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Espectrometria de massas - interpretação

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA -UDESC
CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS – CCT
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
Curso: Licenciatura em Química
Disciplina: MFA0001 – Mét. Fís. de Análise Orgânica – 5ª Fase
Gustavo Silva Queiroz
Professor
Espectrometria de Massas:
Interpretação do espectro e espectros de diferentes funções orgânicas
Compostos carbonílicos
1
Modos de fragmentação
✓ Clivagem α: duas possibilidades
✓ Clivagem β
✓ Rearranjo de McLafferty
Ésteres
➢ M+ fraco na maioria dos casos; ésteres aromáticos dão um íon molecular intenso;
➢ A perda do radical alcoxi é mais importante do que a clivagem α;
➢ A perda de um radical alquila pela clivagem α ocorre principalmente em metil ésteres (m/z = 59);
➢ Rearranjo de McLafferty é possível em ambos os lados (alquil e alcoxi);
➢ Fragmentos benziloxi ésteres e o-alquil benzoatos para perder ceteno e álcool, respectivamente.
2
butirato
de metila
m/z
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110
0
50
100
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ésteres
3
butirato de butila
Ésteres
4
butirato de butila
✓ Rearranjo de McLafferty + 1
✓ Rearranjo de McLafferty
✓ Rearranjo de McLafferty
Ésteres aromáticos
5
Acetato de benzila
Amidas
➢ M+ normalmente observável; Seguem a Regra do Nitrogênio (odd # of N, odd MW)
➢ Clivagem α fornece um íon específico para amidas primárias (m/z = 44);
➢ Rearranjo de McLafferty observado quando γ-hidrogênios estão presentes.
6
butiramida
Amidas
7
N-etilpropionamida
N-metilbenzamida
Rearranjo de McLafferty – Fragmentos frequentes
8
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aminas
9
Modos de fragmentação
✓ Clivagem α
✓ Perda de um átomo de hidrogênio
✓ Formação de anel
Aminas alifáticas
➢ M+ impar se N é impar, intensidade fraca e praticamente inexistente se R for longo;
➢ M–1 bastante comum;
➢ O pico base resulta da cisão de C–C adjacente a N, clivagem α, (m/z=30 nas aminas 1ªs);
➢ Se for ramificada em N perde a cadeia (R) mais longa;
➢ Rearranjo de McLafferty / perda de NH3 (M–17) é menos comum.
10
Aminas alifáticas
11
etilamina dietilamina
trietilamina etilpropilamina
Aminas cíclicas
➢ M+ normalmente forte;
➢ M–1 bastante comum;
➢ Fragmentação mais complexa, varia de acordo com o tamanho do anel.
12
piperidina
Aminas aromáticas
➢ M+ normalmente forte;
➢ M–1 comum;
➢ Perda de HCN é comum em anilinas.
13
anilina
Haletos orgânicos
14
Modos de fragmentação
✓ Perda do haleto
✓ Perda de HX
✓ Clivagem α
✓ Perda da cadeia 
Cloretos e brometos de orgânicos
➢ M+ frequentemente fraco; forte em aromáticos;
➢ Compostos com cloro e bromo mostram picos M+2 forte:
Cl – M : M+2 3 : 1
Br – M : M+2 1 : 1
➢ Principal fragmentação é a perda do halogênio;
➢ Perda de HX também é comum;
➢ Clivagem α às vezes observável.
15
Cloretos e brometos de orgânicos
16
1-cloropropano
2-cloropropano
Cloretos e brometos de orgânicos
17
1-bromohexano
2-cloroheptano
Haletos de arila
18
bromobenzeno
m/z = 77
M (156)
M+2
(158)