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Prova de Saúde Coletiva Segunda Chamada Uninassau Fortaleza

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Prova de Saúde Coletiva Segunda Chamada 
Uninassau – Fortaleza 
 
1.Após a Reforma Sanitária, diversas mudanças nos modelos de 
enfrentamento de problemas de saúde no Brasil vêm ocorrendo. O modelo 
“sanitarista”, correspondente à Saúde Pública institucionalizada no país 
no século passado, tem como característica: 
 
Contemplar a integralidade da atenção à saúde 
Abranger aspectos biopsicossociais 
Ser universal e estar voltado para o atendimento da “demanda espontânea 
Estar baseado na realização de campanhas e em programas especiais 
Apresentar cunho predominantemente curativo 
 
2.De forma geral, a iniciativa privada poderá participar do SUS em caráter: 
 
Majoritário 
Complementar 
Normativo 
Minoritário 
Obrigatório 
 
3.O trabalho em equipe é uma estratégia para melhorar a efetividade do 
trabalho no campo da saúde coletiva. Portanto, as equipes devem: 
 
Trabalhar com profissionais de diferentes formações, que se delimitam 
apenas em fazer suas atividades de forma individual. 
Construir em conjunto planos de trabalho e definir responsabilidades de cada 
integrante para o alcance do objetivo. 
Desenvolver seu campo de conhecimento e sua prática isoladamente das 
outras. 
A estimulação para novos resultados e objetivos deve ser apenas 
individualizada. 
Reconhecer diferenças, considerar experiências e saberes distintos não 
sendo necessário negociar conflitos. 
 
4.O pacto pela Saúde, em sua dimensão, prioriza metas nacionais, 
estaduais, regionais ou municipais, que promovem impacto sobre a 
situação de saúde da população brasileira. Desse modo, são prioridades 
do pacto pela vida 2006, exceto: 
 
Redução da mortalidade infantil. 
Fortalecimento da Rede de Urgência e Emergência (RUE). 
Saúde do idoso. 
Controle do câncer do colo do útero e da mama. 
Promoção da saúde. 
 
5.A participação social no SUS é um princípio doutrinário e deve ser 
exercida por todos os cidadãos. Essa participação ocorre através: 
 
Dos Conselhos de Saúde 
Das reuniões comunitárias 
Do PSF e do PACS 
Da Imprensa 
Atendimento universal 
 
6.De forma geral, a iniciativa privada poderá participar do SUS em caráter: 
 
Majoritário 
Complementar 
Normativo 
Minoritário 
Obrigatório 
 
7.Todas as opções sobre a atuação na perspectiva da promoção da saúde 
estão corretas, exceto: 
 
Fortalecimento da noção de sociedade civil e não compartilhada 
Acesso equitativo à saúde como direito de todos 
Promoção de atitudes afirmativas para a saúde acompanhadas de 
estratégias de enfrentamento adequadas. 
Ampliação da noção de construção compartilhando conhecimento e de 
difusão de informações relacionadas à saúde. 
Ampliação e potencialização das redes de apoio social. 
 
 
8.A participação social no SUS é um princípio doutrinário e deve ser 
exercida por todos os cidadãos. Essa participação ocorre através: 
 
Dos Conselhos de Saúde 
Das reuniões comunitárias 
Do PSF e do PACS 
Da Imprensa 
Atendimento universal 
 
9.Após ser atendida numa UPA com crise hipertensiva e relatar que não 
realiza tratamento regular da hipertensão arterial, uma idosa foi 
encaminhada pelo profissional de saúde a UBS próximo de sua residência 
para o acompanhamento da sua doença. A ação desse profissional baseia-
se no seguinte princípio do SUS: 
 
Universalidade 
Equidade 
Integralidade 
Regionalização 
Descentralização 
 
10.A Vigilância em Saúde Ambiental consiste em um conjunto de ações que 
proporcionam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores 
determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde 
humana, com a finalidade de identificar as medidas de prevenção e 
controle dos fatores de risco ambientais relacionados às doenças ou a 
outros agravos à saúde. Nesse contexto, são considerados 
responsabilidades da Vigilância em Saúde Ambiental, exceto: 
 
Vigilância em portos, aeroportos e fronteiras, medicamentos, cosméticos, 
alimentos, saneantes e bens. 
Vigilância da qualidade da água para consumo humano. 
Vigilância em saúde de populações expostas a poluentes atmosféricos. 
Vigilância em saúde ambiental relacionada aos riscos decorrentes de 
desastres. 
Vigilância em saúde de populações expostas a contaminantes químicos e 
Vigilância em saúde ambiental relacionada aos fatores físicos.

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