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FACULDADE ANHANGUERA SUMARÉ 
 
TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA 
4º SEMESTRE 
 
 
 
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 
TRANSPORTES, DISTRIBUIÇAO E SEGUROS 
PROFESSOR: Ademir Cavalheiro Leite 
TUTORA PRESENCIAL: Nadya Dias De Melo Machado 
 
 
 
André Luis..............................................................................Ra: 6572293977 
Eliseu C. Freitas.......................................................................Ra: 6796423167 
 Diego Viana Novais..................................................................Ra: 6540278097 
Karla Gibim Da Silva...............................................................Ra: 7117508053 
Layra Da Silva Reginaldo..........................................................Ra: 6963493542 
 
 
 
Sumaré / SP 
2014 
 
1 
Atividades práticas supervisionadas (ATPS) 
 
 
 
 
 
TRANSPORTES, DISTRIBUIÇÃO E SEGUROS 
 
 
 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sumaré / SP 
2014 
Atividade prática supervisionada apresentado à 
disciplina de Operações de Terminais e Armazéns, 
ministrada pelo professor: Prof. Me. Luiz Manuel 
Palmeira , para obtenção parcial de nota no curso de 
tecnologia em logística, da faculdade anhanguera - 
Sumaré/SP 
 
2 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇAO....................................................................................1 
2 MODAIS UTILIZADOS................................................................................2 
3 LOGÍSTICA DE ENTRADA.............................................................3 
4 LOGÍSTICA INTERNA.....................................................................4 
5 LOGÍSTICA DE SAIDA.....................................................................5 
6 DINAMICA DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA EM EMPRESA 
BRASILEIRAS.......................................................................................................6 
7 PLANEJAMENTO LOGÍSTICO COMO MELHORIA DO NÍVEL DE 
SERVIÇO.......................................................................................................................7 
7/1 NÍVEL DE SERVIÇO..............................................................................7 
7/2 DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO...................................7 
8 ENTRADA E SAÍDA DOS PRODUTOS NA EMPRESA.........................8 
9 ESPAÇO FISICO.....................................................................................9 
10 COMO DESENHAR A REDE LOGÍSTICA.......................................10 
11 REDE LOGÍSTICA................................................................................11 
12 FLUXOLOGRAMA....................................................................................12 
13 Logística Reversa.....................................................................................13 
14CONCLUSÃO...................................................................................................14 
 15 BIBLIOGRAFIA..............................................................................................15 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
INTRODUÇAO 
A empresa selecionada foi a transportadora Atlas Transporte e Logística, localizada em 
Sumaré JD D,alorto, com abrangência nacional. Ela esta no mercado a 60 anos com filiais, 
interligadas cobrindo 100% do território nacional. Ela transporta quase tudo, menos alimentos 
e produtos químicos. 
Todas as unidades possui estrutura administrativa, operacional e equipe treinada para 
distribuir suas mercadorias. Sua matriz fica em São Paulo. 
 
 
 
MODAIS UTILIZADOS 
Na Atlas os transportes utilizados são, caminhão, carreta, truck e 3/4. São usados todos para 
coletas, mas as carretas são as mais utilizadas para o transporte ate o cliente. 
Dentro da empresa o transporte próprio ou de terceiros é monitorado desde sua saída até a sua 
volta na empresa. Um auxiliar operacional é encarregado de monitorar, como anda as coletas, 
as que horas chega, se tem que ir direto para outra coleta e etc. 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
Sua frota é composta por funcionários da casa ou agregados. Os agregados trabalham apenas 
com caminhão truck , sendo próprio ou da casa. 
 
Sua potencialização esta na rapidez nas manutenções das frotas, porem sua fraqueza esta na 
falta de caminhões para sua grande demanda de serviços ,principalmente para a coleta. 
Suas coletas são feitas na região metropolitana de campinas, mas algumas cidade como 
Sorocaba, Salto, Piracicaba e etc, são coletadas esporadicamente. 
 
