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FACULDADE ANHANGUERA SUMARÉ TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA 4º SEMESTRE ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS TRANSPORTES, DISTRIBUIÇAO E SEGUROS PROFESSOR: Ademir Cavalheiro Leite TUTORA PRESENCIAL: Nadya Dias De Melo Machado André Luis..............................................................................Ra: 6572293977 Eliseu C. Freitas.......................................................................Ra: 6796423167 Diego Viana Novais..................................................................Ra: 6540278097 Karla Gibim Da Silva...............................................................Ra: 7117508053 Layra Da Silva Reginaldo..........................................................Ra: 6963493542 Sumaré / SP 2014 1 Atividades práticas supervisionadas (ATPS) TRANSPORTES, DISTRIBUIÇÃO E SEGUROS . Sumaré / SP 2014 Atividade prática supervisionada apresentado à disciplina de Operações de Terminais e Armazéns, ministrada pelo professor: Prof. Me. Luiz Manuel Palmeira , para obtenção parcial de nota no curso de tecnologia em logística, da faculdade anhanguera - Sumaré/SP 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇAO....................................................................................1 2 MODAIS UTILIZADOS................................................................................2 3 LOGÍSTICA DE ENTRADA.............................................................3 4 LOGÍSTICA INTERNA.....................................................................4 5 LOGÍSTICA DE SAIDA.....................................................................5 6 DINAMICA DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA EM EMPRESA BRASILEIRAS.......................................................................................................6 7 PLANEJAMENTO LOGÍSTICO COMO MELHORIA DO NÍVEL DE SERVIÇO.......................................................................................................................7 7/1 NÍVEL DE SERVIÇO..............................................................................7 7/2 DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO...................................7 8 ENTRADA E SAÍDA DOS PRODUTOS NA EMPRESA.........................8 9 ESPAÇO FISICO.....................................................................................9 10 COMO DESENHAR A REDE LOGÍSTICA.......................................10 11 REDE LOGÍSTICA................................................................................11 12 FLUXOLOGRAMA....................................................................................12 13 Logística Reversa.....................................................................................13 14CONCLUSÃO...................................................................................................14 15 BIBLIOGRAFIA..............................................................................................15 3 INTRODUÇAO A empresa selecionada foi a transportadora Atlas Transporte e Logística, localizada em Sumaré JD D,alorto, com abrangência nacional. Ela esta no mercado a 60 anos com filiais, interligadas cobrindo 100% do território nacional. Ela transporta quase tudo, menos alimentos e produtos químicos. Todas as unidades possui estrutura administrativa, operacional e equipe treinada para distribuir suas mercadorias. Sua matriz fica em São Paulo. MODAIS UTILIZADOS Na Atlas os transportes utilizados são, caminhão, carreta, truck e 3/4. São usados todos para coletas, mas as carretas são as mais utilizadas para o transporte ate o cliente. Dentro da empresa o transporte próprio ou de terceiros é monitorado desde sua saída até a sua volta na empresa. Um auxiliar operacional é encarregado de monitorar, como anda as coletas, as que horas chega, se tem que ir direto para outra coleta e etc. 4 Sua frota é composta por funcionários da casa ou agregados. Os agregados trabalham apenas com caminhão truck , sendo próprio ou da casa. Sua potencialização esta na rapidez nas manutenções das frotas, porem sua fraqueza esta na falta de caminhões para sua grande demanda de serviços ,principalmente para a coleta. Suas coletas são feitas na região metropolitana de campinas, mas algumas cidade como Sorocaba, Salto, Piracicaba e etc, são coletadas esporadicamente. 