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Centro Universitário Leonardo Da Vinci GEOVANE SOARES MARTINS (PED 2289) PROJETO DE ESTÁGIO I EDUCAÇÃO INFANTIL BIGUAÇU 2020 SUMÁRIO 31 PARTE I: PESQUISA 31.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA 1.2 OBJETIVOS 4 41.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA 2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO 10 2.1 METODOLOGIA 10 2.2 CRONOGRAMA 12 REFERÊNCIAS 12 APÊNDICES 14 1 PARTE I: PESQUISA 1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA Área de concentração: Metodologia de Ensino Tema: Ludicidade Na Literatura Infantil O atual artigo tem como área de concentração a metodologias de ensino, tendo como tema: ludicidade na literatura infantil : presuposto para a pratica educativa. Os objetivos a serem alcançados é Definir literatura infantil; pesquisar o que é prática educativa; conhecer as contribuições da literatura infantil para o trabalho do professor na Educação Infantil e investigar no estágio de campo se acontece na prática o que a teoria nos mostra. A introdução na Educação Infantil, para a criança muitas vezes é um período conturbado, para algumas crianças é o primeiro momento em que se afastam do convívio familiar, sendo assim essa pode ser primeira relação com a sociedade de a criança esta tendo. Nesse período é muito importante criar relações de afetividade com todos os envolvidos, colegas, professores, funcionários e familiares. Pois, é através dela que a criança enxerga o mundo melhor, além de tornar a convivência com os demais, mais agradável. É no ambiente escolar que acontecem relações significativas para a criança, onde ela aprende a conviver em grupo. Por isso, a importância de propor o trabalho com a literatura infantil, que auxiliam a passar esse período de expectativas, promovendo atividades atrativas, envolvendo a criança em um ambiente rico de estímulos. Conhecendo melhor e torna-se um sujeito capaz de tomar decisões por si próprio, aprender a conviver e a respeitar as diferenças encontradas no seu cotidiano.Portanto, a prática educativa poderá ser bem mais lúdica e contribuir para a construção da identidade da criança através das histórias contadas. A literatura infantil é um fator que pode sim ser visto como um grande aliado na aprendizagem dos pequenos e no seu desenvolvimento, tanto afetivo, social e psicológico, de maneira que a aprendizagem pode ser muito mais prazerosa, usando as ferramentas corretas. Cabe ao educador trazer para esses alunos materiais ricos em conhecimentos, contudo que os levem ao maravilhoso mundo da imaginação. Esse mundo tão magnífico pode ser encontrado em páginas com ou sem gravuras que através de uma contação de histórias a criança viaja para um mundo até então inalcançável. Confiando que esta estratégia pedagógica desperta nas crianças o desejo de aprender dando-lhe mais liberdade de expressão, impulsionando a aprender de maneira mais espontânea, levando-o a uma aprendizagem significativa, que é o nosso maior desafio, ou seja, fazer com que os alunos tenham aulas mais prazerosa e significativas. 1.2 OBJETIVOS · Identificar o que é literatura infantil? · Relacionar dentro da Prática pedagógica: o que é e o que envolve? · Ver a literatura infantil como contribuinte para a construção do conhecimento. · Relatar como trabalhar literatura infantil na sala de aula. 1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA 1.3.1 O que é literatura infantil? A literatura infantil surgiu no Séc. VXIII, na Europa, paralelo a acontecimentos sociais importantes, como o surgimento da burguesia e a consolidação do conceito de família. A escola tinha a função de formar a nova classe social emergente (os burgueses) e a necessidade de instrumentos que transmitissem essa nova ideologia social. A infância tornou-se o centro das atenções, e as crianças precisavam ser moldadas, educadas para compor e ocupar funções e papéis a elas designados pela nova ordem social. Nesse contexto, a literatura serviu como instrumento importante de transmissão de regras e valores morais para as crianças, e seu uso era pedagogizante, utilitário. “Os primórdios da literatura