gelatina já hidratada. Misture no creme ao creme 1 suavemente. Itens Ingredientes 1 300g Açúcar 2 150g Clara de ovos 3 75 gr agua 4 300ml Limão 5 2g Gelatina hidratada 6 400g creme de leite/nata 7 Raspas de limão Q/b 63 Mousse de Chocolate Método Em uma panela adicione açúcar e água mexa e leve ao fogo até formar ponto de fio. Creme 1 - Em uma batedeira bata as claras em neve, adicione a calda e bata até firmar, Reserve. Creme 2 - Em uma bata 200 g de nata adicione e a gelatina já hidratada. Creme 3 - Aqueça 200g de creme de leite adicione o chocolate mexa até derreter. Misture os 3 cremes suavemente. Itens Ingredientes 1 300g Açúcar 2 150g Clara de ovos 3 75 gr agua 4 400 gr de chocolate meio amargo 5 2g Gelatina hidratada 6 400g creme de leite/nata 7 Raspas de limão Q/b 64 Pão Francês 1000kg farinha de trigo 600ml de água gelada 20g de sal 20g de gordura 20g fermento biológico seco 10g reforço Modo de preparo Colocar os ingredientes secos na masseira e misturar. Acrescentar a água e a gordura e bater até atingir o ponto de véu. Dividir a massa em blocos de 1900kg bolear e deixar descansar por 10 minutos. Dividir em pedaços de 70g e passar a modeladora, e levar a câmara de fermentação por 1h e 30 minutos. Assar em forno aquecido a 190°C por aproximadamente 20 minutos com vapor. 65 Pão Caseiro 1000kg farinha de trigo 70g de açúcar 80g de margarina 2 ovos 500ml de água 20g de sal 20g de fermento biológico seco Modo de preparo Colocar todos os ingredientes secos na masseira e misturar, adicionar os ingredientes líquidos e bater até atingri o ponto de véu. Dividir a massa com 500g bolear e descançar por 10 minutos. Modelar e colacar em formas untadas e levar a câmara de fermentação por aproximadamente 1h e 30 minutos. Levar ao forno pré-aquecido a temperatura de 150°C por aproximadamente 30 minutos. 66 Pão de Hot Dog 1000kg farinha de trigo 100g de açúcar 15g de sal 100g de margarina 500ml de água 2 ovos 20g de fermento biológico seco Modo de preparo Colocar todos os ingredientes secos na masseira e misturar. Adicionar os demais ingredientes e bater até atingir o ponto de véu. Dividir a massas em pedaços 80g, passar na modeladora e arrumar na assadeira. Deixar fermentar por aproximadamente 1h e 40 minutos. Levar em forno pré-aquecido a uma temperaturade 150°C por aproximadamente 20 minutos. 67 Pão Sírio Ingredientes 500 g de farinha de trigo 25 g de açúcar 10 g de fermento biológico 10 g de sal 2 colheres de sopa de óleo 1 ovo 200 ml de leite Modo de preparo Misture todos os ingredientes até atingir o ponto de véu. Divida a massa e deixe descansar por 20 minutos. Abra a massa de forma circular enfarinhando bem e leve ao forno quente até dourar. 68 PÃO DE CENTEIO Ingredientes 750g Farinha de trigo especial 250g Farinha de centeio 20g Açúcar 10g Sal 600g Água 20g Fermento biológico seco 50g Banha Modo de preparo: Coloque todos os ingredientes na masseira exceto a água. Bater até atingir o ponto de véu. Dividir em tamanhos desejados, colocar nas assadeiras e levar para a fermentação por aproximadamente 1 hora e meia. Assar em forno Pré aquecido a 190°C por aproximadamente 30 minutos. 69 Pão Ciabata Ingredientes 20 g de fermento biológico fresco 500 g de farinha de trigo 350 ml de água aproximadamente 2 colheres (sopa) de óleo 1/2 colher (sopa) de sal 1 colher (sopa) de leite em pó 1/2 colher (sopa) de açúcar Modo de Preparo Na batedeira, bata o fermento com 50 g da farinha e um pouquinho da água. Deixe crescer por 15 minutos. Adicione o restante dos ingredientes e faça uma massa bem mole. Unte uma fôrma e coloque a massa para crescer por uns 40 minutos, coberta com um plástico. Depois, jogue sobre a mesa polvilhada com farinha de trigo e modele. Disponha em assadeira untada e leve ao forno médio preaquecido (200 ºC) por cerca de 30 minutos ou até dourar. 70 Pão com linhaça Ingredientes 750g Farinha de trigo especial 250g Farinha de trigo integral 80g Linhaça 40g Açúcar 15g Sal 560g Água 20g Fermento biológico seco 85g Azeite de oliva Modo de preparo Coloque todos os ingredientes sólidos na masseira. Ligue na velocidade I e bata até misturar completamente todos os ingredientes. Sove até ponto de véu. Boleie e deixe descansar 15 minutos, em local protegido de corrente de ar. Divida a massa e modele os pães deixe retomar crescimento (aproximadamente dobrar de volume) e asse em forno pré-aquecido. A temperatura do forno varia de acordo com o tamanho do pão: quanto maior o pão, menor a temperatura de cocção, e vise versa. Quando pronto, deixe esfriar sobre grade antes de cortar ou embalar. 71 Pão de Fubá Ingredientes 250g Farinha de milho 750g Farinha de trigo tipo 1 30g Açúcar 20g Sal 30g Fermento biológico seco 50g Banha 500g Água 100g Ovos Modo de preparo Coloque todos os ingredientes na masseira exceto a água. Bater até atingir o ponto de véu. Dividir em tamanhos desejados, colocar nas assadeiras e levar para a fermentação por aproximadamente 1 hora e meia. Assar em forno Pré aquecido a 180°C por aproximadamente 30 minutos. 72 Pão de nozes Ingredientes 1kg Farinha de trigo especial 550g Àgua 10g Sal 20g Açúcar 50g Manteiga 50g Fermento biológico fresco 150g Nozes picadas grosseiramente 50g Ovo Modo de preparo Coloque todos os ingredientes sólidos na masseira. Ligue na velocidade I e bata até misturar completamente todos os ingredientes. Sove até ponto de véu. Boleie e deixe descansar 15 minutos, em local protegido de corrente de ar. Divida a massa e modele os pães deixe retomar crescimento (aproximadamente dobrar de volume) e asse em forno pré-aquecido. A temperatura do forno varia de acordo com o tamanho do pão: quanto maior o pão, menor a temperatura de cocção, e vise versa. Quando pronto, deixe esfriar sobre grade antes de cortar ou embalar. 73 PÃO INTEGRAL Ingredientes 1kg farinha de trigo 400g farinha integral 700ml de água 30g Açúcar 25g Sal 60g de banha 20g Fermento biológico seco Modo de preparo Coloque todos os ingredientes sólidos na masseira. Ligue na velocidade I e bata até misturar completamente todos os ingredientes. Sove até ponto de véu. Boleie e deixe descansar 15 minutos, em local protegido de corrente de ar. Divida a massa e modele os pães deixe retomar crescimento (aproximadamente dobrar de volume) e asse em forno pré-aquecido. A temperatura do forno varia de acordo com o tamanho do pão: quanto maior o pão, menor a temperatura de cocção, e vise versa. Quando