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A TRAJETÓRIA DA EJA NO BRASIL E SEU CONTEXTO ATUAL Acadêmicos¹ Tutor Externo² RESUMO O presente artigo tem como título A trajetória da EJA no Brasil e seu contexto atual, seu principal objetivo é investigar o contexto histórico da EJA no Brasil e compreender o processo de aprendizagem nessa modalidade. O objetivo específico será descobrir como introduzir a alegria da ludicidade no processo de ensino e aprendizagem dos jovens e adultos. Tendo como problemática a crescente evasão escolar do aluno e o que seria possível fazer para mudar esse quadro. Base teórica ... O resultado esperado é que este artigo traga para o leitor uma visão clara e objetiva acerca da educação de jovens e adultos e sua trajetória no Brasil, os sujeitos envolvidos nessa modalidade bem como as perspectivas atuais. Quando se fala em educação de jovens e adultos é possível perceber a existência da exclusão dos sujeitos envolvidos, mudar essa realidade não é tarefa fácil, faz-se necessário que o educador tenha plena consciência de que ensinar exige direcionamento de atividades planejadas e requer formação adequada, não basta saber ensinar, é preciso saber o que e como ensinar, visto que se refere a uma educação cidadã e emancipatória. Palavras-chave: EJA Ludicidade Aprendizado 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por finalidade compreender o processo de aprendizado na modalidade da Educação de Jovens e Adultos, entender o contexto histórico da EJA, tipos de avaliação utilizados, legislações e políticas públicas que a regem, suas metodologias e recursos pedagógicos, destacando a ludicidade como forma de aprendizagem também na vida adulta percebendo que ensinar por meio da ludicidade é entender que a brincadeira faz parte da vida do ser humano desde a infância até o findar de seus dias, tendo em vista que na modalidade EJA a alfabetização ou qualquer tipo de ensinamento deve partir da realidade de vida do educando. A partir da contextualização histórica, econômica e sociocultural será interessante desvendar o porquê da crescente evasão escolar do aluno e o que poderia servir de fator predominante para a sua efetiva permanência na escola. Também se faz relevante compreender o caminho pelo qual o educador da EJA busca aprimorar sua formação. Segundo Paulo Freire em seu livro Pedagogia da Autonomia pag.30, “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. De acordo com a LDB 9.394/96, a EJA (educação de jovens e adultos) será destinada aqueles que não tiveram acesso ou oportunidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A educação de jovens e adultos (EJA) com intenção de alfabetizar e catequizar “converter os nativos a religião católica”, passou a fazer parte da realidade do Brasil a partir da colonização portuguesa em meados do século XVI até metade do século XIV com a chegada dos Jesuítas ao continente, posteriormente a família real se instalou expulsando os Jesuítas do poder, assim a educação de adultos deixa de ser prioridade não há intenção do império em alfabetiza-los, depois de muitos anos lá por 1930 é que a educação de jovens e adultos ganha destaque, tendo em vista, que o governo cria o Plano Nacional de Educação estabelecendo como dever do estado o ensino primário integral, gratuito, de frequência obrigatória e extensiva para adultos como direito constitucional. Breve Histórico Campanha de Educação de Adultos 1947 discussão sobre o analfabetismo e a educação de adultos no Brasil (COLAVITTO e ARRUDA, 2014). Serviço Nacional da Educação de Adultos (SNEA) 1ª Campanha Nacional de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA), Seminário Interamericano de Educação de Adultos em 1949 Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (CNEA) Movimento da Educação de Base (MEB) (VIEIRA, 2004) Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), (STRELHOW, 2010) Na década de 70 destaca-se no país o ensino supletivo, criado em 1971 pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº. 5.692/71) (BRASIL, 1971). Nos anos 80 foi possível implantar a Fundação Nacional para Educação de Jovens e Adultos (Fundação Educar) (VIEIRA, 2004). Somente em 1996, surge a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) (nº. 9.394/96), que reafirma o direito dos jovens e adultos trabalhadores ao ensino básico e ao dever público sua oferta gratuita, estabelecendo responsabilidades aos entes federados através da identificação e mobilização da demanda, com garantia ao acesso e permanência (BRASIL, 1996). Em 2003 o Governo Federal criou a Secretaria Extraordinária de Erradicação do Analfabetismo, lançando então o Programa Brasil Alfabetizado, nele incluídos o Projeto Escola de Fábrica (voltado para cursos de formação profissional), o PROJOVEM (com enfoque central na qualificação para o trabalho unindo a implementação de ações comunitárias) e o Programa de Integração da Educação Profissional ao Ensino Médio para Jovens e Adultos (PROEJA) (VIEIRA, 2004). Já em 2007 o Ministério da Educação (MEC) aprova a criação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), passando, todas as modalidades de ensino, a fazer parte dos recursos financeiros destinados à educação (BRASIL, 2007). No cenário atual, a sociedade vê a juventude e o adulto analfabeto como sinônimo de problema e motivo de preocupação. A educação de jovens e adultos (EJA) no Brasil é marcada pela descontinuidade e por tênues políticas públicas, insuficientes para dar conta da demanda potencial e do cumprimento do direito, nos termos estabelecidos pela Constituição Federal de 1988. Essas políticas são, muitas vezes, resultantes de iniciativas individuais ou de grupos isolados, especialmente no âmbito da alfabetização, que se somam às iniciativas do Estado (BRASIL, 1996). O adulto analfabeto defronta-se com a sociedade letrada e necessita de, no mínimo, saber enfrentar a tecnologia da comunicação para que, como cidadão, saiba lutar por seus direitos, pois ao contrário, torna-se vítima de um sistema excludente e pensado