infantil são marcados pela intenção de formar a criança, de ensinar comportamentos e atitudes e de sedimentar uma ideologia” (AGUIAR, 2004, p.24). A literatura infantil sempre esteve e está presente em nossas vidas muito antes da leitura e da escrita, seja por meio das cantigas de ninar, da contação de histórias realizadas pelos familiares. A literatura traz para o universo infantil momentos em que o indivíduo está se desenvolvendo e criando hábitos. Quando a criança chega à escola é que a literatura passa a ter o poder de construir uma ligação lúdica entre o mundo da imaginação, dos símbolos subjetivos e o mundo da escrita. Nesta vertente, Cademartori (1994, p.23), afirma que ... a literatura infantil se configura não só como instrumento de formação conceitual, mas também de emancipação da manipulação da sociedade. Se a dependência infantil e a ausência de um padrão inato de comportamento são questões que se interpenetram, configurando a posição da criança na relação com o adulto, a literatura surge como um meio de superação da dependência e da carência por possibilitar a reformulação de conceitos e autonomia do pensamento. Cademartori (1994, p.23) Por meio do momento em que a criança tem acesso ao mundo da leitura, ela passa a fazer novas descobertas e consequentemente amplia a compreensão de si e do mundo que a cerca. 1.3.2 prática pedagógica: o que é e o que envolve? O trabalho com a literatura infantil deve acontecer de forma dinâmica, por meio de práticas docentes geradoras de estímulos e capazes de influenciar de maneira significativa o desenvolvimento das habilidades orais, leitoras e escritas. Coelho(1991) destaca que a Literatura Infantil é: Abertura para a formação de uma nova mentalidade, além de ser um instrumento de emoções, diversão ou prazer, desempenhada pelas histórias, mitos, lendas, poemas, contos, teatro, etc., criadas pela imaginação poética, ao nível da mente infantil, que objetiva a educação integral da criança, propiciando-lhe a educação humanística e ajudando-a na formação de seu próprio estilo. (Coelho, 1991). A ação educativa deve propiciar aprendizagem significativas para os educandos garantindo seu desenvolvimento e ampliação dos conhecimentos sobre o mundo em que vivem, para nele terem condições de atuar e transformar de maneira crítica, autônoma e criativa. Atividades de leitura devem ocorrer mesmo que a criança não conheça nenhuma letra, pois, por meio da visão e da audição, elas realizam a leitura do texto feita pelo professor. A interação da criança com os livros e sua socialização possibilita uma forma rica em aspectos lúdicos, imaginativos e simbólicos. Ainda segundo Azevedo (2004, p. 40): Através de uma história inventada e de personagens que nunca existiram, é possível levantar e discutir, de modo prazeroso e lúdico, assuntos humanos relevantes, muitos deles, aliás, geralmente evitados pelo discurso didático-informativo – e mesmo pela ciência – justamente por serem considerados subjetivos, ambíguos e imensuráveis. Azevedo (2004, p. 40): Pela prática educativa deve considerar o conhecimento acumulado pela sociedade, como processo formativo que ocorre como necessária à atividade humana. Nesse sentido, a prática educativa é fenômeno social e universal necessária à existência de todas as sociedades. A educação então, pode ser considerada como prática educativa e no sentido amplo “compreende os processos formativos que ocorrem no meio social, nos quais estão envolvidos de modo necessário e inevitável pelo simples fato de existirem socialmente” (LIBÂNEO (2004), p. 17). Cosson (2006, p.47) define a literatura como uma linguagem que compreende três tipos de aprendizagem: a aprendizagem da literatura, que consiste, fundamentalmente, em experienciar o mundo por meio da palavra; a aprendizagem sobre a literatura, que envolve conhecimentos de história, teoria e crítica, e a aprendizagempor meio da literatura. Nesse caso, os saberes e as habilidades que a prática da literatura proporciona aos seus usuários. O educador precisa se mover com clareza na sua prática pedagógica. É preciso conhecer as diferentes dimensões que caracterizam a essência da prática, o que pode tornar mais seguro o seu próprio desempenho. De acordo com Cantarelli (2012, p. 23) afirma que “Sabe-se que toda criança precisa ser estimulada, e é, nesse contexto, que se torna relevante para o desenvolvimento global da criança um ambiente o menos restritivo possível, onde haja uma série de estímulos que facilitem a apropriação do conhecimento” Cantarelli (2012, p. 23) Percebemos que o educador é a peça fundamental que vai mediar os seus alunos ao mundo da leitura através de práticas atraentes que estimulem na criança o prazer pela leitura. 