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Exercícios - HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA OCIDENTAL

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Questões resolvidas

Se utilizássemos em uma conversa com homens medievais a expressão "Idade Média", eles não entenderiam. Eles, como todos os homens de todos os tempos históricos, se viam vivendo na época contemporânea. Assim, falarmos em Idade Média representa uma rotulação, uma necessidade de se dar nome aos períodos passados. Foi o século XVI que elaborou tal conceito, que acabou por absorver concepções dos homens renascentistas. Com relação ao termo "Idade Média", é correto afirmar que:
Expressava um período de Romantismo, da primeira metade do século XIX. Vista como época de fé, autoridade e tradição o período medieval oferecia um remédio à insegurança e aos problemas decorrentes de um culto exagerado ao cientificismo.
Expressava como um período de extrema dominação religiosa pagã e que relegando a Igreja Católica a um segundo plano. A hegemonia Católica, de fato, só viria no Período Moderno. Como conseqüência, há uma desvalorização do período medieval pelos eclesiásticos, que viam os medievos como hereges.
Expressava uma valorização indisfarçada pelos séculos localizados entre a Antiguidade Clássica e o próprio século XVI. Tudo que estivera entre estes dois períodos de criatividade artístico-literário (do ponto de vista do século XVI) era apreciado e entendido como berço da civilização moderna.
Expressava s valorização de um período que seria lembrado como o berço dos futuros estados europeus. Assim vista como momento de origens das nacionalidades ela satisfazia os novos sentimentos políticos do século XIX.
Expressava como um período visto como de barbárie, ignorância e superstição. Logo, de um tempo intermediário, de uma Idade Média, situada entre o apogeu das sociedades greco-romanas e da retomada de seus valores, já na Idade Moderna.

A Idade Média é classicamente entendida como um período intermediário, menos importante. Mas o historiador contemporâneo deve repensar esse papel.
Seu trabalho é:
Reafirmar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas, e principalmente entendendo explicando porque este é um período pouco importante da história.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas rupturas, e principalmente entendendo o papel da Igreja como a dominadora da produção, mantendo os estereótipos.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas, e principalmente entendendo seu contexto de produção, reafirmando dos estereótipos.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas e, principalmente, entendendo seu contexto de produção, fugindo dos estereótipos.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo as atrocidades e os problemas vividos pelos homens no período, e principalmente entendendo seu contexto de produção, fugindo dos estereótipos.

A divisão tradicional da História é bastante utilizada até nossos dias mas recebe muitas críticas porque, não identifica corretamente os reais cortes históricos.
Assinale a melhor alternativa para avaliar a frase anterior:
a primeira parte da frase está incorreta, mas a questão da não identificação correta dos cortes históricos procede.
a frase está totalmente incorreta porque não utilizamos mais a divisão tradicional da História nas escolas e universidades.
a primeira parte da frase está correta, mas a grande crítica à divisão tradicional é a falta de eventos políticos para definir o início de uma fase e término de outra.
a primeira parte da frase está correta, mas o real problema da divisão tradicional é que não respeita as peculiaridades dos povos e é europocêntrica.
a primeira parte da frase está correta contudo, o problema da divisão tradicional é que não respeita os fatos mais importantes da História.

A partir da Revolução Francesa (1789), convencionou-se chamar esta temporalidade pelo título de "Contemporânea". Entretanto, em um futuro próximo, o homem pode convencer-se de que a terminologia mais adequada para referir-se a este período seja "Era da Informática" ou outro termo qualquer que destaque a influência desta tecnologia na sociedade.
Esta variação no processo de nomeação dos períodos históricos demonstra que:
que a terminologia pode variar, mas a Revolução Francesa como marco deve estar inalterada
que o termo ¿Era da Informática¿ pode não ser muito apropriado para esta designação histórica
que só podemos pensar em uma terminologia para o tempo presente no futuro próximo da história
o calendário sempre é pautado por marcos universais e não por critérios de uma cultura específica
que os marcos são inventados ou definidos arbitrariamente, mas são úteis para o ensino

A concepção de Idade Média é carregada de estereótipos, de visões distorcidas. Durante muito tempo, foi analisada como Idade das Trevas.
Acerca dessa concepção deturpada do período podemos afirmar que:
Está relacionada ao contexto Iluminista, onde os homens de então desejavam resgatar tudo de bom da Antiguidade e negar o que os antecedeu imediatamente.
Está impregnada de uma concepção religiosa de mundo. Como nesse contexto aconteceram muitos conflitos religiosos, é uma fase tenebrosa da história.
Está associada a uma visão dicotômica de mundo, onde o que aconteceu antes do século XIX não deve ser levado em consideração.
Está associada a tudo de negativo que aconteceu no período, ou seja, a Inquisição, as heresias e a perseguição aos cristãos pelos pagãos.
Está relacionada a uma análise exagerada do mundo em que somente os feitos realizados pelos homens pós descobrimentos merecia algum mérito.

Os estudos recentes sobre a Idade Média avaliam esse período da história como um(a):
época que pode ser chamada de "Idade das Trevas", em razão do predomínio da Igreja, que, com sua ideologia, contribuiu para a estagnação cultural, a opressão política e o fanatismo religioso.
época que pode ser chamada de "Idade Negra" em razão do predomínio das religiões pagãs, que, com sua ideologia, afastavam o homem do Cristianismo e insituiam o culto à natureza.
período de dez séculos durante o qual houve intensa atividade industrial e comercial, sendo a cultura intelectual exclusividade dos mosteiros e da Igreja.
período de obscurantismo e atraso cultural conhecido como "a longa noite de mil anos" em virtude do desprezo dado à herança intelectual grega e romana da época precedente.
época que não se constitui uma unidade: em sua primeira fase, houve retrocesso cultural e econômico, porém, posteriormente, ressurgiu a vida econômica e houve grande florescimento cultural.

O conceito Idade Média apresenta em sua própria designação uma noção pejorativa. Tal construção mantém relação direta com a ideologia daqueles que construíram esta classificação, o que está devidamente explicitado na opção:
os iluministas pensaram o conceito de uma idade mediana, mas sem que isto representasse uma visão pejorativa sobre o período.
os iluministas do século XVII objetivavam anunciar o "moderno" e resgatar o que havia de bom na Idade Média
os iluministas consideravam a Idade Média um intervalo entre a Antiguidade e a Idade Moderna que apresentavam.
os iluministas pensaram a Idade Média como um período de continuidade da evolução humana.
os iluministas classificaram a Idade Média como espaço de tempo onde o mundo moderno foi gestado.

Como a Historiografia entende a Idade Média contemporaneamente?
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, mas concorda que se tratou de um momento com pouco progresso humano e sem desenvolvimentos científicos e culturais.
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, ou seja, possui seu próprio papel no desenrolar dos acontecimentos históricos. As instituições surgidas nessa época (políticas, econômicas, religiosas... etc), tiveram sua própria especificidade e valor.
A historiografia continua a entender a Idade Média como um período de decadência entre a Idade Antiga e Moderna, sendo classificado como uma interrupção no progresso humano, sem desenvolvimentos científicos e culturais.
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, ou seja, que possui seu próprio papel no desenrolar dos acontecimentos históricos. No entanto, as instituições surgidas nessa época (políticas, econômicas, religiosas... etc), não tiveram sua própria especificidade e valor, visto serem reproduções fiéis do período anterior, a Idade Antiga.
A historiografia entende a Idade Média como um período importante, porém inacabado. Devido a imprecisão das datas e a carência de documentação, a Idade Média é vista como difícil de ser pesquisada.

Durante o século XIX a Idade Média foi reabilitada como período histórico com o elogio idealizado às suas figuras. O nome deste movimento que valorizou a Idade Média foi:
Modernismo
Iluminismo
Romantismo
Neo-clássicismo
Racionalismo

Como todos os homens de todos os períodos históricos, eles [os medievais] viam-se na época contemporânea. De fato, falarmos em Idade Antiga ou Média representa uma rotulação a posteriori, uma satisfação da necessidade de se dar nome aos momentos passados. No caso do que chamamos de Idade Média, foi o século XVI que elaborou tal conceito.
Por que os renascentistas cunharam o preconceituoso termo "Idade Média" para denominar o período compreendido entre a Antigüidade e o século XVI?
Porque não se dedicavam mais ao estudo dos autores medievais, o que os fez acreditarem que nada havia sido produzido antes do Renascimento.
Porque a quantidade de obras artísticas e literárias da Idade Média foi baixa em relação a Antigüidade Clássica e ao século XVI.
Porque compreendiam o período medieval como um intervalo entre dois picos de criação artístico-literária: a Antigüidade e o próprio século XVI.
Porque desprezavam o pensamento filosófico medieval, uma vez que este era incapaz de comprovar adequadamente a relação entre Criador e criatura.
Porque os artistas renascentistas, desejando tornar suas obras mais atraentes aos mecenas, depreciavam os artistas tradicionais com os quais concorriam.

O conceito de Idade Média foi estabelecido ao longo do século XVIII pelos iluministas.
Sobre a concepção iluminista acerca do período é correto afirmar que:
os iluministas eram imparciais: entendiam os problemas do período, mas exaltavam as realizações.
os iluministas eram muito críticos em relação ao período, pois julgavam que apenas atrocidades haviam ocorrido.
os iluministas eram admiradores do período e costumavam imitar várias práticas desta época.
os iluministas eram entusiastas do período e diziam que Idade Média significava meio, caminho a ser tomado para o esclarecimento.
os iluministas se percebiam como continuadores da Idade Média, por isso a expressão idade do meio.

A terminologia mais adequada para referir-se a este período seja "Era da Informática" ou outro termo qualquer que destaque a influência desta tecnologia na sociedade. Esta variação no processo de nomeação dos períodos históricos demonstra que:
que a terminologia pode variar, mas a Revolução Francesa como marco deve estar inalterada
o calendário sempre é pautado por marcos universais e não por critérios de uma cultura específica
que só podemos pensar em uma terminologia para o tempo presente no futuro próximo da história
que os marcos são inventados ou definidos arbitrariamente, mas são úteis para o ensino
que o termo ¿Era da Informática¿ pode não ser muito apropriado para esta designação histórica

Ao longo da primeira unidade do curso, discutimos sobre o papel do cristianismo entre a Antiguidade e Idade Média. Ainda que a religião em seu cunho ortodoxo tenha sido adotada oficialmente por Imperadores como Constantino e Teodósio, isto não impede sua contestação e dificuldades para se estabelecer junto aos novos reinos no espaço europeu ocidental.
Sobre as dificuldades e estratégias desta Igreja Cristã, reconhecida como ortodoxa, nos reinos germanos sucessores do Império Romano do Ocidente devemos sinalizar que:
substitui o império como maior força institucional unificada, passando a ser o poder realmente reconhecido e sob o qual os reinos germânicos buscam apoiar-se.
apesar de afirmar uma ortodoxia no seu discurso, a Igreja passa a ser um instrumento importante da elites locais em negociação com os novos poderes políticos e militares nos reinos germânicos.
a igreja se opõem frontalmente aos reis bárbaros, possibilitando a ascensão de poderes locais como pode ser visto com os capetíngios e o o reino de Castela.
a igreja passa por uma crise clara pela falta de apoio institucional. No Ocidente, seus sinais ficam restritos ao entorno da cidade de Roma.
a igreja mudou sua forma de agir, por isso se fala em um cristianismo pagão, ou impuro durante a Alta Idade Média, período tratado como obscuro pela historiografia.

A Igreja Cristã romana esteve desde Constantino apoiada na estrutura do Império, com sua fragilização no oriente temos algumas teorias sobre os motivos da Igreja ter conseguido se manter viva. Seguindo as linhas historiográficas mais recentes podemos afirmar que a Igreja na Primeira Idade Média:
Aproximou-se das lideranças locais, assumindo características muito mais locais, ainda que seu discurso o tempo todo reafirmasse unidade.
A Igreja Nicena é a vertente que dominou a Europa durante toda a Idade Média usando um discurso de que o fim do mundo se aproximava e não adiantava seguir as lideranças políticas.
Concentrou seus poderes em Roma, partindo deste ponto para conquistar religiosamente o mundo Ocidental.
Acabou no Ocidente, vendo surgir um novo modelo no Oriente, que só mais tarde voltaria a Europa como a Igreja nicena.
Foi a sucessora do Império e toda a população e os reinos passaram a ter que obedecê-la.

Durante muito tempo o Império Romano conviveu com os povos germanos. Muitas fileiras do exército romano, quando não unidades inteiras, eram compostas pelos chamados "bárbaros". Essa aproximação não constituiu um problema, ajudando o Império Romano Ocidental a se manter por um tempo, vindo a cair em 476 d.C., com a tomada de Roma pelos Hérulos.
Sobre as infiltrações germanas, podemos considerar corretas:
I. - Migrações (até o século V) - corresponde ao período em que se os povos ditos "bárbaros" migraram, de forma lenta e pacifica para o território do Império Romano.
II. Invasões (a partir do século V) - corresponde ao período em que os povos bárbaros invadiram o Império Romano, por meio de infiltrações violentas e brutais.
III. Mudança de caráter - o que modificou o caráter das infiltrações germanas de migrações para invasões foi de ordem externa com a chegada, à Europa, dos hunos, vindos da Ásia Central. Fugindo dos hunos, boa parte dos ostrogodos emigrou em direção ao oeste europeu, para a região ocupada por outro grupo de germanos, os visigodos, desencadeando as sucessivas invasões.
IV. Germanização - Havia acordos com os povos germanos, permitindo-lhes fixar-se dentro das fronteiras do Império. Muitos desses germanos chegaram a ingressar em unidades auxiliares do exército romano, somando forças na defesa das fronteiras de Roma, atingindo alguns postos de comando.
V. Os romanos se adaptaram totalmente ao sistema cultural germano, facilitando as primeiras interações, mas transformando-se num erro frente a mudança do caráter das infiltrações germanas.
Somente II-III-IV
Somente I-IV
Somente I-IV-V
Somente III-IV-V
Somente I-II-III-IV

A passagem da Antiguidade romana para a Idade Média foi marcada por profundas transformações políticas, econômicas, sociais e culturais. A respeito deste período podemos afirmar:
O processo de migrações germânicas ocorreu de forma lenta e gradual marcado, especialmente numa fase inicial, por trocas econômicas e culturais e mesmo pela participação destes povos no exército romano.
O processo de invasões germânicas foi pontual, pegando os romanos desprevenidos, posto que seus exércitos estavam voltados para as disputas nas guerras médicas.
O processo de invasões bárbaras foi muito intenso, marcado por grandes lutas e batalhas que os bárbaros venciam por serem mais agressivos e violentos que os romanos, especialmente impiedosos com mulheres e crianças.
O processo de migrações bárbaras se deu durante um período específico, marcado pela conquista de territórios estratégicos dos romanos que não conseguiram resistir ao poderio da cavalaria bárbara e sucumbiram em poucos anos.
O processo de migrações germânicas foi entendido pela historiografia como sendo um período que põe fim ao império Bizantino, pois os bárbaros participavam dos exércitos com muito vigor e entusiasmo para se tornarem grandes generais.

O processo característico da reconfiguração política da Europa Ocidental na transição da Antigüidade para a Idade Média foi a:
instauração de monarquias germânicas.
substituição do poder imperial pelo poder papal.
associação do vigor físico à classe nobiliárquica.
investida cruzadista aos territórios árabes ibéricos.
decadência de todas as formas de autoridade.

Qual a língua que possuía hegemonia na Europa Medieval em termos de cultura erudita?
Não há hegemonia de uma língua.
Latim
Gaélico
Inglês
Grego

Já que quase todas as nações bárbaras beberam sangue romano e rasgaram nossas entranhas, por que será que nosso Deus entregou o mais poderoso dos Estados e o povo mais rico, que leva o nome de romano, ao forte domínio de inimigos que eram tão fracos? Por que? A menos que reconheçamos [...] que é uma questão de mérito, e não de força [...].
O texto refere-se à hostilidade dos romanos em relação aos povos bárbaros e à idéia de que os bárbaros representavam castigo divino pelos pecados de Roma. Marque a assertiva correta sobre o contexto apresentado pelos historiadores em relação às invasões bárbaras.
Os bárbaros foram tão importantes para a formação da Europa atual que muitos lugares ainda têm nomes originários dos grupos que os ocuparam, a exemplo dos francos que formaram a atual França.
Os germanos - subdivididos em anglo, saxões, lombardos, francos e muçulmanos foram o principal e mais numeroso grupo bárbaro a invadir o Império Romano.
Os hunos, diferentemente dos germanos, entraram de forma pacífica nos limites do Império Romano, sendo inclusive, alguns deles, aceitos como soldados.
Os romanos chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu território independente de falarem também o latim.
Com o aumento do número de soldados, algumas fronteiras ficaram desprotegidas o que facilitou a penetração de povos bárbaros no território romano.

A chegada de Martinho de Braga ao Reino Suevo representou a valorização da Igreja Católica local, uma vez que o bispo acabou atuando como:
Um governante de província romana, se opondo a existência do reino dos suevos.
Nenhum efeito prático, pois o reino suevo não aceitou de fato a presença do cristianismo.
Um legitimador da monarquia, mas com um contraponto de ter a Igreja local respeitada e difundida.
Um novo rei para região, que vence os Suevos e criam um novo reino romano.
Um conselheiro para o monarca, uma vez que oferecia legitimidade ao rei, defendendo que ele era o Deus encarnado.

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Questões resolvidas

Se utilizássemos em uma conversa com homens medievais a expressão "Idade Média", eles não entenderiam. Eles, como todos os homens de todos os tempos históricos, se viam vivendo na época contemporânea. Assim, falarmos em Idade Média representa uma rotulação, uma necessidade de se dar nome aos períodos passados. Foi o século XVI que elaborou tal conceito, que acabou por absorver concepções dos homens renascentistas. Com relação ao termo "Idade Média", é correto afirmar que:
Expressava um período de Romantismo, da primeira metade do século XIX. Vista como época de fé, autoridade e tradição o período medieval oferecia um remédio à insegurança e aos problemas decorrentes de um culto exagerado ao cientificismo.
Expressava como um período de extrema dominação religiosa pagã e que relegando a Igreja Católica a um segundo plano. A hegemonia Católica, de fato, só viria no Período Moderno. Como conseqüência, há uma desvalorização do período medieval pelos eclesiásticos, que viam os medievos como hereges.
Expressava uma valorização indisfarçada pelos séculos localizados entre a Antiguidade Clássica e o próprio século XVI. Tudo que estivera entre estes dois períodos de criatividade artístico-literário (do ponto de vista do século XVI) era apreciado e entendido como berço da civilização moderna.
Expressava s valorização de um período que seria lembrado como o berço dos futuros estados europeus. Assim vista como momento de origens das nacionalidades ela satisfazia os novos sentimentos políticos do século XIX.
Expressava como um período visto como de barbárie, ignorância e superstição. Logo, de um tempo intermediário, de uma Idade Média, situada entre o apogeu das sociedades greco-romanas e da retomada de seus valores, já na Idade Moderna.

A Idade Média é classicamente entendida como um período intermediário, menos importante. Mas o historiador contemporâneo deve repensar esse papel.
Seu trabalho é:
Reafirmar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas, e principalmente entendendo explicando porque este é um período pouco importante da história.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas rupturas, e principalmente entendendo o papel da Igreja como a dominadora da produção, mantendo os estereótipos.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas, e principalmente entendendo seu contexto de produção, reafirmando dos estereótipos.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas e, principalmente, entendendo seu contexto de produção, fugindo dos estereótipos.
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo as atrocidades e os problemas vividos pelos homens no período, e principalmente entendendo seu contexto de produção, fugindo dos estereótipos.

A divisão tradicional da História é bastante utilizada até nossos dias mas recebe muitas críticas porque, não identifica corretamente os reais cortes históricos.
Assinale a melhor alternativa para avaliar a frase anterior:
a primeira parte da frase está incorreta, mas a questão da não identificação correta dos cortes históricos procede.
a frase está totalmente incorreta porque não utilizamos mais a divisão tradicional da História nas escolas e universidades.
a primeira parte da frase está correta, mas a grande crítica à divisão tradicional é a falta de eventos políticos para definir o início de uma fase e término de outra.
a primeira parte da frase está correta, mas o real problema da divisão tradicional é que não respeita as peculiaridades dos povos e é europocêntrica.
a primeira parte da frase está correta contudo, o problema da divisão tradicional é que não respeita os fatos mais importantes da História.

A partir da Revolução Francesa (1789), convencionou-se chamar esta temporalidade pelo título de "Contemporânea". Entretanto, em um futuro próximo, o homem pode convencer-se de que a terminologia mais adequada para referir-se a este período seja "Era da Informática" ou outro termo qualquer que destaque a influência desta tecnologia na sociedade.
Esta variação no processo de nomeação dos períodos históricos demonstra que:
que a terminologia pode variar, mas a Revolução Francesa como marco deve estar inalterada
que o termo ¿Era da Informática¿ pode não ser muito apropriado para esta designação histórica
que só podemos pensar em uma terminologia para o tempo presente no futuro próximo da história
o calendário sempre é pautado por marcos universais e não por critérios de uma cultura específica
que os marcos são inventados ou definidos arbitrariamente, mas são úteis para o ensino

A concepção de Idade Média é carregada de estereótipos, de visões distorcidas. Durante muito tempo, foi analisada como Idade das Trevas.
Acerca dessa concepção deturpada do período podemos afirmar que:
Está relacionada ao contexto Iluminista, onde os homens de então desejavam resgatar tudo de bom da Antiguidade e negar o que os antecedeu imediatamente.
Está impregnada de uma concepção religiosa de mundo. Como nesse contexto aconteceram muitos conflitos religiosos, é uma fase tenebrosa da história.
Está associada a uma visão dicotômica de mundo, onde o que aconteceu antes do século XIX não deve ser levado em consideração.
Está associada a tudo de negativo que aconteceu no período, ou seja, a Inquisição, as heresias e a perseguição aos cristãos pelos pagãos.
Está relacionada a uma análise exagerada do mundo em que somente os feitos realizados pelos homens pós descobrimentos merecia algum mérito.

