Prévia do material em texto
ÁREA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO ALUNO Dediquei o tempo necessário para leitura e preenchimento da prévia? Sim ( ) Não ( ) Tive dificuldade em compreender a prévia? Sim ( ) Não ( ) Facilitou a compreensão dos conceitos ministrados em sala de aula? Sim ( ) Não ( ) Achei útil e proveitosa? Sim ( ) Não ( ) ÁREA DE AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE PRÉVIA A Atividade ajudou a compreensão da aula? Sim ( ) Não ( ) A partir da leitura os conceitos ficaram mais claros? Sim ( ) Não ( ) Tive oportunidade de tirar a minha dúvida em sala de aula? Sim ( ) Não ( ) O nível de exigência da atividade foi alto? Sim ( ) Não ( ) Sugestão: CADERNO DE ATIVIDADES PRÉVIAS DISCIPLINA: FILOSOFIA Prof. MARCELO CHAGAS Registro de Recebimento Matutino ( ) Noturno ( X ) Aluno(a): Vitória Carolina Inacio Gomes R.A.: 11190396 Data: 17/11/2020 Curso: Administração ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO: 1 - A Prévia deverá ser feita com caneta azul ou preta. 2 - Complete seus dados pessoais corretamente na área de identificação acima. 3 - Os textos estão disponíveis no portal do aluno na pasta da disciplina 4 - As questões deverão ser respondidas dentro do espaço disponível, textos fora da área de resposta, não serão considerados. 5 - Não deixe nenhuma resposta em branco. 6 - As atividades serão corrigidas em sala de aula com a discussão dos temas e textos. Dúvidas devem ser esclarecidas em aula. 7 - As atividades devem ser entregues em conjunto em data estabelecida pelo professor. 8 - Não serão aceitas prévias enviadas por email, apenas de forma impressa e entregue em sala de aula. 9 - Não serão aceitas prévias fora deste formato estabelecido e disponível no portal do aluno. 10 - As prévias podem ser manuscritas ou digitadas no formato estabelecido. 11 - As atividades prévias são material de estudo prévio, apoio para compreensão de aulas, sendo fonte de estudo para avaliações e trabalhos. 12 - Guarde as atividades devolvidas para estudo e possível conferência ATIVIDADE PRÉVIA 01 - “Novas concepções da Filosofia” Cap. 1 do livro “A Filosofia em reconstrução” de John Dewey 1) Destaque, a partir de sua leitura, os pontos importantes do texto. O projeto de reconstrução filosófica, apresentado por John Dewey na obra intitulada “Reconstrução em Filosofia”, é cogitado numa perspectiva teórica e metodológica. O ponto central da discussão não consiste no abandono radical das filosofias do passado, mas num aperfeiçoamento do pensamento filosófico que ilumine e conduza a bom termo os novos desenvolvimentos coevos. Conectando a filosofia com a vida presente, a reconstrução tem a tarefa de desenvolver, formar e produzir os meios intelectuais que conduzirão à ciência, a política, a economia, as indústrias, a vida em sociedade em direção a um desenvolvimento humano pleno. Guiado os novos desenvolvimentos através da inteligência, o novo mister do filósofo é conectar a filosofia a vida humana, através da investigação, compreensão, interpretação, atualização e significação da existência e do universo. ATIVIDADE PRÉVIA 02 - Capítulos 8 e 9 “Caminhos da Razão no Ocidente” Tiago Adão Lara 1) Qual a relação dos sofistas com os valores e a virtude? Um dos aspectos que por mais incomodou os filósofos "clássicos" foi a questão da Aretê, a virtude. Os sofistas pregavam que ela estava ao alcance de qualquer politikós, do cidadão comum. Não se prendia às raízes arcaicas que a identificavam exclusivamente como um atributo dos aristói. Ela podia ser ensinada sim, mesmo aos que não possuíam sangue nobre nem pertenciam às castas históricas. A estas alturas, Aretê passou a ser entendida como ação do eleuthérios, do homem-livre que se identificava com os assuntos públicos, o que ativamente participava dos temas coletivos profundamente envolvido