1.3.3 A literatura infantil contribuindo para a construção do conhecimento. Se os professores pré-escolares tiverem a consciência de que o modo como se apresenta o mundo da leitura para os pequenos vai contribuir para a formação do futuro leitor de amanhã, introduzindo em sua prática pedagógica momentos envolventes de leituras, de fato estará formando futuros leitores cheio de criatividade em nossa sociedade. Valdez e Costa (2007) dizem: É essencial ouvir histórias, ter contato com os livros, “ler” as paginas com os olhos, seguir as pegadas do enredo e apoderar-se do conto, seja no ouvir ou no viver a história. É preciso estimular a criança desde cedo, a conviver com os livros, incentivá-las a ouvir, falar, observar, valorizar a cultura, trazendo temas presentes nas histórias como forma de conhecer o mundo e as diferentes vivências e relações. Pensar e preparar o ambiente onde serão desenvolvidas as leituras como também o modo como serão realizadas farão uma grande diferença, pois dependendo da maneira como foi pensada, preparada e realizada, o leitor infantil pode ser muito facilmente envolvido durante o momento da contação de histórias (p.173). Se o professor não inserir, em sua pratica pedagógica, atividades que estimulem o despertar das crianças para a leitura de maneira prazerosa, que estimulem o contato com o livro, como também o interesse pelos mesmos, de fato estas crianças poderão ser prejudicadas em relação às demais crianças que tiverem essa oportunidade. Melo (2017) nos diz que uma boa obra literária é aquela que apresenta a realidade de forma nova e criativa, deixando espaço para o leitor descobrir o que está nas entrelinhas do texto. A interação da criança com a literatura possibilita uma formação rica em aspectos lúdicos, imaginativos e simbólicos. O desenvolvimento dessa interação, com procedimentos pedagógicos adequados, leva a criança a compreender melhor o texto e seu contexto. Melo (2017) fala que com o intuito de formar leitores, a literatura especializada aconselha os professores e a escola a utilizar alguns procedimentos pedagógicos como: convívio contínuo com histórias, livros e leitores; valorização do momento da leitura; disponibilidade de um acervo variado; tempo para ler, sem interrupções; espaço físico agradável e estimulante; ambiente de segurança psicológica e de tolerância dos educadores em relação às singularidades e às dificuldades de aprendizagem de cada criança; oportunidades para que expressem, registrem e compartilhem interpretações e emoções vividas nas experiências de leitura; acesso à orientação qualificada sobre por que ler, o que ler, como ler e quando ler. Nessa perspectiva, é importante ressaltar a relevância do contato permanente das crianças com os livros, para que elas possam conviver com suas histórias desde cedo. Considera-se que uma das formas de relação entre a criança e a literatura infantil ocorra no momento da contação de história, feita pelo professor; prática muito comum no ambiente da “pré-escola”. [...] a arte de contar histórias é um valioso instrumento no processo educativo. Além de favorecer a socialização, quando os alunos sentam em roda, eles ouvem a história, comentam, recontam, opinam. Aprender a ouvir o outro falar, aprendem a falar e a expressar-se. (KRAEMER 2008, p.13) Mesmo que a obra manifeste um protesto, uma opinião contrária a algo que esteja sendo discutido pela sociedade, ela comporta em si um pouco da realidade ou nela se inspira. A literatura emerge das fronteiras visíveis e invisíveis do mundo social. Mas, para ser arte, “luta” pela sua autonomia ante o material cultural posto a seu dispor. Trata-se de uma autonomia relativa e extremamente complexa, pois somente a partir dessa autonomia do reconhecimento de fazer parte do mundo é que ela pode elevar-se em oposição a esse mundo (FILHO, 2000, p. 32). Ao veicular ideias, sejam quais forem, o autor transmite sua visão do mundo e, muitas vezes, traduz o que é aceito ou está sendo refutado de forma corrente ou recorrente em determinada sociedade. 