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PROPOSTAS DE ENSINO A PARTIR DA ORALIDADE
Acadêmico: Sara Costa Sena
Tutor Externo: Henrique Cignachi
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI –
Letras Inglês (FLX0070) - Prática do Módulo VI – 15/05/2020
RESUMO
A língua inglesa vem ganhando destaque em todo mundo nas últimas décadas. Variadas metodologias de ensino vem sendo discutidas nos meios escolares, mas sempre houve resistência quanto à oralidade. A maioria dos profissionais considera ser muito difícil introduzir a oralidade às aulas por vários motivos, sendo o mais frequente, a grande quantidade de alunos por turma e a falta de estrutura, principalmente das escolas públicas. Entendendo a importância da oralidade, para que o ensino-aprendizagem seja integral ao aprendiz, os Parâmetros Curriculares Nacionais trazem a obrigatoriedade do ensino da língua oral, tornando a escola responsável por proporcionar estratégias que valorizem a linguagem oral. Desse modo, o aluno sente-se não apenas motivado em aprender uma segunda língua, mas também compreender diferentes culturas e significados.
Palavras-chave: Língua Inglesa; Oralidade; Ensino.
1. INTRODUÇÃO
Por conta dos constantes avanços tecnológicos, a língua inglesa vem ganhando cada vez mais destaque. Tornou-se obrigatório, com respaldo da Lei de Diretrizes e Bases, o ensino de uma língua estrangeira moderna nas escolas públicas. Mas, por conta da precariedade do ensino público no Brasil, ainda existe a ideia de que é impossível que o aprendiz se comunique na língua de forma satisfatória e completa apenas com a instrução escolar, de que esse objetivo só pode ser alcançado buscando cursos particulares.
Quando falamos de aprender um novo idioma, precisamos ter em mente de que existem vários aspectos da língua, todos igualmente importantes na aquisição do conhecimento, que precisam ser considerados. Mas, é fato que a grande maioria dos professores prefere focar sua metodologia apenas na gramática, em memorizar palavras e frases soltas e interpretação de textos desconexos, desmotivando o aluno e fazendo com que o mesmo tenha como meta apenas tirar notas suficientes para ser aprovado. Porém, é de responsabilidade da escola capacitar o aprendiz na disciplina.
A oralidade por vezes é considerada impossível de ser exercitada em sala de aula, seja pela grande quantidade de alunos por turma, pela falta de materiais didáticos ou até mesmo pelo despreparo do professor. Apesar disso tudo, percebemos que o assunto vem sendo discutido cada vez mais nos últimos anos. Entendeu-se que é muito importante que os gêneros da fala sejam desenvolvidos, pois dessa forma, o aluno poderá aplicar o conhecimento adquirido na sua vida social, seja em ambiente formal ou informal.
Tendo essa premissa como referência, esse artigo tem como objetivo demonstrar a importância do ensino da oralidade em sala de aula, bem como os estudos direcionados ao assunto.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A linguagem é a capacidade que os seres humanos têm para produzir, desenvolver e compreender a língua, bem como suas outras manifestações (CUNHA; COSTA; MATELOTTA, 2013, p. 16 apud FERREIRA et al, 2017). Bakhtin chama a atenção e valoriza “justamente a fala, a enunciação, e afirma sua natureza social, não individual: a fala está indissoluvelmente ligada às condições da comunicação, que por sua vez, estão sempre ligadas às estruturas sociais”. (BAKHTIN, 2006, p. 15 apud FERREIRA et al, 2017).
A língua é a base sobre a qual se constrói o discurso e, portanto, entendemos que através dela o que produzimos ou desejamos produzir requer a compreensão de que a língua é um meio histórico de inserção social e cultural (TSUTIYA, 2013).
Inicia-se, então, discussões acerca da oralidade, com teorias que direcionavam os trabalhos nesta direção e sobre sua inclusão como objeto de estudo nas escolas.
FIGURA 1 – SPEAK UP
FONTE: <https://periodicos.ufrn.br/extensaoesociedade/article/download/13142/8955/>. Acesso em: 25 mai. 2020.
Ferreira et al (2017) acrescenta que:
[…] no campo do ensino, os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN (BRASIL, 1998), documento oficial que regula a educação em nosso país é apresentado com um novo propósito, pois traz a obrigatoriedade da inserção da língua oral como objeto de ensino nas aulas de língua materna. Tal fato indica mudanças, sobretudo, nas questões metodológicas dos modos de ensinar e, por conseguinte o que até então vinha sendo negado passa a ganhar seu espaço, sendo esse o período em que, de fato, a língua oral assume o cenário das discussões.
Tsutiya (2013) aponta que “trabalhar a oralidade reflete a necessidade atual de se estudar a língua estrangeira de forma que a prática social nela implícita seja a base que conduz o aluno a desenvolver a capacidade discursiva nas mais variadas situações de comunicação”.
Quando analisamos o contexto escolar brasileiro, podemos perceber que a língua oral não possui lugar de destaque nas metodologias. Mas, de acordo com Araújo e Silva (2016 apud FERREIRA et al, 2017) essa ausência vem sendo inquietada há aproximadamente uma década, através de vários estudos direcionados para o assunto.
