A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
81 pág.
Transporte vesicular

Pré-visualização | Página 2 de 2

doenças de depósito;
• 1 - Síntese a partir dos ribossomos ? formação da pré-
enzima;
• 2 – No retículo endoplasmático ? glicosilação da pré-
enzima;
– Adição de açúcar no resíduo de asparagina (N-ligado).
• 3 – Complexo de Golgi
– Na rede cis? adição de manose-6-P na pré-enzima.
– Na rede trans ? ligação aos receptores.
• 4 – Endossomos ? pH ácido ? desligamento dos 
receptores.
– Ativação das enzimas.
Síntese das enzimas lisossomais
• depois da liberação das enzimas os receptores retornam para rede Trans do 
golgi e parecem ter um peptídeo sinal KDEL;
Endocitose
Fagocitose
• ingestão de microorganismos ou debris
celulares via fagossomos > ou = a 250 nm em 
diâmetro;
Fagocitose de hemáceas
alteradas por um 
macrófago.
• Células fagocíticas especias denominadas de 
fagócitos profissionais (macrófagos e neutrófilos) 
podem ingerir partículas grandes.
• Os macrófagos combatem infecção e removem 
células danificadas (1011 hemácias velhas são 
removidas por dia)
• Um macrófago ingere 
25% de seu volume em 1 h;
• Nos protozoários a 
fagocitose é uma forma 
de alimentação;
Pinocitose
• Ingestão de fluidos e solutos via pequenas 
vesículas < ou = a 150 nm em diâmetro;
• Cél. Realisa pinocitose constantemente;
• Ciclo endocítico-exocítico;
• As vesículas pinocíticas se formam a partir de 
fossas cobertos por uma proteína denominada 
CLATRINA na membrana plasmática;
Estrutura de uma capa de clatrina
Triquélions Formados por cadeias polipeptídicas: 3 grandes e 3 pequenas
Formação das vesículas cobertas 
por clatrina
Peptídeo-sinal para endocitose
Formação de vesículas de cobertas 
por clatrina
• Por volta de 2500 vesículas coberta por clatrina
deixam a MP de fibroblastos em cultura a cada minuto;
• A endocitose poder ser mediada por receptor (ex: 
absorção de colesterol); A maioria do colesterol no 
sangue é ligado a proteína na forma de partículas 
conhecidas como Low-Density-Lipoproteins ou LDL. 
Quando a célula necessita de colesterol o receptor é
sintetizado e enviado à MP.
• Mais de 25 tipos diferentes de receptores 
participam da endocitose mediada por receptor. 
• defeitos na entrada de LDL 
provocam aterosclerose
Revestimento Vesicular
1. Exisem 3 tipos de vesículas cobertas
bem caracterizadas, que diferem na
capa protéica que possuem: vesículas
cobertas por clatrina, cobertas por COPI-
e cobertas por COPII
2. cobertas por clatrina (Transporte seletivo 
de receptores transmembrana, receptor 
M6P na memb do TransGolgi Network, 
receptor de LDL da MP);
Proteínas que revestem vesículas
• Transporte seletivo por vesículas cobertas 
por clatrina. As proteínas adaptinas ligam-se 
à receptores de carga e às clatrinas
Dinamina
2. Vesículas cobertas por COPI- e COPII 
medeiam, comumente, o transporte do RE 
e Golgi
Modelo da formação da vesícula 
coberta com coatomer (COPII)
Ação da 
brefeldina A
GTPases Controlam a montagem 
da capa protéica das vesículas
Ação da 
brefeldina A
• Partículas endocitadas ligadas à receptores 
podem ter destinos diferentes:
1 – reciclados e devolvidos para o domínio da 
MP de onde vieram;
2 – seguir para um domínio diferente da MP 
mediado por um processo chamado de 
TRANSCITOSE;
3 – seguir para o lisossomo e serem 
degradados
• As proteínas receptoras podem ter 3 destinos 
diferentes na endocitose: 
1) retornam p/ MP ex. Receptor de LDL; Transferina
2) lisossomos;
3) novo domínio na MP (transcitose) ex. EGF (fator de 
crescimento epidermal
• Caminho endocítico
da MP para o 
lisossomo;
• Células epiteliais 
possuem endossomos
iniciais e tardios;
• Dois compartimentos endossomais iniciais em 
células epiteliais
Exocitose
Secreção constitutiva e regulada
• Três classes de ptnas são separadas no Golgi:
– Destinadas aos lisossomos: são marcadas com M6P;
– Proteínas com secreção regulada: marcadas por 
sinais análogos ao de MP;
– Maioria das outras ptnas: são transportadas para a 
superfície celular pela rota secretora constitutiva 
não-seletiva (rota padrão);
O local mais conhecido de direcionamento de 
substâncias dentro da célula é na rede Trans 
do Golgi;
Formação de vesículas secretoras 
brotando do trans-golgi-network
(células b do pâncreas)
Exocitose de vesículas secretoras Insulina
Partícula de Ac-ouro 
ligada à clatrina
(vesícula imatura com 
pro-insulina)
Vesícula secretora 
madura (sem ouro)
• Proteínas são, muitas vezes, processadas 
proteolíticamente durante a formação de vesículas 
secretoras.