1.3.4 Literatura infantil na sala de aula: como trabalhar? É possível compreender o valor que deve ser dado a contação de história na pré-escola, uma vez que, como afirma Meireles (1984), o gosto de contar uma história é idêntico ao de escrever, assim como o gosto de ouvir é como o gosto de ler. Melo (2017) diz que o trabalho com a literatura infantil deve ter como um dos pontos norteadores a preocupação em formar leitores autônomos e críticos. Isso exige dos professores um olhar atento para as metodologias que devem ser empregadas, bem como para o material a ser utilizado (livros só com textos; livros com textos e imagens; livros só com imagens; livros com recursos audiovisuais, entre outros). É importante ressaltar que esses materiais, quando bem trabalhados, atraem bastante as crianças. Além disso, podem ser explorados em atividades de ordenação das narrativas e de (re)criação de histórias orais ou escritas. Melo (2017) acrescenta que outra estratégia importante é incluir brinquedos e brincadeiras como parte da formação de alunos leitores. Ao misturar livros e brinquedos, livros e brincadeiras, a escola realiza um trabalho de sedução das crianças para a leitura, pois, à medida que o livro entra em sua vida, desde muito cedo e de forma prazerosa, desperta seu imaginário e, consequentemente, o desejo de ler. Partindo desse princípio, acreditamos que as atividades lúdicas envolvendo a leitura, realizadas diariamente pelos professores, bem como a disponibilização de livros de literatura infantil e brinquedos fazem com que os primeiros contatos com a leitura sejam agradáveis e divertidos. Dessa forma, quanto mais lúdico for o trabalho com a literatura infantil, melhor será seu impacto na formação de leitores e na aprendizagem da leitura e da escrita. Ler histórias para as crianças é incitar o imaginário, provocar perguntas e buscar respostas, é despertar grandes e pequenas emoções como rir, chorar, sentir medo e raiva, emoções estas que vêm das histórias ouvidas e lidas. Juntos, livros, brinquedos e brincadeiras fortalecem ainda mais a construção de novos conhecimentos, favorecendo o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo das crianças. 2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO 2.1 METODOLOGIA O presente estagio apresentado através da observação e estudo referente a instituição escolhida o CEIM Professora Maria de Lourdes Galliani, situado no Loteamento Jardim Carolina no município de Biguaçu. Entre os dias 20 de fevereiro á 29 de junho de 2020, com carga horária de 20 horas de observação, 20 horas de regência, 110 horas de produção sendo assim 150 horas de estagio. Através de esta observação relatamos que o Centro de Educação Infantil Municipal Maria de Lourdes Galliani, anteriormente Centro de Educação Infantil Municipal Jardim Carolina, foi inaugurado no dia 18 de setembro de 2008 e seu efetivo funcionamento começou no dia 16 de fevereiro de 2009, atendendo crianças das comunidades de Estiva do Inferninho, Areias de Cima, Loteamento Jardim Carolina e Cachoeiras, distribuídas em grupos em conformidade com sua idade – GI, GII, GIII, GIV, GV; totalizando 147crianças e 41 funcionários, sendo que poucas crianças permanecem no período integral, um total de 41 profissionais, sendo 1 diretora, 1 técnico em educação, 1 orientadora pedagógica, 1 professor de educação física, 1 professor de inglês, 1 professora de artes, 12 professoras titulares, 8 técnicos em magistério auxiliar de sala, 4 estagiarias, 2 auxiliar de ensino, 2 professoras auxiliar de educação especial, 3 cozinheiras, 4 funcionários de serviços gerais. O CEIM realiza 4 projeto coletivo diariamente e mensal, Projeto Refeitório, Projeto Interação Entre