 
 
 
 
 
 
5 
LOGÍSTICA DE ENTRADA 
A logística de entrada cuida dos processos de entrada de materiais e da relação com os 
fornecedores. Na transportadora Atlas sua dificuldade na logística de entrada é a coleta. Nem 
sempre ela e feita no prazo. 
LOGÍSTICA INTERNA 
Logística interna controla as movimentações internas de materiais e estoque. 
Cuida também da movimentação interna de materiais nos processos de produção e fabricação. 
Na transportadora Atlas sua dificuldade na logística interna é o espaço físico, eles ainda usam 
corredores para armazenar carga. 
LOGÍSTICA DE SAIDA 
Logística de saída cuida dos processos que ocorrem com os produtos acabados desde que são 
armazenados até o momento que são entregues ao cliente. 
Na transportadora Atlas sua dificuldade na logística de saída é que o planejamento das notas 
fiscais nem sempre acontece antes do horário de saída do motorista. 
 
DINAMICA DA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA EM EMPRESAS BRASILEIRAS 
Apesar do grande volume de artigos publicados anualmente sobre logística, uma pequena 
fração destina-se a analise da estratégia logística e de suas principais politicas. 
A proposta de Pagh e Cooper para a analise de estratégia é uma exceção. 
No seu artigo, o fluxo de produtos é decomposto nas dimensões tempo e espaço, nas quais 
podem ser tomadas decisões de antecipação e de postergação. 
A dimensão espaço esta associada a escolha da politica de distribuição física dos produtos. Já 
na dimensão tempo, podem ser tomadas decisões de produzir contra pedido. 
Com entrevistas com gerentes de logística de grandes empresas foi possível coletar e compilar 
dados sobre as politicas de produção e de distribuição atualmente em curso, bem como sobre 
as principais características do produto da operação e da demanda que influenciam essas 
politicas. Dentre os principais resultados obtidos está a quantificação e a hierarquização do 
impacto das principais características do negócio nas politicas de produtos e de distribuição. 
São apontadas algumas características do produto da operação e da demanda que influenciam 
a decisão de centralização dos estoques. Dentre as características do produto destaca-se a 
densidade de custos, que é a razão entre o custo do produto vendido e o peso ou volume do 
produto. Podemos afirmar que quanto maior a 
 
 
 
6 
densidade de custos de produtos, maior é a tendência para a centralização de seus estoques, e 
quanto menor a densidade de custos, maior a tendência para a descentralização dos estoques. 
Dentre as características da demanda que afetam a centralização dos estoques, destacam-se o 
giro dos estoques, razão entre as vendas anuais e o nível de estoque, o coeficiente de variação 
das vendas e a razão entre o desvio padrão e a media de vendas. 
Quanto maior o giro, maior a propensão para a descentralização dos estoques, basicamente 
por que menores são os riscos associados á absolescencia, perecibilidade ou encalhe de 
produtos. 
Em determinadas circunstancias, as operações finais de mistura, montagem e embalagem 
podem ser postergadas até que haja clara definição a respeito do 
 SKUS (UNIDADES DE PRODUTOS EM ESTOQUE) Serão vendidas, eliminando-se, com 
isso, os riscos associados á incerteza da demanda futura. 
A política de produção envolve a escolha entre produzir para estoque ou produzir contra – 
pedido. 
A exigência de curtos temposde entrega leva á produção para estoque. Por outro lado, a 
possibilidade e o desejo de personalizar um produto levam á produção contra-pedido. Por 
meio de um alto grau de contato entre a área de produção e os clientes, os produtos acabados 
podem ser personalizados de acordo com necessidades especificas, sendo produzidos contra- 
pedido, a partir de uma configuração básica. 
Alguns fatores deveriam ser observados para a produção contra- pedido. O primeiro deles é a 
razão entre o tempo de entrega do produto para o cliente final e o tempo de entrega para a 
matéria- prima mais critica pelo fornecedor. 
O segundo fator é o custo do produto vendido. Pode ser interpretado como o volume de 
capital de giro necessário para produzir uma unidade adicional. 
O terceiro é o coeficiente de variação das vendas. Assim como na distribuição física, a maior 
variabilidade nas vendas pode contribuir para a postergação do fluxo de produtos na 
produção. 
O quarto fator está relacionado a absolescencia e a perecibilidade dos estoques. Quanto 
maiores a absolescencia e a perecibilidade dos produtos acabados, maior a propensão para 
produzir contra- pedido, a fim de se evitarem perdas de estoque. 
Deve se destacar que a tecnologia de processo de produção pode afetar a decisão de produzir 
para estoque ou contra- pedido. Basicamente porque os processos como auto motivo e 
eletroeletrônicos, são mais flexíveis que os processos contínuos, com a siderurgia e 
petroquímica, com relação a postergação no tempo. 
 
