Logo Passei Direto
Buscar

Mecanismo de Parto

Notas de aula sobre mecanismo de parto e relações uterofetais. Define atitude, situação e apresentação fetal; descreve apresentações cefálicas e pélvicas, posição e nomenclatura (letras) e enumera os tempos do mecanismo de parto.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
1 Clínicas IV 
Mecanismo de Parto 
Da-se o nome de mecanismo de parto ao conjunto de 
movimentos e fenômenos ativos e, principalmente, 
passivos do feto durante sua passagem pelo canal do 
parto. 
As contrações uterinas são a força motriz do trabalho 
de parto 
Como a presença de distocia durante o trabalho de 
parto pode ser resultado de mais de um fator 
(contração, bacia e feto), é prudente considerar que a 
apresentação fetal é fator limitante , mas nem sempre 
determinante de um trabalho de parto de difícil 
progressão 
Relações Uterofetais 
Atitude 
Consiste na relação das diversas partes 
fetais entre si. Assim, a atitude fetal 
depende da disposição dos membros e 
da coluna vertebral. 
Na maioria das vezes, o feto apresenta atitude de 
flexão generalizada durante toda a gestação e o parto. 
Assim, configura-se um formato de aspecto ovoide, 
com duas extremidades: Polo cefálico e polo Pélvico. 
Situação 
Consiste na relação entre o maior eixo da cavidade 
uterina e o maior eixo fetal. Essa situação da origem a 
três possibilidades de situação fetal: longitudinal, 
transversa e obliqua 
Apresentação 
A apresentação é definida como a região fetal que 
ocupa a área do estreito superior e nela se vai insinuar. 
**Não existe apresentação antes do sexto mês ou 
quando a parte fetal é um membro 
 Quando a situação fetal é longitudinal, há duas 
possibilidades de apresentação: cefálica ou 
pélvica, dependendo do polo fetal que ocupa a 
região inferior do útero 
 Nas situações transversas 
pode ser apresentação 
córmica (ou de ombro) 
em que o dorso fetal se 
apresenta anterior ou posteriormente ou as 
apresentações dorsais 
superior e inferior, em que o 
dorso fetal se apresenta 
superior ou inferiormente 
(nestes casos, o plano 
coronal fetal é perpendicular 
ao plano coronal matemo), 
extremamente mais raras 
**Teoria da Acomodação formulada por pajot, 1870: “todo sólido 
de superfícies arredondadas e lisas contido em outro que apresente 
alternativas de contração e resolução, procura acomodar-se à 
forma e às dimensões do continente”. 
A atitude fsiológica da cabeça fetal pressupõe que ela 
esteja flexionada, com o mento aconchegado ao 
esterno, o que se denomina apresentação cefálica 
fletida, de vértice ou de occipício. Pode acontecer que 
a cabeça apresente-se em extensão ou defletida, às 
custas de afastamentos do mento em relação ao 
esterno, de graus variados: 
 No primeiro grau de deflexão, surge, no centro 
da área do estreito superior, como ponto de 
referência fetal, o bregma (apresentação de 
bregrna). 
 No segundo, surge a glabela como ponto de 
referência fetal (apresentação de fronte). 
 No terceiro, é o mento que surge como ponto 
de referênáa fetal (apresentação de face) 
Nas apresentações pélvicas, a 
atitude fisiológica do polo pélvico 
pressupõe as coxas fletidas e 
aconchegadas ao abdome, e as 
pernas fletidas junto às coxas. 
Assim, diz-se tratar de 
apresentação pélvica completa. As 
demais atitudes assumidas pelos membros inferiores 
dão origem às seguintes apresentações pélvicas: 
 Modo de nádegas (ou agripina): os membros 
inferiores apresentam-se estirados e rebatidos 
de encontro à parede ventral do feto. 
 Modo de joelhos e de pés: os joelhos e pés, por 
se tratarem de pequenas panes fetais, não são 
capazes de comprimir o colo uterino durante o 
trabalho de parto e, portanto, são considerados 
procidências ou procúbitos. 
Posição e Variedade de Posição 
 
Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
2 Clínicas IV 
Descreve-se como a relação do dorso fetal com o lado 
materno. Assim, diz-se que a posição fetal é esquerda 
(primeira posição) ou direita (segunda posição). 
A finalidade da posição é buscar a melhor localização 
para auscultar o BCF 
Condicionou-se, para tal,, o emprego de três letras 
como nomenclatura definidora de apresentação, 
posição e variedade de posições fetais 
 A primeira letra diz respeito ao ponto de 
referência da apresentação fetal: O (occipicio). 
B (bregma), N (naso), M (mento), S (sacro) e 
A (acrômio). 
 A segunda letra refere-se ao lado matemo para 
o qual está voltado o ponto de referência fetal 
(posição): D(direita) e E (esquerda). É 
impornante lembrar que essa letra é suprimida 
nas variedades anteroposteriores (sacral e 
púbica). De modo geral, as posições esquerdas 
são mais frequentes. 
 A terceira letra indica a variedade de posição, 
conforme o feto esteja voltado para o ponto de 
referência ósseo da bacia materna: A 
(anterior) - eminência ileopectnea, T 
(transversa) - extremidade do diâmetro 
transverso, P (posterior ou púbis) - sinostose 
sacroilíaca ou púbis, S (sacro) – materno 
 
Mecanismo de Parto 
Divide-se o mecanismo de parto em 6 tempos: 
 Primeiro tempo ou Insinuação 
 Segundo tempo ou Descida ou Progressão 
 Terceiro tempo ou Rotação interna 
 Quarto tempo ou Desprendimento cefálico 
 Quinto tempo ou Rotação Externa 
 Sexto tempo ou Desprendimento do Tronco 
Insinuação 
Definida como a passagem do maior diâmetro da parte 
apresentada, perpendicular linha de orientação fetal, 
pelo estreito superior da bacia materna. Dessa forma, 
nas apresentações cefálicas o diâmetro de insinuação 
corresponde ao biparietal e nas apresentações pélvicas, 
ao bitrocantérico. 
Na maioria das mulheres, quando a parte fetal 
apresentada está insinuada , significa que o ponto de 
referência está a nível das espinhas isquiáticas 
maternas (plano 0 de De lee ou terceiro plano de 
Hodge) 
 
 
** Em 60% das gestantes, o feto orienta-se de tal 
forma a direcionar a sutura sagital no diâmetro 
transverso da bacia. As posições esquerdas são 
sempre mais frequentes do que a direita. 
No inicio, a cabeça fetal mostra-se em atitude 
indiferente ou semifletida, oferecendo o diâmetro 
occipitofrontal (12cm). Sucedendo-se as contrações e 
 
Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
3 Clínicas IV 
sendo impelido, exagera-se a flexão e ocorre a 
substituição por diâmetros menores: suboccipitofrontal 
(10,5cm) e suboccipitobregmático (9,5cm) 
**Primigestas: a insinuação normalmente ocorre por 
volta de 15 dias antes do parto. Multíparas: a 
insinuação pode ocorrer a qualquer momento de antes 
do inicio do trabalho de parto até após a dilatação 
 Sinclitismo: A sutura sagital 
está igual a distância do 
pube e do sacro 
 Assinclitismo 
Durante o processo de insinuação, um dos ossos 
parietais atravessará o estreito superior da pelve antes 
do outro, aproximando a sutura sagital de um dos ossos 
do eixo anteroposterior da bacia materna (púbis ou 
sacro). 
 
Dessa forma, quando a sutura 
sagital se aproxima da pube e o 
parietal posterior desce até 
ultrapassar o promontório 
materno, diz-se que a 
assinclitismo posterior. 
**Assinclitismo Posterior (Obliquidade de Litzmann) 
Ao contrário, quando a sutura 
sagital está mais próxima ao 
sacro, mais baixo está o parietal 
anterior, e o sinclitismo é 
chamado de anterior. 
**Assinclitismo Anterior (Obliquidade de Naegele) 
Além da flexão e do assinclitismo, outro processo que 
contribui para o mecanismo de insinuação é o 
cavalgamento dos ossos do crânio fetal, fenômeno que 
diminui as dimensões do polo cefálico, posto que o 
maciço frontal e o occipital se locam por baixo dos 
parietais. Do mesmo modo, a borda interna do parietais 
se sobrepõe a outra 
**Teoria de Sellheim 
 
Descida 
A descida ou progressão, considerada o segundo tempo 
do mecanismo de parto, é o momento definido pela 
passagem do polo cefálico (ou da apresentação fetal 
em geral) do estreito superior para o estreito inferior da 
pelve. 
Na prática clínica, usa-se o esquema de De Lee, com 
os planos ditos em centímetros a partir das espinhas 
isquiáticas: 
 Móvel: > -3cm 
 Ajustada ou Fixada: -3, -2 ou -1cm 
 Insinuada: 0cm 
 Fortemente insinuada: +1, +2 ou +3 
 Baixa: +4 ou +5 cm(já aflorando na vulva) 
O canal do parto não é um 
cilindro regular. Assim, o feto 
tem que atravessar esse canal de 
modo a adaptar-se ao eixo em 
forma de “J”. Para isso, ocorrem 
movimentos de flexão 
(anteroposterior e lateral, para 
reduzir os diâmetros), rotação e 
mecanismos de cavalgamento 
ósseo. 
Contribuem para a descida um ou mais dos seguintes 
elementos: contração uterina, contração dos músculos 
abdominais, pressão do líq amniótico e extensão do 
ovoide fetal, que se transforma em cilindro. 
Rotação Interna 
O objetivo da rotação interna é coincidir o diâmetro 
anteroposterior do polo cefálico com maior diâmetro 
da bacia materna. 
 
Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
4 Clínicas IV 
O estreito superior apresenta maior dimensão no 
sentido transverso; no estreito médio, o sentido 
anteroposterior é maior ou eles têm iguais proporções; 
e no inferior, o anteroposterior é maior. 
Durantes a descida do feto, ocorre movimento de 
rotação para locar o polo cefálico sob púbis. Descreve-
se assim, um movimento de espira. 
A linha de orientação (sutura sagital) fica orientada na 
direção do maior diâmetro do estreito inferior 
(anteroposterior) ao terminar a descida. 
 
Nas apresentações cefálicas fletidas, o occipício é o 
ponto de referência que irá percorrer a distância de um 
arco de circunferência, necessária para sua locação. 
Dessa forma, será observada a rotação em graus: 
 45º nas anteriores (occipitoesquerda anterior e 
occipitodireita anterior) 
 90º nas transversas (occipitoesquerda 
transversa e occipitodireita transversa) 
 135º nas posteriores (occipitoesquerda 
posterior e occpitodireita posterior) 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os principais fatores que impedem que essa rotação 
ocorra são contrações de baixa intensidade ausência de 
flexão cefálica e fetos grandes. A analgesia peridural 
pode predispor às rotações incompletas, por diminuir a 
força da musculatura abdominal e relaxar a 
musculatura pélvica 
Desprendimento cefálico 
Ocorre com a descida final da cabeça fetal em posição 
occipitopúbica. 
Como o polo cefálico está em flexão, é necessário que 
ocorra movimento de deflexão ou extensão da cabeça 
para ocorrer exteriorização do maciço frontal. 
Por meio de duas forças antagônicas (contração uterina 
e resistência perineal), o feto é impulsionado para 
baixo e para fora do canal de pano. Ao vencer tal 
resistência, a cabeça fetal desfere movimento abrupto 
de extensão, externando os diâmetros anteroposteriores 
do polo cefálico na sequência: 
suboccipitocápitobregmático (9,5 cm), 
suboccipitocápitofrontal (10,5 an) e 
suboccipilomentoniano (9,5 an). Ocorre. portanto, a 
exteriorização do bregma, da fronte, do nariz e do 
mento do feto, sucessivamente. 
 
Rotação Externa ou movimento de restituição 
Leva o occipício a voltar-se para o lado materno que 
ocupava no interior do canal do parto. A sutura sagital 
apresenta-se em sentido transverso ao da fenda vulvar 
ao fim desse tempo 
 
Desprendimento do ovoide córmico ou 
desprendimento do tronco 
Caracteriza-se pela exteriorização das cinturas 
escapulares e pélvica do feto. Após a rotação das 
espáduas, o ombro anterior fixa-se no subpúbis e 
desprende-se por movimentos de abaixamento. 
Desprende-se então o ombro posterior por movimento 
de elevação e, em seguida, completa-se a expulsão da 
cintura escapular. 
 
Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
5 Clínicas IV 
 
Posteriormente ao desprendimento dos ombros, o resto 
do ovoide é prontamente expelido, não apresentando 
maior resistência. 
 
Manobras 
Manobra de Versão Cefálica Externa 
É uma manobra de modificação da apresentação fetal 
córmica ou pélvica para cefálica 
Contraindicações: 
 Gestação múltipla 
 Presença de oligoâmnio 
 Alteração da vitalidade feta l 
 Itestrição do crescimento fetal 
 Presença de placenta prévia 
 Malfom1ações uterinas 
 
Riscos: Descolamento na placenta, sofrimento fetal, 
Manobra de Thiessen 
Consiste em impedir o desprendimento da pelve fetal 
por duas ou três contrações, pressionando- se o 
períneo. O aumento da pressão interna promove a 
dilatação completa do cérvix e a condensação do 
ovoide fetal. Ocorre a expulsão do feto em bloco 
Manobra de Brach 
Consiste em atender ao parto em apresentação pélvica 
adotando uma atitude passiva, sem executar tração 
alguma apenas orientando o feto, que é rebatido sobre 
o abdome da mãe. 
 