Grupos, Projeto de Transição e Projeto Festa Coletiva de Aniversário, Projeto Família no CEIM; o projeto refeitório tem como objetivo assegurar à criança a autonomia, oportunizando a elas um Buffet diferenciado e balanceado, no qual elas possam escolher o que quer se alimentar, conscientizando-as e incentivando-as à variação dos alimentos, favorecendo desta forma uma alimentação saudável e a importância de evitar o desperdício, o tal projeto é composto por 1 acolhedor, 3 orientadores, 1 responsável pela fruta, 2 responsáveis pela higiene bucal. Projeto de interação entre grupos que tem como objetivo oportunizar as crianças convívio com seus parentes de diferentes grupos, proporcionando vivencias significativas e diferenciadas, se desenvolve o projeto na pratica com elaboração de diferentes atividades lúdicas, nas quais as crianças interajam experimentando situações diferenciadas do seu cotidiano e também explorando a sua imaginação, é realizado atividades como pintura facial, experimentação tátil, pintura em diferentes texturas, teatro. Projeto Transição proporciona à criança no decorrer do ano letivo, interações entre escola e CEIM, para que se estabeleça relação de segurança e reconhecimento do ambiente escolar, consequentemente as crianças do GV, faz uma visita as escolas que possivelmente irão frequentar para que possam conhecer o estado físico, a rotina, funcionários que farão parte desse novo convívio escolar, substituindo a chamada formatura que ocorria. Projeto Festa Coletiva de Aniversário proporciona à criança uma festa de aniversário especial e significativa, este projeto é realizado na ultima semana do mês em dois dias distintos acontece uma festa de aniversário, organizada pelos profissionais da instituição, na qual é preparado um local decorado com temáticas variadas, com bolo, velinha de aniversário e um cardápio apropriado supervisionado pelas nutricionistas da rede de ensino. Projeto Família no CEIM este projeto tem como objetivo incentivar a participação e o envolvimento das famílias no processo de ensino – aprendizagem das crianças, no mês de outubro o CEIM abre suas portas para receber as famílias, com o intuito de realizar diversas atividades, juntamente com as crianças, essas atividades ocorrem de maneira espontânea, podendo ser individual quanto coletiva, e realização de oficinas de culinária, de música, dramatizações, exposição de trabalhos, palestras interativas, etc. No ano de 2018, foi optado por criar grupos de wathssap, dividido em Conformidade com as turmas, com o propósito das famílias acompanharem mais as atividades desenvolvidas pelos profissionais desta instituição, a direção faz a ponte entre os profissionais e as famílias e tem a tarefa de selecionar o que vai ser divulgado e o que vai acontecer. Seu Regimento é Organizar o cotidiano das crianças de acordo com as necessidades que as mesmas apresentam, procurando desenvolver atividades que proporcionam o desenvolvimento motor, psicossocial e cultural, contemplando e explicitando as expectativas das crianças, famílias, educadores e comunidade. 2.2 CRONOGRAMA ETAPA AÇÃO REALIZADA DATA PARA ENTREGA (Semipresencial) Etapa 1 Avaliação do projeto de estágio. De 18 até 25 de junho de 2020. Etapa 2 Avaliação do desempenho de estágio. De 18 até 25 de junho de 2020. Etapa 3 Avaliação do paper de estágio. De 18 até 25 de junho de 2020. Etapa 4 Avaliação da socialização do projeto de estágio. De 18 até 25 de junho de 2020. REFERÊNCIAS ABRAMOVICH, F. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. São Paulo: Scippicione, 1997. ARENA, D. B. A literatura infantil como produção cultural e como instrumento de iniciação da criança no mundo da cultura escrita. In: SOUZA, Renata J. de. (Org.). Ler e compreender: estratégias de leitura. Campinas, Mercado de Letras, 2010. p. 13-44. AZEVEDO, Ricardo. Formação de leitores e razoes para a Literatura. In: SOUZA, Renata Junqueira de (Org.). Caminhos para a formação do leitor. São Paulo: DCL, 2004. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. CANTARELLI, Ana Paula; CARDOSO, Evandra Oliveira; SIMIONI, Ronan. Literatura Infantil: instrumento educacional. 