7 
 
No passado, no período das grandes guerras, os generais traçavam grandes estratégias para 
que suas tropas fossem supridas com armamentos, munições e alimentação, com o objetivo de 
atacar o inimigo da melhor forma possível. Foi a partir daí que surgiu o conceito de logística. 
O planejamento se insere no contexto da logística, de modo a dinamizar as atividades, 
proporcionando à organização fluxos de processos mais ágeis e econômicos, e em contraparte, 
aos clientes, produtos e/ou serviços disponibilizados da melhor forma possível e no momento 
desejado. Onde desta maneira, haverá a fidelização dos clientes, através da excelência dos 
serviços. 
Ao planejamento compete ao gestor definir estratégias para que sejam alcançados os reais 
objetivos organizacionais, fazendo a organização, obter diferenciais competitivos frente aos 
seus concorrentes. O lema estratégia é ser diferente, escolher, de forma deliberada, um 
conjunto diferente de atividades para proporcionar um mix único de valores. 
Atualmente, uma atividade que está em evidência no âmbito empresarial é a do transporte 
que, simplificadamente, consiste na tarefa de se levar mercadorias de um lugar para outro. 
Esta atividade é o mecanismo que aproxima indústrias, comerciantes e clientes, envolvendo 
elementos importantes como preço do serviço, pontualidade da entrega, condições físicas dos 
bens entregues, entre outros. Geralmente, estes elementos são os levados em consideração 
pelos clientes no momento da definição de qual empresa se tornará parceira para o 
desenvolvimento dos serviços de transporte. 
No Brasil, observa-se que o mercado de transporte está em pleno processo de reestruturação 
em virtude da globalização e da abertura do mercado. 
Este novo cenário vem obrigando as empresas nacionais a redefinirem suas formas de gestão 
para manterem a viabilidade de seus negócios. Com todas estas mudanças, os clientes 
passaram a desfrutar de serviços alternativos e diferenciados o que, cada vez mais, incitou o 
aumento de suas exigências em relação ao nível de serviço oferecido. Os clientes, acabam 
negociando e fechando contratos comerciais apenas com empresas que possam realmente 
atender aos seus desejos, com um custo razoavelmente aceitável. 
Desta forma faz-se necessário à definição de diretrizes estratégicas que conduzam todo o 
processo de adaptação para que se possa fazer frente às novas realidades do mercado e, 
também, que atendam aos objetivos e anseios da empresa. 
 
 
 
8 
PLANEJAMENTO LOGÍSTICO COMO MELHORIA DO NÍVEL DE SERVIÇO 
A logística envolve todas as operações relacionadas com planejamento e controle de 
produção, movimentação de materiais, embalagem, armazenagem e expedição, distribuição 
física, transporte e sistemas de comunicação que, realizadas de modo sincronizado, podem 
fazer com que as empresas agreguem valor aos serviços oferecidos aos clientes e também 
oportunizando um diferencial competitivo perante a concorrência. 
O objetivo central da logística é o de atingir um nível de serviço ao cliente pelo menor custo 
total possível buscando oferecer capacidades logísticas alternativas com ênfase na 
flexibilidade, na agilidade, no controle operacional e no compromisso de atingir um nível de 
desempenho que implique um serviço perfeito. 
O planejamento logístico tem por objetivo desenvolver estratégias que possam resolver os 
problemas de quatro áreas de destaque em empresas de transporte que são: o nível de 
serviços oferecido aos clientes; localização das instalações de centros de distribuição; 
decisões de níveis de estoque e decisões de transportes que devem ser utilizados no 
desenvolvimento de todo o processo. 
A logística é responsável por oferecer mercadorias ou serviços esperados pelos clientes, nos 
locais apropriados em relação às suas necessidades, nos prazos acertados ou esperados e nas 
melhores condições físicas possíveis, a fim de atender as necessidades dos clientes, 
proporcionando o máximo de retorno financeiro para a empresa. 
O mercado sofre mudanças rápidas e, muitas vezes, as empresas não estão preparadas para 
absorver estas mudanças dificultando sua adaptação ao novo ambiente de negócios. Portanto, 
desenvolver um bom processo de planejamento, é de importância extrema para a empresa, 
pois um planejamento logístico, orientado para atender as necessidades impostas pelo 
mercado, faz com que se mantenha o controle da empresa. Esse controle advêm do equilíbrio 
dos recursos financeiros disponíveis e da oferta de serviços especializados, de forma que se 
agregue valor aos mesmos e, também, oportunizando um diferencial competitivo perante a 
concorrência sem afetar a rentabilidade da empresa. 
Estrategistas, altamente conhecedores do assunto, devem assessorar o desenvolvimento do 
mesmo, sob pena de se ter reveses durante todo o processo. É importante salientar que o 
processo, para ter êxito, precisa necessariamente ter o consentimento de toda a direção da 
empresa e de seus acionistas, de forma que sejam estabelecidos os limites máximos de 
mudanças aceitos para o posicionamento da empresa no mercado. 
No processo de elaboração de um planejamento logístico deve-se ficar claro que nem tudo 
que foi planejado funcionará perfeitamente o tempo todo, Quando implementada a estratégia, 
 
