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Saúde da criança e do adolescente II SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II REFLUXO GASTROESOFÁG DEFINIÇÃO Fluxo retrógrado e repetido de conteúdo gástrico para esôfago e vias oro superiores. CLASSIFICAÇÃO Fisiológico: Mais comum nos primeiros meses de vida; Resolução espontânea; Sem complicações associadas. Patológico: Perduram por mais de 6 meses; Não respondem a medidas simples de postura/dieta; Repercussão clinica. Oculto: Saúde da criança e do adolescente II 6º Semestre Victória Louise REFLUXO GASTROESOFÁGICO trógrado e repetido de conteúdo para esôfago e vias oro-aéreas Mais comum nos primeiros meses de Sem complicações associadas. Perduram por mais de 6 meses; Não respondem a medidas simples de Ausência de vômitos ou regurgitações; Quando há repercussões clinicas: otorrino/vias aéreas; Irritabilidade constante. Primários: quando somente há um disfunção do esfíncter esofágico inferior ou junção esôfago gástrica. Secundários: quando há uma alteração anatômica (estenose hipertrófica do piloro, fístula traqueoesofágica, fibrose cística, e outros). FISIOPATOLOGIA Esfíncter esofágico inferior: muscular O ângulo de his (entre fundo gástrico e esôfago) Ligamento freno gástrico que mantém o EEI posicionado impedindo a pressão intratorácica negativa. Diafragma crural: durante inspiração há contração do hiato extrínseca pelas fibras diafragmáticas. Roseta gástrica: pregas concêntr mucosa gástrica na juncã A barreira anti refluxo é composta de várias estruturas que possibilitam o fecha transição esôfago gástrica. Grande volume estomacal, anormalidade de peristalse do fundo gástrico, retardo do esvaziamento gástrico, influenciam nos episódios de refluxo. Aumento da compressão Ausência de vômitos ou regurgitações; Quando há repercussões clinicas: otorrino/vias aéreas; Irritabilidade constante. quando somente há um disfunção do esfíncter esofágico inferior ou junção esôfago quando há uma alteração stenose hipertrófica do piloro, gica, fibrose cística, e FISIOPATOLOGIA Esfíncter esofágico inferior: muscular O ângulo entre fundo gástrico e esôfago) Ligamento freno gástrico – fascia freno gástrica m o EEI posicionado impedindo a pressão intratorácica negativa. a crural: durante inspiração há o hiato extrínseca pelas fibras Roseta gástrica: pregas concêntricas da mucosa gástrica na juncão esôfago gástrica. A barreira anti refluxo é composta de várias estruturas que possibilitam o fechamento da transição esôfago gástrica. Grande volume estomacal, anormalidade de peristalse do fundo gástrico, retardo do mento gástrico, influenciam nos episódios de refluxo. Aumento da compressão Saúde da criança e do adolescente II abdominal constante (obesidade, constipação, posições de decúbito). Importante: relaxamento transitório do EEI diminuindo a pressão, por mais de 30 segundos ( presentes em 75 % dos refluxos). CONSEQUÊNCIAS Esofagites (ph menor que 4); Via respiratórias; Choro intenso e sono agitado; Perda de peso; Anemia; Síndrome de Sandifer; anemia, esofagite e postura típica da cabeça; Síndrome da morte súbita (provavelmente associada a laringoespamo ou apneia obstrutiva do lactente). DIAGNÓSTICO História clinica; EED – sensibilidade de 60%; Manometria esofágica- pressão de 15mm hg ( abaixo de 6 pode favorecer refluxos); Cintilografia: avalia esvaziamento gstrico e aspiração tardia; Ultrasom: curto período de observação; Eda; esofagite, hérnia de hiato, biopsia de esôfago distal; Phmetria : ph normal de 5 a 7 ( abaixo de 4 refluxo acido); Impedanciometria intraluminal: capta refluxos esofágicos independentes do ph (motilidade esofágica). RELATOS CLÍNICOS TRAZIDOS PAIS Regurgita após a alimentação; Tem dor ou irritabilidade durante ou após a alimentação; Tem dificuldade para dormir; Tem problemas respiratórios como tosse, asfixia, pneumonia ou broncoespasmo repetido. Saúde da criança e do adolescente II 6º Semestre Victória Louise abdominal constante (obesidade, constipação, relaxamento transitório do EEI diminuindo a pressão, por mais de 30 segundos Esofagites (ph menor que 4); Choro intenso e sono agitado; drome de Sandifer; anemia, esofagite Síndrome da morte súbita provavelmente associada a laringoespamo ou apneia obstrutiva do sensibilidade de 60%; pressão de 15mm hg ( abaixo de 6 pode favorecer Cintilografia: avalia esvaziamento gstrico Ultrasom: curto período de observação; Eda; esofagite, hérnia de hiato, biopsia Phmetria : ph normal de 5 a 7 ( abaixo Impedanciometria intraluminal: capta refluxos esofágicos independentes do ph S CLÍNICOS TRAZIDOS PELOS Regurgita após a alimentação; Tem dor ou irritabilidade durante ou após para dormir; Tem problemas respiratórios como tosse, asfixia, pneumonia ou Tem ganho de peso insuficiente; Tem vários vômitos de projétil (em jato ou não); Tem vômito tingido de bile (amarelado ou esverdeado); Tem choro durante as convulsões abdominais dolorosas ou traços de sangue nas regurgitações. TRATAMENTOS Orientações aos pais Dieta: espessamento do gorduras; Postura: cabeceira elevada a 30 graus; Medicamentos: refluxo patológico antiácidos e inibidores da bomba Cirurgia Decúbito elevado em 30º para dormir. Aguardar 30 minutos após as refeições antes de deitar o bebê. Travesseiro durante a troca de fraldas. Tem ganho de peso insuficiente; Tem vários vômitos de projétil (em jato Tem vômito tingido de bile (amarelado ou esverdeado); Tem choro durante as mamadas, convulsões abdominais dolorosas ou traços de sangue nas regurgitações. TRATAMENTOS Dieta: espessamento do leite, diminuir ácidos, a: cabeceira elevada a 30 graus; dicamentos: refluxo patológico pro cinéticos, antiácidos e inibidores da bomba Cirurgia. Decúbito elevado em 30º para dormir. Aguardar 30 minutos após as refeições antes de deitar o bebê. Travesseiro durante a troca de fraldas. SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II REFLUXO GASTROESOFÁGICO DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO FISIOPATOLOGIA CONSEQUÊNCIAS DIAGNÓSTICO RELATOS CLÍNICOS TRAZIDOS PELOS PAIS TRATAMENTOS