2012. COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil. São Paulo: Ed. Moderna, 2000. ___________________. Panorama histórico da literatura infantil/juvenil: das origens indo européias ao Brasil contemporâneo. 4 ed. Ática, 1991. CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura Infantil: Teoria e prática. 18ª ed. São Paulo: Ática, 1999. FILHO, A. A. G. Educação e literatura. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. LIBÂNEO, J. C. A didática e a aprendizagem do pensar e do aprender: a Teoria Histórico-cultural da Atividade e a contribuição de Vasili Davydov. Revista Brasileira de Educação. [online]. 2004, n.27, p.5-24. MEIRELES, Cecília. Problemas de literatura infantil. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1984. MELO,Raimunda Alves. Literatura infantil lúdica: uma importante ferramenta para a formação de leitores. Disponível em: http://www.plataformadoletramento.org.br/em-revista/572/literatura-infantil-ludica-uma-importante-ferramenta-para-a-formacao-de-leitores.html . Acessado em 17 de abril de 2017 OS TRÊS PORQUINHOS. Editora BrasiLeitura. (Coleção Clássicos de Ouro). PALO, Maria José, 1932- Literatura infantil: Voz de criança/ Maria José Palo, Maria Rosa D. Oliveira. – 4.ed.- São Paulo: Ática, 2006... 80p. – (Princípios; 86) PREFEITURA MUNICIPAL DE GOVERNADOR CELSO RAMOS, Projeto Politico Pedagogico/ secretaria Municipa de Educação e cultura .Governador Celso Ramos, 2004. VII, p 187. REVISTA CRIANÇA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL “O prazer da leitura se ensina”. Ministério da Educação-Coordenação Geral da Educação Infantil-DPE/SEB, Brasília/DF, setembro 2005. VALDEZ, Diane; COSTA, Patrícia L. Ouvir e viver histórias na Educação Infantil. In: ARCE, Alessandra; MARTINS, Lígia Márcia. (orgs). Quem tem medo de ensinar na educação infantil? em defesa do ato de ensinar. São Paulo: Alínea, 2007. KRAMER, Sonia; NUNES, Maria Fernanda R.; CORSINO, Patrícia. Infância e crianças de 6 anos: desafios das transições na educação infantil e no ensino fundamental. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 37, n.1 220p. 69-85. Jan./abr. 2011. APÊNDICES PLANO DE AULA Dados de identificação da Instituição Concedente Nome da escola: CEIM Professora Maria de Lourdes Galliani Diretor(a): Ana Coordenador(a):Katia Professor (a) Regente: Daniela Turma: Pré II Período: Matutino Nome do (a) Acadêmico (a) Estagiário (a): Geovane Soares Martins Assunto: O lúdico na literatura infantil : pressuposto para a prática educativa. Objetivos: · Desperta o gosto pela leitura através da hora do conto; · Contribuir para o desenvolvimento da oralidade e escrita dos educando; · Valorizar os conhecimentos prévios, adquiridos no processo de ensino aprendizagem; · Estimular a imaginação e a criatividade; · Desenvolver atenção e coordenação motora ampla e fina; · Expressar se por meio de desenhos ,pinturas e colagem; · Desenvolver o hábito de ouvir com atenção; Conteúdo programático: A literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa, é importante para a formação das crianças ouvirem muitas histórias, pois é através dos livros e contos infantis que a criança enfoca a importância de ouvir,contar e recontar histórias. Segundo Fanny Abramovich:“...escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor,e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descobertas e de compreensão do mudo...” Ler, ouvir ou contar histórias trata se de um hábito saudável, a ser preservado e incentivado, pela escola e a família,mesmo diante de uma geração tecnológica. Recursos: Desenho xerocado, lápis de cor, giz de cera, tesoura, fita adesiva, cola, caixa de leite, palha, palito de picolé, papel cartão, livro de historia infantil “os três porquinhos”. Sequência didática: Primeiro dia: seguirei a sequência na qual a professora segue; No primeiro momento em roda, sentados no chão, irei apresentar meu projeto para que eles fiquem ciente do que acontecerá durante a semana. Segundo momento, contar a história “Os três porquinhos” Terceiro momento: hora do lanche. Quarto momento: as crianças voltam pra sala de aula para escovar os dentes e depois se dirigem ao pátio