9 
no desenvolver das atividades, serão necessárias modificações à medida que as condições 
ambientais ou organizacionais sofrerem alterações, sendo que estas alterações são, muitas 
vezes, difíceis de serem previstas. Neste contexto, existe a possibilidade de que alguns fatores 
internos e fatores externos, dificultem o desenvolvimento do nível de serviço previamente 
programado com o cliente.( Níveis de estoque, Disposição de estoques, Métodos de controle). 
 
NÍVEL DE SERVIÇO 
O transporte de carga tradicional tratava de deslocar produtos e insumos entre diversos 
pontos, considerando a escala do tempo de forma secundária. 
Com a evolução do mercado e com a preocupação das empresas em relação ao nível de 
serviço oferecido aos seus clientes, procurou-se identificar e quantificar os fatores necessários 
para a elaboração de novos níveis de serviço como: prazo de execução e respectivo nível de 
confiabilidade; tempo de processamento de tarefas; disponibilidade de pessoal e dos 
equipamentos solicitados; facilidade em sanar erros e falhas; agilidade e precisão em fornecer 
informações sobre os serviçosem processamento; agilidade e precisão no rastreamento de 
cargas em processamento ou em trânsito; agilidade no atendimento de reclamações e no 
encaminhamento de soluções; estrutura tarifária fácil de entender e simples de aplicar. 
Os elementos de pré-transação estabelecem a política do nível de serviço que a empresa deve 
seguir, tais como: quando as mercadorias devem ser entregues após a colocação de um 
pedido, como se deve proceder em caso de extravios, etc, deixando claro para o cliente o que 
ele pode esperar dos serviços prestados pela empresa. 
Os elementos de transação são os resultados obtidos com a entrega do produto ao cliente 
como, por exemplo, selecionar o modo de transporte. Esses elementos influenciam no tempo 
de entrega, exatidão no preenchimento de ordens, condições das mercadorias no momento da 
recepção pelo cliente, etc, são aspectos bastante observados e avaliados pelos mesmos. Os 
elementos de pós-transação definem como deve ser feito o atendimento dos clientes em 
relação a devoluções, solicitações, reclamações e providências sobre retorno de embalagens 
(garrafas retornáveis, estrados, paletes, etc). 
No passado, as empresas tratavam o serviço logístico como algo fixo. Era consultado o 
pessoal de vendas (que tem maior contato com os clientes) para determinar qual nível de 
serviço a ser oferecido aos clientes. 
Atualmente, a escolha do serviço pelos clientes é influenciada pelos níveis de serviços 
logísticos oferecidos. A meta da empresa de transportes é prover serviços que satisfaçam os 
clientes com maior efetividade e eficiência que seus concorrentes. Portanto, o nível de serviço 
 
10 
pode ser um instrumento promocional da mesma forma como os descontos de preço, a 
propaganda, as vendas personalizadas ou os termos de vendas favoráveis. Transporte especial, 
processamento mais rápido, tempo de entrega reduzido, embalagem padronizada, entre outros, 
afetam diretamente a venda do serviço, tornando a empresa mais competitiva, pois está 
agregando valor ao serviço oferecido. 
 
DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO 
A logística hoje atua com foco no cliente permitindo avançar, além das formas tradicionais de 
movimentação de materiais, em direção a uma ferramenta poderosa na agregação de valor aos 
serviços oferecidos e, também, conquistando vantagens competitivas perante a concorrência. 
O nível de serviço a ser oferecido pela empresa aos seus clientes ainda é um fator altamente 
complexo. Os gestores encontram enormes dificuldades para adaptá-lo a sua estrutura de 
distribuição de forma que atenda satisfatoriamente as necessidades de seus clientes e também 
dos acionistas. 
Desta forma, o nível de serviço pode ser medido pelo tempo de entrega, ou seja, o tempo de 
transporte a partir do depósito até o endereço do cliente ou como porcentagem das ordens 
entregue dentro de certo prazo após o recebimento do pedido. Outra forma de avaliação é 
através de um questionário que, respondido pelos clientes, trará informações úteis para 
analisar o desempenho logístico da empresa. 
Um serviço ao cliente bem formulado é uma variável importante que pode garantir, além de 
uma demanda, a retenção de clientes potenciais. 
Clientes potenciais devem ser o foco, pois um serviço altamente diferenciado gera altos custos 
e, conseqüentemente, preços mais elevados o que tende a limitar o número de clientes em 
condições de adquirir o mesmo. 
Dessa forma, deve ser analisada a necessidade do cliente quanto aos níveis de serviço. São 
informações a respeito do volume dos pedidos, localização, comodidade, prazo de entrega e 
assim por diante. 
O ideal é proporcionar um ótimo nível de serviço a segmentos específicos de clientes. Depois 
que os segmentos estiverem identificados, será possível desenhar no papel um sistema de 
distribuição capaz de atender às exigências de cada um dos grupos de clientes. 
É necessário administrar o nível de serviço e estabelecer patamares de atividades logísticas de 
forma que proporcionem o nível de serviço logístico planejado, sendo importante identificar 
os elementos-chave que determinam o mesmo. É preciso determinar as necessidades dos 
clientes e como elas podem ser medidas para, após, fixar os padrões de nível de serviço e 
 
11 
planejar serviços extraordinários. Nem todo cliente precisa ou deve ser tratado da mesma 
forma. Como pouco se sabe a respeito das verdadeiras necessidades de serviço exigidos pelos 
clientes, muitas empresas simplesmente mantém um elevado nível de serviço, resultando em 
custos de distribuição maiores do que o necessário, isto por sua vez ocasionando um maior 
preço final. 
Assim, as empresas podem separar seus clientes em grupos, como por exemplo, os da 
construção civil que dependem exclusivamente da entrega dos pedidos, pois não trabalham 
com estoques em seus canteiros de obras; clientes institucionais, que exigem entregas rápidas, 
pois trabalham com prazos de atendimento restritos; clientes da indústria que precisam confiar 
plenamente no serviço de distribuição e entrega dos pedidos, pois qualquer atraso pode 
provocar a interrupção do processo de produção ocasionando grandes prejuízos; ou os 
varejistas que não necessitam de urgências de entregas de pedidos, pois trabalham sempre 
com um estoque regular para atender seu consumidor final. 
Desta forma, pode-se projetar sistemas de distribuição mais adequados, tendo como resultado 
uma distribuição mais eficaz e de menor custo. É ineficiente proporcionar maior nível de 
serviço do que os clientes esperam ou desejam. Este excesso simplesmente se transforma em 
custos extras para as empresas e preços elevados para o cliente que, por sua vez, poderá 
migrar para opções de serviços que atendam apenas as suas reais necessidades com um menor 
custo. 
Com a definição da política de serviço, o cliente sabe o que pode esperar e cobrar da empresa 
quanto aos seus métodos de trabalho podendo, assim, avaliar se suas necessidades podem ser 
atendidas. 
Também, depois de definido a política de serviços, é importante que seja oferecida aos 
clientes, o monitoramento das operações sob a perspectiva do cliente. É importante buscar 
informações junto aos clientes de como eles estão recebendo os serviços prestados pela 
empresa, de forma que possam ser desenvolvidas melhorias em pontos que apresentam 
problemas e, também, aproveitar para explorar novas oportunidades que possam surgir. 
Para a avaliação do nível de serviço e da satisfação dos clientes, pode-se utilizar alguns 
critérios como a flexibilidade da empresa em atender as particularidades de cada cliente; o 
tempo de atendimento da empresa frente às solicitações de informações sobre sua caga e 
possíveis soluções de problemas; mensurar, além do serviço a ser oferecido ao cliente, 
também, como o cliente está recebendo estes serviços. 
 
