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Olá estudante, 
 
No texto base dessa semana, nós iremos ler sobre a síntese e ação da 
acetilcolina nos receptores muscarínicos e nicotínicos. 
Como discutimos durante a aula, os fármacos que atuam no sistema 
nervoso autônomo (SNA) e esses podem ser divididos com base no 
neurotransmissor liberado pelo neurônio e pelo mecanismo de ação. 
Para que nós possamos entender sobre os fármacos que são 
denominados de colinérgicos, ou seja aqueles que atuam sobre os receptores 
que são ativados pela acetilcolina (ACH), primeiro precisamos compreender 
como a ACH é sintetizada e como ela age sobre os receptores colinérgicos 
A neurotransmissão nos neurônios colinérgicos A neurotransmissão nos 
neurônios colinérgicos envolve seis etapas sequenciais: 1) síntese, 2) 
armazenamento, 3) liberação, 4) ligação da ACh ao receptor, 5) degradação do 
neurotransmissor na fenda sináptica e 6) reciclagem de colina e acetato, 
conforme apresentado na figura 01. 
Figura 01: Neurotransmissão da acetilcolina. Fonte: Whalen et al, 2016 
 
 
Agora que conseguimos compreender a neurotransmissão da ACH 
desde da sua síntese até sua etapa de reciclagem, vamos entender um pouco 
sobre os receptores colinérgicos. 
Os receptores colinérgicos ou colinoceptores contemplas duas famílias 
de receptores denominados de muscarínicos e nicotínicos, podendo ser 
diferenciados com base a sua afinidade por fármacos colinomiméticos ou seja 
aqueles fármacos que fazem uma ação similar a da ACH. 
Vamos lê inicialmente sobre os receptores muscarínicos e posteriormente dos 
receptores nicotínicos 
→ Receptores Muscarínicos 
Os receptores muscarínicos, estão dentro de uma classe de receptores 
acoplados à proteína G, estes receptores apresentam uma grande afinidade 
pela muscarina, composto encontrado em cogumelo venenosos, e reconhece 
a ACH e tem baixa afinidade pela nicotina. São classificados em 05 tipos, mas 
somente os M1, M2 e M3 foram caracterizados funcionalmente, na figura 
abaixo é possível visualizar as classes e informações dos receptores 
muscarínicos 
 
Como exemplo de agonista muscarínicos podemos citar a pilocarpina, 
que é classificado como um agonista não seletivo, utilizado na terapêutica para 
tratamento de xerostomia e glaucoma. 
→ Receptores nicotínicos 
 
Os receptores nicotínicos, ao contrário dos receptores muscarínicos, 
apresenta uma alta afinidade pela nicotina e baixa afinidade pela muscarina, 
mas também reconhece a ACH. 
Este receptor é composto cinco subunidade funcionando através de canais 
iônicos, e está presentes no Sistema nervoso central (SNC), na suprarrenal, 
nos gânglios autônomos e na junção neuromuscular (JNM) nos músculos 
esqueléticos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIA 
 
WHALEN, K., KINKEL, R., PANAVELIL, T.A., Farmacologia ilustrada 
[recurso eletrônico], 6. ed. , Porto Alegre : Artmed, 2016. 
LAURENCE L. B., BRUCE A. C., BJÖRN C. K., As bases farmacológicas da 
terapêutica de Goodman & Gilman, 12. ed., Porto Alegre, 2012.

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