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Lição 32 Dilatação Térmica * Assista o vídeo aula 32 e acompanhe através desse PDF Dilatação Térmica de Sólidos e Líquidos Material Dimensão inicial Variação da temperatura Linear – 1 direção Superficial – 2 direções Volumétrica – todas as direções Aumento – dilatação Diminuição - contração Dilatação Linear 𝑇0 𝑇 𝐿0 𝐿 𝐿 = 𝐿0 + ∆𝐿 ∆𝐿 = 𝐿0 ∙ 𝛼 ∙ ∆𝑇 Dilatação Linear 𝐿 = 𝐿0 + ∆𝐿 ∆𝐿 = 𝐿0 ∙ 𝛼 ∙ ∆𝑇 COMBINANDO 𝐿 = 𝐿0 + 𝐿0 ∙ 𝛼 ∙ ∆𝑇 𝐿 = 𝐿0(1 + 𝛼 ∙ ∆𝑇) Coeficiente de dilatação linear () Representa quanto irá variar o comprimento do corpo por unidade de comprimento e temperatura. ℃−1 𝑜𝑢 𝐾−1 Coeficiente de dilatação linear () Dilatação linear Dilatação Superficial 𝑇0 𝑇 𝐴0 𝐴 𝐴 = 𝐴0 + ∆𝐴 ∆𝐴 = 𝐴0 ∙ 𝛽 ∙ ∆𝑇 ∆𝐴 Dilatação Superficial 𝐴 = 𝐿 ∙ 𝐿 𝐴 = (𝐿0 + 𝐿0 ∙ 𝛼 ∙ ∆𝑇) ∙ (𝐿0 + 𝐿0 ∙ 𝛼 ∙ ∆𝑇) 𝐿 = 𝐿0 + 𝐿0 ∙ 𝛼 ∙ ∆𝑇 𝐴 = 𝐿0 2 + 𝐿0 2𝛼∆𝑇 + 𝐿0 2𝛼∆𝑇 + 𝐿0 2𝛼2∆𝑇2 Desprezível 𝐴 = 𝐴0 + 𝟐𝐴0𝜶∆𝑇 𝐴 = 𝐴0 + 𝐴0𝜷∆𝑇 ∆𝐴 = 𝐴0β∆𝑇 𝛽 = 2𝛼 Dilatação Superficial Dilatação Superficial ∆𝐴 Como ocorre a dilatação dos furos? Dilatação Volumétrica 𝑇0 𝑇 𝑉0 𝑉 𝑉 = 𝑉0 + ∆𝑉 ∆𝑉 = 𝑉0 ∙ 𝛾 ∙ ∆𝑇 ∆𝑉 𝛾 = 3𝛼 Dilatação Volumétrica dos Líquidos ∆𝑉𝑎𝑝 = ∆𝑉𝑙í𝑞𝑢𝑖𝑑𝑜 − ∆𝑉𝑟𝑒𝑐𝑖𝑝𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 Volume Extravasado ∆𝑉𝑎𝑝 Dilatação Volumétrica dos Líquidos ∆𝑉𝑎𝑝 = ∆𝑉𝑙í𝑞𝑢𝑖𝑑𝑜 − ∆𝑉𝑟𝑒𝑐𝑖𝑝𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑉0 ∙ 𝛾𝑎𝑝 ∙ ∆𝑇 = 𝑉0 ∙ 𝛾𝑟𝑒𝑎𝑙 ∙ ∆𝑇 − 𝑉0 ∙ 𝛾𝑟𝑒𝑐𝑖𝑝𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 ∙ ∆𝑇 𝛾𝑎𝑝 = 𝛾𝑟𝑒𝑎𝑙 − 𝛾𝑟𝑒𝑐𝑖𝑝𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 Dilatação Anômala da Água 𝑑 = 𝑚 𝑉 Dilatação Anômala da Água Em geral as substâncias se dilatam ao serem aquecidas. A água, porém, apresenta comportamento anômalo no intervalo de temperatura entre 0°C e 4°C, à pressão normal. (UECE) Seja um anel metálico construído com um fio muito fino. O material tem coeficiente de dilatação linear e sofre uma variação de temperatura ΔT. A razão entre o comprimento da circunferência após o aquecimento e o comprimento inicial é a)ΔT. b) 1/(1 +ΔT). c) 1/ΔT. d) 1 +ΔT. 𝐿0 ∆𝐿 * Assista o vídeo de resolução desses exercícios Aula 32 – Dilatação Térmica e acompanhe através desse PDF. (UEG GO) Uma chapa quadrada de chumbo é aquecida em 50°C. Nessa temperatura sua dilatação superficial é de 0,54 cm2. Sabendo-se que seu coeficiente de dilatação superficial vale 27×10-6°C-1, as dimensões da chapa antes do aquecimento, em cm, eram a) 10 x 10 b) 20 x 20 c) 30 x 30 d) 40 x 40 e) 50 x 50 (UERJ) Para uma análise física, um laboratório utiliza um sistema composto por um termômetro, um aquecedor, um recipiente com ladrão e outro recipiente menor acoplado a este. O primeiro recipiente é preenchido até a altura do ladrão com 400 cm3 de um determinado líquido, conforme ilustrado abaixo. O sistema, mantido em temperatura ambiente de 25 ºC, é então aquecido até 65 ºC. Como em geral os líquidos se dilatam mais que os sólidos, verifica-se o extravasamento de parte do líquido, que fica armazenado no recipiente menor. Após o sistema voltar à temperatura inicial, o volume de líquido extravasado corresponde a 3,2 cm3. Observe a ilustração: Sabendo que o coeficiente de dilatação volumétrica do material que constitui o recipiente é igual 36×10-6 ºC-1, calcule o coeficiente de dilatação do líquido. 𝑉0 = 400𝑐𝑚 3 ∆𝑇 = (65 − 25)℃ 𝛾𝑟𝑒𝑐 = 36 ∙ 10 −6℃−1 (IFSUL RS) Um aparelho eletrônico mal desenhado tem dois parafusos presos a partes diferentes que quase se tocam em seu interior, como mostra a figura abaixo. Os parafusos de aço e latão têm potenciais elétricos diferentes e, caso se toquem, haverá um curto-circuito, danificando o aparelho. O intervalo inicial entre as pontas dos parafusos é de 5 μm a 27°C. Suponha que a distância entre as paredes do aparelho não seja afetada pela mudança na temperatura. Considere, para a resolução, os seguintes dados: 𝛼𝑙𝑎𝑡ã𝑜= 19×10 –6 °𝐶–1 ; 𝛼𝑎ç𝑜= 11×10–6°𝐶–1; 1 μm = 10–6 m. Nessas condições, a temperatura em que os parafusos se tocarão é de a) 34,0 °C. b) 32,0 °C. c) 34,4 °C. d) 7,4 °C.