12 
Neste ponto, é importante comparar o serviço oferecido pela empresa em relação aos serviços 
oferecidos pelos concorrentes e a percepção dos clientes em relação a ambos, procurando 
assim, melhor mensurar o nível de serviço prestado. 
Ressaltando que a empresa, além do monitoramento da satisfação dos clientes em relação ao 
serviço oferecido, deve, também, monitorar o retorno que todo este processo está trazendo aos 
acionistas, ou seja, se está sendo rentável. A empresa deve monitorar suas atividades, 
avaliando se os custos para desenvolver alto nível de serviço aos seus clientes não sejam 
maiores que as receitas proporcionadas pelos mesmos, pois, sendo assim, não se justifica o 
investimento. Deve estar atenta para a relação do custo/benefício nas decisões de provimento 
do nível de serviço a ser oferecido aos seus clientes. 
O cliente, na maioria das vezes, exigirá maior qualidade, frotas novas, caminhões que tenham 
instrumentação de bordo com sistema de rastreamento via satélite, sistema de rádio freqüência 
para localização de cargas, sistema de segurança via rádio, entre outrosfatores que julgar 
necessário para que sejam transportadas suas mercadorias. 
 
ENTRADA E SAÍDA DOS PRODUTOS NA EMPRESA 
Chegando a mercadoria na transportadora Atlas, ela é conferida enquanto o conhecimento da 
nota fiscal é feito na expedição. Feito o conhecimento já pode-se fazer o carregamento das 
cargas. Finalizando assim com o planejamento das cargas no sistema através do conhecimento 
das notas e manifestando a CTRB para a viagem do motorista. 
Há dois pontos a serem melhorados na empresa, o primeiro é a compra de novos veículos para 
a grande demanda de serviços e a outra e a falta de funcionários na expedição pela também 
grande demanda de notas fiscais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESPAÇO FISICO 
 
13 
 
 
COMO DESENHAR A REDE LOGÍSTICA 
Conceito de logística é colocar o produto certo na hora certa, no local certo e ao menor custo 
possível. Este conceito tem sido utilizado para descrever a sinergia proporcionada pelas 
operações entre as funções das empresas, porém é necessário que se busque, baseado neste 
conceito, a descrição do que realmente é um processo logístico. 
O processo logístico deve estar conectado ao conceito da logística, compreender as áreas 
operacionais (suprimento, produção e distribuição), desde as fontes de matéria prima até o 
produto acabado acessar as mãos do consumidor final, buscando a minimização dos custos 
envolvidos e garantindo a melhoria dos níveis de serviço. 
 A forma encontrada para descrever um processo logístico baseada no conceito da logística e 
seus objetivos, utiliza por analogia a ótica de fornecedor e cliente internos descrita nos 
conceitos de qualidade total preconizados. Todos os processos de uma organização possuem 
clientes internos e fornecedores internos. 
 As técnicas de análise e conceituação de processo são exploradas de forma mais intensa no 
estudo da administração da produção. Uma descrição de um processo logístico que possa ser 
 
14 
comum a todo o fluxo de produto da empresa difere da descrição de um processo de produção 
em um aspecto básico que é a inclusão do deslocamento como parte integrante desse 
processo. 
 Ao visualizar-se um ambiente logístico em toda a sua abrangência pode se verificar que o 
produto possui um padrão de fluxo. Existem algumas exceções a este padrão, que é 
encontrado em empresas com processos de produção contínuos, que é o caso da industria do 
setor químico, ou de empresas com processos de produção onde o operador executa as tarefas 
acompanhando o deslocamento do produto. Mesmo estas exceções podem ser simplificadas 
por ocasião da descrição de um processo logístico, assumindo-se que todo e qualquer 
beneficiamento exercido nos processos logísticos do sub-sistema de produção deste tipo de 
industria seja definido como um procedimento do tipo “stop”. Com relação ao deslocamento 
do produto entre duas paradas não existem exceções conhecidas. 
Um processo logístico é composto portanto de um procedimento estático, e um procedimento 
dinâmico. Este conjunto de procedimentos que formam um processo logístico devem exercer 
as suas atividades dentro dos conceitos da logística, isto é fornecer o produto certo e sem 
defeitos, no local da demanda do próximo processo, dentro dos tempos certos, ao menor custo 
possível e com garantia e/ou melhoria dos níveis de serviço. Esta ótica é a mesma adotada 
pelos preceitos de Controle de Qualidade Total mencionada anteriormente. 
Assume-se com esta definição que um ambiente logístico possui, além de clientes externos, 
clientes internos e portanto, os fornecedores internos e externos devem estar conectados com 
os conceitos e objetivo da logística. Com base nessas premissas, é possível conceituar o 
processo logístico como sendo a conjunção de um procedimento estático e um procedimento 
dinâmico, que buscam a minimização dos custos e melhoria dos níveis de serviço, utilizando 
as informações da demanda para apoiar as decisões que interferem no processo. 
O procedimento estático pode ser definido como uma parada que o produto sofre para 
execução de natureza de beneficiamento ou de disponibilidade do produto para demanda 
futura. Como exemplos pode se citar os procedimentos de solda, estocagem no almoxarifado e 
exposição nas gôndolas de um ponto de venda. A única diferença entre procedimentos 
estáticos de produção e de estocagem, encontra-se na dependência que a estocagem tem em 
relação a demanda do próximo processo. 
O procedimento dinâmico pode ser definido como o deslocamento do produto entre dois 
procedimentos estáticos. Este deslocamento poderá ser realizado em qualquer dos três 
subsistemas abrangidos pela logística. Como exemplos destes procedimentos, pode se citar o 
transporte de um container de partes de um produto para um processo logístico de montagem, 
 