5 LOGÍSTICA DE ENTRADA A logística de entrada cuida dos processos de entrada de materiais e da relação com os fornecedores. Na transportadora Atlas sua dificuldade na logística de entrada é a coleta. Nem sempre ela e feita no prazo. LOGÍSTICA INTERNA Logística interna controla as movimentações internas de materiais e estoque. Cuida também da movimentação interna de materiais nos processos de produção e fabricação. Na transportadora Atlas sua dificuldade na logística interna é o espaço físico, eles ainda usam corredores para armazenar carga. LOGÍSTICA DE SAIDA Logística de saída cuida dos processos que ocorrem com os produtos acabados desde que são armazenados até o momento que são entregues ao cliente. Na transportadora Atlas sua dificuldade na logística de saída é que o planejamento das notas fiscais nem sempre acontece antes do horário de saída do motorista. DINAMICA DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA EM EMPRESAS BRASILEIRAS Apesar do grande volume de artigos publicados anualmente sobre logística, uma pequena fração destina-se a analise da estratégia logística e de suas principais politicas. A proposta de Pagh e Cooper para a analise de estratégia é uma exceção. No seu artigo, o fluxo de produtos é decomposto nas dimensões tempo e espaço, nas quais podem ser tomadas decisões de antecipação e de postergação. A dimensão espaço esta associada a escolha da politica de distribuição física dos produtos. Já na dimensão tempo, podem ser tomadas decisões de produzir contra pedido. Com entrevistas com gerentes de logística de grandes empresas foi possível coletar e compilar dados sobre as politicas de produção e de distribuição atualmente em curso, bem como sobre as principais características do produto da operação e da demanda que influenciam essas politicas. Dentre os principais resultados obtidos está a quantificação e a hierarquização do impacto das principais características do negócio nas politicas de produtos e de distribuição. São apontadas algumas características do produto da operação e da demanda que influenciam a decisão de centralização dos estoques. Dentre as características do produto destaca-se a densidade de custos, que é a razão entre o custo do produto vendido e o peso ou volume do produto. Podemos afirmar que quanto maior a 6 densidade de custos de produtos, maior é a tendência para a centralização de seus estoques, e quanto menor a densidade de custos, maior a tendência para a descentralização dos estoques. Dentre as características da demanda que afetam a centralização dos estoques, destacam-se o giro dos estoques, razão entre as vendas anuais e o nível de estoque, o coeficiente de variação das vendas e a razão entre o desvio padrão e a media de vendas. Quanto maior o giro, maior a propensão para a descentralização dos estoques, basicamente por que menores são os riscos associados á absolescencia, perecibilidade ou encalhe de produtos. Em determinadas circunstancias, as operações finais de mistura, montagem e embalagem podem ser postergadas até que haja clara definição a respeito do SKUS (UNIDADES DE PRODUTOS EM ESTOQUE) Serão vendidas, eliminando-se, com isso, os riscos associados á incerteza da demanda futura. A política de produção envolve a escolha entre produzir para estoque ou produzir contra – pedido. A exigência de curtos temposde entrega leva á produção para estoque. Por outro lado, a possibilidade e o desejo de personalizar um produto levam á produção contra-pedido. Por meio de um alto grau de contato entre a área de produção e os clientes, os produtos acabados podem ser personalizados de acordo com necessidades especificas, sendo produzidos contra- pedido, a partir de uma configuração básica. Alguns fatores deveriam ser observados para a produção contra- pedido. O primeiro deles é a razão entre o tempo de entrega do produto para o cliente final e o tempo de entrega para a matéria- prima mais critica pelo fornecedor. O segundo fator é o custo do produto vendido. Pode ser interpretado como o volume de capital de giro necessário para produzir uma unidade adicional. O terceiro é o coeficiente de variação das vendas. Assim como na distribuição física, a maior variabilidade nas vendas pode contribuir para a postergação do fluxo de produtos na produção. O quarto fator está relacionado a absolescencia e a perecibilidade dos estoques. Quanto maiores a absolescencia e a perecibilidade dos produtos acabados, maior a propensão para produzir contra- pedido, a fim de se evitarem perdas de estoque. Deve se destacar que a tecnologia de processo de produção pode afetar a decisão de produzir para estoque ou contra- pedido. Basicamente porque os processos como auto motivo e eletroeletrônicos, são mais flexíveis que os processos contínuos, com a siderurgia e petroquímica, com relação a postergação no tempo. 