Os estudos recentes sobre a Idade Média avaliam esse período da história como um(a):
época que pode ser chamada de "Idade das Trevas", em razão do predomínio da Igreja, que, com sua ideologia, contribuiu para a estagnação cultural, a opressão política e o fanatismo religioso.
época que pode ser chamada de "Idade Negra" em razão do predomínio das religiões pagãs, que, com sua ideologia, afastavam o homem do Cristianismo e insituiam o culto à natureza.
período de dez séculos durante o qual houve intensa atividade industrial e comercial, sendo a cultura intelectual exclusividade dos mosteiros e da Igreja.
período de obscurantismo e atraso cultural conhecido como "a longa noite de mil anos" em virtude do desprezo dado à herança intelectual grega e romana da época precedente.
época que não se constitui uma unidade: em sua primeira fase, houve retrocesso cultural e econômico, porém, posteriormente, ressurgiu a vida econômica e houve grande florescimento cultural.

O conceito Idade Média apresenta em sua própria designação uma noção pejorativa. Tal construção mantém relação direta com a ideologia daqueles que construíram esta classificação, o que está devidamente explicitado na opção:
os iluministas pensaram o conceito de uma idade mediana, mas sem que isto representasse uma visão pejorativa sobre o período.
os iluministas do século XVII objetivavam anunciar o "moderno" e resgatar o que havia de bom na Idade Média
os iluministas consideravam a Idade Média um intervalo entre a Antiguidade e a Idade Moderna que apresentavam.
os iluministas pensaram a Idade Média como um período de continuidade da evolução humana.
os iluministas classificaram a Idade Média como espaço de tempo onde o mundo moderno foi gestado.

Como a Historiografia entende a Idade Média contemporaneamente?
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, mas concorda que se tratou de um momento com pouco progresso humano e sem desenvolvimentos científicos e culturais.
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, ou seja, possui seu próprio papel no desenrolar dos acontecimentos históricos. As instituições surgidas nessa época (políticas, econômicas, religiosas... etc), tiveram sua própria especificidade e valor.
A historiografia continua a entender a Idade Média como um período de decadência entre a Idade Antiga e Moderna, sendo classificado como uma interrupção no progresso humano, sem desenvolvimentos científicos e culturais.
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, ou seja, que possui seu próprio papel no desenrolar dos acontecimentos históricos. No entanto, as instituições surgidas nessa época (políticas, econômicas, religiosas... etc), não tiveram sua própria especificidade e valor, visto serem reproduções fiéis do período anterior, a Idade Antiga.
A historiografia entende a Idade Média como um período importante, porém inacabado. Devido a imprecisão das datas e a carência de documentação, a Idade Média é vista como difícil de ser pesquisada.

Durante o século XIX a Idade Média foi reabilitada como período histórico com o elogio idealizado às suas figuras. O nome deste movimento que valorizou a Idade Média foi:
Modernismo
Iluminismo
Romantismo
Neo-clássicismo
Racionalismo

Como todos os homens de todos os períodos históricos, eles [os medievais] viam-se na época contemporânea. De fato, falarmos em Idade Antiga ou Média representa uma rotulação a posteriori, uma satisfação da necessidade de se dar nome aos momentos passados. No caso do que chamamos de Idade Média, foi o século XVI que elaborou tal conceito.
Por que os renascentistas cunharam o preconceituoso termo "Idade Média" para denominar o período compreendido entre a Antigüidade e o século XVI?
Porque não se dedicavam mais ao estudo dos autores medievais, o que os fez acreditarem que nada havia sido produzido antes do Renascimento.
Porque a quantidade de obras artísticas e literárias da Idade Média foi baixa em relação a Antigüidade Clássica e ao século XVI.
Porque compreendiam o período medieval como um intervalo entre dois picos de criação artístico-literária: a Antigüidade e o próprio século XVI.
Porque desprezavam o pensamento filosófico medieval, uma vez que este era incapaz de comprovar adequadamente a relação entre Criador e criatura.
Porque os artistas renascentistas, desejando tornar suas obras mais atraentes aos mecenas, depreciavam os artistas tradicionais com os quais concorriam.

O conceito de Idade Média foi estabelecido ao longo do século XVIII pelos iluministas.
Sobre a concepção iluminista acerca do período é correto afirmar que:
os iluministas eram imparciais: entendiam os problemas do período, mas exaltavam as realizações.
os iluministas eram muito críticos em relação ao período, pois julgavam que apenas atrocidades haviam ocorrido.
os iluministas eram admiradores do período e costumavam imitar várias práticas desta época.
os iluministas eram entusiastas do período e diziam que Idade Média significava meio, caminho a ser tomado para o esclarecimento.
os iluministas se percebiam como continuadores da Idade Média, por isso a expressão idade do meio.

A terminologia mais adequada para referir-se a este período seja "Era da Informática" ou outro termo qualquer que destaque a influência desta tecnologia na sociedade. Esta variação no processo de nomeação dos períodos históricos demonstra que:
que a terminologia pode variar, mas a Revolução Francesa como marco deve estar inalterada
o calendário sempre é pautado por marcos universais e não por critérios de uma cultura específica
que só podemos pensar em uma terminologia para o tempo presente no futuro próximo da história
que os marcos são inventados ou definidos arbitrariamente, mas são úteis para o ensino
que o termo ¿Era da Informática¿ pode não ser muito apropriado para esta designação histórica

Ao longo da primeira unidade do curso, discutimos sobre o papel do cristianismo entre a Antiguidade e Idade Média. Ainda que a religião em seu cunho ortodoxo tenha sido adotada oficialmente por Imperadores como Constantino e Teodósio, isto não impede sua contestação e dificuldades para se estabelecer junto aos novos reinos no espaço europeu ocidental.
Sobre as dificuldades e estratégias desta Igreja Cristã, reconhecida como ortodoxa, nos reinos germanos sucessores do Império Romano do Ocidente devemos sinalizar que:
substitui o império como maior força institucional unificada, passando a ser o poder realmente reconhecido e sob o qual os reinos germânicos buscam apoiar-se.
apesar de afirmar uma ortodoxia no seu discurso, a Igreja passa a ser um instrumento importante da elites locais em negociação com os novos poderes políticos e militares nos reinos germânicos.
a igreja se opõem frontalmente aos reis bárbaros, possibilitando a ascensão de poderes locais como pode ser visto com os capetíngios e o o reino de Castela.
a igreja passa por uma crise clara pela falta de apoio institucional. No Ocidente, seus sinais ficam restritos ao entorno da cidade de Roma.
a igreja mudou sua forma de agir, por isso se fala em um cristianismo pagão, ou impuro durante a Alta Idade Média, período tratado como obscuro pela historiografia.

A Igreja Cristã romana esteve desde Constantino apoiada na estrutura do Império, com sua fragilização no oriente temos algumas teorias sobre os motivos da Igreja ter conseguido se manter viva. Seguindo as linhas historiográficas mais recentes podemos afirmar que a Igreja na Primeira Idade Média:
Aproximou-se das lideranças locais, assumindo características muito mais locais, ainda que seu discurso o tempo todo reafirmasse unidade.
A Igreja Nicena é a vertente que dominou a Europa durante toda a Idade Média usando um discurso de que o fim do mundo se aproximava e não adiantava seguir as lideranças políticas.
Concentrou seus poderes em Roma, partindo deste ponto para conquistar religiosamente o mundo Ocidental.
Acabou no Ocidente, vendo surgir um novo modelo no Oriente, que só mais tarde voltaria a Europa como a Igreja nicena.
Foi a sucessora do Império e toda a população e os reinos passaram a ter que obedecê-la.

Durante muito tempo o Império Romano conviveu com os povos germanos. Muitas fileiras do exército romano, quando não unidades inteiras, eram compostas pelos chamados "bárbaros". Essa aproximação não constituiu um problema, ajudando o Império Romano Ocidental a se manter por um tempo, vindo a cair em 476 d.C., com a tomada de Roma pelos Hérulos.
Sobre as infiltrações germanas, podemos considerar corretas:
I. - Migrações (até o século V) - corresponde ao período em que se os povos ditos "bárbaros" migraram, de forma lenta e pacifica para o território do Império Romano.
II. Invasões (a partir do século V) - corresponde ao período em que os povos bárbaros invadiram o Império Romano, por meio de infiltrações violentas e brutais.
III. Mudança de caráter - o que modificou o caráter das infiltrações germanas de migrações para invasões foi de ordem externa com a chegada, à Europa, dos hunos, vindos da Ásia Central. Fugindo dos hunos, boa parte dos ostrogodos emigrou em direção ao oeste europeu, para a região ocupada por outro grupo de germanos, os visigodos, desencadeando as sucessivas invasões.
IV. Germanização - Havia acordos com os povos germanos, permitindo-lhes fixar-se dentro das fronteiras do Império. Muitos desses germanos chegaram a ingressar em unidades auxiliares do exército romano, somando forças na defesa das fronteiras de Roma, atingindo alguns postos de comando.
V. Os romanos se adaptaram totalmente ao sistema cultural germano, facilitando as primeiras interações, mas transformando-se num erro frente a mudança do caráter das infiltrações germanas.
Somente II-III-IV
Somente I-IV
Somente I-IV-V
Somente III-IV-V
Somente I-II-III-IV

A passagem da Antiguidade romana para a Idade Média foi marcada por profundas transformações políticas, econômicas, sociais e culturais. A respeito deste período podemos afirmar:
O processo de migrações germânicas ocorreu de forma lenta e gradual marcado, especialmente numa fase inicial, por trocas econômicas e culturais e mesmo pela participação destes povos no exército romano.
O processo de invasões germânicas foi pontual, pegando os romanos desprevenidos, posto que seus exércitos estavam voltados para as disputas nas guerras médicas.
O processo de invasões bárbaras foi muito intenso, marcado por grandes lutas e batalhas que os bárbaros venciam por serem mais agressivos e violentos que os romanos, especialmente impiedosos com mulheres e crianças.
O processo de migrações bárbaras se deu durante um período específico, marcado pela conquista de territórios estratégicos dos romanos que não conseguiram resistir ao poderio da cavalaria bárbara e sucumbiram em poucos anos.
O processo de migrações germânicas foi entendido pela historiografia como sendo um período que põe fim ao império Bizantino, pois os bárbaros participavam dos exércitos com muito vigor e entusiasmo para se tornarem grandes generais.

O processo característico da reconfiguração política da Europa Ocidental na transição da Antigüidade para a Idade Média foi a:
instauração de monarquias germânicas.
substituição do poder imperial pelo poder papal.
associação do vigor físico à classe nobiliárquica.
investida cruzadista aos territórios árabes ibéricos.
decadência de todas as formas de autoridade.

Qual a língua que possuía hegemonia na Europa Medieval em termos de cultura erudita?
Não há hegemonia de uma língua.
Latim
Gaélico
Inglês
Grego

Já que quase todas as nações bárbaras beberam sangue romano e rasgaram nossas entranhas, por que será que nosso Deus entregou o mais poderoso dos Estados e o povo mais rico, que leva o nome de romano, ao forte domínio de inimigos que eram tão fracos? Por que? A menos que reconheçamos [...] que é uma questão de mérito, e não de força [...].
O texto refere-se à hostilidade dos romanos em relação aos povos bárbaros e à idéia de que os bárbaros representavam castigo divino pelos pecados de Roma. Marque a assertiva correta sobre o contexto apresentado pelos historiadores em relação às invasões bárbaras.
Os bárbaros foram tão importantes para a formação da Europa atual que muitos lugares ainda têm nomes originários dos grupos que os ocuparam, a exemplo dos francos que formaram a atual França.
Os germanos - subdivididos em anglo, saxões, lombardos, francos e muçulmanos foram o principal e mais numeroso grupo bárbaro a invadir o Império Romano.
Os hunos, diferentemente dos germanos, entraram de forma pacífica nos limites do Império Romano, sendo inclusive, alguns deles, aceitos como soldados.
Os romanos chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu território independente de falarem também o latim.
Com o aumento do número de soldados, algumas fronteiras ficaram desprotegidas o que facilitou a penetração de povos bárbaros no território romano.

A chegada de Martinho de Braga ao Reino Suevo representou a valorização da Igreja Católica local, uma vez que o bispo acabou atuando como:
Um governante de província romana, se opondo a existência do reino dos suevos.
Nenhum efeito prático, pois o reino suevo não aceitou de fato a presença do cristianismo.
Um legitimador da monarquia, mas com um contraponto de ter a Igreja local respeitada e difundida.
Um novo rei para região, que vence os Suevos e criam um novo reino romano.
Um conselheiro para o monarca, uma vez que oferecia legitimidade ao rei, defendendo que ele era o Deus encarnado.

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HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA OCIDENTAL 
AULA 1 
1 
 Questão 
 
Se utilizássemos em uma conversa com homens medievais a expressão "Idade Média", eles não 
entenderiam. Eles, como todos os homens de todos os tempos históricos, se viam vivendo na época 
contemporânea. Assim, falarmos em Idade Média representa uma rotulação, uma necessidade de se 
dar nome aos períodos passados. Foi o século XVI que elaborou tal conceito, que acabou por 
absorver concepções dos homens renascentistas. Com relação ao termo "Idade Média", é correto 
afirmar que: 
 
 Expressava um período de Romantismo, da primeira metade do século XIX. Vista como 
época de fé, autoridade e tradição o período medieval oferecia um remédio à insegurança e 
aos problemas decorrentes de um culto exagerado ao cientificismo. 
 Expressava como um período visto como de barbárie, ignorância e superstição. Logo, de um 
tempo intermediário, de uma Idade Média, situada entre o apogeu das sociedades greco-
romanas e da retomada de seus valores, já na Idade Moderna. 
 
Expressava uma valorização indisfarçada pelos séculos localizados entre a Antiguidade 
Clássica e o próprio século XVI. Tudo que estivera entre estes dois períodos de criatividade 
artístico-literário (do ponto de vista do século XVI) era apreciado e entendido como berço 
da civilização moderna. 
 
Expressava como um período de extrema dominação religiosa pagã e que relegando a 
Igreja Católica a um segundo plano. A hegemonia Católica, de fato, só viria no Período 
Moderno. Como conseqüência, há uma desvalorização do período medieval pelos 
eclesiásticos, que viam os medievos como hereges. 
 
Expressava s valorização de um período que seria lembrado como o berço dos futuros 
estados europeus. Assim vista como momento de origens das nacionalidades ela satisfazia 
os novos sentimentos políticos do século XIX. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:25 
 
 
 
2 
 Questão 
 
A Idade Média é classicamente entendida como um período intermediário, menos importante. Mas o 
historiador contemporâneo deve repensar esse papel. Seu trabalho é: 
 
 Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo as atrocidades e os problemas 
vividos pelos homens no período, e principalmente entendendo seu contexto de produção, 
fugindo dos estereótipos. 
 
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas rupturas, e principalmente 
entendendo o papel da Igreja como a dominadora da produção, mantendo os estereótipos. 
 
Reafirmar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas, e 
principalmente entendendo explicando porque este é um período pouco importante da 
história. 
 Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas e, 
principalmente, entendendo seu contexto de produção, fugindo dos estereótipos. 
 
Relativizar os processos envolvidos no período, entendendo suas continuidades e rupturas, e 
principalmente entendendo seu contexto de produção, reafirmando dos estereótipos. 
Respondido em 14/10/2020 16:42:57 
 
 
 
3 
 Questão 
 
"A divisão tradicional da História é bastante utilizada até nossos dias mas recebe muitas críticas 
porque, não identifica corretamente os reais cortes históricos". Assinale a melhor alternativa para 
avaliar a frase anterior: 
 
 a primeira parte da frase está correta contudo, o problema da divisão tradicional é que 
não respeita os fatos mais importantes da História. 
 
a primeira parte da frase está correta, mas a grande crítica à divisão tradicional é a falta 
de eventos políticos para definir o início de uma fase e término de outra. 
 
a primeira parte da frase está incorreta, mas a questão da não identificação correta dos 
cortes históricos procede. 
 
a frase está totalmente incorreta porque não utilizamos mais a divisão tradicional da 
História nas escolas e universidades. 
 a primeira parte da frase está correta, mas o real problema da divisão tradicional é que 
não respeita as peculiaridades dos povos e é europocêntrica. 
 
4 
 Questão 
 
A partir da Revolução Francesa (1789), convencionou-se chamar esta temporalidade pelo título de 
"Contemporânea". Entretanto, em um futuro próximo, o homem pode convencer-se de que a 
terminologia mais adequada para referir-se a este período seja "Era da Informática" ou outro termo 
qualquer que destaque a influência desta tecnologia na sociedade. Esta variação no processo de 
nomeação dos períodos históricos demonstra que: 
 
 que o termo ¿Era da Informática¿ pode não ser muito apropriado para esta designação 
histórica 
 
que a terminologia pode variar, mas a Revolução Francesa como marco deve estar 
inalterada 
 que os marcos são inventados ou definidos arbitrariamente, mas são úteis para o ensino 
 
o calendário sempre é pautado por marcos universais e não por critérios de uma cultura 
específica 
 
que só podemos pensar em uma terminologia para o tempo presente no futuro próximo 
da história 
Respondido em 14/10/2020 16:45:32 
 
 
 
5 
 Questão 
 
A concepção de Idade Média é carregada de estereótipos, de visões distorcidas. Durante muito 
tempo, foi analisada como Idade das Trevas. Acerca dessa concepção deturpada do período 
podemos afirmar que: 
 
 Está relacionada ao contexto Iluminista, onde os homens de então desejavam resgatar 
tudo de bom da Antiguidade e negar o que os antecedeu imediatamente. 
 
Está impregnada de uma concepção religiosa de mundo. Como nesse contexto aconteceram 
muitos conflitos religiosos, é uma fase tenebrosa da história. 
 
Está associada a uma visão dicotômica de mundo, onde o que aconteceu antes do século 
XIX não deve ser levado em consideração 
 
Está associada a tudo de negativo que aconteceu no período, ou seja, a Inquisição, as 
heresias e a perseguição aos cristãos pelos pagãos. 
 
Está relacionada a uma análise exagerada do mundo em que somente os feitos realizados 
pelos homens pós descobrimentos merecia algum mérito. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:34 
 
 
 
6 
 Questão 
 
Os estudos recentes sobre a Idade Média avaliam esse período da história como um(a): 
 
 período de obscurantismo e atraso cultural conhecido como "a longa noite de mil anos" em 
virtude do desprezo dado à herança intelectual grega e romana da época precedente. 
 
período de dez séculos durante o qual houve intensa atividade industrial e comercial, sendo 
a cultura intelectual exclusividade dos mosteiros e da Igreja. 
 
época que pode ser chamada de "Idade das Trevas", em razão do predomínio da Igreja, 
que, com sua ideologia, contribuiu para a estagnação cultural, a opressão política e o 
fanatismo religioso. 
 época que não se constitui uma unidade: em sua primeira fase, houve retrocesso cultural e 
econômico, porém, posteriormente, ressurgiu a vida econômica e houve grande 
florescimento cultural. 
 
época que pode ser chamada de "Idade Negra" em razão do predomínio das religiões pagãs, 
que, com sua ideologia, afastavam o homem do Cristianismo e insituiam o culto à natureza. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:38 
 
 
 
7 
 Questão 
 
Para definirmos nosso estudo em Idade Média, tomamos como referência os problemas vivenciados 
por Roma e a desagregação do seu Império. Podemos citar como fatores importantes para o 
processo de desagregação do Império: 
 
 o crescente avanço dos exércitos bárbaros. Em grande número e sem armas, venceriam 
todas as batalhas contra os exércitos romanos. 
 o Império Romano passava por profundas transformações, os poderes locais resistiam às 
práticas de dominação romana e havia as disputas entre os centros de poder romanos 
 
o significativo aumento do número de seguidores do Politeísmo. Como a Igreja reprimia seu 
avanço, a instabilidade política tornou-se insustentável. 
 
a expansão dos domínios islâmicos no Ocidente contestando reiteradamente as fronteiras 
romanas. 
 
a constante troca de regime político em Roma. Só no século IV, Roma deixoude ser 
Império e voltou a ser República duas vezes. 
Respondido em 14/10/2020 16:43:12 
 
 
 
8 
 Questão 
 
O conceito Idade Média apresenta em sua própria designação uma noção 
pejorativa. Tal construção mantém relação direta com a ideologia daqueles que 
construíram esta classificação, o que está devidamente explicitado na opção: 
 
 os iluministas consideravam a 
Idade Média um intervalo entre 
a Antiguidade e a Idade 
Moderna que apresentavam. 
 
os iluministas classificaram a 
Idade Média como espaço de 
tempo onde o mundo moderno 
foi gestado. 
 
os iluministas pensaram a Idade 
Média como um período de 
continuidade da evolução 
humana. 
 
os iluministas do século XVII 
objetivavam anunciar o 
"moderno" e resgatar o que 
havia de bom na Idade Média 
 
os iluministas pensaram o 
conceito de uma idade mediana, 
mas sem que isto representasse 
uma visão pejorativa sobre o 
período. 
1 
 Questão 
 
Como a Historiografia entende a Idade Média contemporaneamente? 
 
 A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, mas 
concorda que se tratou de um momento com pouco progresso humano e sem 
desenvolvimentos científicos e culturais. 
 A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, ou seja, 
possui seu próprio papel no desenrolar dos acontecimentos históricos. As instituições 
surgidas nessa época (políticas, econômicas, religiosas... etc), tiveram sua própria 
especificidade e valor. 
 