Manobra de desprendimento de ombros e cabeça: 
 1º: Polegares nas nádegas + 4 dedos das mãos 
nas coxas 
 2º : Polegares nas nádegas + 4 dedos nádegas 
e lombar. 
Movimenta o dorso fetal para sínfise púbica materna 
Manobra de Pinard 
Na apresentação pélvica de nádegas, orienta-se realizar 
a manobra de pinard, que consiste na transformação 
desse tipo de 
apresentação em 
pélvica completa. 
Dessa forma, toma-se 
a perna fetal anterior, 
imprimindo os dedos 
indicador e médio na 
face posterior do 
joelho fetal e o 
polegar na face 
anterior da coxa. 
Comprime-se 
suavemente o cavo 
poplíteo, levando-se a 
flexão da perna e 
alcançando-se o pé. 
 
Manobras para o desprendimento das 
Escápulas 
 
Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
6 Clínicas IV 
Manobra clássica de desprendimento da escápula 
É utilizada em casos de 
resistência do 
desprendimento com os 
braços flexionados. 
Consiste na apreensão de 
um dos braços fetais 
(anterior ou posterior), 
aplicando-se os dedos 
indicador e médio no 
úmero e o polegar na 
axila. 
Manobra de Deventer- Muller 
Se baseia em movimentos pendulares de abaixamento 
e elevação do corpo fetal, procurando fazer com que o 
ombro anterior se encaixe no subpúbis e, em seguida, 
desprenda com auxilio digital. 
 
Manobra de Rojas 
Consiste na transformação da espádua posterior em 
anterior, por meio de tração, rotação axial e translação 
fetal. Ao realizar tal movimento, o braço posterior 
flexiona-se pela face anterior do tronco do feto, 
desprendendo-se no subpúbis. 
 
 
Manobra de Pajot 
Indicada quando houve deflexão dos braços e 
deslocamento destes para a face anterior ou posterior 
da cabeça fetal. 
Realizar movimento de flexão do cotovelo e descida 
do braço pela região anterior da face e do tronco fetal. 
Se o braço anterior não 
estier acessível, 
recomenda-se tornar o 
braço posterior em 
anterior, girando o dorso 
para trás. 
 
Desprendimento das espáduas nas rotações posteriores 
do dorso 
Utilizada quando o dorso fetal roda para a posição 
posterior. Aconselha-se apreender os membros 
inferiores do feto com uma das mãos, abaixando-se o 
tronco fetal possibilitando que o obstetra acesse o 
canal vaginal com a outra mão. Assim, o obstetra irá 
buscar os braços fetais e traze-los para fora da vagina, 
abaixando-o sobre o tórax 
Manobras para o desprendimento da cabeça 
derradeira 
Manobra de Liverpool 
Consiste em manter o corpo fetal pendente por 20 
segundos, até que o polo cefálico desça e seja possível 
visualizar a raiz da nuca. Em seguida segura-se o feto 
pelos pés, eleva-se e traciona-se suavemente o corpo 
 
Carolina Lucchesi | Medicina UNIT 
 
7 Clínicas IV 
fetal, direcionando-o para o vente materno, com 
consequente desprendimento cefálico. 
 
Manobra de McRoberts 
Consiste na hiperflexão da coxa materna para 
aumentar a amplitude dos estreitos médios e inferior da 
bacia 
 
Manobra de Mauriceau 
Consiste em apreender o corpo fetal com uma das 
mãos sobre o dorso e os dedos indicador e médio 
locados em torno da boca fetal. A outra mão deve 
segurá-lo pelo ventre, com os dedos indicador e médio 
locados no interior da boca fetal 
 
Manobra de Champetier- Ribes 
Necessário dois auxiliares, além do obstetra. 
O primeiro auxiliar 
imprimirá compressão 
abdominal 
suprapúbica. O 
segundo auxiliar 
segurará o feto pelos 
pés, exercendo leve 
tração. O obstetra 
aprrende o feto, como 
na manobra de 
Mauriceau,mantendo 
a flexão do polo 
cefálico 
Desprendimento da cabeça derradeira nas rotações 
posteriores do dorso 
Nas rotações posteriores o desprendimento da cabeça 
derradeira dó ira ocorrer por meio de manobras. 
Inicialmente orienta-se a tentativa de realizar a 
manobra de mauriceau invertida. Caso não surta efeito. 
Indica-se a manobra de praga invertida, na qual se 
eleva o feto pelos pés, apreendem-se os ombros pelo 
dorso e exerce-se tração para frente até o 
desprendimento cefálico. 
Na ausência de desprendimento, recomenda-se a 
utilização do fórcipes de Piper

Mais conteúdos dessa disciplina