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Relatório do Filme Extraordinário Essa é a emocionante história do filme Extraordinário, que estreou em 2017 e é um sucesso entre crianças e adultos. O filme Extraordinário é um bom filme para se trabalhar várias questões que atravessam os muros de nossas escolas. A escola tem que ser, necessariamente, o local da diversidade, da inclusão, do direito e das ações humanistas. Em nosso caso, sem esses requisitos, a educação não é pública e muito menos de todas e todos. É a partir dessas perspectivas que o filme se torna interessante e rico em abordagens para exibirmos na escola. A trama principal ocorre no interior de uma escola e aborda as relações familiares, em que pese a realidade americana. O personagem principal Auggie (Jacob Tremblay), de 10 anos de idade, nasce com uma grave deficiência craniofacial genética, passa por várias cirurgias em seu rosto e provoca nas pessoas as mais diversas reações discriminatórias. Recebe educação em casa e a família decide que é o momento de sair do isolamento social e conviver em sociedade, fundamento principal da condição humana. A partir desse momento nosso personagem terá que enfrentar a sala de aula e todos os espaços da escola, como o pátio, que para ele é o pior lugar. Local importante de socialização, de brincadeiras, do correr livre, das amizades, das paixões, mas também o pátio pode ser cruel, carregado de preconceitos, discriminações, racismo e diversos tipos de violências. É assim que vai enfrentar a vida escolar, com as poucas amizades verdadeiras e os muitos preconceitos entre estudantes e seus familiares. A aparência de Auggie causa estranheza e repugnância e para muitos o simples contato seria capaz de transmitir, assim como um vírus, uma doença incurável. Nesse contexto, nosso personagem tem que enfrentar o primeiro dia de aula e construir sua vida social. Muitas vezes, nossos estudantes espalhados pelas diversas escolas, passam por tudo isso, principalmente, se a escola não tiver um olhar inclusivo, um projeto político pedagógico em que todos (as) sejam considerados sujeitos dotados de direitos. Essa questão é, ainda nos dias de hoje, um grande desafio no ambiente escolar e na sociedade em geral. Assim como no filme, a escola, muitas vezes, reproduz as relações opressoras e excludentes construídas historicamente e socialmente no interior da sociedade, principalmente, se não adotarmos uma postura inclusiva e humanista. O filme Extraordinário nos provoca a pensar na possibilidade de construirmos uma outra sociedade, na qual “talvez possamos mudar nosso jeito de ver” o ser humano. Sem essa postura, nossos conteúdos são vazios, sem sentido e destinados ao esquecimento pelos próprios estudantes. Relatório do Filme Extraordinário Essa é a emocionante história do filme Extraordinário, que estreou em 2017 e é um sucesso entre crianças e adultos. O filme Extraordinário é um bom filme para se trabalhar várias questões que atravessam os muros de nossas escolas. A escola tem que ser, nec essariamente, o local da diversidade, da inclusão, do direito e das ações humanistas. Em nosso caso, sem esses requisitos, a educação não é pública e muito menos de todas e todos. É a partir dessas perspectivas que o filme se torna interessante e rico em a bordagens para exibirmos na escola. A trama principal ocorre no interior de uma escola e aborda as relações familiares, em que pese a realidade americana. O personagem principal Auggie (Jacob Tremblay), de 10 anos de idade, nasce com uma grave deficiência craniofacial genética, passa por várias cirurgias em seu rosto e provoca nas pessoas as mais diversas reações discriminatórias. Recebe educação em casa e a família decide que é o momento de sair do isolamento social e conviver em sociedade, fundamento pri ncipal da condição humana. A partir desse momento nosso personagem terá que enfrentar a sala de aula e todos os espaços da escola, como o pátio, que para ele é o pior lugar. Local importante de socialização, de brincadeiras, do correr livre, das amizades, das paixões, mas também o pátio pode ser cruel, carregado de preconceitos, discriminações, racismo e diversos tipos de violências. É assim que vai enfrentar a vida escolar, com as poucas amizades verdadeiras e os muitos preconceitos entre estudantes e seus familiares. A aparência de Auggie causa estranheza e repugnância e para muitos o simples contato seria capaz de transmitir, assim como um vírus, uma doença incurável. Nesse contexto, nosso personagem tem que enfrentar o primeiro dia de aula e construir s ua vida social. Muitas vezes, nossos estudantes espalhados pelas diversas escolas, passam por tudo isso, principalmente, se a escola não tiver um olhar inclusivo, Relatório do Filme Extraordinário Essa é a emocionante história do filme Extraordinário, que estreou em 2017 e é um sucesso entre crianças e adultos. O filme Extraordinário é um bom filme para se trabalhar várias questões que atravessam os muros de nossas escolas. A escola tem que ser, necessariamente, o local da diversidade, da inclusão, do direito e das ações humanistas. Em nosso caso, sem esses requisitos, a educação não é pública e muito menos de todas e todos. É a partir dessas perspectivas que o filme se torna interessante e rico em abordagens para exibirmos na escola. A trama principal ocorre no interior de uma escola e aborda as relações familiares, em que pese a realidade americana. O personagem principal Auggie (Jacob Tremblay), de 10 anos de idade, nasce com uma grave deficiência craniofacial genética, passa por várias cirurgias em seu rosto e provoca nas pessoas as mais diversas reações discriminatórias. Recebe educação em casa e a família decide que é o momento de sair do isolamento social e conviver em sociedade, fundamento principal da condição humana. A partir desse momento nosso personagem terá que enfrentar a sala de aula e todos os espaços da escola, como o pátio, que para ele é o pior lugar. Local importante de socialização, de brincadeiras, do correr livre, das amizades, das paixões, mas também o pátio pode ser cruel, carregado de preconceitos, discriminações, racismo e diversos tipos de violências. É assim que vai enfrentar a vida escolar, com as poucas amizades verdadeiras e os muitos preconceitos entre estudantes e seus familiares. A aparência de Auggie causa estranheza e repugnância e para muitos o simples contato seria capaz de transmitir, assim como um vírus, uma doença incurável. Nesse contexto, nosso personagem tem que enfrentar o primeiro dia de aula e construir sua vida social. Muitas vezes, nossos estudantes espalhados pelas diversas escolas, passam por tudo isso, principalmente, se a escola não tiver um olhar inclusivo,