A historiografia entende a Idade Média como um período importante em si mesmo, ou seja, 
que possui seu próprio papel no desenrolar dos acontecimentos históricos. No entanto, as 
instituições surgidas nessa época (políticas, econômicas, religiosas... etc), não tiveram sua 
própria especificidade e valor, visto serem reproduções fiéis do período anterior, a Idade 
Antiga. 
 
A historiografia entende a Idade Média como um período importante, porém inacabado. 
Devido a imprecisão das datas e a carência de documentação, a Idade Média é vista como 
difícil de ser pesquisada. 
 
A historiografia continua a entender a Idade Média como um período de decadência entre a 
Idade Antiga e Moderna, sendo classificado como uma interrupção no progresso humano, 
sem desenvolvimentos científicos e culturais. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:00 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Durante o século XIX a Idade Média foi reabilitada como período histórico com o elogio idealizado às 
suas figuras. O nome deste movimento que valorizou a Idade Média foi: 
 
 
Racionalismo 
 
Neo-clássicismo 
 Iluminismo 
 
Modernismo 
 Romantismo 
Respondido em 14/10/2020 16:45:13 
 
 
 
3 
 Questão 
 
"Como todos os homens de todos os períodos históricos, eles [os medievais] viam-se na época 
contemporânea. De fato, falarmos em Idade Antiga ou Média representa uma rotulação a posteriori, 
uma satisfação da necessidade de se dar nome aos momentos passados. No caso do que chamamos 
de Idade Média, foi o século XVI que elaborou tal conceito." 
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Feudalismo. São Paulo: Editora Moderna, 2001) 
 
Por que os renascentistas cunharam o preconceituoso termo "Idade Média" para denominar o 
período compreendido entre a Antigüidade e o século XVI? 
 
 Porque não se dedicavam mais ao estudo dos autores medievais, o que os fez acreditarem 
que nada havia sido produzido antes do Renascimento. 
 
Porque a quantidade de obras artísticas e literárias da Idade Média foi baixa em relação a 
Antigüidade Clássica e ao século XVI. 
 Porque compreendiam o período medieval como um intervalo entre dois picos de criação 
artístico-literária: a Antigüidade e o próprio século XVI. 
 
Porque desprezavam o pensamento filosófico medieval, uma vez que este era incapaz de 
comprovar adequadamente a relação entre Criador e criatura. 
 
Porque os artistas renascentistas, desejando tornar suas obras mais atraentes aos 
mecenas, depreciavam os artistas tradicionais com os quais concorriam. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:18 
 
 
 
4 
 Questão 
 
O conceito de Idade Média foi estabelecido ao longo do século XVIII pelos iluministas. Sobre a 
concepção iluminista acerca do período é correto afirmar que: 
 
 os iluministas eram entusiastas do período e diziam que Idade Média significava meio, 
caminho a ser tomado para o esclarecimento. 
 os iluministas eram muito críticos em relação ao período, pois julgavam que apenas 
atrocidades haviam ocorrido. 
 
os iluministas se percebiam como continuadores da Idade Média, por isso a expressão idade 
do meio. 
 
os iluministas eram admiradores do período e costumavam imitar várias práticas desta 
época. 
 
os iluministas eram imparciais: entendiam os problemas do período, mas exaltavam as 
realizações. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:20 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
5 
 Questão 
 
Podemos atribuir a construção do mito historiográfico da Idade das Trevas a uma concepção acerca 
do medievo que via o período como: 
 
 Um período de ignorância, barbárie e superstição que teria se iniciado com a desagregação 
do Império Romano do Ocidente e terminado no século XVIII com a difusão das idéias 
iluministas. 
 Uma interrupção no progresso humano, inaugurado pelos gregos e romanos e retomado 
pelos homens do século XVI. 
 
Somente como um período intermediário entre a Antiguidade e a Idade Moderna. 
 
Uma perspectiva historiográfica relacionada ao romantismo de fins do século XIX. 
 
Uma maneira de denominar uma época formulada por filósofos medievais para a 
compreensão do século XIV, período marcado pela trilogia: peste, guerra e fome. 
Respondido em 14/10/2020 16:45:23 
 
 
 
6 
 Questão 
 
"A divisão tradicional da História é bastante utilizada até nossos dias mas recebe muitas críticas 
porque, não identifica corretamente os reais cortes históricos". Assinale a melhor alternativa para 
avaliar a frase anterior: 
 
 a primeira parte da frase está incorreta, mas a questão da não identificação correta dos 
cortes históricos procede. 
 
a primeira parte da frase está correta, mas a grande crítica à divisão tradicional é a falta de 
eventos políticos para definir o início de uma fase e término de outra. 
 a primeira parte da frase está correta, mas o real problema da divisão tradicional é que não 
respeita as peculiaridades dos povos e é europocêntrica. 
 
a frase está totalmente incorreta porque não utilizamos mais a divisão tradicional da 
História nas escolas e universidades. 
 
a primeira parte da frase está correta contudo, o problema da divisão tradicional é que não 
respeita os fatos mais importantes da História. 
Respondido em 14/10/2020 16:47:57 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
7 
 Questão 
 
Para definirmos nosso estudo em Idade Média, tomamos como referência os problemas vivenciados 
por Roma e a desagregação do seu Império. Podemos citar como fatores importantes para o 
processo de desagregação do Império: 
 
 o significativo aumento do número de seguidores do Politeísmo. Como a Igreja reprimia seu 
avanço, a instabilidade política tornou-se insustentável. 
 
a constante troca de regime político em Roma. Só no século IV, Roma deixou de ser 
Império e voltou a ser República duas vezes. 
 
o crescente avanço dos exércitos bárbaros. Em grande número e sem armas, venceriam 
todas as batalhas contra os exércitos romanos. 
 
a expansão dos domínios islâmicos no Ocidente contestando reiteradamente as fronteiras 
romanas. 
 o Império Romano passava por profundas transformações, os poderes locais resistiam às 
práticas de dominação romana e havia as disputas entre os centros de poder romanos 
Respondido em 14/10/2020 16:45:29 
 
 
 
8 
 Questão 
 
A partir da Revolução Francesa (1789), convencionou-se chamar esta temporalidade pelo título de 
"Contemporânea". Entretanto, em um futuro próximo, o homem pode convencer-se de que a 
terminologia mais adequada para referir-sea este período seja "Era da Informática" ou outro termo 
qualquer que destaque a influência desta tecnologia na sociedade. Esta variação no processo de 
nomeação dos períodos históricos demonstra que: 
 
 que a terminologia pode variar, mas a Revolução Francesa como marco deve estar 
inalterada 
 
o calendário sempre é pautado por marcos universais e não por critérios de uma cultura 
específica 
 
que só podemos pensar em uma terminologia para o tempo presente no futuro próximo 
da história 
 que os marcos são inventados ou definidos arbitrariamente, mas são úteis para o ensino 
 
que o termo ¿Era da Informática¿ pode não ser muito apropriado para esta designação 
histórica 
 
AULA 2 
1 
 Questão 
 
Ao longo da primeira unidade do curso, discutimos sobre o papel do cristianismo entre a Antiguidade 
e Idade Média. Ainda que a religião em seu cunho ortodoxo tenha sido adotada oficialmente por 
Imperadores como Constantino e Teodósio, isto não impede sua contestação e dificuldades para se 
estabelecer junto aos novos reinos no espaço europeu ocidental. Sobre as dificuldades e estratégias 
desta Igreja Cristã, reconhecida como ortodoxa, nos reinos germanos sucessores do Império 
Romano do Ocidente devemos sinalizar que: 
 
 a igreja se opõem frontalmente aos reis bárbaros, possibilitando a ascensão de poderes 
locais como pode ser visto com os capetíngios e o o reino de Castela. 
 apesar de afirmar uma ortodoxia no seu discurso, a Igreja passa a ser um instrumento 
importante da elites locais em negociação com os novos poderes políticos e militares nos 
reinos germânicos 
 
a igreja mudou sua forma de agir, por isso se fala em um cristianismo pagão, ou impuro 
durante a Alta Idade Média, período tratado como obscuro pela historiografia. 
 
a igreja passa por uma crise clara pela falta de apoio institucional. No Ocidente, seus sinais 
ficam restritos ao entorno da cidade de Roma. 
 
substitui o império como maior força institucional unificada, passando a ser o poder 
realmente reconhecido e sob o qual os reinos germânicos buscam apoiar-se. 
Respondido em 14/10/2020 17:02:03 
 
 
 
2 
 Questão 
 
A Igreja Cristã romana esteve desde Constantino apoiada na estrutura do Império, com sua 
fragilização no oriente temos algumas teorias sobre os motivos da Igreja ter conseguido se manter 
viva. Seguindo as linhas historiográficas mais recentes podemos afirmar que a Igreja na Primeira 
Idade Média: 
 
 Acabou no Ocidente, vendo surgir um novo modelo no Oriente, que só mais tarde voltaria a 
Europa como a Igreja nicena. 
 Aproximou-se das lideranças locais, assumindo características muito mais locais, ainda que 
seu discurso o tempo todo reafirmasse unidade. 
 
Foi a sucessora do Império e toda a população e os reinos passaram a ter que obedecê-la. 
 
A Igreja Nicena é a vertente que dominou a Europa durante toda a Idade Média usando um 
discurso de que o fim do mundo se aproximava e não adiantava seguir as lideranças 
políticas. 
 
Concentrou seus poderes em Roma, partindo deste ponto para conquistar religiosamente o 
mundo Ocidental. 
Respondido em 14/10/2020 17:02:05 
 
 
 
3 
 Questão 
 
1- Durante muito tempo o Império Romano conviveu com os povos germanos. Muitas fileiras do 
exército romano, quando não unidades inteiras, eram compostas pelos chamados "bárbaros". Essa 
aproximação não constituiu um problema, ajudando o Império Romano Ocidental a se manter por 
um tempo, vindo a cair em 476 d.C., com a tomada de Roma pelos Hérulos. Considere as 
afirmativas abaixo: 
I. - Migrações (até o século V) - corresponde ao período em que se os povos ditos "bárbaros" 
migraram, de forma lenta e pacifica para o território do Império Romano. 
II. Invasões (a partir do século V) - corresponde ao período em que os povos bárbaros invadiram o 
Império Romano, por meio de infiltrações violentas e brutais. 
III. Mudança de caráter - o que modificou o caráter das infiltrações germanas de migrações para 
invasões foi de ordem externa com a chegada, à Europa, dos hunos, vindos da Ásia Central. Fugindo 
dos hunos, boa parte dos ostrogodos emigrou em direção ao oeste europeu, para a região ocupada 
por outro grupo de germanos, os visigodos, desencadeando as sucessivas invasões. 
IV. Germanização - Havia acordos com os povos germanos, permitindo-lhes fixar-se dentro das 
fronteiras do Império. Muitos desses germanos chegaram a ingressar em unidades auxiliares do 
exército romano, somando forças na defesa das fronteiras de Roma, atingindo alguns postos de 
comando. 
V. Os romanos se adaptaram totalmente ao sistema cultural germano, facilitando as primeiras 
interações, mas transformando-se num erro frente a mudança do caráter das infiltrações germanas. 
Sobre as infiltrações germanas, podemos considerar corretas: 
 
 Somente II-III-IV 
 
Somente I-IV 
 
Somente I-IV-V 
 
Somente III-IV-V 
 Somente I-II-III-IV 
Respondido em 14/10/2020 17:02:09 
 
 
 
4 
 Questão 
 
As invasões bárbaras, ou período das migrações germanas, são as séries de migrações de vários 
povos que ocorreu no período de 300 a 900, para o território do Império Romano. Quais desses 
povos empreenderam a conquista gradativa do chamado Império Romano do Ocidente? 
I-Hunos, Ostrogodos e Burgundios 
II - Alanos e Suevos 
III - Visigodos e Vandalos 
IV - Gregos e Africanos 
V- Anglos, Saxões e Jutos 
VI - Hérulos e Francos 
Estão corretas: 
 
 
Somente I-III-VI 
 
Somente IV-V-VI 
 
Somente I-II-VI 
 Todas as alternativas 
 Somente I-II-III-V-VI 
Respondido em 14/10/2020 16:59:46 
 
 
 
5 
 Questão 
 
A passagem da Antiguidade romana para a Idade Média foi marcada por profundas transformações 
políticas, econômicas, sociais e culturais. A respeito deste período podemos afirmar: 
 
 O processo de invasões germânicas foi pontual, pegando os romanos desprevenidos, posto 
que seus exércitos estavam voltados para as disputas nas guerras médicas 
 
O processo de invasões bárbaras foi muito intenso, marcado por grandes lutas e batalhas 
que os bárbaros venciam por serem mais agressivos e violentos que os romanos, 
especialmente impiedosos com mulheres e crianças 
 
O processo de migrações germânicas foi entendido pela historiografia como sendo um 
período que põe fim ao império Bizantino, pois os bárbaros participavam dos exércitos com 
muito vigor e entusiasmo para se tornarem grandes generais. 
 O processo de migrações germânicas ocorreu de forma lenta e gradual marcado, 
especialmente numa fase inicial, por trocas econômicas e culturais e mesmo pela 
participação destes povos no exército romano 
 
O processo de migrações bárbaras se deu durante um período específico, marcado pela 
conquista de territórios estratégicos dos romanos que não conseguiram resistir ao poderio 
da cavalaria bárbara e sucumbiram em poucos anos 
Respondido em 14/10/2020 17:02:22 
 
 
 
6 
 Questão 
 
O processo característico da reconfiguração política da Europa Ocidental na transição da Antigüidade 
para a Idade Média foi a: 
 
 investida cruzadista aos territórios árabes ibéricos. 
 instauração de monarquias germânicas. 
 
decadência de todas as formas de autoridade. 
 
associação do vigor físico à classe nobiliárquica. 
 
substituição do poder imperial pelo poder papal. 
Respondido em 14/10/2020 17:02:24 
 
 
 
7 
 Questão 
 
As Migrações Germânicas, erroneamente conhecidas como Invasões Bárbaras, ocorridas entre os 
anos de 300 a 900, redefiniram a geografia do antigo Império Romano Ocidental, então em crise. 
Considere as alternativas abaixo: 
I- Debilidade dos invadidos 
II- Baixo nível demográfico 
III- Má administração territorial e Mal estar social 
IV- Falta de solidariedade no Império Romano, com conseqüente criação de alianças entre os líderes 
da aristocracia senatorial e os líderes germanos. 
V- Crescente italianização do governo Oriental 
São apontadas como razões para o bom-sucedimentodessas migrações: 
 
 Somente II - III - IV 
 
Somente III-IV-V 
 
Somente I -V 
 Somente I - II - III - IV 
 
Somente I-II-IV-V 
Respondido em 14/10/2020 17:01:33 
 
 
 
8 
 Questão 
 
Qual a língua que possuía hegemonia na Europa Medieval em termos de cultura erudita? 
 
 
Não há hegemonia de uma língua. 
 
Grego 
 Latim 
 
Inglês 
 
Gaélico 
"Já que quase todas as nações bárbaras beberam sangue romano e rasgaram nossas entranhas, por 
que será que nosso Deus entregou o mais poderoso dos Estados e o povo mais rico, que leva o 
nome de romano, ao forte domínio de inimigos que eram tão fracos? Por que? A menos que 
reconheçamos [...] que é uma questão de mérito, e não de força [...]." 
(Biblioteca de História Universal LIFE. Os Povos Bárbaros na História, 1970.) 
 
O texto refere-se à hostilidade dos romanos em relação aos povos bárbaros e à idéia de que os 
bárbaros representavam castigo divino pelos pecados de Roma. Marque a assertiva correta sobre o 
contexto apresentado pelos historiadores em relação às invasões bárbaras. 
 
 Os bárbaros foram tão importantes para a formação da Europa atual que muitos lugares 
ainda têm nomes originários dos grupos que os ocuparam, a exemplo dos francos que 
formaram a atual França. 
 
Os germanos - subdivididos em anglo, saxões, lombardos, francos e muçulmanos foram 
o principal e mais numeroso grupo bárbaro a invadir o Império Romano. 
 
Os hunos, diferentemente dos germanos, entraram de forma pacífica nos limites do 
Império Romano, sendo inclusive, alguns deles, aceitos como soldados. 
 
Os romanos chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu território 
independente de falarem também o latim 
 
Com o aumento do número de soldados, algumas fronteiras ficaram desprotegidas o 
que facilitou a penetração de povos bárbaros no território romano. 
 
AULA 3 
1 
 Questão 
 
A respeito do povo Vândalo identifique a alternativa correta: 
 
 Os vândalos foram povos de língua árabe, com forte cultura islâmica que tomaram o 
território do Antigo Império Romano do Oriente 
 
Os vândalos foram povos de língua latina, que invadiram o Império Romano a partir das 
fronteiras Bizantinas 
 Os vândalos foram povos de origem germânica que entraram no território romano no 
período das chamadas migrações germânicas 
 
Os vândalos foram povos de origem Alemã, que negociaram com os germânicos a invasão 
do Império Romano 
 
Os vândalos foram povos violentos vindos do Norte da África que invadiram à Escandinávia 
no século V 
Respondido em 14/10/2020 17:09:27 
 
 
 
2 
 Questão 
 
A chegada de Martinho de Braga ao Reino Suevo representou a valorização da Igreja Católica local, 
uma vez que o bispo acabou atuando como: 
 
 Um novo rei para região, que vence os Suevos e criam um novo reino romano. 
 
Nenhum efeito prático, pois o reino suevo não aceitou de fato a presença do cristianismo. 
 
Um governante de província romana, se opondo a existência do reino dos suevos. 
 
Um conselheiro para o monarca, uma vez que oferecia legitimidade ao rei, defendendo que 
ele era o Deus encarnado. 
 Um legitimador da monarquia, mas com um contraponto de ter a Igreja local respeitada e 
difundida. 
Respondido em 14/10/2020 17:09:29 
 
 
 
3 
 Questão 
 
A organização política e social europeia entre os séculos VI e VIII, é caracterizada pela formação dos 
chamados reinos germânicos. Desta forma, suevos, anglo-saxões, ostrogodos, francos, visigodos, 
entre outros, formaram seus respectivos reinos. Sobre este último reino citado, os visigodos, a 
história nos mostra que seus monarcas empregaram grande esforço para unificar o território que 
ocupavam, concentrando o domínio nas mãos de seus reis e, nesta empreitada, a igreja católica, a 
partir de 589, exerceu um papel importante, pois: 
 
 representava a religião oficial, se considerava superior aos reis e comandava a sociedade 
através das escrituras bíblicas. 
 
representava o poder principal, desestimulava movimentos golpistas e queria que os 
bispos pudessem ser candidatos ao trono. 
 
representava a religião oficial, serviu de base de apoio para o povo, pois atuou como 
mecanismo defesa dos pobres. 
 
representava a religião de Estado, procurou ensinar aos reis e serviu como instrumento 
pedagógico para a dominação eclesiástica. 
 representava a religião oficial, participava da eleição dos reis, elevou os cânones 
conciliares ao status de lei civil. 
Respondido em 14/10/2020 17:09:31 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Os visigodos foram um dos grupos de maior romanização, tendo inclusive lutado ao lado dos 
romanos em diversas batalhas importantes. No entanto, como reino sofreram um importante revés 
no princípio do século VI. 
 
 Foram derrotados pelos Suevos e por conta disso não conseguiram conquistar o noroeste 
da Península Ibérica. 
 
Na verdade nunca foram um reino, mas sim um grupo que representava a organização 
política bizantina no Ocidente Europeu. 
 
Foram derrotados pelos romanos ao tentar saquear Roma, fugindo por mar para um região 
menos importante, a Península Ibérica. 
 Foram derrotados pelos Francos e acabaram por conta disso migrando para a Península 
Ibérica. Lá, após quase cinquenta anos, conseguiram se reorganizar como reino. 
 
Foram vencidos por vândalos, fugindo pelo norte da África, nunca conseguindo fundar um 
reino. 
Respondido em 14/10/2020 17:09:33 
 
 
 
5 
 Questão 
 
Os suevos foram um dos povos que ocuparam o Império Romano a partir do século V. Sobre sua 
organização sócio-política antes da sedentarização nas áreas conquistadas é correto afirmar que: 
 
 estabeleceram uma sociedade hierarquizada com um rei justificado pela ideia de origem 
divina. 
 
criaram uma sociedade harmônica, onde as decisões eram realizadas sempre em 
assembleias. 
 viviam sob uma organização tribal em que a liderança estava associada a fatores de 
natureza bélica. 
 
difundiram a tese da divindade do monarca e uma sociedade sem classes. 
 
possuíam uma sociedade igualitária, que tinha por hábito escolher a liderança através de 
sorteio. 
Respondido em 14/10/2020 17:14:19 
 
 
 
6 
 Questão 
 
A organização dos visigodos teve fase bastante específicas, uma das mais especiais é a de sua 
aliança com a Igreja Católica. Podemos entender este momento como: 
 
 O rompimento da aliança entre a população local de hispano-romanos, que tinha no 
episcopado sua liderança, e a elite político-militar visigótica. 
 
A aliança entre a visigodos, que tinha no episcopado sua liderança, e a elite político-militar 
romana. 
 A aliança entre a população local de hispano-romanos, que tinha no episcopado sua 
liderança, e a elite político-militar visigótica. 
 
A aliança entre a população local de hispano-romanos, que tinha no episcopado sua 
liderança, e a elite religiosa ariana visigótica. 
 
