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Projeto Mário Travassos Resenha de livro Livro: A ARTE DE SER CHEFE Autor: GASTON COURTOIS AL COUTO Nº 720 2020 O padre Gaston Courtois aborda de forma abrangente várias obrigações e papéis de um chefe, além de situações a qual se depara e como um chefe resolveria uma tal situação. O livro está estruturado em 147 páginas, subdivididos em 3 capítulos. Dentro de cada capítulo, existe os temas referentes a cada aspecto que se deseja abordar, a fim de acabar o assunto sem que exista uma anarquia de ideias no decorrer da leitura. A obra foi escrita por ideias, cada ideia está numerada como se fosse um versículo, como a Bíblia. No capítulo 1 - A missão do chefe, o autor busca revelar as circunstâncias ao termo chefe, destacando até mesmo a origem etimológica do termo “aquele que está à frente de qualquer coisa” Gaston Courtois aponta qual a missão do chefe, além de como ele deve direcionar-se para atingir seus objetivos no propósito de incentivar seus influenciados. Apesar de, inobstante, fica nítido que para o chefe é de vital importância à transmissão do ideal. Outra atribuição do chefe é motivar os chefiados para o vencimento de obstáculos ao longo do cumprimento dos objetivos do grupo, esta atitude é fator imprescindível para alcançar objetivos propostos. O chefe deve fazer que a equipe entenda perfeitamente aquilo que é apresentado para execução, visto que, em suas típicas expressões “decidir não é nada, o importante é que as decisões sejam executadas”. O capítulo um, evidencia concepções de liderança pessoal, como o exemplo, ser admirado, ao contrário de temido, desprendimento, discernimento das competências dos elementos subordinados. Uma sentença interessante do capítulo, que aumenta bem a concepção nele compreendido é “O que faz o chefe é à vontade, o desejo, a necessidade de agir sobre os homens para transformá-los, elevá-los, conduzi-los a alguma coisa de mais e de melhor.”. O capítulo 2 – As qualidades do chefe, este menciona uma sequência de características fundamentais à pessoa aplicada de autoridade. São tais as particularidades retratadas por Gaston Courtois: benevolência do espírito, bondade, respeito, dignidade, energia realizadora, espírito de decisão, iniciativa, fé na missão, autocontrole e disciplina. Um chefe coberto de tais peculiaridades está capacitado a conduzir homens quaisquer correspondam a ser os objetivos a serem atingidos. Quem sabe, uma das ideologias mais interessantes do capítulo é o conhecimento de si, representado pela fraseologia “O chefe que quer ser digno de comandar deve começar por ser capaz de comandar a si mesmo” e total sentido de realidade, conhecimento situacional, absolutamente notória na frase “ter o sentido da realidade é conhece-se a si próprio, conhecer suas possibilidades tão bem, aliás, quanto seus limites. Ter o sentido da realidade é aplicar-se para utilizar seus chefiados de acordo com suas capacidades.”. No capítulo 3 – O exercício da função do chefe, o autor relata funcionalidades, que ele caracteriza de arte, específicos hábitos de funções dos chefes, que são, a arte de instruir e de estruturar, a arte de aniquilar os obstáculos, a arte de incentivar e de recompensar, a arte de efetuar apoio e a arte de compor grupo com outros chefes. Este capítulo se distingue dos tópicos antecedentes, pois convoca mais exclusivamente procedimentos da vida militar, sem, entretanto, deixar isso claro. O leitor pode compreender de forma mais lúcida a aplicabilidade de atributos destacados nas primeiras páginas da obra, uma ocasião que existe uma contextualização orientada à prática de chefia. A obra retrata tópicos importante para desempenho de chefia, pois transpassam os termos, as ações vividas por representantes, levando à tona a natureza da conduta humana sob o controle de outro indivíduo. Entretanto, a obra mostra um assunto religioso abundantemente acentuado, sendo capaz talvez, de ocasionar um baixo interesse de leitores não cristão ou até mesmo ocidental, pois por inúmeras vezes fundamentou sua percepção utilizando a associação Home-Deus como o guia nas suas tarefas. Para uma abrangência mais perfeita da obra, a sua leitura exige um conhecimento no cargo de chefe pelo ledor, já que a obra está fundamentalmente redigida em forma de tópicos exigindo que o leitor utilize sua vida profissional para interpretar os ideais do autor. Recomenda-se a obra literária para indivíduos que trabalham em equipe ou que já exerce uma função de chefe e tem uma certa experiência na área, ou está começando agora a chefiar um grupo de pessoas e que adquirir conhecimento. O autor tem uma relevante experiência na área tratada em sua obra, pois ao longo de sua vida assumiu diversas posições de chefia em instituições de ensino e artes.