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Passagem do Eu indiferenciado (alienado) para uma construção da imagem unificada do corpo; - A mãe como o grande Outro dos cuidados;- Simbolização da ausência da mãe (Fort-da);- Estabelecimento do Desejo da Mãe como o S1 (primeiro significante fundante do sujeito);- O falo é o significante do desejo do Outro;- O primeiro tempo do Édipo é marcado pela identificação imaginária (especular) da criança com o Desejo da Mãe (o falo); - Ser ou não ser o falo (triângulo Imaginário: Φ, i, m);- Posição de objeto;- Relação dual;- 1º tempo: Estádio do espelho Início da fase fálica;- A privação do falo pelo pai e a aceitação da interdição pela criança impede o estabelecimento da posição psicótica; - Surgimento do segundo significante fundante do sujeito (S2 - Nome-do-pai);- A criança se desidentifica do lugar de falo e passa a atribuir que o Desejo da Mãe é algo que o Outro (o Pai) tem ou não tem; mãe ausente = mãe junto ao pai; - Ter ou não ter o falo: passagem da posição de objeto para a posição de sujeito absoluto (S);- Triângulo Simbólico: M (S1 - Desejo da Mãe; amor incondicional), P (S2 - Nome-do-Pai; função normativa), I (criança; ideal do Eu); - Relações de rivalização- "A mãe também responde a um tribunal superior";- 2º tempo: Nome-do-Pai A criança ingressa na posição de sujeito desejante;- Internalização da Lei; metáfora paterna;- Processo de sexuação: - Aceitação da posição de sujeito dividido/passível de castração;- Identificação com o Pai;- 3º tempo: Saída do complexo Os três tempos do Édipo sábado, 6 de fevereiro de 2021 00:53 Página 1 de Anotações Rápidas