7 No passado, no período das grandes guerras, os generais traçavam grandes estratégias para que suas tropas fossem supridas com armamentos, munições e alimentação, com o objetivo de atacar o inimigo da melhor forma possível. Foi a partir daí que surgiu o conceito de logística. O planejamento se insere no contexto da logística, de modo a dinamizar as atividades, proporcionando à organização fluxos de processos mais ágeis e econômicos, e em contraparte, aos clientes, produtos e/ou serviços disponibilizados da melhor forma possível e no momento desejado. Onde desta maneira, haverá a fidelização dos clientes, através da excelência dos serviços. Ao planejamento compete ao gestor definir estratégias para que sejam alcançados os reais objetivos organizacionais, fazendo a organização, obter diferenciais competitivos frente aos seus concorrentes. O lema estratégia é ser diferente, escolher, de forma deliberada, um conjunto diferente de atividades para proporcionar um mix único de valores. Atualmente, uma atividade que está em evidência no âmbito empresarial é a do transporte que, simplificadamente, consiste na tarefa de se levar mercadorias de um lugar para outro. Esta atividade é o mecanismo que aproxima indústrias, comerciantes e clientes, envolvendo elementos importantes como preço do serviço, pontualidade da entrega, condições físicas dos bens entregues, entre outros. Geralmente, estes elementos são os levados em consideração pelos clientes no momento da definição de qual empresa se tornará parceira para o desenvolvimento dos serviços de transporte. No Brasil, observa-se que o mercado de transporte está em pleno processo de reestruturação em virtude da globalização e da abertura do mercado. Este novo cenário vem obrigando as empresas nacionais a redefinirem suas formas de gestão para manterem a viabilidade de seus negócios. Com todas estas mudanças, os clientes passaram a desfrutar de serviços alternativos e diferenciados o que, cada vez mais, incitou o aumento de suas exigências em relação ao nível de serviço oferecido. Os clientes, acabam negociando e fechando contratos comerciais apenas com empresas que possam realmente atender aos seus desejos, com um custo razoavelmente aceitável. Desta forma faz-se necessário à definição de diretrizes estratégicas que conduzam todo o processo de adaptação para que se possa fazer frente às novas realidades do mercado e, também, que atendam aos objetivos e anseios da empresa. 8 PLANEJAMENTO LOGÍSTICO COMO MELHORIA DO NÍVEL DE SERVIÇO A logística envolve todas as operações relacionadas com planejamento e controle de produção, movimentação de materiais, embalagem, armazenagem e expedição, distribuição física, transporte e sistemas de comunicação que, realizadas de modo sincronizado, podem fazer com que as empresas agreguem valor aos serviços oferecidos aos clientes e também oportunizando um diferencial competitivo perante a concorrência. O objetivo central da logística é o de atingir um nível de serviço ao cliente pelo menor custo total possível buscando oferecer capacidades logísticas alternativas com ênfase na flexibilidade, na agilidade, no controle operacional e no compromisso de atingir um nível de desempenho que implique um serviço perfeito. O planejamento logístico tem por objetivo desenvolver estratégias que possam resolver os problemas de quatro áreas de destaque em empresas de transporte que são: o nível de serviços oferecido aos clientes; localização das instalações de centros de distribuição; decisões de níveis de estoque e decisões de transportes que devem ser utilizados no desenvolvimento de todo o processo. A logística é responsável por oferecer mercadorias ou serviços esperados pelos clientes, nos locais apropriados em relação às suas necessidades, nos prazos acertados ou esperados e nas melhores condições físicas possíveis, a fim de atender as necessidades dos clientes, proporcionando o máximo de retorno financeiro para a empresa. O mercado sofre mudanças rápidas e, muitas vezes, as empresas não estão preparadas para absorver estas mudanças dificultando sua adaptação