•ex. pro-hormônio propiocortina secretado pela 
glândula pituitária; 
• Vesículas secretoras esperam perto das MP até
serem sinalizadas a liberar seus conteúdos.
Produzido:cél. lobo 
anterior
Cél. Lobo intern. 
(pituitária)
• A exocitose regulada é uma resposta local da MP é no citoplasma 
adjacente (um sinal para secreção é, na maioria das vezes,um 
mensageiro químico (p.ex., um hormônio que se liga à membrana 
plasmática); No caso do axônio, é um sinal elétrico que abre canais 
iônicos de Ca2+.
• Os componentes da membrana de vesículas secretoras são 
reciclados.
•Mastócito de rato com vesículas 
de histamina.
Esfera
Vesículas sinápticas se formam a partir de 
endossomos. Muitos neurônios “disparam” mais de 
1000x por segundo, liberando vesículas sinápticas
toda vez.
Células polarizadas direcionam proteínas do rede 
Trans do golgi para o domínio apropriado na 
membrana (Transcitose);
Junções compactas
• Mecanismos moleculares do transporte 
vesicular e manutenção da diversidade de 
compartimentos celulares.
• Como a célula mantém a diversidade dos 
compartimentos com as trocas massivas de 
substâncias entre eles?
1. por marcadores nas membranas
• Papel postulado das proteínas SNAREs
na condução do transporte vesicular ( 
adaptadores de fusão vesicular)
Proteínas SNARE no SN são alvos das toxinas do 
botulismo e tétano.
Dissociação de SNARE
• Papel postulado das proteínas Rab conferindo 
especificidade no ancoramento da vesícula de 
transporte:
- fixação e ancoragem das vesículas à membrana 
alvo;
Modelo para o 
mecanismo de fusão 
de vesículas mediado 
por proteínas.
Entrada do vírus HIV em linfócitos
Modelo para a fusão de membranas 
mediado por uma proteína viral
A B
Fusão de células de inseto infectadas por 
um baculovírus recombinante expressando 
o gene do envelope do vírus da Febre 
Amarela 
	Transporte vesicular: transporte de substâncias através de vesículas��Aparelho de Golgi
	Aparelho de Golgi
	Qual a função da glicosilação?
	Lisossomos
	Lisossomos
	Estrutura
	Formação dos lisossomos
	Autofagia
	Endocitose
	Fagocitose
	Pinocitose
	Estrutura de uma capa de clatrina
	Formação das vesículas cobertas por clatrina
	Peptídeo-sinal para endocitose
	Revestimento Vesicular
	Proteínas que revestem vesículas
	 Transporte seletivo por vesículas cobertas por clatrina. As proteínas adaptinas ligam-se à receptores de carga e às clatrinas
	Dinamina
	Modelo da formação da vesícula coberta com coatomer (COPII)
	GTPases Controlam a montagem da capa protéica das vesículas
	Exocitose
	 Papel postulado das proteínas SNAREs na condução do transporte vesicular ( adaptadores de fusão vesicular)
	Dissociação de SNARE
	 Papel postulado das proteínas Rab conferindo especificidade no ancoramento da vesícula de transporte:�	- fixação e ancoragem 
	Modelo para o mecanismo de fusão de vesículas mediado por proteínas.
	Entrada do vírus HIV em linfócitos
	Modelo para a fusão de membranas mediado por uma proteína viral