As Diretrizes Curriculares do Ensino de Língua Estrangeira Moderna (2008, p. 53 apud TSUTIYA, 2013) defendem: 
Propõe-se que as aulas de Língua Estrangeira Moderna, constitua um espaço para que o aluno reconheça e compreenda a diversidade linguística e cultural, de modo que se envolva discursivamente e perceba possibilidades de construção de significados em relação ao mundo em que vive.
Tsutiya (2013) aponta ainda que:
A oralidade é uma das habilidades menos trabalhadas em sala de aula na disciplina em questão, principalmente em escolas públicas, por várias razões que vão desde problemas estruturais, como o número elevado de alunos por turmas até o fato de haver pouco tempo de aula por semana. Esse fato repercute consequências inclusive no âmbito da formação docente na área, visto que é consenso que muitos professores não dominam a habilidade oral referente a língua ensinada e, como decorrência, a ação de expressar suas ideias oralmente representa um grande desafio nas aulas de Língua Inglesa, tanto para alunos quanto para professores.
Pode-se dizer, então que é dever da escola “ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral no planejamento e realização de apresentações públicas: realização de entrevistas, debates, seminários, apresentações teatrais etc” (BRASIL, 1998, p. 25 apud FERREIRA et al, 2017).
No cotidiano escolar, “observa-se nos jovens facilidade relativamente grande em aprender a falar línguas estrangeiras em comparação com aprendizes adultos, principalmente no que diz respeito à oralidade” (TSUTIYA, 2013). Por isso, é necessário que esta habilidade seja explorada em sala de aula, através de metodologias que incluam a oralidade.
A motivação também é um fator decisivo no que tange o ensino da oralidade em sala de aula. É por meio desta, que os alunos fixam os conteúdos e, assim, conseguem desenvolver as atividades orais, demonstrando esse conhecimento também na prova escrita. Tsutiya (2013) acrescenta ainda que:
O importante é que se estabeleça um clima de confiança entre os aprendizes e que haja oportunidade de compreensão e expressão de significados pessoais. Isso nos leva a perceber que ensinar língua estrangeira com foco na oralidade tem por objetivo trabalhar conteúdos voltados aos contextos vivenciados pelos próprios alunos, aumentando as expectativas em relação à língua inglesa.
3. METODOLOGIA
O método utilizado foi de pesquisa documental. Foram feitas buscas de artigos que tratassem sobre o tema apresentado, comparando-os entre si e destacando as partes mais relevantes, mostrando os pontos principais sobre a importância do ensino da oralidade em sala de aula.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Com base no exposto, foi possível concluir que o ensino da oralidade em sala de aula é muito importante para que o aluno tenha uma aprendizagem completa e satisfatória. Mesmo com as dificuldades da escola pública brasileira que foram apontadas, como a falta de recursos e a grandequantidade de alunos, percebemos que é viável o ensino-aprendizagem de todos os aspectos da língua inglesa, mesmo que o profissional precise ser criativo em suas abordagens.
O aluno se sente inseguro em exercer a oralidade na presença de seus colegas de sala, principalmente se forem adolescentes, pois tem medo de errar, por isso é necessário que o professor acompanhe o aprendiz em todo o processo de aprendizagem, esclarecendo suas dúvidas, sem expô-lo para que, desse modo, continue caminhando em direção ao seu objetivo.
5. CONCLUSÃO
Podemos concluir que, com as constantes mudanças na sociedade, tornou-se necessária a comunicação em língua inglesa. A oralidade é um dos aspectos mais significativos e difíceis de serem exercitados em sala de aula.
É preciso que o professor explique a importância do conhecimento de uma segunda língua aos seus alunos, bem como mantê-los motivados durante os momentos que apresentarem dificuldades na aquisição do idioma. Escolher uma metodologia adequada ao grupo, levando em consideração sua idade e vivências, também colabora para os manter interessados na disciplina. Um bom planejamento, que leve todos esses pontos em consideração, pode ajudar a manter as aulas atraentes e não deixá-las monótonas.
REFERÊNCIAS
TSUTIYA, Aparecida Mitie. A oralidade nas aulas de Língua Inglesa. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2013/2013_fafipar_lem_artigo_aparecida_mitie_tsutiya.pdf>. Acesso em: 15 mai. 2020.
FERREIRA, Elaine Cristina Forte; NORONHA, Leiliane Aquino; SOARES, Juliana Gurgel. A oralidade em propostas pedagógicas na educação básica: uma análise do processo de ensino. Disponível em: <http://revistas.ufcg.edu.br/ch/index.php/Leia/article/download/966/572>. Acesso em: 16 mai. 2020.
CORRÊA, Tamires Huguenin. “To be or not to be”? Uma análise prática da oralidade nas aulas de língua inglesa das escolas públicas do estado de Minas Gerais: realidade ou utopia? Disponível em: <https://periodicos.ufes.br/percursos/article/view/15625/11625>. Acesso em 25 mai. 2020.
SOUZA, Izabelle Maria Amaro de; BATISTA, Vanessa Souto; SILVA, Kleiton da; ASSIS, Luis Alfredo Fernandes de. A motivação por meio da oralidade no aprendizado da língua inglesa. Disponível em: <https://periodicos.ufrn.br/extensaoesociedade/article/download/13142/8955/>. Acesso em: 25 mai. 2020.

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