ao novo ambiente de negócios. Portanto, desenvolver um bom processo de planejamento, é de importância extrema para a empresa, pois um planejamento logístico, orientado para atender as necessidades impostas pelo mercado, faz com que se mantenha o controle da empresa. Esse controle advêm do equilíbrio dos recursos financeiros disponíveis e da oferta de serviços especializados, de forma que se agregue valor aos mesmos e, também, oportunizando um diferencial competitivo perante a concorrência sem afetar a rentabilidade da empresa. Estrategistas, altamente conhecedores do assunto, devem assessorar o desenvolvimento do mesmo, sob pena de se ter reveses durante todo o processo. É importante salientar que o processo, para ter êxito, precisa necessariamente ter o consentimento de toda a direção da empresa e de seus acionistas, de forma que sejam estabelecidos os limites máximos de mudanças aceitos para o posicionamento da empresa no mercado. No processo de elaboração de um planejamento logístico deve-se ficar claro que nem tudo que foi planejado funcionará perfeitamente o tempo todo, Quando implementada a estratégia, 9 no desenvolver das atividades, serão necessárias modificações à medida que as condições ambientais ou organizacionais sofrerem alterações, sendo que estas alterações são, muitas vezes, difíceis de serem previstas. Neste contexto, existe a possibilidade de que alguns fatores internos e fatores externos, dificultem o desenvolvimento do nível de serviço previamente programado com o cliente.( Níveis de estoque, Disposição de estoques, Métodos de controle). NÍVEL DE SERVIÇO O transporte de carga tradicional tratava de deslocar produtos e insumos entre diversos pontos, considerando a escala do tempo de forma secundária. Com a evolução do mercado e com a preocupação das empresas em relação ao nível de serviço oferecido aos seus clientes, procurou-se identificar e quantificar os fatores necessários para a elaboração de novos níveis de serviço como: prazo de execução e respectivo nível de confiabilidade; tempo de processamento de tarefas; disponibilidade de pessoal e dos equipamentos solicitados; facilidade em sanar erros e falhas; agilidade e precisão em fornecer informações sobre os serviçosem processamento; agilidade e precisão no rastreamento de cargas em processamento ou em trânsito; agilidade no atendimento de reclamações e no encaminhamento de soluções; estrutura tarifária fácil de entender e simples de aplicar. Os elementos de pré-transação estabelecem a política do nível de serviço que a empresa deve seguir, tais como: quando as mercadorias devem ser entregues após a colocação de um pedido, como se deve proceder em caso de extravios, etc, deixando claro para o cliente o que ele pode esperar dos serviços prestados pela empresa. Os elementos de transação são os resultados obtidos com a entrega do produto ao cliente como, por exemplo, selecionar o modo de transporte. Esses elementos influenciam no tempo de entrega, exatidão no preenchimento de ordens, condições das mercadorias no momento da recepção pelo cliente, etc, são aspectos bastante observados e avaliados pelos mesmos. Os elementos de pós-transação definem como deve ser feito o atendimento dos clientes em relação a devoluções, solicitações, reclamações e providências sobre retorno de embalagens (garrafas retornáveis, estrados, paletes, etc). No passado, as empresas tratavam o serviço logístico como algo fixo. Era consultado o pessoal de vendas (que tem maior contato com os clientes) para determinar qual nível de serviço a ser oferecido aos clientes. Atualmente, a escolha do serviço pelos clientes é influenciada pelos níveis de serviços logísticos oferecidos. A meta da empresa de transportes é prover serviços que satisfaçam os clientes com maior efetividade e eficiência que seus concorrentes. Portanto, o nível de serviço 10 pode ser um instrumento promocional da mesma forma como os descontos de preço, a propaganda, as vendas personalizadas ou os termos de vendas favoráveis. Transporte especial, processamento mais rápido, tempo de entrega reduzido, embalagem padronizada, entre outros, afetam diretamente a venda do serviço, tornando a empresa mais competitiva, pois está agregando valor ao serviço oferecido. DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO A logística hoje atua com foco no cliente permitindo avançar, além das formas tradicionais de movimentação de materiais, em direção a uma