para poucos (FRIEDRICH et.al, 2010). Até então, o que se viu foi a criação de programas, a curto prazo, que não garantem que os alunos deem continuidade aos estudos. Insira neste campo no mínimo cinco parágrafos de fundamentação teórica, devidamente articulados entre si, para o seu trabalho. Insira neste local sua citação direta curta devidamente citada com base no material utilizado Insira neste local sua citação direta longa devidamente citada com base no material utilizado. Insira neste local sua citação indireta devidamente citada com base no material utilizado. Insira as três citações de livros conduzindo o texto de maneira fluída e com a integração das ideias dos outros autores utilizados para compor o seu texto. Não se esqueça de citar e referenciar o material utilizado de forma adequada. Insira as duas citações de periódicos conduzindo o texto de maneira fluída e com a integração das ideias dos outros autores utilizados para compor o seu texto. Não se esqueça de citar e referenciar o material utilizado de forma adequada 3. MATERIAIS E MÉTODOS A avaliação não pode ser um processo meramente técnico; exige o domínio de conhecimentos e técnicas com o uso, dentre outros, de critérios claros e objetivos. Refletir sobre a prática de avaliação atual requer um olhar crítico e uma projeção de metas definidas pela comunidade escolar, conforme um processo gradual de mudanças que tenham como fim o aperfeiçoamento da avaliação escolar, devendo se respeitas os tempos individuais e a cultura de cada educando para que, com isso, ele seja sujeito nas relações sociais. Essa expectativa de reformular a prática de fato e de direito implica algumas reflexões no tocante ao que se tem e ao que se almeja conseguir. Pautados no princípio da educação que valoriza a diversidade e reconhece as diferenças, o processo avaliativo como parte integranteda práxis pedagógica deve estar voltado para atender as necessidades dos educando , considerando o seu perfil e a função social da EJA, isto é, o seu papel na formação da cidadania e na construção da autonomia. A avaliação não pode ser um mecanismo para classificar, excluir ou promover o aluno. A prática avaliativa deve superar o autoritarismo, o conteudismo e o ato de avaliar como objeto de punição, estabelecendo –se uma nova perspectiva, marcada pela autonomia do educando. Como afirma Vasconcelos: O professor que quer superar o problema da avaliação precisa, a partir de uma auto-crítica: abrir mão do uso autoritário da avaliação que o sistema lhe faculta, lhe autoriza; rever a metodologia do trabalho em sala de aula; redimensionar o uso da avaliação (tanto do ponto de vista de forma como do conteúdo); alterar a postura diante dos resultados da avaliação; criar uma nova mentalidade junto aos alunos, aos colegas educadores e aos pais (VASCONCELOS, 1994, P.54). Descreva neste campo os materiais, métodos, técnicas, procedimentos utilizados na construção de seu trabalho. Procure realizar a descrição da forma mais detalhada possível para permitir que alguém que se interessou por seu trabalho possa reproduzir os procedimentos empregados durante a realização do seu paper. Insira neste campo o registro fotográfico obtido na elaboração do seu artigo. Insira neste campo a descrição, relato e contextualização do registro fotográfico obtido na elaboração do seu artigo. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Utilize este campo para fazer a ligação da teoria com a prática de seu trabalho. Relacione o que você encontrou e evidenciou durante a aplicação prática com os autores consultados. Abordar neste campo em que o trabalho desenvolvido contribuiu para o conhecimento existente 5. CONCLUSÃO Ao término desse trabalho chegamos à conclusão que a EJA possui uma longa história de lutas, alguns avanços e retrocessos, mas muitas conquistas já foram concretizadas. Os alunos que frequentam a EJA são pessoas pobres, que por diversos motivos abandonaram a escola no tempo tido como certo e que agora retornam à mesma para avançarem em seus estudos, pois fazem parte de um mundo letrado onde se faz necessário não apenas saber ler e escrever e sim, fazer uso do que se lê e escreve. O professor deve estar sempre preparado para interagir com os adultos de uma forma onde todos participem e possam expressar suas idéias, suas experiências e dificuldades tanto na prática da leitura quanto na prática. O EJA passa por diversas transformações até conseguir alcançar um lugar na educação que garantisse aos jovens e adultos um desempenho importante para sociedade. Para Paulo Freire, (1987, p . 39) ”ninguém ensina nada a ninguém e ninguém aprende nada sozinho” , ele diz que só se aprende consociando uns com os outros, liderizados pelo mundo que nos cerca, isto é, somos capazes de ensinar para os adultos e para as crianças se formos capazes de aprender, sendo um professor disposto a buscar o novo, aprender todos os dias, e não aquele que acha que sabe. Segundo Freire o bom professor é aquele que se coloca junto com o educando e procura superar com o educando o seu não saber e as suas dificuldades, com uma relação de trocas onde ambas partes aprendam. Educar é um ato político, um ato de criação e recriação. O diálogo é fundamental na construção da educação do sujeito , para compreensão da estrutura social de conscientização e de transformação. O alfabetizar não é aprender a ler e escrever através de repetição de palavras, mas sim dizer sua palavra criadora de sua própria cultura. REFERÊNCIAS Insira e complemente neste campo as referências abaixo com as referências utilizadas em seu trabalho. Lembre-se de utilizar a Norma NBR 6023 para a inserção e complementação. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. São Paulo: Ed. Pearson, 2006. FERREIRA, Gonzaga. Redação científica: como entender e escrever com facilidade. São Paulo: Atlas, v. 5, 2011. MÜLLER, Antônio José (Org.). et al. Metodologia científica. Indaial: Uniasselvi, 2013. PEROVANO, Dalton Gean. Manual de metodologia da pesquisa científica. Curitiba: Ed. Intersaberes, 2016.