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Santarém 2020 UNIVERSIDADE DA AMAZONIA EMERSON PRADO TAVARES Paramentação Cirúrgica Santarém 2020 EMERSON PRADO TAVARES Paramentação Cirúrgica Trabalho elaborado ao Curso de Medicina Veterinária da Universidade Da Amazônia, como requisito parcial à obtenção de nota referente a 1º Avaliação na disciplina de Técnicas Cirúrgicas Veterinária. Prof. M. Sc.: André Rebelo Pantoja Santarém 2020 Sumario Introdução.............................................................................................................. 4 Desenvolvimento.................................................................................................. 5 Comclusão........................................................................................................... 6 Referência Bibliograficas................................................................................ 7 4 Santarém 2020 Introdução Inicialmente, o uso da paramentação cirúrgica objetivava principalmente a proteção dos pacientes contra contaminação do sítio cirúrgico por microrganismos liberados pelo ambiente, pessoas, materiais e equipamentos em sala de operações. A paramentação cirúrgica é utilizada sempre quando formos realizar algum procedimento cirúrgico, mesma forma uma barreira microbiológica contra penetração de microrganismos no sítio cirúrgico do paciente, oriundos dele mesmo, dos profissionais, materiais, equipamentos e ar ambiente. A composição da paramentação cirúrgica é o avental cirúrgico, luvas, gorro, propés que podem ser substituídos por calçados próprios para o centro cirúrgico ou calçados impermeáveis, máscara, cobrindo todo o rosto, sem folgas na face e óculos de proteção. 5 Santarém 2020 Desenvolvimento O uso adequado da paramentação inicia-se pela sequência de sua colocação, colocando a touca, seguida do jaleco e da calça comprida, são colocados no vestiário. O propé é calçado ao sair do vestiário ou da área comum de pessoas sem propés. A máscara, transportada no bolso do uniforme, é usada por todos os membros da equipe apenas para entrar na área restrita. Os outros componentes da paramentação são colocados quando se inicia a cirurgia, conforme a função de cada categoria e o momento do ato operatório. Os óculos são usados em toda a cirurgia por cirurgiões e instrumentadores, em alguns momentos, por anestesistas e circulantes (em procedimentos com risco de respingos de substâncias orgânicas como indução anestésica, aspiração, etc.). O avental é vestido pelos cirurgiões e instrumentadores, após a degermação e secagem das mãos, permanecendo até o final das cirurgias. As luvas são calçadas pelos cirurgiões e instrumentadores, em seguida aos aventais. Os anestesistas e circulantes calçam luvas em situações. Tais componentes não devem ser usados fora da área restrita. Joias não são recomendadas. Todas essas medidas tomadas servem para evitar uma possível contaminação do paciente, tendo em vista que o mesmo se encontra exposto a todo tipo de contaminação devido suas estruturas ou órgão estarem expostas. 6 Santarém 2020 Conclusão A paramentação cirúrgica é uma das formas de assepsia, para impedir contaminação e infecção no pós operatório. Onde todo o ambiente precisa estar estéril e os participantes da cirurgia precisam usar vários equipamentos de proteção individual, para que não ocorra a disseminação de microrganismo de fora do centro cirúrgico para fora e de dentro do centro cirúrgico para fora. 7 Santarém 2020 Referências Bibliográficas PAZ, Marielen Silva de Oliveira et al. PARAMENTAÇÃO CIRÚRGICA: AVALIAÇÃO DE SUA ADEQUAÇÃO PARA A PREVENÇÃO DE RISCOS BIOLÓGICOS EM CIRURGIAS. PARTE I: A UTILIZAÇÃO DURANTE AS CIRURGIAS*. [S. l.: s. n.], 2000. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/reeusp/v34n1/v34n1a14.pdf. Acesso em: 1 out. 2020. ROCHA, Juliana. Paramentação cirúrgica: o que você precisa saber?. [S. l.: s. n.], 2018. Disponível em: https://pebmed.com.br/paramentacao-cirurgica-o-que-voce-precisa-saber/. Acesso em: 1 out. 2020.