A aliança entre a população local de hispano-romanos, que tinha nos generais romanos sua 
liderança, e a elite político-militar visigótica. 
Respondido em 14/10/2020 17:12:17 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
7 
 Questão 
 
A partir do século V, os germanos passaram a ultrapassar as fronteiras do Império Romano em 
grupos, fugindo de inimigos externos e procurando espaço para fixarem-se. Este fenômeno, aliado a 
outras questões, ajudou a produzir um cenário: 
 
 de fortalecimento de fronteiras, pois os romanos aumentaram as tropas que vigiavam suas 
fronteiras 
 
intitulado Tetrarquia ,pois os romanos nomearam quatro chefes germânicos para cuidar 
das fronteiras 
 marcado pela presença dos reinos germânicos, opondo-se a antiga centralização imperial 
romana 
 
marcado pelo Império Carolíngio, que foi capaz de produzir uma centralização maior que a 
romana 
 
marcado pelas migrações amigáveis e um sentimento de unidade cultural entre germanos 
e romanos 
Respondido em 14/10/2020 17:12:38 
 
 
Explicação: Entender que a partir doséculo V os germanos, adentrados às fronteiras do Império, 
criaram seus reinos. Isto contribuiu para a fragmentação do poder onde antigamente vigorava a 
centralidade imperial romana. 
 
 
 
8 
 Questão 
 
Na organização dos reinos germânicos notamos que suas características se diferenciam entre si. 
Neste processo podemos exemplificar com o reino Suevo, que apresenta como uma de suas 
características: 
 
 
Eram bárbaros cruéis que destruiram toda a Península Ibérica. 
 Convertem-se ao cristianismo como forma de se aproximar da população local. 
 
Ter dominado a península Itálica e se mantido arianos o tempo todo. 
 
Eram um grupo germânico que ocupam o norte da África e mantém a animosidade frente 
aos cristãos. 
 Eram vikings e se estabeleceram fazendo saques contínuos até se organizarem na Islândia. 
 
AULA 4 
1 
 Questão 
 
Os francos não formavam um grupo coeso e sua relação com os romanos muda ao longo dos 
séculos IV e V. Sobre esta mudança é correto afirmar que: 
 
 os francos passaram a administrar as províncias romanas em nome do imperador. 
 
os francos organizaram um exército de coligação com os visigodos, os hunos e os vândalos 
contra os romanos. 
 
os francos foram estabelecidos como cobradores de impostos oficiais dos romanos. 
 
os francos se estabeleceram na Bretanha romana e, de lá, passaram a negociar a rendição 
dos romanos. 
 os francos lutavam ao lado dos romanos contra os invasores e depois passaram a combater 
os antigos aliados. 
Respondido em 14/10/2020 17:22:19 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Os merovíngios possuíam grandes áreas sobre seu domínio na região da Gália medieval, ainda que 
não contasse com um governo centralizado sobre estas. Entretanto, apesar de possuir esta 
fragmentação política, nas primeiras décadas do século VIII, os territórios merovíngios 
experimentaram um medo comum, estamos nos referindo ao: 
 
 medo do exército do ataque muçulmano que forçava uma invasão à Gália pelos Pirineus. 
 
clima de guerra constante entre os reinos francos, que gerava tensão em todos. 
 
medo do exército visigodo que ameaçava atacar a Gália e alinhar os reinos germânicos. 
 
medo do crescente poder dos mordomos da região da Nêustria. 
 
receio de que os cristãos se convertessem ao islão por meio da pregação muçulmana. 
Respondido em 14/10/2020 17:22:23 
 
 
 
3 
 Questão 
 
Os francos fizeram uma aliança com a Igreja Católica que foi a marca do Império Carolíngio e do 
processo de enraizamento da Igreja do Ocidente. A este respeito marque a alternativa INCORRETA: 
 
 Ao coroar Carlos Magno o Papa busca consolidar a aliança com os francos e fortalecer o 
processo de expansão e enraizamento da Igreja no Ocidente europeu 
 
A conversão de Clóvis, da dinastia Merovíngia, é um evento com forte simbolismo político, 
marcando a origem desta aliança com a Igreja 
 
A aliança com a Igreja tem características simbólicas de representação de poder que serve 
para legitimar o Imperador Carolíngio 
 A coroação de Clóvis marca o início do processo de fragmentação política dos merovíngios, 
que recorrem ao arianismo como forma de legitimação simbólica 
 
A coroação de Carlos Magno pelo Papa Leão III busca legitimar o papel da Igreja como a 
instituição que legitima a dignidade Imperial. 
Respondido em 14/10/2020 17:22:26 
 
 
 
4 
 Questão 
 
A organização do reino Merovíngio relata um hiato nas documentações: de um lado a Igreja afirma 
sua unidade, do outro havia uma concepção patrimonial do poder. Podemos pensar nesta questão a 
partir... 
 
 Da sucessão de Clóvis, em que ele deixa seu trono para um só filho, defendendo a 
continuidade do reino e a igreja propõe uma divisão entre terras laicas e terras da Igreja. 
 
Da chegada de Chilperico ao poder Franco, que usa seu pai, Meroveu, para aformar que a 
unidade dos Francos precisava ser estabelecida. 
 
Da sucessão de Carlos Magno, que estabelece uma dinastia enquanto a Igreja, com a 
Doação de Constantino, defendia seu direito sobre a Itália. 
 Da sucessão de Clóvis, em que ele divide o território entre seus filhos e Gregório de Tours 
afirmava que seu papel era de unificar os Francos. 
 
Da vitória de Carlos Martel sobre os muçulmanos, uma vez que Carlos Martel queria 
dominar a Aquitânica e a Igreja o transforma em rei dos Francos. 
Respondido em 14/10/2020 17:19:57 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
5 
 Questão 
 
A conversão de Clóvis ao cristianismo niceno, ou católico, pode ser entendido pelo historiador como: 
 
 Um ato de fé, isolado, mas que acaba servindo de inspiração ao povo. 
 O estabelecimento de uma aliança entre as lideranças francas e as lideranças galo-romanas, 
representada então pela Igreja romana. 
 
Busca de aproximação com a população local de origem romana e afastamento da influência 
dos clérigos. 
 
A tentativa de aliança política com os visigodos, que professavam a fé católica. 
 
Um ato de se tornarem romanos, pois não queriam o fim do Império e com a Igreja lutariam 
para devolver sua grandiosidade. 
Respondido em 14/10/2020 17:22:31 
 
 
 
6 
 Questão 
 
Há duas versões para a coroação de Carlos Magno: 
1. é o escolhido do papa, mas se recusa. No entanto, resolve aceitar, usando o discurso de que foi o 
próprio Deus o escolheu; 
2. versão do biógrafo de Carlos Magno: Ele retira a coroa das mãos do papa e se auto-coroa. 
A segunda representação significa: 
 
 A equiparação dos poderes da Igreja e do Rei. 
 
A submissão do rei ao poder da Igreja. 
 
A derrota da Igreja frente ao poder do Rei. 
 A afirmação da legitimidade de Carlos Magno independente da Igreja. 
 
A submissão da Igreja ao Rei. 
 
 
7 
 Questão 
 
Sobre a ascensão da dinastia carolíngia, no Reino Franco do século VIII, assinale a alternativa 
correta: 
 
 Este processo tem início com a assinatura do Tratado de Verdun; 
 O processo que leva a família de Carlos Martel a comandar o Reino Franco está ligado à 
confluência de interesses existente entre a Igreja Católica, a nobreza franca e aquela família 
de mordomos do Palácio; 
 
A ascensão daquela dinastia pode ser compreendida a partir dos resultados obtidos pelos 
reis merovíngios durante as cruzadas; 
 
Essa dinastia chega ao poder graças à confluência de interesses entre os reis merovíngios e 
a Igreja Católica; 
 
Os reis carolíngios chegam ao poder depois de derrotar os exércitos merovíngios, no norte 
da África; 
Respondido em 14/10/2020 17:22:36 
 
 
 
8 
 Questão 
 
Depois de Carlos Magno, o império Carolíngio: 
 
 Legitimou seu domínio sobre outros povos, além dos francos, e proporcionou à cristandade 
os meios materiais para alcançar a salvação eterna; 
 Sofreu a contradição entre a noção de império e a tradição patrimonial, derivada dos 
francos, que levava a divisão territorial do reino para a sua partilha entre os filhos; 
 
Foi substituído por Carlos o Gordo, que não deu continuidade a sua política fragmentando o 
poder. 
 
Proporcionou a valorização da autoridade dos papas; 
 
Seus filhos perderam o poder para os Mordomos do norte da Francia, os capetíngios, que 
formaram o poder hegemônico até a modernidade. 
 
1 
 Questão 
 
Carlos Magno foi um personagem mitificado ao longo dos séculos. Apesar disso, sua importância é 
inegável para a organização dos francos. Dentre as principais atitudes deste monarca podemos 
citar: 
 
 
política de crescente taxação e fiscalização nas fronteiras e eliminação dos impostos locais. 
 política de aproximação com a Igreja local e distribuição de parte das terras conquistadas 
para seus aliados. 
 
política de eliminação das lideranças inimigas e distribuição de terras aos camponeses mais 
pobres. 
 
política de total subordinação dos membros da Igreja e venda de terras conquistadas para 
a nobreza franca. 
 
política de centralização política com a formação de um "parlamento"figurativo. 
Respondido em 14/10/2020 17:21:52 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Após a desagregação do Império Romano, vários povos se fixaram nas antigas áreas por ele 
ocupadas. A partir daí, estes grupos passam a disputar o domínio de territórios. Um importante 
momento desta disputa foi a chamada Batalha de Vouillé. Esta batalha teve como resultado: 
 
 os francos reafirmam seu poder sobre os hunos e fundam um reino longevo. 
 
os visigodos reafirmam seu domínio sobre as Gálias acabando com a ameaça dos francos. 
 
os francos são expulsos para o norte da África e organizam um reino sólido. 
 os visigodos se retiram da região das Gálias e ocupam a Península Ibérica. 
 
os romanos são definitivamente derrotados pelos hunos nesta fronteira. 
Respondido em 14/10/2020 17:21:57 
 
 
 
3 
 Questão 
 
O povo franco organizou seu processo de centralização política em torno das dinastias: 
 
 Carolíngia e Bizantina 
 
Sueva e Lombarda 
 
Romana e Visigoda 
 Merovíngia e Carolíngia 
 
Visigoda e Merovíngia 
Respondido em 14/10/2020 17:21:59 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Costumamos dizer que os francos possuíam uma visão diferenciada sobre seus domínios. Não 
tinham o mesmo tipo de política e preocupação romanas. Sobre esse aspecto da organização franca 
é correto afirmar que: 
 
 os francos não foram expansionistas como os romanos, apenas mantiveram as terras que 
possuíam. 
 
os francos eram desorganizados politicamente e nunca conseguiram estabelecer uma 
dinastia. 
 
os francos invejavam os romanos e copiaram todas as formas políticas que eles utilizaram 
no passado. 
 os francos valorizavam mais as relações pessoais, com uma concepção patrimonial do 
poder. 
 
os francos buscaram um poder hiper centralizada na figura de um imperador autocrático. 
Respondido em 14/10/2020 17:24:32 
 
 
 
5 
 Questão 
 
A Império Carolíngio entende-se como o momento de restabelecimento do 
Império Romano do Ocidente, principalmente sob Carlos Magno (filho de 
Pepino, o Breve). Carlos Magno estabeleceu um domínio que ia dos Pireneus a 
sudoeste (depois de 795 incluiu uma área do Norte da Península Ibérica, a 
chamada Marca Hispânica), incluía quase toda a França de hoje (mas não a 
Bretanha) e avançava para o leste sobre quase todo o território da moderna 
Alemanha, incluindo o norte da península Itálica e o que hoje é a Áustria. A 
Igreja, bispos e abades procuravam apoio no palácio real. Carlos emergia como 
o grande líder da cristandade ocidental. Nesse sentido, qual afirmativa 
expressa o caráter a expansionista da Cristandade no Império Carolíngio? 
 
 Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio por sua forte 
submissão a Igreja, que indicava áreas a serem convertidas e eram, rapidamente, 
dominadas pelos exércitos Carolíngios, com a posterior construção de dioceses e 
monumentos relacionados à cultura Cristã. 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio somente através do 
movimento das Cruzadas, que perseguiram os ditos infiéis e a construção de dioceses para 
sedimentação do domínio cristão. 
 Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio de duas formas: 
territorial (através das doações feitas por Carlos Magno a Igreja das áreas conquistadas) e 
religiosa (feita pela conversão dos povos não-cristãos derrotados nos conflitos). Além disso, 
para sedimentar o Cristianismo nessas regiões, assinala-se a fundação de diversas dioceses. 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio através do forte vínculo 
governativo que Carlos Magno estabeleceu com o Papa Leão III. Ambos dividiam o poder 
das áreas conquistadas, facilitando a entrada da doutrina cristã em todo o território ocupado 
por Carlos Magno. 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio através do forte 
poderio militar dos exércitos, que aniquilaram todos os grupos considerados heréticos pelo 
Rei, preservando apenas os cristãos. 
Respondido em 14/10/2020 17:22:03 
 
 
 
6 
 Questão 
 
"Naquele dia santíssimo da Natividade do Senhor, quando o rei se ergueu depois de orar na missa 
[rezada] em frente ao túmulo do bem-aventurado Pedro apóstolo, o Papa Leão colocou-lhe uma 
coroa na cabeça e todo o povo dos Romanos o aclamou: "Vida e Vitória para Carlos Augusto, 
coroado por Deus grande e pacífico Imperador dos Romanos!" E depois deste louvor foi adorado 
pelo apostólico à maneira dos antigos príncipes e, posta de parte a denominação de patrício, foi 
chamado imperador e augusto". (Annales Laurissenses. A. 801, Fernanda Espinosa, Monumenta 
Germaniae Histórica - Scriptores, t. I, Hannover. Citado em Antologia de textos históricos 
medievais) 
 "[Carlos Magno] foi a Roma a fim de restaurar a ordem nos negócios muito perturbados da Igreja e 
aí permaneceu durante todo o Inverno. Nessa altura, recebeu os títulos de Imperador e Augusto. 
Mas a princípio desagradou-lhe tanto este acto que declarou que se acaso tivesse podido conhecer 
com antecedência a intenção do pontífice, não teria entrado na Igreja naquele dia, embora fosse um 
dia muito festivo." (Vita Karoli Imperatoris Einhardi, caps. XXVII e XXVIII, A. Teulet, Euvres 
Completes - Eginhard, t. I, Société de le Histoire de France. Citado em: Fernanda Espinosa, 
Antologia de textos históricos medievais) 
Os textos tratam do mesmo fato histórico, sobre o qual é correto afirmar que: 
 
 Coroação de Oto I, sucessor de Carlos Magno como Imperador do Ocidente. 
 
A vitória de Carlos Martel e a coroação na igreja de Arlés. 
 
A vitória de Pepino III, o Breve, coroado pelo papa em Roma. 
 
Coroação de Luís, o Piedoso, o primeiro imperador franco católico. 
 Coroação de Carlos Magno em Roma, com a ideia de restituição do Império. 
 
7 
 Questão 
 
"Naquele dia santíssimo da Natividade do Senhor, quando o rei se ergueu depois de orar na missa 
[rezada] em frente ao túmulo do bem-aventurado Pedro apóstolo, o Papa Leão colocou-lhe uma 
coroa na cabeça e todo o povo dos Romanos o aclamou: "Vida e Vitória para Carlos Augusto, 
coroado por Deus grande e pacífico Imperador dos Romanos!¿ E depois deste louvor foi adorado 
pelo apostólico à maneira dos antigos príncipes e, posta de parte a denominação de patrício, foi 
chamado imperador e augusto". 
(Annales Laurissenses. A. 801, Fernanda Espinosa, Monumenta Germaniae Histórica ¿ Scriptores, t. I, Hannover. Citado em Antologia de textos 
históricos medievais) 
"[Carlos Magno] foi a Roma a fim de restaurar a ordem nos negócios muito perturbados da Igreja e 
aí permaneceu durante todo o Inverno. Nessa altura, recebeu os títulos de Imperador e Augusto. 
Mas a princípio desagradou-lhe tanto este acto que declarou que se acaso tivesse podido conhecer 
com antecedência a intenção do pontífice, não teria entrado na Igreja naquele dia, embora fosse um 
dia muito festivo." 
(Vita Karoli Imperatoris Einhardi, caps. XXVII e XXVIII, A. Teulet, Euvres Completes d' Eginhard, t. 
I, Société de l'Histoire de France. Citado em: Fernanda Espinosa, Antologia de textos históricos 
medievais) 
Os textos tratam do mesmo fato histórico, sobre o qual é correto afirmar que: 
 
 embora tenha aceitado o ritual de sagração da Igreja, Carlos Magno não se esforçou para 
restaurar a ordem nos negócios da Igreja. 
 
Carlos Magno mostrou-se habilidoso politicamente, porque soube administrar a cobiça de 
outros candidatos à sagração e sua ascensão resultou da submissão dos demais 
pretendentes ao trono. 
 
a coroação como Imperador não se realizou, porque o rei franco não aceitou a submissão 
ao papa Leão III. 
 a coroação de Carlos Magno no natal do ano de 800 consolidou a posição dos francos como 
os senhores do Ocidente, dada a conquista militar dos territórios e também a aliança com 
a Igreja. 
 
Carlos, rei da França, tornou-se imperador do Ocidente por decisão da Igreja, que queria 
ver reconstituído o Império Romano do Oriente sob sua autoridade. 
Respondidoem 14/10/2020 17:22:09 
 
 
 
8 
 Questão 
 
Os francos não formavam um grupo coeso e sua relação com os romanos muda ao longo dos 
séculos IV e V. Sobre esta mudança é correto afirmar que: 
 
 
os francos foram estabelecidos como cobradores de impostos oficiais dos romanos. 
 
os francos se estabeleceram na Bretanha romana e, de lá, passaram a negociar a rendição 
dos romanos. 
 
os francos organizaram um exército de coligação com os visigodos, os hunos e os vândalos 
contra os romanos. 
 os francos lutavam ao lado dos romanos contra os invasores e depois passaram a combater 
os antigos aliados. 
 
os francos passaram a administrar as províncias romanas em nome do imperador. 
 
AULA 5 
1 
 Questão 
 
"O enfraquecimento gradual do poder central (...) leva insensivelmente, e sem que se dê por isso, 
ao deslocamento dos diretos do Estado. Os Condes, Duques etc. alcançam tão grande poderio, no 
decorrer do século X, que as suas funções se tornam, de fato, hereditárias (...). Nesta altura, 
reduzido o soberano à simples função de senhor feudal, como suserano dos suseranos, a 
organização dos feudos transforma-se em regime político e aparece verdadeiramente constituído o 
Feudalismo." Mattoso. In: Aquino et al, p. 387. 
O texto aborda um dos principais elementos constitutivos do sistema feudal vigente, nas sociedades 
da Europa ocidental, durante a Idade Média, ou seja: 
 
 a estrutura política radicalmente democrática predominante nos feudos 
 
o absolutismo monárquico dos soberanos franceses e ingleses. 
 
a pequena interferência da Igreja Católica nos assuntos de natureza política. 
 
o crescente predomínio do Império Romano sobre os poderes locais. 
 a descentralização política e administrativa. 
Respondido em 15/10/2020 09:36:42 
 
 
 
2 
 Questão 
 
A literatura de corte, característica do mundo feudal, reproduzia elementos míticos associados aos 
personagens que compunham aquela sociedade, assim, criou-se a figura da "bela donzela", do 
"cavaleiro errante", do "rei heroico" (Arthur) etc. Estas literaturas surgem em um contexto no qual 
se constatava: 
 
 uma prática de manipulação da verdade, pois os personagens eram reais e não apenas 
míticos 
 
a ampliação da produção literária, chegando a despertar o interesse dos camponeses pela 
leitura 
 
a criação de castelos para servirem de espaço adequado para a criação dos contos e 
redação dos textos 
 ampliação da leitura palaciana e a uma maior inserção das mulheres no hábito da leitura 
 
um conflito maior entre os estamentos sociais, pois o clero queria monopolizar a produção 
literária 
Respondido em 15/10/2020 09:36:45 
 
 
 
3 
 Questão 
 
Os vikings entram na vida da europeia ao longo da Idade Média. Acerca deles são corretas as 
seguintes assertivas: I - Formavam um grupo homogêneo e constituíram um Estado unificado. II - 
Ao longo do Império Romano já praticavam um ativo comércio com o Mediterrâneo. III - Formavam 
três grandes troncos: normandos, suecos e noruegueses. 
 
 Apenas I e II estão corretas. 
 
Apenas I está correta. 
 Apenas III está correta. 
 
Apenas I e III está correta. 
 