ferramenta poderosa na agregação de valor aos serviços oferecidos e, também, conquistando vantagens competitivas perante a concorrência. O nível de serviço a ser oferecido pela empresa aos seus clientes ainda é um fator altamente complexo. Os gestores encontram enormes dificuldades para adaptá-lo a sua estrutura de distribuição de forma que atenda satisfatoriamente as necessidades de seus clientes e também dos acionistas. Desta forma, o nível de serviço pode ser medido pelo tempo de entrega, ou seja, o tempo de transporte a partir do depósito até o endereço do cliente ou como porcentagem das ordens entregue dentro de certo prazo após o recebimento do pedido. Outra forma de avaliação é através de um questionário que, respondido pelos clientes, trará informações úteis para analisar o desempenho logístico da empresa. Um serviço ao cliente bem formulado é uma variável importante que pode garantir, além de uma demanda, a retenção de clientes potenciais. Clientes potenciais devem ser o foco, pois um serviço altamente diferenciado gera altos custos e, conseqüentemente, preços mais elevados o que tende a limitar o número de clientes em condições de adquirir o mesmo. Dessa forma, deve ser analisada a necessidade do cliente quanto aos níveis de serviço. São informações a respeito do volume dos pedidos, localização, comodidade, prazo de entrega e assim por diante. O ideal é proporcionar um ótimo nível de serviço a segmentos específicos de clientes. Depois que os segmentos estiverem identificados, será possível desenhar no papel um sistema de distribuição capaz de atender às exigências de cada um dos grupos de clientes. É necessário administrar o nível de serviço e estabelecer patamares de atividades logísticas de forma que proporcionem o nível de serviço logístico planejado, sendo importante identificar os elementos-chave que determinam o mesmo. É preciso determinar as necessidades dos clientes e como elas podem ser medidas para, após, fixar os padrões de nível de serviço e 11 planejar serviços extraordinários. Nem todo cliente precisa ou deve ser tratado da mesma forma. Como pouco se sabe a respeito das verdadeiras necessidades de serviço exigidos pelos clientes, muitas empresas simplesmente mantém um elevado nível de serviço, resultando em custos de distribuição maiores do que o necessário, isto por sua vez ocasionando um maior preço final. Assim, as empresas podem separar seus clientes em grupos, como por exemplo, os da construção civil que dependem exclusivamente da entrega dos pedidos, pois não trabalham com estoques em seus canteiros de obras; clientes institucionais, que exigem entregas rápidas, pois trabalham com prazos de atendimento restritos; clientes da indústria que precisam confiar plenamente no serviço de distribuição e entrega dos pedidos, pois qualquer atraso pode provocar a interrupção do processo de produção ocasionando grandes prejuízos; ou os varejistas que não necessitam de urgências de entregas de pedidos, pois trabalham sempre com um estoque regular para atender seu consumidor final. Desta forma, pode-se projetar sistemas de distribuição mais adequados, tendo como resultado uma distribuição mais eficaz e de menor custo. É ineficiente proporcionar maior nível de serviço do que os clientes esperam ou desejam. Este excesso simplesmente se transforma em custos extras para as empresas e preços elevados para o cliente que, por sua vez, poderá migrar para opções de serviços que atendam apenas as suas reais necessidades com um menor custo. Com a definição da política de serviço, o cliente sabe o que pode esperar e cobrar da empresa quanto aos seus métodos de trabalho podendo, assim, avaliar se suas necessidades podem ser atendidas. Também, depois de definido a política de serviços, é importante que seja oferecida aos clientes, o monitoramento das operações sob a perspectiva do cliente. É importante buscar informações junto aos clientes de como eles estão recebendo os serviços prestados pela empresa, de forma que possam ser desenvolvidas melhorias em pontos que apresentam problemas e, também, aproveitar para explorar novas oportunidades que possam surgir. Para a avaliação do nível de serviço e da satisfação dos clientes, pode-se utilizar alguns critérios como a flexibilidade da empresa em atender as particularidades de cada cliente; o tempo de atendimento da empresa frente às solicitações de informações sobre sua caga e possíveis soluções de problemas; mensurar, além do serviço a ser oferecido ao cliente, também, como o cliente está recebendo estes serviços. 