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Craque NetoCraque Neto

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Em 1928, o médico escocês Alexander Fleming descobriu o antibiótico penicilina que é usado até hoje. Tal acontecimento, corrobora no quanto a medicina e a era da tecnologia andam de mãos dadas. Desde então, ocorre o crescimento de inovação tecnológicas, como dados fornecidos pela inteligência artificial (IA). Tal inovação colabora com o descobrimento de diagnósticos clínicos, devido aos algoritmos especializados. No entanto, causa prejuízo entre a responsabilidade ética médico e paciente, já que máquinas são incapazes de sentir empatia.
 Em primeiro modo, é importante ressaltar que a IA pode ser uma grande aliada da medicina. Dentro do campo médico, existem milhares de doenças e patologias, e com os dados fornecidos pelos algoritmos, facilita a detecção de diagnósticos clínicos, até mesmo maior precisão dos tais. Em casos como mamografia, essa tecnologia pode analisar até melhor que os próprios doutores. No entanto, ética segundo o filósofo grego Aristóteles, consiste em caminhar para o bem comum, e esse distanciamento médico-paciente obtido por tal tecnologia, pode afetar o conceito determinado por esse estudioso.
 Por conseguinte, existe a responsabilidade que o médico deve ter com o seu paciente, o que vai muito além de descobrir diagnósticos clínicos, está dentro do campo ético, relacionado com a empatia. Com isso, observa-se o conceito de alteridade segundo o filósofo francês Emmanuel Lévinas. Para ele, tal filosofia é a forma mais humana de viver em sociedade, é se responsabilizar pelo próximo. Ademais, dentro da medicina é de suma importância esse sentimento descrito, pois é uma área delicada que envolve uma família por trás de cada conclusão médica. 
 Assim sendo, entende-se que deve existir a interdependência entre médicos e dados fornecidos pela inteligência artificial (IA). Assim, garantirá o avanço da medicina e seus diagnósticos, porém visando a responsabilidade ética quanto eliminar o sofrimento do próximo, por meio da empatia, que máquinas não são capazes de sentir.

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