15 
ou então o deslocamento de matérias primas do almoxarifado para a produção. Estes 
processos, compostos por procedimentos estáticos e dinâmicos, permeiam os sub-sistemas da 
área operacional de uma empresa, bem como todas as empresas que compõem uma cadeia de 
suprimentos, desde as fontes das matérias primas até o produto acessar o consumidor final. 
Um processo logístico pode ser representado de forma análoga à representação de um 
processo de rede. Por sua vez, um conjunto de processos logísticos pode ser representado 
como um subsistema logístico suprimento, produção ou distribuição 
A representação de um conjunto de subsistemas logísticos forma um sistema logístico de uma 
empresa. Um conjunto de empresas que produzem matérias primas, partes, subconjuntos e 
conjuntos de um determinado produto de consumo final formam uma cadeia de suprimentos e 
pode ser representado analogamente da mesma forma que uma rede de processos logísticos. O 
processo logístico é o componente básico de qualquer cadeia de suprimento, mas que também 
pode ser visto em vários níveis de agregação, como por exemplo um conjunto de empresas de 
uma cadeia de suprimentos 
Por sua vez, um conjunto de processos logísticos pode ser representado como um subsistema 
logístico suprimento, produção ou distribuição 
A representação de um conjunto de subsistemas logísticos forma um sistema logístico de uma 
empresa. 
Um conjunto de empresas que produzem matérias primas, partes, subconjuntos e conjuntos de 
um determinado produto de consumo final formam uma cadeia de suprimentos e pode ser 
representado analogamente da mesma forma que uma rede de processos logísticos. O 
processo logístico é o componente básico de qualquer cadeia de suprimento, mas que também 
pode ser visto em vários níveis de agregação, como por exemplo um conjunto de empresas de 
uma cadeia de suprimentos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 Técnicas para desenhar a rede: 
1ºA simbologia da rede pode ser utilizada para desenhar qualquer tipo de rede, desde um 
pequeno processo de produção, até a cadeia como um todo. 
2º O desenho da rede deve expressar o interesse do ambiente de estudo. Você deverá desenhar 
somente o ambiente que você está interessado em estudar, seja ele um simples processo, um 
sub- sistema, um sistema ou toda a cadeia. 
3º O desenho deve ser realizado a partir do cliente, seja ele interno, externo, ou até mesmo o 
consumidor final. 
4º Os contornos de uma rede de uma empresa tem o seu desenho assemelhado a um triângulo 
coma sua base voltada para a esquerda. 
5º A rede de um deve ser feita por produto, iniciando com o produto de consumo final, até 
chegar aos fornecedores de matérias primas básicas. 
6ºOs processos devem estar nominados. Via de regra, utilize o nome do procedimento estático 
que todos conhecem. 
7º Cada processo possui sete custos e perdas que são comuns a todos, são cumulativos , e são 
compensatórios entre si e em relação aos outros processos. 
 
17 
8º Os custos de cada processo possuem a mesma formulação matemática, seja ele de uma 
vaca pastando no campo, seja ele o de um consumidor realizandoa aquisição de um litro de 
leite em um ponto de varejo. 
 