Apenas II está correta. 
Respondido em 15/10/2020 09:36:49 
 
 
 
4 
 Questão 
 
A chamada Idade Média Central da Europa ocidental (séculos IX - XI dC) pode ser caracterizada pelo 
sistema econômico e social denominado de Feudalismo. Dentre as características do sistema feudal 
podemos assinalar: 
 
 supressão das antigas leis romanas de suserania e vassalagem. 
 submissão dos servos, isto é, os trabalhadores rurais, aos senhores feudais, tidos como 
seus superiores naturais. 
 
derrota do Imperador Carlos Magno frente aos invasores germânicos em 715. 
 
crise da hegemonia política da Igreja ante a expansão islâmica por todo o território 
europeu. 
 
disputas religiosas entre os católicos e os protestantes. 
Respondido em 15/10/2020 09:36:52 
 
 
 
5 
 Questão 
 
Os lombardos, após a fragmentação experimenta pelo ataque de Carlos Magno, começam a se 
recuperar, assim, territórios no norte da Itália foram retomados. Esta recuperação dos lombardos 
nos possibilitar superar alguns mitos pensados sobre a organização política daquele contexto, tal 
como: 
 
 a relação lombardos versus carolíngios como de animosidade 
 
o poderio lombardo como potente máquina de guerra 
 
o padrão moderno de organização da Europa já naquele contexto 
 a unidade europeia em meio aos espólios carolíngios 
 
a postura invencível dos carolíngios ante seus inimigos 
Respondido em 15/10/2020 09:36:56 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
6 
 Questão 
 
No medievo, o império de Carlos Magnos constituiu-se como uma eficiente máquina de guerra, 
vencendo inimigos e conquistando territórios da Germânia à Península Ibérica, da Inglaterra à 
Península Itálica. Entretanto, a manutenção deste território conquistado não se mostrava tarefa 
muito fácil, pois: 
 
 não se tratava de um Estado Moderno centralizado, mas de um território disperso e 
liderado por nobres 
 
havia povos distintos no território, redobrando o trabalho de unificação implementado por 
Carlos Magno 
 
teria que empregar tempo no controle das guerras típicas dos séculos IX e X, os quais 
precisava evitar 
 
os muçulmanos ameaçavam invadir o território de Carlos Magno, que montava prontidão 
esperando o ataque 
 
teria que enfrentar as populações locais que muitas vezes eram avessas ao seu domínio 
imperialista 
Respondido em 15/10/2020 09:37:01 
 
 
 
7 
 Questão 
 
No século IX a realidade histórica na qual se encontrava a Igreja a fazia dividir-se, basicamente, em 
dois espaços característicos da prática religiosa, assim, falamos: 
 
 do espaço do Trono e da religião 
 
do espaço do século e das catedrais 
 
do espaço do mundo e do século 
 
do espaço da religião e do monacato 
 do espaço do século e dos mosteiros 
Respondido em 15/10/2020 09:40:11 
 
 
 
8 
 Questão 
 
Analise as afirmativas abaixo e marque a opção correta correspondente: 
 I - "O Império Carolíngio foi uma continuação direta do antigo Império Romano", apesar de 
falsa, essa foi a ideia que os intelectuais da Igreja construíram naquele contexto. 
II - Ao vencer seus inimigos e conquistar territórios da Germânia à Península Ibérica, Carlos 
Magno constituiu-se em uma verdadeira máquina de guerra. 
III - No período carolíngio, os mosteiros foram os grandes produtores de textos históricos e os 
monges construíram uma imagem heroica dos monarcas que fortaleceram a Igreja. 
 
 as afirmativas I, II e III 
estão corretas. 
 
apenas a afirmativa II está 
correta. 
 
apenas a afirmativa III está 
correta. 
 
apenas a afirmativa I está 
correta. 
 
apenas as afirmativas I e II 
estão corretas. 
1 
 Questão 
 
Ao estudarmos a Idade Média certamente nos depararemos com um território chamado "Germânia". 
Esta região era um espaço que, apesar de ter pertencido ao domínio de Carlos Magno, situava-se 
para além do Danúbio. Sobre as populações que habitavam esta região, podemos afirmar que: 
 
 a heterogeneidade estava presente, mas os povos frísios formavam a maioria 
 
era composta exclusivamente por germanos da linhagem pura dos vândalos 
 populações representantes dos carolíngios e locais, tais como, alamanos, frísios, eslavos e 
outros. 
 
era de base bastante homogênea, o que comprova a tese dos germanos puros 
 
populações locais, tais como, alamanos, frísios, eslavos e outros e a maior parte de 
bizantinos 
Respondido em 15/10/2020 09:51:35 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Todo período histórico tem no seu cerne transformações marcadas por continuidades e rupturas, de 
modo que nunca os sucessores são algo realmente novo e o antigo é o fim ou a queda de toda uma 
Era. Apoiado neste raciocínio os seguintes elementos exprimem continuidade na transição entre 
Antiguidade e Idade Média. 
 
I - A organização da IgrejaCatólica Apóstólica Romana 
II- A manutenção de Roma como a cidade mais importante do Ocidente 
III - O centro comercial ao longo dos século V e VI é o mediterrâneo 
IV - O monarca Ostrogodo, Teodorico, se auto-proclama Imperador Romano 
V - Carlos Magno é coroado como o legítimo sucessor de Constantino, com base em um testamento 
que a Igreja diz ter sido deixado por este. 
 
Estão corretas: 
 
 Somente I e V 
 
Somente I, II e IV 
 
Somente I e IV 
 Somente I, III e V 
 
Somente II e IV 
Respondido em 15/10/2020 09:51:40 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
3 
 Questão 
 
Analise as afirmativas abaixo e marque a opção correta correspondente: 
 I - "O Império Carolíngio foi uma continuação direta do antigo Império Romano", apesar de falsa, 
essa foi a ideia que os intelectuais da Igreja construíram naquele contexto. 
II - Ao vencer seus inimigos e conquistar territórios da Germânia à Península Ibérica, Carlos Magno 
constituiu-se em uma verdadeira máquina de guerra. 
III - No período carolíngio, os mosteiros foram os grandes produtores de textos históricos e os 
monges construíram uma imagem heroica dos monarcas que fortaleceram a Igreja. 
 
 apenas a afirmativa III está correta. 
 
apenas as afirmativas I e II estão corretas. 
 as afirmativas I, II e III estão corretas. 
 
apenas a afirmativa II está correta. 
 
apenas a afirmativa I está correta. 
Respondido em 15/10/2020 09:51:43 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Os vikings entram na vida da europeia ao longo da Idade Média. Acerca deles são corretas as 
seguintes assertivas: I - Formavam um grupo homogêneo e constituíram um Estado unificado. II - 
Ao longo do Império Romano já praticavam um ativo comércio com o Mediterrâneo. III - Formavam 
três grandes troncos: normandos, suecos e noruegueses. 
 
 Apenas I e II estão corretas. 
 
Apenas I está correta. 
 
Apenas I e III está correta. 
 
Apenas II está correta. 
 Apenas III está correta. 
 
AULA 6 
1 
 Questão 
 
O modo de produção feudal dominante na Europa Ocidental se caracteriza, dentre outros elementos, 
pela servidão, definida como 
 
 um fenômeno que caracterizou a sociedade nos países ocidentais onde predominavam o 
minifúndio e a economia natural. 
 
uma punição empregada aos camponeses rebeldes durante a chamada Idade das Trevas, 
com pleno apoio da Igreja Católica. 
 
um sistema que surgiu na Europa, no fim da Antiguidade, substituindo a escravidão e 
inaugurando o início da Idade Média. 
 
um regime de trabalho caracterizado pela apropriação compulsória do excedente econômico 
da produção camponesa. 
 um pacto de comum acordo baseado na troca de favores entre senhores feudais, que tinham 
o direito a terra por juramento de fidelidade e mantinha uma relação contratualística e de 
servidão com os que se estabeleciam em suas terras. 
Respondido em 15/10/2020 10:01:08 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Ao longo dos séculos IX e XI, no Ocidente medieval, uma lenta mutação levou à instauração de um 
sistema de dependência de homem a homem, que se estendeu hierarquicamente por todas as 
categorias sociais: foi a formação das instituições feudo-vassálicas. Sobre essas instituições da 
sociedade medieval, pode-se afirmar que: 
 
 A instituição vassálica e o aparecimento do feudo, concessão revestida de poderes jurídicos 
e políticos em troca do serviço militar, constituem a base das relações sócio-políticas após a 
desintegração do sistema imperial carolíngio. 
 
Luís, o Pio (814-840), busca manter o sistema imperial, e separa as honras (cargos 
públicos) do sistema de vassalagem, que deixam de ser vitalícias e hereditárias, 
contribuindo para a formação do Sacro-Império-Romano-Germânico. 
 
As relações vassálicas, laços de dependência de homem à homem, e o feudo, concessão 
revestida de poderes jurídicos e políticos dissociados do serviço militar, constituem a base 
das relações sociopolíticas após a formação do Sacro-Império-Romano-Germânico. 
 
A vassalidade, efeito da separação do serviço público e do engajamento privado, foi a causa 
do fim do Império carolíngio, uma vez que este havia multiplicado seus vassalos diretos, os 
vassi dominici, que reivindicavam uma maior participação na administração imperial. 
 
Desde os merovíngios, o beneficio era a conseqüência normal e obrigatória da dependência 
de homem a homem; o juramento de fidelidade e a concessão de terras formavam um 
sistema coerente que permitia a centralização da monarquia. 
Respondido em 15/10/2020 09:58:40 
 
 
 
3 
 Questão 
 
Ao mencionar um novo mundo nascido dos escombros de Roma a partir do Renascimento, nos 
remetemos ao fato de que, entre os séculos III e IX o Ocidente europeu viveu um lento processo 
histórico caracterizado pela: 
 
 A uma visão de Idade Média como Idade das Trevas, em que o mundo só volta a crescer 
após a retomada dos referenciais clássicos. 
 
Ascensão da nascente classe burguesa, impulsionadora do comércio e da vida urbana. 
 
Expansão islâmica pela Europa, praticamente sepultando o cristianismo no continente. 
 
Imposição de padrões culturais bárbaros sobre o conjunto da Europa. 
 Fusão entre as culturas romana e germânica, que deu origem ao feudalismo medieval. 
Respondido em 15/10/2020 10:01:14 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Durante o feudalismo: 
 
 O servo era um camponês livre, embora dependesse politicamente de um senhor. 
 
A condição social dos servos era igual a do escravo, pois aqueles eram considerados 
instrumentos de trabalho. 
 
O servo era uma pessoa semi livre, pois não possuía liberdade plena, mas pelo menos não 
era um instrumento de trabalho. 
 Os servos possuíam algumas obrigações como a corvéia que consistia na entrega de parte 
da produção ao seu senhor. 
 
O servo trabalhava a terra, mas não estava preso a ela. 
Respondido em 15/10/2020 10:01:17 
 
 
 
5 
 Questão 
 
Considere os fatores abaixo: 
1. Desagregação da economia escravista romana. 
2. As instituições do Benefício e Colonato. 
3. O desenvolvimento do artesanato, comércio e vida urbana. 
4. A conquista da Itália e as Guerras Púnicas. 
5. O processo de ruralização. 
6. A expansão muçulmana. 
 
Assinale a alternativa que identifica, entre os fatores listados, os que podem ser corretamente 
associados à formação do feudalismo. (Questão adaptada de concurso público municipal) 
 
 Apenas os fatores 1, 2, 5 e 6. 
 
Apenas os fatores 1 e 5. 
 
Apenas os fatores 1, 2, 3 e 4. 
 
Apenas os fatores 1, 4, 5 e 6. 
 
Apenas o fator 5. 
Respondido em 15/10/2020 09:58:49 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
6 
 Questão 
 
Ao longo do contexto feudal, a terra era mais que um bem; ela possuía outros valores agregados. 
Tomando esta afirmativa como referência, identifique dentre as opções abaixo, a que melhor explica 
os múltiplos papeis da terra na Idade Média. 
 
 As terras feudais pouco auxiliavam em termos de manutenção de poder: ter poder era 
possuir títulos ou pertencer à Igreja. 
 As terras feudais, de maneira genérica, podem ser compreendidas como um sistema dúbio: 
propriedade por um lado e político pelo outro: quanto mais terras, mais poder. 
 
As terras feudais não tinham valor concreto, só eram úteis para agricultura e nisto 
assentava sua importância. 
 
As terras feudais só eram consideradas realmente valiosas se estivessem situadas às 
margens de rios ou estradas. 
 
As terras feudais eram bastante fragmentadas; raramente observávamos concentração 
fundiária no contexto medieval. 
Respondido em 15/10/2020 09:58:51 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
7 
 Questão 
 
Ao longo do contexto medieval, as cidades aumentaram de número e tiveram incremento no 
quantitativo de habitantes. Podemos definir como significativas funções das cidades neste período as 
seguintes: 
 
 espaço em que a religião era de fato vivenciada através dos encontros religiosos. 
 negociação dos excedentes dos colonose do senhor, além de negociação com 
comerciantes vindo de outras regiões. 
 
desenvolvimento de grandes descobertas científicas acompanhadas e certificadas pela 
Igreja. 
 
local de busca de novos servos para compor o espaço deixado por aqueles que 
abandonavam os feudos. 
 
abastecer os feudos em momentos de guerra e peste. 
Respondido em 15/10/2020 10:01:26 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
8 
 Questão 
 
O sistema feudal tem origem em instituições tanto do mundo romano quanto do germânico. De fato, 
notam-se no Império Romano, desde a crise do século III, traços que conduziriam ao feudalismo. 
Neste sistema, a experiência social do servo medieval era pautada pelas seguintes circunstâncias: 
 
 Subordinação exclusiva a 
autoridades religiosas e trabalho 
urbano, através do qual poderia 
acumular dinheiro e ascender 
social e politicamente. 
 
Ampla liberdade de pensamento e 
autonomia política, sendo opção 
individual o engajamento militar 
nas guerras entre os feudos e na 
luta contra os muçulmanos. 
 
Submissão aos direcionamentos 
da Igreja Católica e do Estado, 
pagando impostos ao senhor 
feudal apenas nos momentos de 
guerra. 
 Vida presa à terra e obrigação de 
prestar serviços ao senhor, 
pagando a este diversos tributos 
em troca de permissão de uso da 
terra. 
 
Trabalho agrícola e relativa 
autonomia em relação ao senhor 
feudal, tendo a liberdade de 
mudar de patrão a qualquer 
momento. 
1 
 Questão 
 
"O feudo é um pedaço de terra de tamanho variado, utilizado exclusivamente para o cultivo de 
cereais e habitado somente pelos servos" Podemos afirmar que esta assertiva é imprecisa porque: 
 
 no feudo existia além da exploração agrícola, a sistemática busca por metais para a 
produção dos objetos de trabalho. Desta forma, havia uma expressiva quantidade de 
escravos habitando este espaço. 
 
no feudo existia a produção agrícola e também a atividade industrial. Não podemos 
esquecer que é neste contexto que a industrialização assume suas primeiras formas. 
 
no feudo existia, de fato, uma produção exclusiva de cereais, contudo, além dos servos, era 
permitido aos judeus habitarem e comercializarem no espaço de propriedade do senhor. 
 
no feudo existia uma produção agrícola muito mais diversificada do que a assertiva aponta, 
além disso, ele possui um tamanho padrão, com pouquíssimas variantes ao longo dos 
séculos. 
 no feudo, em geral, existem áreas camponesas, uma pequena cidade, um moinho, 
territórios destinados à caça e terras de produção comum, além de um pequeno centro 
vinícola, ou seja, ele não era destinado exclusivamente ao cultivo. 
Respondido em 15/10/2020 10:03:17 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
2 
 Questão 
 
O sistema feudal instaurou relações sociais complexas entre senhores e servos. Nas relações de 
suserania e vassalagem vigentes durante o feudalismo francês: 
 
 o sistema de impostos incidia de forma pesada sobre os servos. 
 
a servidão representou uma retomada da escravidão, conforme existia na Roma Imperial. 
 
os suseranos eclesiásticos não mantinham a servidão nos seus domínios, mas sim o trabalho 
livre. 
 
os suseranos leigos, formados pela grande nobreza fundiária, distinguiam juridicamente os 
servos que trabalhavam nos campos, dos que produziam nas cidades e dos que trabalhavam 
em manufaturas de sua propriedade. 
 
as principais instituições sociais que sustentavam as relações entre senhores e servos eram 
de origem muçulmana, oriundos da longa presença árabe na Europa Ocidental. 
Respondido em 15/10/2020 10:01:00 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
3 
 Questão 
 
O Ano Mil foi bastante simbólico para o homem medieval. Crédulo em sua essência, aguardava com 
ansiedade e temor este evento. Sobre o Ano Mil é correto afirmar: 
 
 não houve nada de diferente neste contexto; essa ideia é mais uma falácia criada pelos 
iluministas. 
 ocorreram, segundo estudiosos, vários atos de violência, suicídios. Afinal, os homens 
medievais aguardavam o fim do Mundo. 
 
foi chamado assim porque marca a substituição do calendário gregoriano pelo juliano. 
 
nada ocorreu. A maior parte da população europeia já estava se afastando 
progressivamente da Igreja Católica. 
 
o pânico foi isolado. Apenas aqueles que viviam perto do Vaticano, ou seja, ao lado da 
Igreja temiam as consequências. 
Respondido em 15/10/2020 10:03:45 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Na Época Medieval temos o conhecimento de três grupos sociais, as Três Ordens, que 
representam como a sociedade era dividida e entendida naquele período. São eles: 
I- Aqueles que oram - os Religiosos. 
II- Aqueles que pensam - os Filósofos e pensadores livres a serviço da circulação de novas 
idéias pelos burgos. 
III - Aqueles que lutam - Os Cavaleiros, que defendiam os limites dos feudos e burgos 
IV- Aqueles que trabalham - Camponeses 
Estão certas: 
 
 Somente I-II 
 
Somente I-IV 
 Somente I-III-IV 
 
Somente II-III-IV 
 
Somente I - II - III 
5 
 Questão 
 
Como era a caracterizada a sociedade feudal? 
 
 Com grande mobilidade social, era fortemente hierarquizada e dividida em três grupos 
(clero, nobres e camponeses). 
 Com pouca mobilidade social, era fortemente hierarquizada e dividida em três grupos (clero, 
nobres e camponeses). 
 
Com grande mobilidade social, pouco hierarquizada e dividida em três grupos (clero, nobres 
e camponeses). 
 
Com pouca mobilidade social, pouco hierarquizada e dividida em quatro grupos (clero, 
nobres, escravos e camponeses). 
 
Com pouca mobilidade social, era fortemente hierarquizada e dividida em quatro grupos 
(clero, nobre, escravos e camponeses). 
Respondido em 15/10/2020 10:10:08 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
6 
 Questão 
 
Na sociedade feudal, o vínculo humano característico foi o elo entre subordinado e chefe mais 
próximo. De escalão em escalão, os nós assim formados uniam, tal como se se tratasse de cadeias 
infinitamente ramificadas, os menores e os maiores. A própria terra só parecia ser uma riqueza tão 
preciosa por permitir obter homens, remunerando-os." (BLOCH, Marc. A Sociedade Feudal.) O texto 
descreve a: 
 
 hierarquia eclesiástica da Igreja Católica; 
 
organização política das cidades medievais. 
 
relação de tipo comunitário dos camponeses; 
 relação de suserania e vassalagem; 
 
hierarquia nas corporações de ofício; 
 
AULA 7 
1 
 Questão 
 
Os séculos XII, XIII provocam uma série de transformações nas relações de poder no contexto 
europeu. Analisando o caso de João Sem Terra na Inglaterra, temos um bom exemplo desses novos 
arranjos. A assertiva que melhor define a situação de seu reinado a partir dessas transformações é: 
 
 Ele determina um novo modelo de administração, equacionando a cobrança de impostos, 
tornando a produção coorporativa e hierarquizando a sociedade. 
 
Ele se associa à nobreza e expropria todos os bens da Igreja, instituindo uma nova 
religião autônoma ao Catolicismo. 
 Ele enfrenta uma revolta de nobres apoiados pela Igreja que condiciona sua permanência 
como rei à assinatura do documento Carta Magna. 
 
Ele se associa à Igreja e estabelece uma monarquia de natureza bizantina, uma espécie 
de Cesaropapismo, o que desagrada aos nobres. 
 
Ele enfrenta um penoso conflito externo que viria a ser denominado de Guerra das Duas 
Rosas e estabeleceria o Estado Absolutista Inglês. 
Respondido em 15/10/2020 10:13:42 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Nos séculos XII e XIII, a Europa cristã empenhou-se numa vasta campanha contra o mundo 
muçulmano. Foram alegados para este empreendimento, a necessidade de recuperar os lugares 
santos e assegurar o controle das rotas de peregrinação. Essas expedições bélicas, conhecidas como 
cruzadas, contribuíram: 
 
 Para o surgimento de novas religiões como o anglicanismo e luteranismo. 
 
Para o fortalecimento dos senhores feudaisque passaram a administrar as ligas 
hanseáticas no Báltico. 
 
Para o congraçamento de forças antagônicas como a burguesia e o proletariado. 
 
Para o nascimento de uma nova forma de governo com forte participação dos servos e 
vilões. 
 Para o fomento do comércio e da navegação no Mediterrâneo e para a ascensão da 
burguesia na Europa. 
Respondido em 15/10/2020 10:13:44 
 
 
 
3 
 Questão 
 
O crescimento das cidades foi um fenômeno característico da Baixa Idade Média Ocidental. A Igreja, 
contudo, teve uma atitude muitas vezes apreensiva em relação às atividades e personagens 
encontrados nas cidades. O espaço urbano representava para a Igreja: 
 
 O lugar da salvação terrestre representado no seu auge pela Jerusalém celeste e pelo 
Paraíso Terrestre 
 
O lugar privilegiado para a salvação dos cristãos, posto que somente através do trabalho, 
especialmente nos navios comerciais e tabernas, poderiam alcançar a purificação da alma 
 O lugar das atividades que buscavam o lucro, especialmente condenado pela Igreja e, além 
disso, o lugar do pecado em função da presença de tabernas, prostitutas e pregadores 
urbanos que poderiam representar ameaças ao poder eclesiástico 
 
O lugar do lucro e da usura, que a Igreja incentivava no intuito de aumentar suas riquezas e 
o luxo dos clérigos, especialmente em Roma 
 
O lugar dos personagens católicos e mendicantes, que pregaram po fim do comércio e das 
atividades que geravam lucro para os ricos 
Respondido em 15/10/2020 10:16:18 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Como uma das formas de reagir contra a influência laica nos cargos eclesiásticos, surgiu na região 
de Borgonha o mosteiro de Cluny. Tornando-se posteriormente uma poderosa ordem monástica, 
tinha como prerrogativa: 
 
 A independência frente aos poderes locais e a vinculação direta a Santa Sé. 
 
O direito de nomeação dos bispos para o arcebispado cada região ficava a cargo do abade 
do mosteiro cluniacense ali instalado. 
 
A adoção da regra franciscana adaptada para as especificidades locais de cada uma de 
suas 1200 casas. 
 