no destino da cidade-estado. Ser virtuoso era ser engajado. Alguém atento aos acontecimentos em geral e que procurava neles atuar de um modo qualificado, digno, que revelasse seu amor à pátria e não apenas aos seus interesses privados ou dos seus familiares. Por vezes, ainda que imperasse entre os sofistas, como em qualquer outra atividade humana, grupos de mal intencionados, de embusteiros e impostores, o objetivo geral do movimento foi positivo. Particularmente no sentido de abalar o domínio quase absoluto que a nobreza exercia sobre as ideias e os assuntos públicos, abrindo caminho para uma democracia que fosse mais representativa da população em geral. 2) Qual a importância do diálogo para a filosofia de Sócrates? Para os sofistas a importância do diálogo era para que os cidadãos de Atenas pudessem "fazer" política na àgora. Eles eram pedagogos que ensinavam como dialogar e convencer as pessoas a partir do dialogo. Já Sócrates utiliza o dialogo para realizar dois processos com seus interlocutores: Primeiro a ironia - utiliza o dialogo para evidenciar que as pessoas apenas pensam que sabem, mas na verdade elas não sabem. Depois a maiêutica - Quando Sócrates refaz suas questões e dialoga novamente para estabelecer novos conceitos que se aproximem de uma verdade clara e correta. ATIVIDADE PRÉVIA 03 - “Apologia de Sócrates” Platão 1) Destaque, a partir de sua leitura, os pontos importantes do texto. A obra compõe-se de um preâmbulo e três partes. Na primeira, está “a defesa” de Sócrates onde consta o diálogo com Meleto, na segunda, “a pena” e “do esperado da pena”, e na terceira parte, “após a condenação” e “aos que votaram contra”, onde Sócrates faz uma reflexão sobre as suas convicções de vida e morte, e a relação com os deuses. A obra está estruturada sob a forma de diálogo. O diálogo filosófico privilegia a função destinatário. Porém, o seu desenrolar não ocorre de forma pacífica, mesmo porque o contexto não permite a amistosidade. O autor não se apóia no interlocutor com liberdade. Trata-se de uma acusação a ser refutada. Eis a acusação, datada de janeiro de 399 a. C.: “A seguinte acusação escreve e jura Meleto, filho de Meleto, do povoado de Piteo, contra Sócrates, filho de Sofronisco, do povoado de Alópece. Sócrates é culpado de não aceitar os deuses que são reconhecidos pelo Estado, de introduzir novos cultos, e, também, é culpado de corromper a juventude. Pena: a morte” (Platão. 1999, p.59). Nesta época, a cidade de Atenas não podia mover ações, mas um cidadão podia, assumindo, porém, total responsabilidade, se a acusação não fosse considerada pelo júri. Meleto não estava só, a ele haviam se juntado Ânito e Lícon, com os mesmos direitos à palavra no tribunal. Entendiam os acusadores que Sócrates era “réu de haver-se ocupado de assuntos que não eram de sua alçada, investigando o que existe embaixo da terra e no céu, procurando transformar a mentira em verdade e ensinando-as às pessoas” (Platão. 1999. p. 69). ATIVIDADE PRÉVIA 04 - “A alegoria da caverna” em “A República” de Platão 1) Destaque, a partir de sua leitura, os pontos importantes do texto. No texto, Sócrates fala para Glauco imaginar a existência de uma caverna onde prisioneiros vivessem desde a infância. Com as mãos amarradas em uma parede, eles podem avistar somente as sombras que são projetadas na parede situada à frente. As sombras são ocasionadas por uma fogueira, em cima de um tapume, situadas na parte traseira da parede em que os homens estão presos. Homens passam ante a fogueira, fazem gestos e passam objetos, formando sombras que, de maneira distorcida, são todo o conhecimento que os prisioneiros tinham do mundo. Aquela parede da caverna, aquelas sombras e os ecos dos sons que as pessoas de cima produziam era o mundo restrito dos prisioneiros. Um dos prisioneiros foi liberto. Andando