para brincar no parquinho ou com os brinquedos de sua preferência. Quinto momento: Dar um desenho xerocado de uma das cenas da história que foi contada, para que as crianças pintem e dela iremos fazer um quebra cabeça. Uma outra atividade será o desenho dos três porquinhos e o lobo mal para pintar, esse será usado como fantoche para a historia,que cada um levara para casa na sexta feira. Segundo dia: Iniciamos nosso dia com a rotina diária das crianças, em roda iremos cantar, fazer a chamadinha e o calendário. No segundo momento será relembrado a historia dos três porquinhos contada no dia anterior, e explicar a atividade que será realizada neste dia. Em seguida as crianças se dirigem ao pátio para seu momento de brincadeira livre. Após o parque todos lavam as mãos e vão ao refeitório para lanchar. Quinto momento será realizado a atividade, neste dia iniciaremos a confecção das casinhas dos três porquinhos, a primeira a ser confeccionada será a casa de palha, feita com caixa de leite e palha. Terceiro dia: Iniciar com a rodinha cantando a musica do bom dia amiguinho, seguido do calendário e do crachá. No segundo momento faremos uma conversa informal sobre a historia dos três porquinhos dando continuidade na confecção das casinhas, hoje será confeccionada a casa de madeira, com caixa de leite e palito de picolé. Terceiro momento nos dirigimos ao refeitório para lanchar. Ao retornar do lanche é feita a higiene bucal. Quarto momento daremos continuidade na confecção da casinha se necessário. Quarto dia: Na rodinha cantar a musica do bom dia amiguinho, fazer o crachá e o calendário. Na sequencia uma conversa informal para saber das crianças como esta sendo a semana,o que elas estão achando dos nossos momentos juntos. O segundo momento é hora do lanche após é feita a higiene bucal. Quarto e quinto momento iremos confeccionar a casa de tijolos com caixa de leite e papel cartão vermelho cortados na forma retangular. Quinto dia: No primeiro momento iremos cantar fazer o crachá, o calendário e conversar sobre as atividades realizadas durante a semana. O segundo momento vamos recontar a história dos três porquinhos,mas agora com o cenário pronto e com os fantoches no palito.Será um momento de interação e diversão. Terceiro momento em fila as crianças se dirigem ao refeitório para lanchar. Na volta do lanche é feita a higiene bucal e em seguida o momento é de ir ao parque para brincar livremente. Quinto momento lavar as mãos, sentar em roda no chão para conversar e se despedir das crianças.Cada criança levara para casa tudo o que confeccionou durante a semana com o objetivo de que ela conte a historia do seu jeito para a sua família. Avaliação: Averiguar se os objetivos propostos foram atingidos. Esta pode ocorrer por meio de observação e análise do envolvimento dos alunos com as atividades realizadas durante regência. Dessa maneira, pode-se fazer, com mais segurança e eficácia, as modificações necessárias para as próximas aulas. Referencias: Editora BrasiLeitura. Os três porquinhos (Coleção Clássicos de Ouro) Disponível em : <https://www.google.com.br/search?q=cena+os+tres+porquinhos+para+pintar&rlz=1C1NHXL_pt-BRBR736BR736&espv=2&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwjauuOE1Z_TAhUHFZAKHbiuCicQsAQIIQ&biw=1366&bih=662 Anexos: ROTEIRO DE ENTREVISTA O Roteiro de entrevista foi elaborado através do Projeto Político Pedagógico, fornecido pela instituição concedente antes do período de epidemia. Através de esta observação é relatado que o Centro de Educação Infantil Municipal Maria de Lourdes Galliani, anteriormente Centro de Educação Infantil Municipal Jardim Carolina, foi inaugurado no dia 18 de setembro de 2008 e seu efetivo funcionamento começou no dia 16 de fevereiro de 2009, atendendo crianças das comunidades de Estiva do Inferninho, Areias de Cima, Loteamento Jardim Carolina e Cachoeiras, distribuídas em grupos em conformidade com sua idade – GI, GII, GIII, GIV, GV; totalizando 147 crianças e 41 funcionários, sendo que poucas crianças permanecem no período integral, um total de 41 profissionais, sendo 1 diretora, 1 técnico em educação, 1 orientadora pedagógica, 1 professor de