A preparação de monges pregadores para combater os movimentos religiosos 
considerados heréticos. 
 
O fornecimento de monges preparados militarmente para combater nas cruzadas no 
Oriente. 
Respondido em 15/10/2020 10:16:21 
 
 
 
5 
 Questão 
 
"PRIMEIRA REGRA DOS IRMÃOS MENORES Composta pelo bem-aventurado Francisco [de Assis] e 
aprovada sem bula pelo senhor papa Inocêncio. (...) 19. QUE OS IRMÃOS VIVAM COMO CATÓLICOS 
Todos os irmãos sejam católicos, vivam e falem como católicos. Se, porém, um deles, por palavras 
ou por atos, pecar contra a fé e a vida católica, sem querer se emendar, seja definitivamente 
expulso de nossa fraternidade. Consideramos todos os clérigos e todos os religiosos como nossos 
mestres, no que concerne à salvação de nossa alma e não se opuser à nossa regra, e respeitemos 
no Senhor a sua ordenação, seu ofício e seu ministério." 
(FRANCISCO DE ASSIS. Primeira regra dos irmãos menores. In: Regras dos monges. Pacômio, 
Agostinho, Bento, Francisco de Assis, Carmlo. São Paulo: Edições Paulinas, 1993. p. 165) 
 
Com base no texto acima, marque a alternativa correta: 
 
 Os franciscanos tinham o aval do papa para não obedecerem e destituírem os clérigos 
que fossem contrários à Ordem Franciscana. 
 A atuação de Francisco de Assis e de seus seguidores respeitava a hierarquia eclesiástica 
e a doutrina ortodoxa católica. 
 
A autoridade de Francisco de Assis e de seus sucessores perante seus seguidores era 
equivalente à autoridade papal. 
 
Ao aceitar a Primeira Regra, o papa Inocêncio concordava com que os franciscanos só se 
subordinassem aos seus superiores na Ordem. 
 
A Primeira Regra determinava com que os franciscanos procurassem um mestre, que 
poderiam ser qualquer religioso ou clérigo. 
Respondido em 15/10/2020 10:16:25 
 
 
 
6 
 Questão 
 
No século XIII, o papa Inocêncio III pregou uma Cruzada contra um grupo de hereges do sul da 
França que dispunha de uma Igreja organizada. Qual grupo era esse? 
 
 Cátaros. 
 
Arianos. 
 Valdenses. 
 
Maniqueístas. 
 
Donatistas. 
Respondido em 15/10/2020 10:14:12 
 
 
 
7 
 Questão 
 
"Num primeiro momento, não há equivalência entre nobreza e cavalaria, pois numerosos não-
nobres são designados cavaleiros. Entretanto, pouco a pouco, opera-se uma fusão entre esses 
grupos de origens diferentes: mesmo se a unificação jamais é perfeita, pode-se concluir por uma 
tendência à assimilação entre nobreza de antiga linhagem e nova cavalaria (os termos miles e 
nobilis tendem a ser sinônimos)." 
(BASCHET, Jérôme. A civilização feudal: do ano 1000 à colonização da América. São Paulo: Globo, 
2006. p. 111) 
Com base no texto acima, marque a alternativa correta: 
 
 Os títulos de cavaleiros dos não-nobres foram revogados ao longo do tempo. 
 O título de cavaleiro tornou-se elemento característico da nobreza medieval. 
 
Aos poucos, a cavalaria substituiu a linhagem como critério de nobreza. 
 
Os nobres e os cavaleiros aliaram-se e ofereceram seus títulos uns aos outros. 
 
Os novos cavaleiros tornaram-se nobres por meio de alianças matrimoniais. 
Respondido em 15/10/2020 10:14:17 
 
 
 
8 
 Questão 
 
No século XI, a situação na região do Império Bizantino estava muito complicada. Problemas nas 
fronteiras, questões políticas, o império estava diminuindo cada vez mais. Neste contexto, teve início 
o movimento das Cruzadas. Assinale a alternativa que melhor caracteriza as razões para o início 
deste movimento: 
 
 a Igreja Católica percebe que os 
judeus e muçulmanos estão 
obtendo inúmeras conversões na 
região de Bizâncio e decide agir. 
 
os muçulmanos tomaram 
Constantinopla e o imperador 
bizantino fora capturado por eles 
 
o imperador bizantino assume os 
dogmas monofisistas e provoca 
uma reação instantânea da 
Igreja. 
 
os mercadores venezianos 
desejavam dominar o Iraque e 
convocaram o apoio da Igreja 
nessa invasão. 
 o imperador bizantino envia uma 
carta para Urbano II, dizendo 
que estava em apuros com os 
turcos avançando e tomando 
seus territórios, 
1 
 Questão 
 
Ao longo dos séculos XII e XIII, a Igreja Católica promove uma série de reformas significativas na 
tentativa de obter mais controle sobre seus cargos. Podemos citar como elementos dessas reformas 
os seguintes pontos: 
 
 o papado deveria ser o centro do poder eclesiástico e seus auxiliares seriam os cardeais. 
 
submissão total dos membros da Igreja ao poder real e instituição de novos postos 
eclesiásticos. 
 
ampliação do poder do rei no que se relaciona à nomeação de bispos e papas. 
 
composição de concílio de bispos que ajudaria os monarcas a comandar as dioceses. 
 
reaproximação da Igreja Ocidental com a Igreja Ortodoxa de Constantinopla. 
Respondido em 15/10/2020 10:19:40 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Os estudiosos indicam uma relação próxima entre o movimento cruzadista e o renascimento urbano 
europeu. Essa relação pode ser resumida da seguinte maneira: 
 
 a população dos feudos passou a abandonar suas terras considerando as cidades mais 
atraentes. Isso provocou a ruína total da atividade feudal. 
 
muitos fugitivos dos conflitos cruzadistas passaram a buscar refúgio na Europa aumentando 
a população das cidades. 
 novas rotas de comércio são estabelecidas a partir do contato com os povos da região em 
que as Cruzadas se desenrolava, dinamizando as cidades. 
 
Os muçulmanos ocuparam as principais cidades europeias levando seu modo de viver para a 
região o que provocou um incremento do interesse por essas áreas. 
 
as cruzadas provocaram uma imensa mortalidade. A população rural amedrontada buscava 
as cidades por julgá-las menos acessíveis aos invasores muçulmanos. 
Respondido em 15/10/2020 10:19:43 
 
 
 
3 
 Questão 
 
A respeito da igreja católica no período medieval, considere os itensabaixo: 
 
I - A Igreja teve papel central na sociedade medieval, ela tinha não só o poder espiritual como o 
poder temporal, por isso a Igreja, pouco a pouco, foi se transformando na maior proprietária de 
terras da Europa e construindo fortes vínculos com a estrutura feudal. 
II - Devido ao apego de alguns membros da Igreja à terra e aos bens materiais, surgiram ordens 
que procuravam afastar seus membros das tentações do mundo. Distinguiu-se, a partir de então, o 
clero secular do clero regular. 
III - A ordem beneditina, existente ainda hoje, fazia parte do clero regular. Essa ordem vivia de 
acordo com a Regra de São Bento que determinava como os monges deveriam viver nos mosteiros. 
IV - Os mosteiros e abadias medievais preservaram e restauraram textos antigos da herança greco-
romana. 
 
Estão corretas: 
 
 Apenas I, III e IV. 
 
Apenas I e IV. 
 
Apenas I, II e III. 
 
Apenas I, II e IV. 
 
Apenas II, III e IV. 
Respondido em 15/10/2020 10:19:46 
 
 
 
4 
 Questão 
 
O século XII foi o ápice de uma crise religiosa que teve como consequência uma série de medidas 
tomadas pela Igreja Católica que passou para a historiografia como a Reforma Gregoriana. Como 
elemento pertinente à crise, temos: 
 
 A diminuição do papel assistencial das ordens mendicantes. 
 A prática da simonia, com a influência desmedida dos leigos sobre as nomeações de 
dignitários da Igreja. 
 
O surgimento de heresias como os hussitas, os luteranos e os calvinistas. 
 
A retomada do ideal do anacoretismo como via consensual de perfeição espiritual. 
 
O fortalecimento do ideal beneditino baseado na prática do ora e labora, em detrimento das 
ordens mendicantes mais preocupadas e próximas dos problemas do mundo exterior aos 
mosteiros. 
Respondido em 15/10/2020 10:17:18 
 
 
 
5 
 Questão 
 
O período entre os séculos XI e XIII é chamado por Jaques Le Goff de "bela Idade Média", por nos 
apresentar uma Idade Média que oscila entre o maravilhoso e o religioso, uma Idade Média que 
apresenta seus honrados cavaleiros, seus castelos, suas fantásticas aventuras. É a Idade Média dos 
contos de fada, em que mito e realidade se misturam, em que, na medida em que se fortalecem os 
espaços urbanos, passam a circular histórias fantásticas, sejam de santos, que tem peças realizadas 
nos mais diversos locais, ou seres diabólicos e mitológicos. É o momento também da literatura de 
corte, romanesca. No entanto, essas estórias, nos revelam um pouco do cotidiano das cidades, dão 
vozes a seres até então abandonados. Este é o momento da Idade Média em que encontramos os 
marginais, entre os quais as mulheres. Um dos indícios da mudança do discurso sobre o feminino 
são. 
 
 Não há mudança significativa. As mulheres estavam fora da preocupação eclesiásticas, 
devendo ser controladas por conta da sua imensa fragilidade, revelada desde Eva. 
 O fortalecimento ao culto de Madalena, um modelo feminino mais palpável que o modelo 
Mariano. 
 
A adulação as damas da corte, que passaram a aparecer como mulheres espertas como 
Guinevere e Isolda. 
 
Existe um aumento da santificação feminina e o discurso transforma a Igreja na esposa de 
Cristo, dando a mulher um papel destacado, era a forma de aumentar o número de 
cristãos na cidade. 
 
O discurso de aceitação sobre a prostituição, que passou a ser homogêneo. 
Respondido em 15/10/2020 10:19:52 
 
 
 
6 
 Questão 
 
Sobre o movimento das Cruzadas, em que a Igreja Católica procurou retomar as "terras santas" dos 
mouros, assinale a opção correta. 
 
 Do ponto de vista militar, as Cruzadas obtiveram êxito total contra os mouros, expulsando-
os da Europa e da Terra Santa 
 
A Cruzadas foram financiadas unicamente com recursos da Igreja e não tinham fins 
comerciais. 
 
As Cruzadas não ampliaram as possibilidades do comércio europeu no Oriente. 
 
Os senhores feudais que financiavam as Cruzadas eram recompensados unicamente com 
títulos religiosos. 
 As Cruzadas ampliaram as possibilidades do comércio europeu na Ásia. 
Respondido em 15/10/2020 10:19:54 
 
 
 
7 
 Questão 
 
O Papa João Paulo II pediu perdão ao mundo por todas as atrocidades ocorridas durante as 
Cruzadas. Qual das alternativas abaixo corresponde às características desse movimento? 
 
 As Cruzadas foram a organização de um grande exército cristão para a tomada de 
Jerusalém. Foi liderada por reis, como Ricardo Coração de Leão, e líderes eclesiásticos como 
Guilherme Marechal e os Templários; 
 A complexidade do movimento não pode ser explica em um objetivo, mas uma série de 
confluências que posteriores ao seu início ganhou a denominação de Cruzadas. 
 
As Cruzadas tinham seu caráter unicamente restrito à questão religiosa; 
 
As Cruzadas foram uma contra-ofensiva da cristandade diante do avanço dos persas: 
 
As Cruzadas tiveram seus objetivos efetivados com a tomada da Terra Santa de volta aos 
domínios da cristandade; 
 
AULA 8 
1 
 Questão 
 
Assinale a alternativa correta. Acerca das cruzadas podemos afirmar que: 
 
 Foi um movimento puramente religioso. 
 
Embora sejam um fato histórico importante, as Cruzadas não têm relação direta com as 
transformações políticas e sociais que ocorreram no período medieval. 
 
Reduziu as possibilidades de trocas no mediterrâneo, afastando o mundo europeu do 
lucrativo comércio Oriental. 
 Aqueles que voltavam das Cruzadas procuravam reproduzir os grandes castelos e 
organizações sociais vistas no mundo Oriental. 
 
Os primeiros homens que voltavam das cruzadas vieram extremamente empobrecidos e 
viram reduzir suas possibilidades de ascensão social, que antes eram muito maiores. 
Respondido em 15/10/2020 10:24:08 
 
 
 
2 
 Questão 
 
O desenvolvimento do aparelho urbano está diretamente relacionado com as funções que a cidade 
assumia na Idade Média. Além da importância das feiras e do comércio que conferiam à cidade a 
função econômica, merece destaque a função religiosa, esta última sendo executada: 
 
 pelos clérigos seculares 
 
pelos monges copistas 
 
pelo papado romano 
 
pelos grupos heréticos 
 pelas ordens mendicantes 
Respondido em 15/10/2020 10:26:54 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
3 
 Questão 
 
Assinale a alternativa correta. ¿A história do apogeu das cidades medievais está relacionada com o 
progresso da civilização material, fruto da produção de excedente agrícola e da evolução 
demográfica assistida na Europa ocidental a partir do século X. Acerca desse processo podemos 
afirmar que: 
1. A maior parte das cidades no período considerado se originam das cidades da época romana, dos 
castelos e dos mosteiros, embora também ocorra o surgimento de novos núcleos urbanos. 
2. Além da importância das feiras e do comércio, que conferem à cidade sua função econômica, 
merece destaque a função religiosa, exercida pelas ordens mendicantes. 
3. É preciso considerar primeiramente que o crescimento desses centros urbanos está diretamente 
relacionado com a centralização do poder político, havendo uma ligação direta entre a vitalidade 
urbana do ano mil e a consolidação das monarquias absolutas europeias que ocorrem no mesmo 
período. 
 
 Somente as alternativas 2 e 3 estão corretas. 
 
Todas as alternativas estão corretas 
 Somente as alternativas 1 e 2 estão corretas. 
 
Somente a alternativa 2 está correta. 
 
Somente as Alternativas 1 e 3 estão corretas 
Respondido em 15/10/2020 10:26:58 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Leia as frases abaixo e marque a opção correta correspondente: 
"A prostituição não era plenamente condenada na Idade Média, os posicionamentos da Igreja vão e 
vem em relação à necessidade de sua existência. Grupos argumentavam que elas eram um mal 
necessário". 
"A igreja dava ênfase na regeneração das prostitutas, incentivando-as a se casarem e abandonarem 
a profissão. O papa Inocêncio III oferecia a remissão dos pecados a quem se casasse, com elas". 
Sobre o papel dasprostitutas no cenário medieval, de acordo com as ideias expressas acima, é 
correto afirmar: 
 
 
a Igreja condenava a prostituição para que os clérigos não a visitassem, movidos pelas 
pressões sexuais do celibato e pudessem casar-se livremente. 
 a Igreja via a prostituição como um "mal necessário', pois permitia ao homem aliviar sua 
tensão sexual sem macular as mulheres tidas por honestas. 
 
a prostituição não era plenamente condenada pela Igreja por ser uma atividade muito 
rentável, assim, o casamento era desprezado. 
 
a posição flexível da Igreja ante a prostituição visava não condenar inteiramente a mulher, 
já bem explorada no casamento. 
 
a prostituta era condenada pela Igreja pelo simples fato de ser mulher, mas se casasse 
poderia ser santa. 
Respondido em 15/10/2020 10:27:57 
 
 
 
5 
 Questão 
 
Assinale a alternativa correta. As mudanças sofridas pela Igreja causaram reflexos na construção da 
igrejas e ao longo dos séculos XII e XIII vemos o crescimento do Gótico como estilo arquitetônico. 
Sobre esse estilo podemos afirmar que: 
 
 Uma das características mais peculiares dos estilo gótico são as formas arredondadas e 
compactas. 
 
O gótico é um estilo essencialmente rural. 
 A luz é utilizada como elemento vital de suas construções, 
 
A ausência de espaços reservados como as tribunas tornaram as igrejas góticas famosas 
por não favorecerem a divisão entre ricos e pobres. 
 
O ambiente interno das igrejas em estilo gótico são espaços escuros e tenebrosos, e por 
isso são elas consideradas um símbolo da época medieval. 
Respondido em 15/10/2020 10:28:06 
 
 
 
6 
 Questão 
 
A prostituição não era plenamente condena da Idade Média, o posicionamento da Igreja transitava 
entre a conivência e a proibição. Desta forma, podemos afirmar que no medievo, a prostituição foi 
encarada como: 
 
 um mecanismo de controle sobre as mulheres: 
 uma espécie de "mal necessário" 
 
uma espécie de esgoto, feio, mas santificado 
 
elemento rebelde e sem controle das cidades 
 
instrumento de perturbação da ordem social 
Respondido em 15/10/2020 10:28:09 
 
 
 
7 
 Questão 
 
As mulheres na Idade Média passaram por várias adversidades graças ao papel subalterno que 
ocupavam. Exemplo de marginalizadas, temos as prostitutas, cuja atuação era constantemente 
avaliada pelos membros da Igreja. Sobre a prostituição medieval é correto afirmar que: 
 
 foi sempre condenada pela Igreja como uma prática demoníaca e nociva à sociedade. 
 
sempre foi aceita pois havia o discurso de que algumas mulheres só serviam para exercer 
esse papel. 
 não foi sempre condenada. Os posicionamentos da Igreja mudaram de acordo com a 
necessidade e o contexto. 
 
era uma atividade disseminada por toda Europa, mas exercida apenas por mulheres 
estrangeiras. 
 
é uma prática vigente apenas até o século VIII. Depois passou a ser perseguida. 
Respondido em 15/10/2020 10:25:42 
 
 
 
8 
 Questão 
 
O pensamento filosófico da Idade Média, intensamente influenciado pelo cristianismo, amparou-se 
na fé e em dogmas religiosos. As bases filosóficas do período medieval foram representadas pelo 
pensamento de: 
 
 Santo Agostinho e São Tomás de Aquino 
 
Santo Inácio de Loyola e São Francisco de Sales 
 
Santo Inácio de Loyola e São Francisco de Assis 
 
Santo Tomás de Aquino e São Francisco de Assis 
 
Santo Agostinho e Santo Inácio de Loyola 
 
1 
 Questão 
 
O crescimento do comércio e das cidades na Baixa Idade Média: 
 
 permitiu o desenvolvimento do trabalho livre, isento de quaisquer restrições; 
 
consolidou as estruturas feudais, como a economia de subsistência e a suserania; 
 
criou uma infra-estrutura tão adequada, que provocou intenso êxodo rural 
 
expandiu as atividades agrícolas, com o declínio do uso de moedas nas trocas; 
 fez surgir um novo grupo social, ligado às atividades artesanais e mercantis; 
Respondido em 15/10/2020 10:32:37 
 
 
 
2 
 Questão 
 
O estilo artístico denominado Gótico surgiu no medievo como uma resposta da Igreja às grandes 
cidades, buscando marcar seu lugar e função social. Nesse sentido, os prédios crescem e a 
arquitetura e a engenharia alcançam grandes progressos. Um dos fenômenos marcantes do estilo 
arquitetônico gótico, é: 
 
 pequenas construções religiosas 
 
as salas sombrias das Igrejas 
 os arcos de Ogiva das catedrais 
 
os mosaicos tridimensionais 
 
construções em formato de cruz 
 
AULA 9 
1 
 Questão 
 
A historiografia, acerca do aumento demográfico ocorrido a partir do século X, analisa algumas 
hipóteses explicativas para este fenômeno. Assinale a afirmativa em que encontramos alguns 
indícios deste aumento populacional: 
 
 No incremento das rotas comerciais, a extinção dos laços de dependência dentro dos 
senhorios e a decréscimo da população urbana. 
 
No aumento da taxa de mortalidade advinda da chegada da Peste Negra, nos arroteamentos 
dentro e fora do ocidente e na melhor qualidade de alimentação. 
 
No fim do movimento cruzadista, no aparecimento de novas técnicas como a charrua e o 
moinho de vento e na desaleração da atividade comércio. 
 Nos movimentos migratórios, nos arroteamentos, na expansão do uso da terra e no 
crescimento da população das cidades. 
 
No declínio da taxa de mortandade, na implementação do rodízio bienal das culturas, no 
abandono do estilo gótico em favor do românico que favorecia a construção de grandes 
catedrais e no fim dos movimentos migratórios. 
Respondido em 15/10/2020 10:48:28 
 
 
 
2 
 Questão 
 
Em função de sua antifeudalidade e seu anticlericalismo, foi nas cidades que se concentraram todas 
as formas de marginalidade social. Dentre estas, podemos citar o surgimento de movimentos de 
espiritualidade leiga que acabaram por serem considerados pela Igreja como heresias. As heresias 
dos séculos XII e XIII, como o catarismo, tiveram como principal característica: 
 
 Retomar os ideais das heresias do início da Idade Média como o monofisismo. 
 
Contestar a adoração dos santos e das imagens religiosas. 
 Serem essencialmente movimentos sociais de contestação da autoridade papal, que 
viviam dentro do ideal da vita apostolica. 
 
Debater a natureza da figura de Jesus Cristo e o dogma da Trindade. 
 
Representar exclusivamente os anseios de liberdade da ordo dos laboratores. 
Respondido em 15/10/2020 10:48:33 
 
 
 
3 
 Questão 
 
Sobre as transformações na educação, de um modelo romano para um eclesiástico, é correto 
afirmar que: 
 
 O monopólio que a Igreja busca das escolas e da educação, negando a qualquer segmento 
social este direito 
 
a tradição eclesiástica bebeu somente em elementos helênicos e gregos. 
 
Que não há um processo de empobrecimento dos conteúdos por conta do direcionamento 
eclesiástico 
 
houve o desaparecimento da escolas romanas de uma hora para outra com o fim do 
Império. 
 
