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Fóruns - DIAGNÓSTICO PATOLÓGICO POR ANÁLISE DE IMAGEM

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ATIVIDADE SOBRE ADRENAL – ALUNOS ESTÁCIO – CAMPUS VARGEM PEQUENA
1) QUAL A DIFERENÇA DO FORMATO DAS GLÂNDULAS ADRENAIS EM CÃES E GATOS?
2) QUAIS OS PARÂMETROS ULTRASSONOGRÁFICOS QUE IREMOS AVALIAR NAS GLÂNDULAS ADRENAIS?
3) POR QUÊ EXISTE GRANDE VARIAÇÃO DAS DIMENSÕES DAS GLÂNDULAS ADRENAIS DOS CÃES?
4) QUAL A ALTERAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA MAIS COMUM DE VISUALIZARMOS NAS ADRENAIS DOS GATOS?
5) EM CASOS DE GRANDES NEOPLASIAS DE ADRENAIS, QUAL EXAME DE IMAGEM É RECOMENDADO? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA.
6) UM CÃO QUE TEM HIPERPLASIA BILATERAL DAS ADRENAIS, MEDINDO NOS POLOS APROXIMADAMENTE 0,90CM. PODEMOS AFIRMAR SE TRATAR DE UM HAC HIPÓFISE DEPENDENTE? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA.
7) EM CASOS DE TROMBOS NEOPLÁSICOS DE ADRENAIS, QUAIS OS VASOS PODEM SER ACOMETIDOS PELA INVASÃO DO TUMOR?
8) EXPLIQUE A CARACTERÍSTICA ULTRASSONOGRÁFICA DAS ADRENAIS NO HIPOADRENOCORTICISMO.
9) EXPLIQUE A CARACTERÍSTICA ULTRASSONOGRÁFICA DAS ADRENAIS NO HAC ADRENAL DEPENDENTE.
10) EXPLIQUE A CARACTERÍSTICA ULTRASSONOGRÁFICA DAS ADRENAIS NO HAC HIPÓFISE DEPENDENTE.
1. No cão o formato e de feijão ou amendoim, já nos gatos é o formato é ovalado.
2. Contorno, Ecogenicidade, Dimensões, Ecotextura e Topografia.
3. Porque as dimensões da adrenal variam de acordo com o tamanho do animal e em cães o porte varia muito.
4. Mineralização das adrenais em animais idosos.
5. Tomografia computadorizada, pois visualiza melhor possíveis metástases para os vasos próximos a adrenal.
6. Não, podemos apenas sugerir, pois o exame padrão ouro e a dosagem hormonal (testes endócrinos).
7. Artéria aorta abdominal e veia cava caudal.
8. Diminuição acentuada do tamanho das adrenais.
9. Hiperplasia unilateral, de uma glândula adrenal. A outra adrenal fica atrofiada.
10. Hiperplasia bilateral, as duas adrenais são estimuladas e aumentadas.
1) POR QUÊ O PÂNCREAS É DIFÍCIL DE SER VISUALIZADO PELA ULTRASSONOGRAFIA? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA
2) QUAL O MELHOR TRANSDUTOR PARA AVALIAR O PÂNCREAS? LEMBRE-SE QUE PRECISAMOS VER BEM OS DETALHES.
3) NO GATO, QUAL PORÇÃO DO PÂNCREAS É MAIS FÁCIL DE SER VISUALIZADA?
4) NO CÃO, QUAL PORÇÃO DO PÂNCREAS É MAIS FÁCIL DE SER VISUALIZADA?
5 ) DIFERENCIE, ULTRASSONOGRAFICAMENTE, CISTO PANCREÁTICO DE ABSCESSO PANCREÁTICO.
1) É um órgão pequeno com seus limites muito pouco definidos e tem sua ecogenicidade muito similar a gordura e ao mesentério, logo tem-se dificuldade de visualizar, principalmente em animais obesos. A presença de gases pela proximidade com o trato gastrintestinal é outro fator que pode prejudicar a visualização da imagem.
2) Transdutor convexo ou linear.
3) O mais fácil de ser visualizado em felinos é lobo esquerdo.
4) O mais fácil de ser visualizado em caninos é o lobo direito.
5) O cisto pancreático possui parede fina e regular, conteúdo anecogênico, podendo formar reforço acústico posterior ou não, costuma ter formato mais arredondado e tem ecotextura heterogênea. O abscesso pode apresentar parede espessa, podendo ser irregular, seu conteúdo é mais ecogênico e seu formato é mais oval ou irregular.
1) QUAL TIPO DE AGULHA É UTILIZADA PARA REALIZAR BIÓPSIAS PERCUTÂNEAS?
 
