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	CENTRO UNIVERSITÁRIO
LEONARDO DA VINCI
A HISTÓRIA SUA IMPORTÂNCIA DENTRO DA SOCIEDADE .
EDSON PEREIRA DO NASCIMENTO 
 PROF. ORIENTADORA: FABIANA DOS SANTOS
Historia FLX 1009
RESUMO
O artigo tem como principal objetivo identificar a prática do Estágio Supervisionado pela professora xxxxxxxxxxxx na Instituição, colégio Estadual XXXXXXXXXXX, sobre o conteúdo administrado nas aulas de historia na formação inicial e na construção da identidade profissional para a atuação na Educação do ensino médio. Este estágio vem exclusivamente oportunizar o trabalho nas redes públicas de instituições governamentais, não governamentais e instituições privada, possibilitando a atuação em espaços escolares, que significa ampliar o olhar para as práticas do saber, tendo um objetivo, dentro da vivência e experiências, na ótica do reconhecimento à educação e à aprendizagem ao longo da vida. As questões trazidas no estudo nos impõem o desafio de trabalhar no Estágio Supervisionado em historia nas Instituições que retrata os conteúdos , apontando as formação e transformações da historia dentro da sociedade, feito com pesquisa e estudos para a melhor compreensão dos mesmos. E ainda estar a serviço de uma análise crítica da formação de professores e também da Educação dos jovens e adultos (EJA). 
Palavras-chave: Estagio supervisionado; formação de professores. 
1. INTRODUÇÃO
A minha vivência do estágio de história foi uma experiência que se tornou importante, pois o estágio acaba se tornando um período de experiência, através da observação e regências nos processos de preparação e de integração do educando com o trabalho de desenvolvimento participativo e comunitário. 
A formação do educador tem sido uma problemática que se tenta enfrentar de várias maneiras, como uma ação direta nos processos de formação inicial e continuada, pela produção de subsídios pedagógicos e materiais didáticos. 
Esse enfrentamento se fundamenta em tendências diversas, tanto de caráter prescritivo e regulador da ação pedagógica, quanto de caráter emancipatório, trabalhando com os saberes, nas escolhas e práticas dos educadores. 
[...] o estágio não se resume à aplicação imediata, mecânica e instrumental de técnicas, rituais, princípios e normas aprendidas na teoria. A prática não se restringe ao fazer, ela se constitui numa atividade de reflexão que enriquece a teoria que lhe deu suporte. O estágio é um processo criador de investigação, explicação, interpretação e intervenção na realidade (PIMENTA, 1997, p.74).
 Com isto precisa ser considerado como imprescindível à formação docente e as instituições e os próprios docentes precisam valorizar este conhecimento com a prática pedagógica dentro do curso de graduação. 
Sendo assim, é preciso que o estágio supervisionado considere a pessoa do professor e Didática e Prática de Ensino na relação com a Formação de sua experiência, a profissão e seus saberes e a escola e seus projetos, possibilitando assim, o conhecimento profissional e a abertura para mudanças.
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO : FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
O Estágio Supervisionado na disciplina de história é um instrumento imprescindível, de variações para sabermos compreendermos como se dá o processo nas salas de aulas. “[...] por isso é preciso que, na formação permanente dos professores o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática, de maneira que se pense na prática de hoje ou de ontem para melhorar a próxima.” (FREIRE 1996, p. 44). 
 Dessa forma, entende-se que relação entre a teoria e a prática, reflete ao estudo, que favorece o conhecimento de todos, bem como a cooperação na compreensão sobre os diversos nas ciências na história dentro das instituições, sendo um papel fundamental no desenvolvimento sócio-cultural e linguístico de seus frequentadores.
Importante salientar que, os profissionais da educação encaram dificuldades em sua metodologia de ensino devido à falta de apoio no que diz respeito aos representantes, da sociedade, pois o que pode se perceber ao longo da história da Educação e da constituição de seus fundamentos, é que a conquista do direito à educação, assim como a mobilização por sua implementação, foi marcada pela forte presença de lutas da sociedade civil, através dos movimentos sociais e da persistência da educação que leva ao conhecimento com maior participação nos rumos da gestão pública, contribuiu para as mudanças, das mobilizações e organizações da sociedade, nas concepções, e avaliação dos programas e políticas governamentais. 