Que as escolas romanas deixarão de ser o modelo para o sistema de formação do clero 
Respondido em 15/10/2020 10:51:08 
 
 
 
4 
 Questão 
 
Sobre a Baixa Idade Média indique o item correto: 
 
 Não ocorreram avanços tecnológicos pois o trabalho era realizado por servos. 
 
Ocorreu um esfacelamento do poder monárquico, ficando todo o poder social nas mãos da 
Igreja. 
 
Nos domínios dos senhores, o pagamento em dinheiro foi totalmente abolido e só a Igreja 
possuía moedas de ouro e prata. 
 
A ligação entre Igreja e cultura passou a ser controlada pelo governo leigo. 
 A sociedade estava dividida em: clero, nobreza leiga, servos, vilões e comerciantes. 
Respondido em 15/10/2020 10:48:40 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
5 
 Questão 
 
Leia as afirmativas e marque a opção correta correspondente: I - Portugal não existia até o século 
XII, era apenas uma região conhecida como "Portucale" II - Os poderes locais eram marcadamente 
militares, mas lideradospelos muçulmanos estrangeiros III - Afonso Henrique assina um acordo de 
fidelidade com o rei de Castela, um nobre da região 
 
 apenas as alternativas I e II estão corretas 
 apenas as alternativas I e III estão corretas 
 
apenas a alternativa III está correta 
 
apenas a alternativa I está correta 
 
apenas a alternativa II está correta 
Respondido em 15/10/2020 10:48:44 
 
 
 
6 
 Questão 
 
O crescimento populacional na Europa ocidental, a partir do século XI, implicou dificuldades sociais, 
devido à 
 
 descentralização política feudal, que impedia a livre circulação da mão-de-obra. 
 
população exígua das cidades medievais, comprimidas no interior de muralhas. 
 
mentalidade teocêntrica típica da Idade Média, que condenava o trabalho produtivo. 
 
regulamentação das Corporações de Ofício, que proibia a formação de artesãos. 
 baixa produtividade da economia medieval e a sua limitada possibilidade de expansão. 
Respondido em 15/10/2020 10:51:18 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
7 
 Questão 
 
Durante a Idade Média, a Igreja Cristã guiava todos os passos do homem comum, 
desde o seu nascimento ao sepultamento, educando as crianças e orientando os 
adultos. As paróquias constituíam-se como importantes unidades administrativas. No 
concernente à influência da Igreja Cristã durante a Idade Média, analise as 
afirmativas constantes dos itens abaixo e assinale a alternativa CORRETA: 
 
I - A Igreja regulava boa parte das práticas sociais do período, inclusive em relação 
ao casamento e às relações familiares; 
 
II - A Igreja monopolizou o ensino até o século XVI, fazendo com que o período 
medieval fosse iletrado; 
 
III - Os clérigos defendiam a monarquia feudal centralizada, forte e absoluta, graças 
ao Direito Divino, usado também para justificar as relações de dominação entre 
senhores e servos; 
 
IV - A Igreja foi capaz de resistir à queda do Império Romano do Ocidente graças à 
sua capacidade de manter-se centralizada e hierarquizada. 
 
V - Interferia até nas relações econômicas, ao condenar a prática da usura. 
 
Assinale a alternativa CORRETA: 
 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens I e III estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens II e IV estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens I, II e V estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens III, IV e V estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens I, IV e V estão corretas. 
Respondido em 15/10/2020 10:48:52 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
8 
 Questão 
 
No século XII, há documentos que apresentam uma tradução do Pentateuco para o português 
arcaico, no cenário geral da história da Igreja medieval, isto evidencia que: 
 
 mesmo a Igreja sendo urbana, 
todas as pregações ainda 
eram em latim bárbaro 
 que a hegemonia da liderança 
católica havia sido rompida 
antes da crítica luterana 
 
mesmo sem entender nada, as 
prostituas e os judeus 
converteram-se ao 
cristianismo 
 
que a hegemonia do controle 
da Igreja rompeu-se só no 
século XVI 
 
que a Igreja buscou construir 
um quadro de discórdia 
interna para dominar melhor 
1 
 Questão 
 
A escolástica foi um movimento que ganhou força entre os clérigos medievais, sobretudo, a partir do 
século XII, com Tomás de Aquino. A premissa principal de ação deste teólogo, assim como, dos 
demais integrantes do movimento escolástico era: 
 
 a necessidade de estudar a Bíblia para ser clérigo 
 
a ideia de que conhecer a Deus só estava acessível aos universitários 
 
o estudo da teologia deveria ser obrigatório a todo cristão 
 alcançar a Deus pelo exercício da razão. 
 
estudar a filosofia para entender o mundo que se vive 
 
AULA 10 
1 
 Questão 
 
OS SÉCULOS XIV E XV PODEM SER CONSIDERADOS COMO UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO ENTRE A 
IDADE MÉDIA E A MODENA, POIS A EUROPA ENFRENTOU SÉRIA CRISE RELACIONADA COM O 
TRINÔMIO: FOME, PESTE E GUERRA. SENDO ASSIM, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 APESAR DA CRISE QUE A FOME, A PESTE E A GUERRA GERARAM, O MUNDO MEDIEVAL 
SOBREVIVEU COM SUAS ESTRUTURAS INABALÁVEIS. 
 
A FOME, A PESTE E A GUERRA, SÃO CARACTERÍSTICAS SUFICIENTES PARA 
ENTENDERMOS OS PROCESSOS HISTÓRICOS OCORRIDOS NA IDADE MÉDIA. 
 
O FEUDALISMO GEROU MUITAS CRISES, POIS O SISTEMA DE SUBSISTÊNCIA ERA FALHO 
NO SUSTENTO DE UMA SOCIEDADE COM GRANDE CONTINGENTE POPULACIONAL. 
 A FOME, A PESTE E A GUERRA APRESENTAM UM QUADRO PROBLEMÁTICO, QUE PODE SER 
ENCONTRADO EM QUALQUER OUTRA SOCIEDADE E NÃO SÓ A MEDIEVAL. 
 
CRISES FORAM CONSTANTES NO MEDIEVO, POR ISSO, A IDADE MODERNA SIGNIFICOU 
UMA RUPTURA DRÁSTICA COM AQUELA REALIDADE. 
Respondido em 15/10/2020 11:05:55 
 
 
 
2 
 Questão 
 
"Irmãos humanos que ainda viveis, Não sejais corações endurecidos; Tendo pena de nós, pobres, 
talvez De Deus sereis mais cedo merecidos. Vede os pescoços, cinco ou seis, torcidos; A carne, que 
sorveu tanto alimento, Está hoje devorada em fermento, E, ossos, cinza e pó vamos volver. 
Ninguém ria de tal padecimento: Chamai a Deus a nos absolver." 
(Balada dos enforcados, 1463) 
 
Os séculos XIV e XV oferecem uma série de novas propostas em um mundo em que as instituições, 
sem dúvida estão sendo repensadas, Humanistas, universidades, o comércio, os novos monarcas, 
convivem com fomes e guerras, e uma peste que parecia ter mais apetite do que qualquer outra, 
até então. Estas transformações vão gerir conflitos dentro da instituição eclesiástica, gerando 
formas de pensamento divergentes e conflitantes. Sobre estes podemos afirmar que: 
 
 A Igreja era fervorosa dominadora e com a Inquisição trabalhava para se opor a qualquer 
poder. 
 A Igreja se dividia em um ascetismo moral e um novo secularismo urbano. 
 
A Igreja vivia um momento de enfraquecimento após não conseguir resolver com seu 
discurso os problemas da peste. 
 
A Igreja era um algoz poderoso, escolhia reis e quem deveria ser executado dominando 
inteiramente o mundo medieval, sendo o maior de todos os senhores feudais. 
 
A Igreja vivia um momento de renovação que possibilitou sua oposição aos novos tiranos 
ocidentais. 
Respondido em 15/10/2020 11:08:29 
 
 
 
3 
 Questão 
 
A partir de 1348, irrompeu na Europa, proveniente do continente asiático, a chamada Peste Negra. 
Seu efeito foi devastador, chegando a provocar a morte de mais de 25% da população européia 
durante o século XIV. Sobre a Peste Negra, podemos afirmar que: 
 
I. comunidades judaicas foram responsabilizadas pela epidemia e perseguidas pelos cristãos, que 
acionavam o sentimento antijudaico existente na Idade Média. 
II. a epidemia foi responsável pela recuperação econômica da Europa medieval após séculos de 
retração e crises de abastecimento. 
III. a epidemia provocou a busca de novas terras protegidas do contágio com a peste, resultando na 
conquista do norte da África e da Palestina pelos europeus. 
IV. a epidemia freou o processo de dissolução do feudalismo e provocou a implementação de 
práticas escravistas em toda a Europa Ocidental. 
 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões): 
 
 I, apenas. 
 
I e II, apenas. 
 
I e III, apenas. 
 
II e III, apenas. 
 
II, apenas. 
Respondido em 15/10/2020 11:06:00 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
4 
 Questão 
 
A peste, a fome e a guerra constituíram os elementos mais visíveis e terríveis do que se conhece 
como a crise do século XIV. Como conseqüência dessa crise, ocorrida na Baixa Idade Média: 
 
 o feudalismo entrou em colapso no campo, manteve sua dominação sobre a urbana até o 
fim do Antigo Regime; 
 
o campesinato, que estava em vias de conquistar a liberdade, voltou novamente a cair, por 
mais de um século, na servidão feudal; 
 
entre as classes sociais, a nobreza foi a menos prejudicada pela crise, ao contrário do que 
ocorreu com a burguesia. 
 o processo de centralização e concentração do poder político intensificou-se até se tornar 
absoluto, no início da modernidade;o movimento de reforma do cristianismo foi interrompido por mais de um século, antes de 
reaparecer com Lutero e iniciar a modernidade; 
Respondido em 15/10/2020 11:06:03 
 
 
 
5 
 Questão 
 
"Afirmo, portanto, que tínhamos atingido já o ano bem farto da Encarnação do Filho de Deus, de 
1348, quando, na mui excelsa cidade de Florença, cuja beleza supera a de qualquer outra da Itália, 
sobreveio a mortífera pestilência." 
(BOCCACIO, Giovanni. Decamerão. Tradução de Torrieri Guimarães. São Paulo, Nova Cultural, 1996, 
p. 16). 
 
Sobre a Peste Negra e suas conseqüências no continente europeu, marque a alternativa correta: 
 
 A Peste Negra atingiu a Europa no ano de 1348, espalhando-se principalmente no seu 
interior. A região menos afetada pela Peste foi o norte da Itália, em decorrência das boas 
condições sanitárias de suas cidades e da ação eficaz de suas autoridades que conseguiu 
minimizar a ação da epidemia sobre a população. 
 
As conseqüências trazidas pela Peste Negra foram apenas de cunho sócio-econômico, pois 
com a morte de parte da população faltou mão-de-obra no campo e, conseqüentemente, 
houve alta considerável no preço dos produtos em função da redução de sua oferta. 
 
As conseqüências da Peste Negra foram terríveis sobre a vida da Europa medieval. Estima-
se que mais da metade de sua população, sobretudo a que habitava nas cidades, foi 
dizimada pela epidemia. 
 
As condições sanitárias das cidades medievais contribuíram de forma mínima para o avanço 
da epidemia, pois como a vida era essencialmente rural e a forma de contágio se dava por 
meio do contato com pessoas doentes, eram poucas as medidas que as autoridades podiam 
tomar. 
 A pandemia de Peste Negra surgiu em algum ponto do interior da Ásia Central, no século 
XIV, de onde teria se espalhado para o oeste até atingir a região próxima ao Mar Negro. 
Nessa região, muitos marinheiros adquiriram a doença e transportaram de navios até 
Constantinopla, Gênova, Veneza e outros portos da Europa. 
Respondido em 15/10/2020 11:06:05 
 
 
 
6 
 Questão 
 
"Retornos periódicos da peste negra, efeitos destruidores das guerras e das grandes companhias, 
Grande Cisma da Igreja: os contemporâneos tinham razões para se sentir assolados pela 
Providência e as cores outonais pintadas por Johan Huizinga não saíram do nada. O pessimismo 
invade os espíritos e o sentimento de viver em um mundo que agoniza, que chega ao seu fim, se faz 
mais presente do que nunca." 
(BASCHET, Jérôme. A civilização feudal: do ano 1000 à colonização da América. São Paulo: Globo, 
2006. p. 251-252) 
No texto acima, o historiador Jérôme Baschet apresenta os efeitos da crise do século XIV no 
imaginário medieval. Com base nas informações apresentadas, marque a alternativa correta: 
 
 Os medievais compreendiam a crise como um castigo de Deus pelas injustiças praticadas 
contra as minorias. 
 
Os medievais acreditavam estar num outono perpétuo e que as demais estações jamais 
retornariam. 
 
Os medievais reconheceram sua incapacidade de superar a crise e, por isso, tornaram-se 
pessimistas. 
 
Os medievais percebiam que seus saberes médicos e diplomáticos eram insuficientes 
para lidar com a crise. 
 Os medievais interpretavam os elementos da crise como punições de Deus e como sinais 
do Apocalipse. 
Respondido em 15/10/2020 11:08:39 
 
 
 
7 
 Questão 
 
"Eram cartéis que tinham por objetivo a eliminação da concorrência no interior 
da cidade e a manutenção do monopólio de uma minoria de mestres no 
mercado urbano" (LE GOFF, Jacques A civilização do Ocidente medieval.). 
 
Sobre as associações de importantes grupos sociais da Idade Média, o texto 
caracteriza de maneira típica: 
 
 as universidades medievais 
 
as seitas heréticas 
 as corporações de ofício 
 
a atuação das ordens mendicantes 
 
o domínio dos senhores feudais 
Respondido em 15/10/2020 11:06:10 
 
 
 
8 
 Questão 
 
OS SÉCULOS XIV E XV PODEM SER CONSIDERADOS COMO UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO ENTRE A 
IDADE MÉDIA E A MODENA, POIS A EUROPA ENFRENTOU SÉRIA CRISE RELACIONADA COM O 
TRINÔMIO: FOME, PESTE E GUERRA. SENDO ASSIM, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 A FOME, A PESTE E A GUERRA 
PRODUZIRAM UM QUADRO 
PROBLEMÁTICO NO MEDIEVO, MAS 
ESTES ELEMENTOS NÃO SÃO 
SINÔNIMOS DE IDADE MÉDIA, POIS 
PODEM SER ENCONTRADO EM 
OUTRAS SOCIEDADES. 
 
APESAR DA CRISE QUE A FOME, A 
PESTE E A GUERRA GERARAM, O 
MUNDO MEDIEVAL SOBREVIVEU 
COM TODAS AS SUAS ESTRUTURAS 
INABALADAS, GRAÇAS A ATUAÇÃO 
DOS REIS QUE AJUDAVAM A 
POPULAÇÃO A CONSEGUIR 
ALIMENTOS. 
 
A FOME, A PESTE E A GUERRA, SÃO 
CARACTERÍSTICAS SUFICIENTES 
PARA ENTENDERMOS OS 
PROCESSOS HISTÓRICOS 
OCORRIDOS EM TODA A IDADE 
MÉDIA, POIS ESTE PERÍODO FOI 
BASTANTE CONTURBADO. 
 
O FEUDALISMO GEROU MUITAS 
CRISES, POIS É UMA 
CARACTERÍSTICAS COMUM DOS 
SISTEMAS DE SUBSISTÊNCIA A 
PRODUÇÃO DE CONFLITOS NO 
CAMPO, SOBRETUDO, QUANDO 
ESTAVA EM JOGO A 
SOBREVIVÊNCIA DA POPULAÇÃO. 
 
CRISES FORAM CONSTANTES NO 
MEDIEVO, POR ISSO, A IDADE 
MODERNA SIGNIFICOU UMA 
RUPTURA DRÁSTICA COM AQUELA 
REALIDADE, POIS AS ESTRUTURAS 
MEDIEVAIS FORAM RAPIDAMENTE 
SUPERADAS COM A CHEGADA DO 
ANO DE 1453. 
1 
 Questão 
 
Sobre o imaginário medieval referente à Peste Negra, temos: 
 
 A peste era considerada como um castigo de Deus, o que gerou o aparecimento dos grupos 
de flagelantes. 
 
A peste era considerada como uma doença tratável pela medicina da época. 
 
A epidemia fez com que a Igreja permitisse o uso do conhecimento popular na cura dos 
doentes. 
 
A proliferação da doença era atribuída à derrota dos cavaleiros nas cruzadas pela retomada 
da Terra Santa. 
 
A doença era um passível de ser curada pela impostação das mãos dos reis considerados 
taumaturgos. 
Respondido em 15/10/2020 11:09:29 
 
 
 
2 
 Questão 
 
"Irmãos humanos que ainda viveis, Não sejais corações endurecidos; Tendo pena de nós, pobres, 
talvez De Deus sereis mais cedo merecidos. Vede os pescoços, cinco ou seis, torcidos; A carne, que 
sorveu tanto alimento, Está hoje devorada em fermento, E, ossos, cinza e pó vamos volver. 
Ninguém ria de tal padecimento: Chamai a Deus a nos absolver." 
(Balada dos enforcados, 1463) 
 
Os séculos XIV e XV oferecem uma série de novas propostas em um mundo em que as instituições, 
sem dúvida estão sendo repensadas, Humanistas, universidades, o comércio, os novos monarcas, 
convivem com fomes e guerras, e uma peste que parecia ter mais apetite do que qualquer outra, 
até então. Estas transformações vão gerir conflitos dentro da instituição eclesiástica, gerando 
formas de pensamento divergentes e conflitantes. Sobre estes podemos afirmar que: 
 
 
A Igreja era um algoz poderoso, escolhia reis e quem deveria ser executado dominando 
inteiramente o mundo medieval, sendo o maior de todos os senhores feudais. 
 A Igreja se dividia em um ascetismo moral e um novo secularismo urbano. 
 
A Igreja era fervorosa dominadora e com a Inquisição trabalhava para se opor a qualquer 
poder. 
 
A Igreja vivia um momento de enfraquecimento após não conseguir resolver com seu 
discurso os problemas da peste. 
 
A Igreja vivia um momento de renovação que possibilitou sua oposição aos novos tiranos 
ocidentais. 
Respondido em 15/10/2020 11:07:14 
 
 
 
3 
 Questão 
 
"Afirmo, portanto, que tínhamos atingido já o ano bem farto da Encarnação do Filho de Deus, de 
1348, quando, na mui excelsa cidade de Florença, cuja beleza supera a de qualquer outra da Itália, 
sobreveio a mortífera pestilência." 
(BOCCACIO, Giovanni. Decamerão. Tradução de Torrieri Guimarães. São Paulo, Nova Cultural, 1996, 
p. 16). 
 
Sobre a Peste Negra e suas conseqüências no continente europeu, marque a alternativa correta: 
 
 
As condições sanitárias das cidades medievais contribuíram de forma mínima para o avanço 
da epidemia, pois como a vida era essencialmente rural e a forma de contágio se dava por 
meio do contato com pessoas doentes, eram poucasas medidas que as autoridades podiam 
tomar. 
 A pandemia de Peste Negra surgiu em algum ponto do interior da Ásia Central, no século 
XIV, de onde teria se espalhado para o oeste até atingir a região próxima ao Mar Negro. 
Nessa região, muitos marinheiros adquiriram a doença e transportaram de navios até 
Constantinopla, Gênova, Veneza e outros portos da Europa. 
 
A Peste Negra atingiu a Europa no ano de 1348, espalhando-se principalmente no seu 
interior. A região menos afetada pela Peste foi o norte da Itália, em decorrência das boas 
condições sanitárias de suas cidades e da ação eficaz de suas autoridades que conseguiu 
minimizar a ação da epidemia sobre a população. 
 
As conseqüências trazidas pela Peste Negra foram apenas de cunho sócio-econômico, pois 
com a morte de parte da população faltou mão-de-obra no campo e, conseqüentemente, 
houve alta considerável no preço dos produtos em função da redução de sua oferta. 
 
As conseqüências da Peste Negra foram terríveis sobre a vida da Europa medieval. Estima-
se que mais da metade de sua população, sobretudo a que habitava nas cidades, foi 
dizimada pela epidemia. 
Respondido em 15/10/2020 11:07:33 
 
 
 
4 
 Questão 
 
OS SÉCULOS XIV E XV PODEM SER CONSIDERADOS COMO UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO ENTRE A 
IDADE MÉDIA E A MODENA, POIS A EUROPA ENFRENTOU SÉRIA CRISE RELACIONADA COM O 
TRINÔMIO: FOME, PESTE E GUERRA. SENDO ASSIM, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 
O FEUDALISMO GEROU MUITAS CRISES, POIS É UMA CARACTERÍSTICAS COMUM DOS 
SISTEMAS DE SUBSISTÊNCIA A PRODUÇÃO DE CONFLITOS NO CAMPO, SOBRETUDO, 
QUANDO ESTAVA EM JOGO A SOBREVIVÊNCIA DA POPULAÇÃO. 
 A FOME, A PESTE E A GUERRA PRODUZIRAM UM QUADRO PROBLEMÁTICO NO MEDIEVO, 
MAS ESTES ELEMENTOS NÃO SÃO SINÔNIMOS DE IDADE MÉDIA, POIS PODEM SER 
ENCONTRADO EM OUTRAS SOCIEDADES. 
 
APESAR DA CRISE QUE A FOME, A PESTE E A GUERRA GERARAM, O MUNDO MEDIEVAL 
SOBREVIVEU COM TODAS AS SUAS ESTRUTURAS INABALADAS, GRAÇAS A ATUAÇÃO DOS 
REIS QUE AJUDAVAM A POPULAÇÃO A CONSEGUIR ALIMENTOS. 
 