2) CITE 2 TIPOS DIFERENTES DE PROCEDIMENTOS INTERVENCIONISTAS UTILIZANDO A ULTRASSONOGRAFIA?
 
3) QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DA BIÓPSIA POR FRAGMENTO?
1. Tru-Cut
2. Pericardiocentese e cistocentese.
3. As vantagens: fornece fragmentos para análise histopatológica, é rápido e pode ser utilizado para grandes lesões. As desvantagens:o uso de agulha específica, que possui maior custo também, além da necessidade de anestesia/sedação por ser um procedimento um pouco mais doloroso.
1) QUAIS OS TIPOS DE CORTES ULTRASSONOGRÁFICOS PODEM SER REALIZADOS?
2) COMO SÃO CLASSIFICADAS AS LESÕES DOS SISTEMA LOCOMOTOR DE EQUINO E QUAIS AS SUAS PORCENTAGENS?
3) DESCREVA O ASPECTO ULTRASSONOGRÁFICO DAS LESÕES AGUDAS E CRÔNICAS.
1 - Cortes transversais e cortes longitudinais.
2 - Sutil: 0 A 15% da área.
Moderada: 16 A 25% da área.
Severa: > 25% da área.
3 - Aguda: aumento do tamanho; redução da ecogenicidade; perda do alinhamento normal das fibras; heterogênea.
Crônica: apresenta aspecto variável, hiperecogenicidade pela fibrose do tecido, parênquima grosseiro e heterogêneo.
1) O QUE CONSISTE A MANOBRA EM J E QUAL ENDOSCÓPIO É UTILIZADO NESTA TÉCNICA?
2) QUAL O PREPARO DO PACIENTE PARA A REALIZAÇÃO DA ENDOSCOPIA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO?
3) CITE 4 INDICAÇÕES CLÍNICAS PARA A REALIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO DE RINOSCOPIA.
1) Feita com o endoscópio flexível, no qual se realiza uma flexão na ponta do mesmo em 180 graus, inserindo-o oralmente em direção a porção dorso-caudal até alcançar a nasofaringe.
2) O paciente estará em decúbito dorsal ou esternal; sob sedação/anestesia geral; realizar exames prévios, principalmente, pro risco anestésico; e fazer uma abordagem bilateral, começando sempre pela narina menos comprometida.
3) Deformidade nasal, epistaxe, corpo estranho nasal e secreção nasal uni ou bilateral.
1) QUAL TIPO DE TRANSDUTOR É UTILIZADO? POR QUÊ?
2) QUAL A ECOGENICIDADE DO FOLÍCULO NA FASE ESTROGÊNICA?
3) QUAL O CORTE ULTRASSONOGRÁFICO QUE SERÁ REALIZADO NO CORNO UTERINO?
1) Transdutor transretal, pois é o transdutor que permite a melhor visualização do trato reprodutivo devido a seu formato ideal para introduzir no reto e também é multifrequencial, podendo trabalhar com frequências de 5 a 12 MHz.
2) Anecogênico.
3) Corte transversal.
1) Descreva ultrassonograficamente o baço em um paciente sadio.
2) Qual melhor tipo de transdutor utilizado para avaliar o baço de um equino? Justifique sua resposta.
3) Qual alteração não rara pode ocorrer no hilo esplênico?
4) Quando o baço possui um contorno irregular visualizado pelo ultrassonografia, qual é a principal suspeita diagnóstica?
1. É um órgão hiperecogênico em relação aos órgãos da cavidade abdominal, possuindo ecotextura homogênea e envolto por uma cápsula esplênica hiperecogênica. É uma estrutura alonganda, possuindo corpo, cauda e cabeça esplênica. A porção cranial está próxima ao estômago, enquanto a porção caudal está próxima ao rim esquerdo, e o corpo é onde temos o hilo esplênico, onde há a entrada de artérias e veias hilares.
2. Transdutor convexo devido a sua baixa frequência e o fato do paciente possuir grande porte, já que o baço nesses animais não é uma estrutura tão superficial.
3. Pode-se encontrar coágulos e trombos no interior dos vasos do hilo esplênico.
4. Sugere-se neoplasia.

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