12 Neste ponto, é importante comparar o serviço oferecido pela empresa em relação aos serviços oferecidos pelos concorrentes e a percepção dos clientes em relação a ambos, procurando assim, melhor mensurar o nível de serviço prestado. Ressaltando que a empresa, além do monitoramento da satisfação dos clientes em relação ao serviço oferecido, deve, também, monitorar o retorno que todo este processo está trazendo aos acionistas, ou seja, se está sendo rentável. A empresa deve monitorar suas atividades, avaliando se os custos para desenvolver alto nível de serviço aos seus clientes não sejam maiores que as receitas proporcionadas pelos mesmos, pois, sendo assim, não se justifica o investimento. Deve estar atenta para a relação do custo/benefício nas decisões de provimento do nível de serviço a ser oferecido aos seus clientes. O cliente, na maioria das vezes, exigirá maior qualidade, frotas novas, caminhões que tenham instrumentação de bordo com sistema de rastreamento via satélite, sistema de rádio freqüência para localização de cargas, sistema de segurança via rádio, entre outrosfatores que julgar necessário para que sejam transportadas suas mercadorias. ENTRADA E SAÍDA DOS PRODUTOS NA EMPRESA Chegando a mercadoria na transportadora Atlas, ela é conferida enquanto o conhecimento da nota fiscal é feito na expedição. Feito o conhecimento já pode-se fazer o carregamento das cargas. Finalizando assim com o planejamento das cargas no sistema através do conhecimento das notas e manifestando a CTRB para a viagem do motorista. Há dois pontos a serem melhorados na empresa, o primeiro é a compra de novos veículos para a grande demanda de serviços e a outra e a falta de funcionários na expedição pela também grande demanda de notas fiscais. ESPAÇO FISICO 13 COMO DESENHAR A REDE LOGÍSTICA Conceito de logística é colocar o produto certo na hora certa, no local certo e ao menor custo possível. Este conceito tem sido utilizado para descrever a sinergia proporcionada pelas operações entre as funções das empresas, porém é necessário que se busque, baseado neste conceito, a descrição do que realmente é um processo logístico. O processo logístico deve estar conectado ao conceito da logística, compreender as áreas operacionais (suprimento, produção e distribuição), desde as fontes de matéria prima até o produto acabado acessar as mãos do consumidor final, buscando a minimização dos custos envolvidos e garantindo a melhoria dos níveis de serviço. A forma encontrada para descrever um processo logístico baseada no conceito da logística e seus objetivos, utiliza por analogia a ótica de fornecedor e cliente internos descrita nos conceitos de qualidade total preconizados. Todos os processos de uma organização possuem clientes internos e fornecedores internos. As técnicas de análise e conceituação de processo são exploradas de forma mais intensa no estudo da administração da produção. Uma descrição de um processo logístico que possa ser 14 comum a todo o fluxo de produto da empresa difere da descrição de um processo de produção em um aspecto básico que é a inclusão do deslocamento como parte integrante desse processo. Ao visualizar-se um ambiente logístico em toda a sua abrangência pode se verificar que o produto possui um padrão de fluxo. Existem algumas exceções a este padrão, que é encontrado em empresas com processos de produção contínuos, que é o caso da industria do setor químico, ou de empresas com processos de produção onde o operador executa as tarefas acompanhando o deslocamento do produto. Mesmo estas exceções podem ser simplificadas por ocasião da descrição de um processo logístico, assumindo-se que todo e qualquer beneficiamento exercido nos processos logísticos do sub-sistema de produção deste tipo de industria seja definido como um procedimento do tipo “stop”. Com relação ao deslocamento do produto entre duas paradas não existem exceções conhecidas. Um processo logístico é composto portanto de um procedimento estático, e um procedimento dinâmico. Este conjunto de procedimentos que formam um processo logístico devem exercer as suas atividades dentro dos conceitos da logística, isto é fornecer o produto certo e sem defeitos, no local da demanda do próximo processo, dentro dos tempos certos, ao menor custo possível e com garantia e/ou melhoria dos níveis de serviço. Esta ótica é