 É necessário repor em nossa reflexão e ação o caráter totalizante das ações educativas como uma das tarefas das pesquisas e análises. “A reflexão teórica sobre as dimensões educativas dos movimentos sociais, das práticas Didática e Prática de Ensino na relação com a Formação de Professores (ARROYO, 2003, p. 36).
Dessa forma, o papel das instituições na formação do indivíduo, perpassa a pesquisa de alternativas pedagógicas, o resgate e o apoio à sistematização da prática, a divulgação das inovações, a formação de docente com uma integração a comunidade escolar com elaboração de propostas conjuntas de aperfeiçoamento do mesmo, caminho a ser seguido pelo professor dentro da comunidade.
3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO
 Trabalho realizado no colégio Estadual xxxxxxxxxx em município xxxxxx , no primeiro e segundo ano do ensino médio, foi essencial para conhecimento e nas representações que se fazem sobre o processo de formação, privilegiando-os como atores sociais no conhecimento e valorização desses processos, recriando e construindo novos saberes, da educação presentes na escola. 
Como educador procurei buscar, além dos muros escolares, e fora das relações didáticas tradicionais, outras práticas pedagógicas, pesquisei em outros espaços educativos, para se ter maior clareza sobre as necessidades de aprendizagem dos alunos e para que as mesmas vivenciadas sejam realmente significativas para mim e para eles. 
Aprendi a importância dos educadores para o debate sobre a sua própria formação, discutindo as diretrizes que devem nortear a formação inicial e continuada desse segmento, enquanto profissionais da educação. 
 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 O desígnio deste trabalho foi o de apreender o espaço em que o estagiário tem contato, através da observação e participação, com experiências escolares, com atividades educativas dentro da escola, e isso possibilita o contato com um trabalho em que atua como, coordenador, como planejador e avaliador e não apenas como professor. Em síntese, o estágio supervisionado do futuro professor deve favorecer um caráter exploratório, em que lhe permita atuar em campos da educação, assim, permitindo ao estagiário cumprir a carga horária do estágio em programas de educação trajetórias, humanas, garantindo o diálogo com os conhecimentos que vão sendo construídos nesses diversos espaços. 
Além disso, tornam-se momentos oportunos para a troca dos diferentes olhares sobre a prática dos estagiários, e também serve como instrumento de avaliação do desenvolvimento do estágio curricular supervisionado da educação, relacionando a teoria à prática educativa, estendendo a diferentes espaços da sociedade.
 Assim, o estágio torna-se o “lugar de vivenciar e experiências pedagógicas e sociais expressivas da realidade, tanto em espaços públicos quanto privados”. Os campos de formação no curso de historia estão voltados na licenciatura para a Educação do fundamental e Ensino Médio, nas atividades educativas, nas articulações dos objetivos das instituições e da educação, principalmente porque as atividades pedagógicas realizadas nestes espaços são atravessadas por práticas escolares, que exigem conhecimento e domínio da prática docente, que as coordenam, mesmo quando a finalidade da instituição que desenvolve a ação pedagógica se assenta na ideia principal da educação continuada, pela necessidade de aprender.
REFERÊNCIAS 
ARROYO, M. G. Pedagogias em movimento: o que temos a aprender dos Movimentos Sociais? Currículo sem Fronteiras, v.3, n.1, Jan/Jun,2003.
CANTOR, D. G.; REVENSON, T. A. A Piaget Primer. Como uma criança pensa (Revised Edition). Madison, Connecticut: International Universities Press Inc. 1997.
FREIRE, Paulo. Cartas à Guiné-Bissau: registros de uma experiência em processo, Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1977.
FREIRE, Paulo; GADOTTI, Moacir; GUIMARÃES, Sérgio. Pedagogia: diálogo e conflito. São Paulo: Cortez, 1985.
FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. São Paulo: Paz e Terra, 1990. 
MACHADO, M. M. (Org.). Formação de educadores de jovens e adultos. Brasília: Secad/MEC, UNESCO, 2008.
NÓVOA, A. Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores. São Paulo: Cortez, 1997.

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