FLUXOLOGRAMA 
 
Logística Reversa 
Logística reversa é o processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos 
resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o 
ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. 
A logística reversa é a área da logística, que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, 
embalagens ou outros materiais desde o ponto de consumo ate o local de origem. 
Ela opera o retorno dos bens de pós- consumo, bem como o de pós- venda, que são 
descartados pelos consumidores de forma a buscar a revalorização desses bens na medida do 
possível, ou quando isso não é mais possível, destina-los a locais ambientalmente adequados 
como aterros sanitários. Para isso são necessárias atividades como coleta, triagem, 
embalagem, estocagem e novamente o transporte. 
 
 
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A logística inversa aborda a recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, 
materiais, entre outros, desde o ponto de consumo até o local de origem ou de deposição em 
local seguro com o menor risco ambiental possível. Assim a logística inversa trata de um tema 
bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as politicas 
ambientais são temas de relevo na atualidade. 
Essa ferramenta na verdade sempre existiu, mas porem nos dias de hoje a preocupação com o 
meio ambiente tornou essa ferramenta numa enorme preocupação politica e mundial. Todos 
nos sabemos que muitos produtos para serem produzidos dependem de recursos naturais não 
renováveis, ou seja recursos que estão a cada dia mais escassos como o petróleo. Com essa 
nova preocupação as empresas se adaptaram a aplicar a logística reversa em seus produtos, ou 
seja reciclando seus produtos. 
Com a tecnologia, os produtos reciclados vem sendo muito bem utilizados em diversos 
setores como no asfalto, pois se recicla pneus velhos e transforma sua matéria-prima em 
asfalto entre outros. 
Hoje em dia a logística reversa deve ser levada em consideração, pois a cada dia devemos nos 
preocupar mais com o meio ambiente, com nosso planeta, e com essas mudanças podemos 
contribuir muito com ajuda de todos nós. 
 
 
 
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CONCLUSÃO 
Com base em todas as informações obtidas até aqui, chegamos à conclusão de que uma 
empresa por mais que esteja em ascensão precisa ter apoio logístico em seus processos a fim 
de otimizar seu tempo e melhorar seu desempenho. 
Dentro dos processos da empresa são identificados três subsistemas logísticos que se 
integram, são eles: logística de entrada, que cuida da requisição de materiais; logística interna, 
responsável pelo estoque e logística de saída que é responsável pelo transporte e distribuição. 
Estes subsistemas identificam os fatores críticos de sucesso e seus impactos no objetivo 
organizacional. 
A intermodalidade apesar de ser útil de forma ampla, não é um método utilizado, pois os 
serviços prestados são todos rodoviários. Os subsistemas selecionados são os principais e os 
que mais demandam de ajuste e aprimoramento, demonstrados nos fatores críticos de sucesso 
da empresa Contudo, o arranjo logístico é responsável por manter os processos em constante 
sintonia e aumentando a qualidade do produto/serviço. 
O arranjo logístico é importante para definir o fornecimento, como vai ser feito, o tipo de 
modal, a embalagem e o transporte a ser utilizado. Para cada subsistema logístico se tem a 
estratégia de transporte, como o modal do transporte, como este é gerenciado, a composição 
da frota, as potencialidades e fraquezas apresentadas pela organização quanto à estratégia de 
transporte utilizada. 
A teoria do processo logístico foi desenvolvida pelos pesquisadores do IPELOG e se constitui 
em tecnologia dominada, aplicada e de resultados. Os custos do processo logístico, cuja 
equação é denominada de função logística, também foi desenvolvida pelos pesquisadores do 
IPELOG. 
 
BIBLIOGRAFIA 
Instituto Universal Brasileiro Educação de Jovens e Adultos LTDA. 
http://institutouniversal.com.br 
 
Logística, armazenagem, distribuição e trade marketing – Celso Minoru Hara. 
PLT: 393. 
 
VALENTE, Amir Mattar et al. Gerenciamento de Transporte e Frotas. 2. ed. São Paulo: 
Cengage Learning, 2008. 
 
 
20 
Como desenhar a rede logística – do processo ao Supply Chain. Disponível em: 
<https://docs.google.com/fileview?id=0B7S4Pp3KDYaHY2Q0YjhhOTEtYmNjOS0 
0ODEyLWJlY2MtOGIzZDk5NDAyZmQ2&hl=pt_BR>. Acesso em: 10 abr. 2013. 
 
LOGÍSTICA Reversa – Jornal Bom dia Brasil. Disponível em: 
<https://docs.google.com/file/d/0B7S4Pp3KDYaHTGVraG8yYVc3MFk/edit?usp 
=sharing>. Acesso em: 31 maio 2013.

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