a mesma adotada pelos preceitos de Controle de Qualidade Total mencionada anteriormente. Assume-se com esta definição que um ambiente logístico possui, além de clientes externos, clientes internos e portanto, os fornecedores internos e externos devem estar conectados com os conceitos e objetivo da logística. Com base nessas premissas, é possível conceituar o processo logístico como sendo a conjunção de um procedimento estático e um procedimento dinâmico, que buscam a minimização dos custos e melhoria dos níveis de serviço, utilizando as informações da demanda para apoiar as decisões que interferem no processo. O procedimento estático pode ser definido como uma parada que o produto sofre para execução de natureza de beneficiamento ou de disponibilidade do produto para demanda futura. Como exemplos pode se citar os procedimentos de solda, estocagem no almoxarifado e exposição nas gôndolas de um ponto de venda. A única diferença entre procedimentos estáticos de produção e de estocagem, encontra-se na dependência que a estocagem tem em relação a demanda do próximo processo. O procedimento dinâmico pode ser definido como o deslocamento do produto entre dois procedimentos estáticos. Este deslocamento poderá ser realizado em qualquer dos três subsistemas abrangidos pela logística. Como exemplos destes procedimentos, pode se citar o transporte de um container de partes de um produto para um processo logístico de montagem, 15 ou então o deslocamento de matérias primas do almoxarifado para a produção. Estes processos, compostos por procedimentos estáticos e dinâmicos, permeiam os sub-sistemas da área operacional de uma empresa, bem como todas as empresas que compõem uma cadeia de suprimentos, desde as fontes das matérias primas até o produto acessar o consumidor final. Um processo logístico pode ser representado de forma análoga à representação de um processo de rede. Por sua vez, um conjunto de processos logísticos pode ser representado como um subsistema logístico suprimento, produção ou distribuição A representação de um conjunto de subsistemas logísticos forma um sistema logístico de uma empresa. Um conjunto de empresas que produzem matérias primas, partes, subconjuntos e conjuntos de um determinado produto de consumo final formam uma cadeia de suprimentos e pode ser representado analogamente da mesma forma que uma rede de processos logísticos. O processo logístico é o componente básico de qualquer cadeia de suprimento, mas que também pode ser visto em vários níveis de agregação, como por exemplo um conjunto de empresas de uma cadeia de suprimentos Por sua vez, um conjunto de processos logísticos pode ser representado como um subsistema logístico suprimento, produção ou distribuição A representação de um conjunto de subsistemas logísticos forma um sistema logístico de uma empresa. Um conjunto de empresas que produzem matérias primas, partes, subconjuntos e conjuntos de um determinado produto de consumo final formam uma cadeia de suprimentos e pode ser representado analogamente da mesma forma que uma rede de processos logísticos. O processo logístico é o componente básico de qualquer cadeia de suprimento, mas que também pode ser visto em vários níveis de agregação, como por exemplo um conjunto de empresas de uma cadeia de suprimentos. 16 Técnicas para desenhar a rede: 1ºA simbologia da rede pode ser utilizada para desenhar qualquer tipo de rede, desde um pequeno processo de produção, até a cadeia como um todo. 2º O desenho da rede deve expressar o interesse do ambiente de estudo. Você deverá desenhar somente o ambiente que você está interessado em estudar, seja ele um simples processo, um sub- sistema, um sistema ou toda a cadeia. 3º O desenho deve ser realizado a partir do cliente, seja ele interno, externo, ou até mesmo o consumidor final. 4º Os contornos de uma rede de uma empresa tem o seu desenho assemelhado a um triângulo coma sua base voltada para a esquerda. 5º A rede de um deve ser feita por produto, iniciando com o produto de consumo final, até chegar aos fornecedores de matérias primas básicas. 6ºOs processos devem estar nominados. Via de regra, utilize o nome do procedimento estático que todos conhecem. 7º Cada processo possui sete custos e perdas que são comuns a todos, são cumulativos , e são compensatórios entre si e em relação aos outros processos. 