educação física, 1 professor de inglês, 1 professora de artes, 12 professoras titulares, 8 técnicos em magistério auxiliar de sala, 4 estagiarias, 2 auxiliar de ensino, 2 professoras auxiliar de educação especial, 3 cozinheiras, 4 funcionários de serviços gerais. A Estrutura da escola é formada por 1 cozinha, 1 dispensa, 1 área de serviço, 1 refeitório, hall de entrada, 1 secretaria, 1 sala dos professores, 6 salas de aula sendo 2 delas completadas por 1 banheiro com 2 vasos sanitários infantis, 2 pias e 1 banheira para uso exclusivo das crianças das turmas menores, 2 banheiros coletivos composto por 3 vasos sanitários infantis, 3 pias, 1 vaso sanitário adaptado para crianças portadoras de necessidades especiais, em cada um deles dos quais dois, 1 banheiro adulto de uso dos funcionários, como também uma ampla área de recreação com 6 balanços, 3 escorregadores e 1 casinha de madeira para utilização das crianças. O CEIM realiza 4 projeto coletivo diariamente e mensal, Projeto Refeitório, Projeto Interação Entre Grupos, Projeto de Transição e Projeto Festa Coletiva de Aniversário, Projeto Família no CEIM; o projeto refeitório tem como objetivo assegurar à criança a autonomia, oportunizando a elas um Buffet diferenciado e balanceado, no qual elas possam escolher o que quer se alimentar, conscientizando-as e incentivando-as à variação dos alimentos, favorecendo desta forma uma alimentação saudável e a importância de evitar o desperdício, o tal projeto é composto por 1 acolhedor, 3 orientadores, 1 responsável pela fruta, 2 responsáveis pela higiene bucal. Projeto de interação entre grupos que tem como objetivo oportunizar as crianças convívio com seus parentes de diferentes grupos, proporcionando vivencias significativas e diferenciadas, se desenvolve o projeto na pratica com elaboração de diferentes atividades lúdicas, nas quais as crianças interajam experimentando situações diferenciadas do seu cotidiano e também explorando a sua imaginação, é realizado atividades como pintura facial, experimentação tátil, pintura em diferentes texturas, teatro. Projeto Transição proporciona à criança no decorrer do ano letivo, interações entre escola e CEIM, para que se estabeleça relação de segurança e reconhecimento do ambiente escolar, consequentemente as crianças do GV, faz uma visita as escolas que possivelmente irão frequentar para que possam conhecer o estado físico, a rotina, funcionários que farão parte desse novo convívio escolar, substituindo a chamada formatura que ocorria. Projeto Festa Coletiva de Aniversário proporciona à criança uma festa de aniversário especial e significativa, este projeto é realizado na ultima semana do mês em dois dias distintos acontece uma festa de aniversário, organizada pelos profissionais da instituição, na qual é preparado um local decorado com temáticas variadas, com bolo, velinha de aniversário e um cardápio apropriado supervisionadopelas nutricionistas da rede de ensino. Projeto Família no CEIM este projeto tem como objetivo incentivar a participação e o envolvimento das famílias no processo de ensino – aprendizagem das crianças, no mês de outubro o CEIM abre suas portas para receber as famílias, com o intuito de realizar diversas atividades, juntamente com as crianças, essas atividades ocorrem de maneira espontânea, podendo ser individual quanto coletiva, e realização de oficinas de culinária, de música, dramatizações, exposição de trabalhos, palestras interativas, etc. No ano de 2018, foi optado por criar grupos de wathssap, dividido em Conformidade com as turmas, com o propósito das famílias acompanharem mais as atividades desenvolvidas pelos profissionais desta instituição, a direção faz a ponte entre os profissionais e as famílias e tem a tarefa de selecionar o que vai ser divulgado e o que vai acontecer. Seu Regimento é Organizar o cotidiano das crianças de acordo com as necessidades que as mesmas apresentam, procurando desenvolver atividades que proporcionam o desenvolvimento motor, psicossocial e cultural, contemplando e explicitando as expectativas das crianças, famílias, educadores e comunidade. 1 _1384186843.bin _1384186842.doc _1156253328.bin