pela caverna, ele percebe que havia pessoas e uma fogueira projetando as sombras que ele julgava ser a totalidade do mundo. Ao encontrar a saída da caverna,ele tem um susto ao deparar-se com o mundo exterior. A luz solar ofusca a sua visão e ele sente-se desamparado, desconfortável, deslocado. Aos poucos, sua visão acostuma-se com a luz e ele começa a perceber a infinidade do mundo e da natureza que existe fora da caverna. Ele percebe que aquelas sombras, que ele julgava ser a realidade, na verdade são cópias imperfeitas de uma pequena parcela da realidade. O prisioneiro liberto poderia fazer duas coisas: retornar para a caverna e libertar os seus companheiros ou viver a sua liberdade. Uma possível consequência da primeira possibilidade seria os ataques que sofreria de seus companheiros, que o julgariam como louco, mas poderia ser uma atitude necessária, por ser a coisa mais justa a se fazer. Platão está dispondo, hierarquicamente, os graus de conhecimento com essa metáfora e falando que existe um modo de conhecer, de saber, que é o mais adequado para se pensar em um governante capaz de fazer política com sabedoria e justiça. 1) Destaque, a partir de sua leitura, os pontos importantes do texto. ATIVIDADE PRÉVIA 05 - “Janela da Alma, espelho do mundo” em “O Olhar” org. Adauto Novaes Para se destacar o importante vínculo entre o léxico do olhar e o léxico da filosofia podemos recorrer a inúmeros exemplos que demonstram o privilégio do olhar na aquisição do conhecimento. Expressões táteis, olfativas, gustativas e cinestésicas cumprem um papel preciso de trazer o invisível (pensamento) ao visível. Porém, mesmo que participem na elaboração de conceitos e termos, as impressões táteis, gustativas e olfativas se subordinam à impressões e às considerações visuais. Dos cinco sentidos somente a audição rivaliza com a visão no léxico do conhecimento. “Ver, lança-nos para fora. Ouvir, volta-nos para dentro”. Mais importante do que a diferença entre ver e ouvir é a afirmação platônica de que a verdadeira causa pela qual recebemos a vista e a audição é estarmos destinados ao conhecimento. A filosofia tem sido um interminável debate entre o ser e o aparecer, o aparecer e o parecer, o parecer e o ser. A cisão anunciada com as teorias perceptiva (visão depende das coisas) e a emissiva (visão depende dos nossos olhos) cresceu e outras separações surgiram ao longo da história da filosofia; a do realismo e do idealismo e a do empirismo e do intelectualismo, por exemplo. Há também uma cisão entre o olhar e a linguagem. A rivalidade entre ambos pode conduzir à expulsão de um deles: as filosofias analíticas contemporâneas, o construtivismo da “ciência como linguagem bem feita” e a crítica da “filosofia da presença” são exemplares na expulsão do olhar. 1) Destaque, a partir de sua leitura, os pontos importantes do texto. O texto tem o propósito de analisar a compreensão do trágico desenvolvida por Nietzsche em sua relação com o fenômeno do pessimismo, entendido não no sentido da metafísica de Schopenhauer, mas sim como pessimismo da força, no sentido do poder dizer sim à vida em seus problemas mais duros e terríveis. Com esse propósito, o texto procura fazer, a partir de análise da psicologia do trágico no pensamento de Nietzsche, a crítica da negação schopenhauriana da vontade e da má compreensão desenvolvida por Schopenhauer a respeito do pensamento kantiano do belo, da arte e do conceito de desinteresse. Além disso, procuramos também mostrar como a tensão entre Apolo e Dionísio se distancia tanto da oposição kantiana entre fenômeno e coisa em si, como também da metafísica do absoluto de Hegel e de sua dialética, apontando antes, de um modo muito mais essencial, para o fenômeno da embriaguez. ATIVIDADE PRÉVIA 06 - “Nascimento da Tragédia a partir do espírito da música” de Friedrich Nietzsche