17 8º Os custos de cada processo possuem a mesma formulação matemática, seja ele de uma vaca pastando no campo, seja ele o de um consumidor realizandoa aquisição de um litro de leite em um ponto de varejo. FLUXOLOGRAMA Logística Reversa Logística reversa é o processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. A logística reversa é a área da logística, que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais desde o ponto de consumo ate o local de origem. Ela opera o retorno dos bens de pós- consumo, bem como o de pós- venda, que são descartados pelos consumidores de forma a buscar a revalorização desses bens na medida do possível, ou quando isso não é mais possível, destina-los a locais ambientalmente adequados como aterros sanitários. Para isso são necessárias atividades como coleta, triagem, embalagem, estocagem e novamente o transporte. 18 A logística inversa aborda a recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, materiais, entre outros, desde o ponto de consumo até o local de origem ou de deposição em local seguro com o menor risco ambiental possível. Assim a logística inversa trata de um tema bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as politicas ambientais são temas de relevo na atualidade. Essa ferramenta na verdade sempre existiu, mas porem nos dias de hoje a preocupação com o meio ambiente tornou essa ferramenta numa enorme preocupação politica e mundial. Todos nos sabemos que muitos produtos para serem produzidos dependem de recursos naturais não renováveis, ou seja recursos que estão a cada dia mais escassos como o petróleo. Com essa nova preocupação as empresas se adaptaram a aplicar a logística reversa em seus produtos, ou seja reciclando seus produtos. Com a tecnologia, os produtos reciclados vem sendo muito bem utilizados em diversos setores como no asfalto, pois se recicla pneus velhos e transforma sua matéria-prima em asfalto entre outros. Hoje em dia a logística reversa deve ser levada em consideração, pois a cada dia devemos nos preocupar mais com o meio ambiente, com nosso planeta, e com essas mudanças podemos contribuir muito com ajuda de todos nós. 19 CONCLUSÃO Com base em todas as informações obtidas até aqui, chegamos à conclusão de que uma empresa por mais que esteja em ascensão precisa ter apoio logístico em seus processos a fim de otimizar seu tempo e melhorar seu desempenho. Dentro dos processos da empresa são identificados três subsistemas logísticos que se integram, são eles: logística de entrada, que cuida da requisição de materiais; logística interna, responsável pelo estoque e logística de saída que é responsável pelo transporte e distribuição. Estes subsistemas identificam os fatores críticos de sucesso e seus impactos no objetivo organizacional. A intermodalidade apesar de ser útil de forma ampla, não é um método utilizado, pois os serviços prestados são todos rodoviários. Os subsistemas selecionados são os principais e os que mais demandam de ajuste e aprimoramento, demonstrados nos fatores críticos de sucesso da empresa Contudo, o arranjo logístico é responsável por manter os processos em constante sintonia e aumentando a qualidade do produto/serviço. O arranjo logístico é importante para definir o fornecimento, como vai ser feito, o tipo de modal, a embalagem e o transporte a ser utilizado. Para cada subsistema logístico se tem a estratégia de transporte, como o modal do transporte, como este é gerenciado, a composição da frota, as potencialidades e fraquezas apresentadas pela organização quanto à estratégia de transporte utilizada. A teoria do processo logístico foi desenvolvida pelos pesquisadores do IPELOG e se constitui em tecnologia dominada, aplicada e de resultados. Os custos do processo logístico, cuja equação é denominada de função logística, também foi desenvolvida pelos pesquisadores do IPELOG. BIBLIOGRAFIA Instituto Universal Brasileiro Educação de Jovens e Adultos LTDA. http://institutouniversal.com.br Logística, armazenagem, distribuição e trade marketing – Celso Minoru Hara. PLT: 393. VALENTE, Amir Mattar et al. Gerenciamento de Transporte e Frotas. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 20 Como desenhar a rede logística – do processo ao Supply Chain. Disponível em: <https://docs.google.com/fileview?id=0B7S4Pp3KDYaHY2Q0YjhhOTEtYmNjOS0 0ODEyLWJlY2MtOGIzZDk5NDAyZmQ2&hl=pt_BR>. Acesso em: 10 abr. 2013. LOGÍSTICA Reversa – Jornal Bom dia Brasil. Disponível em: <https://docs.google.com/file/d/0B7S4Pp3KDYaHTGVraG8yYVc3MFk/edit?usp =sharing>. Acesso em: 31 maio 2013.