A FOME, A PESTE E A GUERRA, SÃO CARACTERÍSTICAS SUFICIENTES PARA ENTENDERMOS 
OS PROCESSOS HISTÓRICOS OCORRIDOS EM TODA A IDADE MÉDIA, POIS ESTE PERÍODO 
FOI BASTANTE CONTURBADO. 
 
CRISES FORAM CONSTANTES NO MEDIEVO, POR ISSO, A IDADE MODERNA SIGNIFICOU 
UMA RUPTURA DRÁSTICA COM AQUELA REALIDADE, POIS AS ESTRUTURAS MEDIEVAIS 
FORAM RAPIDAMENTE SUPERADAS COM A CHEGADA DO ANO DE 1453. 
Respondido em 15/10/2020 11:09:02 
 
 
 
5 
 Questão 
 
A peste, a fome e a guerra constituíram os elementos mais visíveis e terríveis do que se conhece 
como a crise do século XIV. Como conseqüência dessa crise, ocorrida na Baixa Idade Média: 
 
 
entre as classes sociais, a nobreza foi a menos prejudicada pela crise, ao contrário do que 
ocorreu com a burguesia. 
 
o feudalismo entrou em colapso no campo, manteve sua dominação sobre a urbana até o 
fim do Antigo Regime; 
 
o movimento de reforma do cristianismo foi interrompido por mais de um século, antes de 
reaparecer com Lutero e iniciar a modernidade; 
 o processo de centralização e concentração do poder político intensificou-se até se tornar 
absoluto, no início da modernidade; 
 
o campesinato, que estava em vias de conquistar a liberdade, voltou novamente a cair, por 
mais de um século, na servidão feudal; 
Respondido em 15/10/2020 11:09:20 
 
 
 
6 
 Questão 
 
"Eram cartéis que tinham por objetivo a eliminação da concorrência no interior 
da cidade e a manutenção do monopólio de uma minoria de mestres no 
mercado urbano" (LE GOFF, Jacques A civilização do Ocidente medieval.). 
 
Sobre as associações de importantes grupos sociais da Idade Média, o texto 
caracteriza de maneira típica: 
 
 
as universidades medievais 
 
o domínio dos senhores feudais 
 as corporações de ofício 
 
a atuação das ordens mendicantes 
 
as seitas heréticas 
Respondido em 15/10/2020 11:09:32 
 
 
 
7 
 Questão 
 
OS SÉCULOS XIV E XV PODEM SER CONSIDERADOS COMO UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO ENTRE A 
IDADE MÉDIA E A MODENA, POIS A EUROPA ENFRENTOU SÉRIA CRISE RELACIONADA COM O 
TRINÔMIO: FOME, PESTE E GUERRA. SENDO ASSIM, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 A FOME, A PESTE E A GUERRA APRESENTAM UM QUADRO PROBLEMÁTICO, QUE PODE 
SER ENCONTRADO EM QUALQUER OUTRA SOCIEDADE E NÃO SÓ A MEDIEVAL. 
 
APESAR DA CRISE QUE A FOME, A PESTE E A GUERRA GERARAM, O MUNDO MEDIEVAL 
SOBREVIVEU COM SUAS ESTRUTURAS INABALÁVEIS. 
 
A FOME, A PESTE E A GUERRA, SÃO CARACTERÍSTICAS SUFICIENTES PARA 
ENTENDERMOS OS PROCESSOS HISTÓRICOS OCORRIDOS NA IDADE MÉDIA. 
 
O FEUDALISMO GEROU MUITAS CRISES, POIS O SISTEMA DE SUBSISTÊNCIA ERA FALHO 
NO SUSTENTO DE UMA SOCIEDADE COM GRANDE CONTINGENTE POPULACIONAL. 
 
CRISES FORAM CONSTANTES NO MEDIEVO, POR ISSO, A IDADE MODERNA SIGNIFICOU 
UMA RUPTURA DRÁSTICA COM AQUELA REALIDADE. 
 
 
 
1ª fase do simulado das aulas 1 a 5 
 
 
SIMULADO 1 – NOTA 10 
1a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
O conceito de Idade Média foi estabelecido ao longo do século XVIII pelos iluministas. 
Sobre a concepção iluminista acerca do período é correto afirmar que: 
 
 os iluministas eram muito críticos em relação ao período, pois julgavam que 
apenas atrocidades haviam ocorrido. 
 
os iluministas eram imparciais: entendiam os problemas do período, mas 
exaltavam as realizações. 
 
os iluministas se percebiam como continuadores da Idade Média, por isso a 
expressão idade do meio. 
 
os iluministas eram entusiastas do período e diziam que Idade Média significava 
meio, caminho a ser tomado para o esclarecimento. 
 
os iluministas eram admiradores do período e costumavam imitar várias práticas 
desta época. 
Respondido em 15/10/2020 11:12:52 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
 
2a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Considere as afirmativas abaixo. 
I. "Segundo Tácito, essa sociedade (...) desconhecia o Estado e a cidade como 
organismos político-administrativos. O poder político estava nas mãos de uma 
Assembléia de Guerreiros, que posteriormente deu origem à nobreza medieval. O 
elemento de maior prestígio era o guerreiro, o homem livre, e a vida social centrava-se 
na tribo ou clã, ou seja, nos laços de sangue." 
II. "A base de toda a estrutura social residia no sippe - comunidade de linhagem que 
assegurava a proteção do grupo sob sua autoridade. (...) O casamento era monogâmico 
(...) A mulher dividia com o marido as tarefas de proteção ao grupo familiar (...)." 
III. "A economia dessas tribos (...) estava baseada na agricultura e na pecuária (...): 
plantavam e colhiam em grupo. Além disso, praticavam a caça e a pesca e não excluíam 
a pilhagem como atividade complementar (...)." 
IV. "A metalurgia ocupou papel importante na sociedade (...). O grande 
desenvolvimento da atividade bélica foi responsável para fabricação de armas, carros de 
combate e barcos bastantes eficientes." 
Eles identificam os costumes dos povos: 
 
 germânicos 
 
eslavos 
 
mongóis 
 
sarracenos 
 
tártaros 
Respondido em 15/10/2020 11:15:36 
 
 
3a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Na organização dos reinos germânicos notamos que suas características se diferenciam 
entre si. Neste processo podemos exemplificar com o reino Suevo, que apresenta como 
uma de suas características: 
 
 
Eram bárbaros cruéis que destruiram toda a Península Ibérica. 
 
Ter dominado a península Itálica e se mantido arianos o tempo todo. 
 
Eram vikings e se estabeleceram fazendo saques contínuos até se organizarem 
na Islândia. 
 Convertem-se ao cristianismo como forma de se aproximar da população local. 
 
Eram um grupo germânico que ocupam o norte da África e mantém a 
animosidade frente aos cristãos. 
Respondido em 15/10/2020 11:20:32 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
 
4a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A Império Carolíngio entende-se como o momento de restabelecimento do 
Império Romano do Ocidente, principalmente sob Carlos Magno (filho de 
Pepino, o Breve). Carlos Magnoestabeleceu um domínio que ia dos Pireneus a 
sudoeste (depois de 795 incluiu uma área do Norte da Península Ibérica, a 
chamada Marca Hispânica), incluía quase toda a França de hoje (mas não a 
Bretanha) e avançava para o leste sobre quase todo o território da moderna 
Alemanha, incluindo o norte da península Itálica e o que hoje é a Áustria. A 
Igreja, bispos e abades procuravam apoio no palácio real. Carlos emergia como 
o grande líder da cristandade ocidental. Nesse sentido, qual afirmativa 
expressa o caráter a expansionista da Cristandade no Império Carolíngio? 
 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio através do 
forte poderio militar dos exércitos, que aniquilaram todos os grupos considerados 
heréticos pelo Rei, preservando apenas os cristãos. 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio por sua forte 
submissão a Igreja, que indicava áreas a serem convertidas e eram, 
rapidamente, dominadas pelos exércitos Carolíngios, com a posterior construção 
de dioceses e monumentos relacionados à cultura Cristã. 
 Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio de duas 
formas: territorial (através das doações feitas por Carlos Magno a Igreja das 
áreas conquistadas) e religiosa (feita pela conversão dos povos não-cristãos 
derrotados nos conflitos). Além disso, para sedimentar o Cristianismo nessas 
regiões, assinala-se a fundação de diversas dioceses. 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio através do 
forte vínculo governativo que Carlos Magno estabeleceu com o Papa Leão III. 
Ambos dividiam o poder das áreas conquistadas, facilitando a entrada da doutrina 
cristã em todo o território ocupado por Carlos Magno. 
 
Podemos entender a expansão da Cristandade no Império Carolíngio somente 
através do movimento das Cruzadas, que perseguiram os ditos infiéis e a 
construção de dioceses para sedimentação do domínio cristão. 
Respondido em 15/10/2020 11:21:44 
 
 
5a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Ao estudarmos a Idade Média certamente nos depararemos com um território chamado 
"Germânia". Esta região era um espaço que, apesar de ter pertencido ao domínio de 
Carlos Magno, situava-se para além do Danúbio. Sobre as populações que habitavam 
esta região, podemos afirmar que: 
 
 
era de base bastante homogênea, o que comprova a tese dos germanos puros 
 populações representantes dos carolíngios e locais, tais como, alamanos, 
frísios, eslavos e outros. 
 
populações locais, tais como, alamanos, frísios, eslavos e outros e a maior 
parte de bizantinos 
 
era composta exclusivamente por germanos da linhagem pura dos vândalos 
 
a heterogeneidade estava presente, mas os povos frísios formavam a maioria 
Respondido em 15/10/2020 11:22:10 
 
 
6a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Na Época Medieval temos o conhecimento de três grupos sociais, as Três Ordens, que 
representam como a sociedade era dividida e entendida naquele período. São eles: 
I- Aqueles que oram - os Religiosos. 
II- Aqueles que pensam - os Filósofos e pensadores livres a serviço da circulação de 
novas idéias pelos burgos. 
III - Aqueles que lutam - Os Cavaleiros, que defendiam os limites dos feudos e burgos 
IV- Aqueles que trabalham - Camponeses 
Estão certas: 
 
 Somente I-III-IV 
 
Somente I-II 
 
Somente I-IV 
 
Somente II-III-IV 
 
Somente I - II - III 
Respondido em 15/10/2020 11:22:37 
 
 
7a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
O século XII foi o ápice de uma crise religiosa que teve como consequência uma série de 
medidas tomadas pela Igreja Católica que passou para a historiografia como a Reforma 
Gregoriana. Como elemento pertinente à crise, temos: 
 
 
O fortalecimento do ideal beneditino baseado na prática do ora e labora, em 
detrimento das ordens mendicantes mais preocupadas e próximas dos 
problemas do mundo exterior aos mosteiros. 
 
A retomada do ideal do anacoretismo como via consensual de perfeição 
espiritual. 
 A prática da simonia, com a influência desmedida dos leigos sobre as 
nomeações de dignitários da Igreja. 
 
A diminuição do papel assistencial das ordens mendicantes. 
 
O surgimento de heresias como os hussitas, os luteranos e os calvinistas. 
Respondido em 15/10/2020 11:20:31 
 
 
8a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Assinale a alternativa correta. Acerca das cruzadas podemos afirmar que: 
 
 
Embora sejam um fato histórico importante, as Cruzadas não têm relação direta 
com as transformações políticas e sociais que ocorreram no período medieval. 
 
Foi um movimento puramente religioso. 
 Aqueles que voltavam das Cruzadas procuravam reproduzir os grandes castelos e 
organizações sociais vistas no mundo Oriental. 
 
Os primeiros homens que voltavam das cruzadas vieram extremamente 
empobrecidos e viram reduzir suas possibilidades de ascensão social, que antes 
eram muito maiores. 
 
Reduziu as possibilidades de trocas no mediterrâneo, afastando o mundo europeu 
do lucrativo comércio Oriental. 
Respondido em 15/10/2020 11:20:49 
 
 
9a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Durante a Idade Média, a Igreja Cristã guiava todos os passos do homem comum, 
desde o seu nascimento ao sepultamento, educando as crianças e orientando os 
adultos. As paróquias constituíam-se como importantes unidades administrativas. No 
concernente à influência da Igreja Cristã durante a Idade Média, analise as 
afirmativas constantes dos itens abaixo e assinale a alternativa CORRETA: 
 
I - A Igreja regulava boa parte das práticas sociais do período, inclusive em relação 
ao casamento e às relações familiares; 
 
II - A Igreja monopolizou o ensino até o século XVI, fazendo com que o período 
medieval fosse iletrado; 
 
III - Os clérigos defendiam a monarquia feudal centralizada, forte e absoluta, graças 
ao Direito Divino, usado também para justificar as relações de dominação entre 
senhores e servos; 
 
IV - A Igreja foi capaz de resistir à queda do Império Romano do Ocidente graças à 
sua capacidade de manter-se centralizada e hierarquizada. 
 
V - Interferia até nas relações econômicas, ao condenar a prática da usura. 
 
Assinale a alternativa CORRETA: 
 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens I, IV e V estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens II e IV estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens I, II e V estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens I e III estão corretas. 
 Apenas as afirmativas constantes dos itens III, IV e V estão corretas. 
Respondido em 15/10/2020 11:21:39 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
 
10a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A Peste Negra foi a grande "vilã" do século XIV, embora o homem medieval já 
convivesse com as doenças em geral há tempos. Sobre a peste podemos afirmar que: 
 
 
a doença causou mortalidade, 
mas não o suficiente para 
atrapalhar a economia vigente. 
 
a doença causou mortalidade 
pouco representativa se 
comparada àquela ocorrida no 
século XII. 
 
a doença foi menos impactante 
do que nos séculos anteriores, 
pois a população desenvolvera 
anticorpos para a peste. 
 
a doença atacou mais o campo 
do que as cidades porque a 
população rural era, 
tradicionalmente, mais vulnerável 
. 
 a doença fez um estrago maior 
nas cidades do que no campo 
porque chegava, sobretudo, em 
navios com os mercadores. 
1a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A Idade Média já foi vista e chamada de muitas formas, como, por exemplo, pelos 
homens do Iluminismo, que a tratavam como: 
 
 
Idade da Igreja 
 
Idade da Razão 
 
Idade do Ouro 
 
Idade dos Bárbaros 
 Idada das Trevas 
Respondido em 16/10/2020 15:06:56 
 
 
2a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
"Já que quase todas as nações bárbaras beberam sangue romano e rasgaram nossas 
entranhas, por que será que nosso Deus entregou o mais poderoso dos Estados e o povo 
mais rico, que leva o nome de romano, ao forte domínio de inimigos queeram tão 
fracos? Por que? A menos que reconheçamos [...] que é uma questão de mérito, e não 
de força [...]." 
(Biblioteca de História Universal LIFE. Os Povos Bárbaros na História, 1970.) 
 
O texto refere-se à hostilidade dos romanos em relação aos povos bárbaros e à idéia de 
que os bárbaros representavam castigo divino pelos pecados de Roma. Marque a 
assertiva correta sobre o contexto apresentado pelos historiadores em relação às 
invasões bárbaras. 
 
 Os bárbaros foram tão importantes para a formação da Europa atual que muitos 
lugares ainda têm nomes originários dos grupos que os ocuparam, a exemplo 
dos francos que formaram a atual França. 
 
Os romanos chamavam de bárbaros todos os povos que viviam fora de seu 
território independente de falarem também o latim 
 
Com o aumento do número de soldados, algumas fronteiras ficaram 
desprotegidas o que facilitou a penetração de povos bárbaros no território 
romano. 
 
Os hunos, diferentemente dos germanos, entraram de forma pacífica nos limites 
do Império Romano, sendo inclusive, alguns deles, aceitos como soldados. 
 
Os germanos - subdivididos em anglo, saxões, lombardos, francos 
e muçulmanos foram o principal e mais numeroso grupo bárbaro a invadir o 
Império Romano. 
Respondido em 16/10/2020 15:07:41 
 
Gabarito 
Comentado 
 
 
 
 
 
3a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A chegada de Martinho de Braga ao Reino Suevo representou a valorização da Igreja 
Católica local, uma vez que o bispo acabou atuando como: 
 
 
Nenhum efeito prático, pois o reino suevo não aceitou de fato a presença do 
cristianismo. 
 
Um governante de província romana, se opondo a existência do reino dos 
suevos. 
 Um legitimador da monarquia, mas com um contraponto de ter a Igreja local 
respeitada e difundida. 
 
Um novo rei para região, que vence os Suevos e criam um novo reino romano. 
 
Um conselheiro para o monarca, uma vez que oferecia legitimidade ao rei, 
defendendo que ele era o Deus encarnado. 
Respondido em 16/10/2020 15:08:00 
 
 
4a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Carlos Magno foi um personagem mitificado ao longo dos séculos. Apesar disso, sua 
importância é inegável para a organização dos francos. Dentre as principais atitudes 
deste monarca podemos citar: 
 
 
política de centralização política com a formação de um "parlamento" figurativo. 
 política de aproximação com a Igreja local e distribuição de parte das terras 
conquistadas para seus aliados. 
 
política de eliminação das lideranças inimigas e distribuição de terras aos 
camponeses mais pobres. 
 
política de crescente taxação e fiscalização nas fronteiras e eliminação dos 
impostos locais. 
 
política de total subordinação dos membros da Igreja e venda de terras 
conquistadas para a nobreza franca. 
Respondido em 16/10/2020 15:08:17 
 
 
5a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
No século IX a realidade histórica na qual se encontrava a Igreja a fazia dividir-se, 
basicamente, em dois espaços característicos da prática religiosa, assim, falamos: 
 
 
do espaço do mundo e do século 
 
do espaço do século e das catedrais 
 
do espaço do Trono e da religião 
 
do espaço da religião e do monacato 
 do espaço do século e dos mosteiros 
Respondido em 16/10/2020 15:08:38 
 
 
6a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A sociedade feudal tinha uma hierarquia social. Sobre a relação com os servos, podemos 
afirmar 
 
 
Não tinham privilégios; tinham o status jurídico de escravos. 
 
Eram vassalos em primeiro lugar da igreja, tendo que se apresentar sempre que 
recrutados. 
 Tinha uma relação contratualista com os senhores, estando diretamente 
atrelados às terras e ao sistema de corvéia. 
 
Pagavam tributos apenas às ordens religiosas mais rica. 
 
Tinham liberdade para mudar de senhor quando necessitassem, sem vínculo com 
os senhores. 
Respondido em 16/10/2020 15:15:12 
 
 
7a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A respeito da igreja católica no período medieval, considere os itens abaixo: 
 
I - A Igreja teve papel central na sociedade medieval, ela tinha não só o poder espiritual 
como o poder temporal, por isso a Igreja, pouco a pouco, foi se transformando na maior 
proprietária de terras da Europa e construindo fortes vínculos com a estrutura feudal. 
II - Devido ao apego de alguns membros da Igreja à terra e aos bens materiais, 
surgiram ordens que procuravam afastar seus membros das tentações do mundo. 
Distinguiu-se, a partir de então, o clero secular do clero regular. 
III - A ordem beneditina, existente ainda hoje, fazia parte do clero regular. Essa ordem 
vivia de acordo com a Regra de São Bento que determinava como os monges deveriam 
viver nos mosteiros. 
IV - Os mosteiros e abadias medievais preservaram e restauraram textos antigos da 
herança greco-romana. 
 
Estão corretas: 
 
 
Apenas I, II e IV. 
 
Apenas I, II e III. 
 Apenas I, III e IV. 
 
Apenas I e IV. 
 
Apenas II, III e IV. 
Respondido em 16/10/2020 15:13:16 
 
 
8a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Na Idade Média a mulher não tinha um papel tão submisso, se comparado com outros 
períodos da história, entretanto, essa "mulher submissa" que aparece nos documentos 
medievais, era o resultado: 
 
 da imagem construída da mulher, sobretudo, por clérigos homens 
 
da falha no registro do escritor, pois, não era algo intencional 
 
da realidade que existia, pois, a mulher deveria ser muito submissa 
 
do fato da mulher ser mãe e ter que criar filhos, o que a fazia inferior 
 
de uma produção feminina, construída por freiras devotas da virgindade 
Respondido em 16/10/2020 15:19:42 
 
 
9a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A historiografia, acerca do aumento demográfico ocorrido a partir do século X, analisa 
algumas hipóteses explicativas para este fenômeno. Assinale a afirmativa em que 
encontramos alguns indícios deste aumento populacional: 
 
 
No incremento das rotas comerciais, a extinção dos laços de dependência dentro 
dos senhorios e a decréscimo da população urbana. 
 
No fim do movimento cruzadista, no aparecimento de novas técnicas como a 
charrua e o moinho de vento e na desaleração da atividade comércio. 
 Nos movimentos migratórios, nos arroteamentos, na expansão do uso da terra e 
no crescimento da população das cidades. 
 
No aumento da taxa de mortalidade advinda da chegada da Peste Negra, nos 
arroteamentos dentro e fora do ocidente e na melhor qualidade de alimentação. 
 
No declínio da taxa de mortandade, na implementação do rodízio bienal das 
culturas, no abandono do estilo gótico em favor do românico que favorecia a 
construção de grandes catedrais e no fim dos movimentos migratórios. 
Respondido em 16/10/2020 15:24:05 
 
 
10a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
"Eram cartéis que tinham por objetivo a eliminação da concorrência no interior 
da cidade e a manutenção do monopólio de uma minoria de mestres no 
mercado urbano" (LE GOFF, Jacques A civilização do Ocidente medieval.). 
 
Sobre as associações de importantes grupos sociais da Idade Média, o texto 
caracteriza de maneira típica: 
 
 
as seitas heréticas 
 
as universidades medievais 
 
o domínio dos senhores feudais 
 as corporações de ofício 
 
a atuação das ordens mendicantes