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1 O PROCESSO DE O PROCESSO DE AVALIAAVALIAÇÇÃO ÃO COMPORTAMENTALCOMPORTAMENTAL Antonio GodoyAntonio Godoy In Caballo, V. E. (1996/2007). Manual de Técnoicas de terapia e modificação de Comportamento. São Paulo : Santos editora. 2 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL • As três fases da avaliação: – Seleção e descrição dos comportamentos – problema. – Seleção das técnicas de intervenção com as quais se atuará sobre os comportamentos. – Avaliação dos efeitos provocados pela intervenção realizada. 3 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL • Fases do processo de avaliação: – Análise do motivo da consulta – Estabelecimento das últimas metas do tratamento • Variáveis das quais dependem as últimas metas do tratamento. – Análise do comportamento – problema 4 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL • Fases do processo de avaliação: – Análise do motivo da consulta: • Nesse caso, a análise funcional aplicada, ajuda a traduzir qualquer queixa do paciente em comportamentos a modificar. – Estabelecimento das últimas metas do tratamento: • Os resultados devem ter validade clínica e social, portanto os resultados deve ser clinicamente relevantes e socialmente significativas. • Variáveis das quais dependem as últimas metas do tratamento (Sistema conceitual e valores do terapeuta; Queixas e demandas do paciente; Meio físico e social onde o paciente vive). 5 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL • Fases do processo de avaliação: – Análise do comportamento – problema: • Na avaliação comportamental o paciente experimenta como um sentimento silencioso de mal-estar, pode passar a ser conceituado como resposta específica a nível motor, cognitivo e fisiológico. 6 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL – Estudo dos objetivos terapêuticos • Escolha dos comportamentos-meta • A prioridade nos comportamentos-objetivo – Diretrizes para escolha do tratamento adequado • Análise funcional • Comportamento-chave • Estratégia de diagnóstico • Estratégia do guia teórico 7 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL – Estudo dos objetivos terapêuticos • Escolha dos comportamentos-meta – Os comportamentos são física, social ou economicamente perigosos para o paciente. – O comportamento aversivos devem ser modificados. – Flexibilizar o repertório do paciente. – O novo comportamento a ser implantado no paciente dever ser estabelecido em termos positivos e construtivos. – Terão que ser obtidos ótimos níveis de funcionamento do paciente. – Devem ser modificados e/ou mantidos apenas os comportamentos que representem recursos adaptativos. 8 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL – Estudo dos objetivos terapêuticos • Escolha dos comportamentos-meta • A prioridade nos comportamentos-objetivo – Atenção aos comportamentos prioritários para mudança: » O comportamento que resultar em maior incomodo. » O Comportamento mais fácil de ser modificado. » O comportamento que provoque a máxima generalização. » O primeiro comportamento da cadeia, caso vários comportamentos constituam uma cadeia comportamental. 9 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL – Diretrizes para escolha do tratamento adequado • Análise funcional é uma estratégia clássica em terapia comportamental. • Comportamento-chave parte da hipótese que os transtornos comportamentais são constituídos por classes de comportamento que se inter-relacionam motora, cognitiva e fisiologicamente. • Estratégia de diagnóstico baseia-se na topografia do comportamento. • Estratégia do guia teórico recursos teóricos e científicos para o enfrentamento da queixa do paciente. 10 AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL – Avaliação dos resultados do tratamento • Avaliação sistemática dos resultados • Avaliação das últimas metas do tratamento • Procedimentos de avaliação dos resultados – Avaliação dos resultados através de linha de base. – Avaliação dos resultados através das metas do tratamento. AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL