Prévia do material em texto
AVALIANDO APRENDIZADO 04 1 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 Augusto, viúvo, pai de Gustavo e Fernanda, conheceu Rita e com ela manteve, por dez anos, um relacionamento amoroso contínuo, público, duradouro e com objetivo de constituir família. Nesse período, Augusto não se preocupou em fazer o inventário dos bens adquiridos quando casado e em realizar a partilha entre os herdeiros Gustavo e Fernanda. Em meados de setembro do corrente ano, Augusto resolveu romper o relacionamento com Rita. Face aos fatos narrados e considerando as regras de Direito Civil, assinale a opção correta. não se aplica As dívidas contraídas por Augusto, na constância do relacionamento com Rita, em proveito da entidade familiar, serão suportadas por Rita de forma subsidiária. Em razão do fim do relacionamento amoroso, Rita poderá pleitear alimentos em desfavor de Augusto, devendo, para tanto, comprovar o binômio necessidade e possibilidade . Sendo reconhecida a união estável entre Augusto e Rita, aplicar-se-ão à relação patrimonial as regras do regime de comunhão universal de bens, salvo se houver contrato dispondo de forma diversa. A ausência de partilha dos bens de Augusto com seus herdeiros Gustavo e Fernanda caracteriza causa suspensiva do casamento, o que obsta o reconhecimento da união estável entre Rita e Augusto. Respondido em 13/11/2020 10:12:42 Compare com a sua resposta: Depende do caso concreto. Se referido imóvel possuir valor expressivo a ponto de garantir o bem estar e os interesses do menor, seria possível algum tipo de transação, caso contrário, conforme posição jurisprudencial do TJSC não haveria tal possibilidade. 2 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 Quando os cônjuges decidem por fim à sociedade conjugal, pretendendo divorciar-se consensualmente eles devem levar em consideração: a possibilidade do divórcio ser formalizado perante o cartório de Registro Civil, inclusive com relação aos filhos menores de 16 anos a guarda compartilhada, com previsão de visita dopai em dias e horários alternados e opção da mãe decidir sobre a educação o fato de as novas núpcias de um dos cônjuges não lhe retirar o direito de guarda antes fixado o prazo de 2 anos a contar da separação judicial por mútuo consentimento a prestação de alimentos aos filhos, que poderá ser compensada com a proximidade e visitação do cônjuge. Respondido em 13/11/2020 10:16:03 Compare com a sua resposta: - Míria e Márcia: irmãs ¿ colateral de segundo grau - Pedro e João: Ascendente de primeiro grau em linha reta - Taís e Solange: colaterais de quarto grau - primos 3 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 Augusto, viúvo, pai de Gustavo e Fernanda, conheceu Rita e com ela manteve, por dez anos, um relacionamento amoroso contínuo, público, duradouro e com objetivo de constituir família. Nesse período, Augusto não se preocupou em fazer o inventário dos bens adquiridos quando casado e em realizar a partilha entre os herdeiros Gustavo e Fernanda. Em meados de setembro do corrente ano, Augusto resolveu romper o relacionamento com Rita. Face aos fatos narrados e considerando as regras de Direito Civil, assinale a opção correta. . Sendo reconhecida a união estável entre Augusto e Rita, aplicar-se-ão à relação patrimonial as regras do regime de comunhão universal de bens, salvo se houver contrato dispondo de forma diversa. A ausência de partilha dos bens de Augusto com seus herdeiros Gustavo e Fernanda caracteriza causa suspensiva do casamento, o que obsta o reconhecimento da união estável entre Rita e Augusto. As dívidas contraídas por Augusto, na constância do relacionamento com Rita, em proveito da entidade familiar, serão suportadas por Rita de forma subsidiária. Em razão do fim do relacionamento amoroso, Rita poderá pleitear alimentos em desfavor de Augusto, devendo, para tanto, comprovar o binômio necessidade-possibilidade. Respondido em 13/11/2020 10:19:26 Compare com a sua resposta: Inicialmente devemos pontuar o princípio da dignidade da pessoa humana - artigo 1º, III, CF 88 pois dele emana os demais princípios. A criança e o adolescente é considerada pessoa e merece atenção especial. O princípio da paternidade responsável e o da solidariedade - artigos 227 e 230 da CF também podem ser elencados como prioridade, visto que a socioafetividade busca o melhor interesse da criança e do adolescente. A parentalidade biológica não ira se sobrepor a socioafetiva em casos comprovados de vínculos de afetividade. A família atual, com suas novas conformações não mais alberga apenas a família derivada do casamento, e sim plúrimas opções familiares 4 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 Maria, solteira, após a morte de seus pais em acidente automobilístico, propõe demanda por alimentos em face de Pedro, seu parente colateral de segundo grau. Diante dos fatos narrados e considerando as normas de Direito Civil, assinale a opção correta. Pedro terá obrigação de pagar alimentos independente da necessidade de Maria. Pedro só será obrigado a prestar alimentos caso Maria não possua ascendentes nem descendentes, ou, se os possuir, estes não tiverem condições de prestá-los ou complementá-los. Pedro não tem obrigação de prestar alimentos, pois não é irmão de Maria. A obrigação de prestar alimentos é solidária entre ascendentes, descendentes e colaterais, em havendo necessidade do alimentando e possibilidade do alimentante. Como Pedro é parente colateral de Maria, não tem obrigação de prestar alimentos a esta, ainda que haja necessidade por parte dela. Respondido em 13/11/2020 10:26:18 Compare com a sua resposta: Sugestão de Gabarito: Letra a) O casamento é nulo, a teor do art. 1.521, IV, CC. Letra b) Trata-se de casamento putativo em que ambos os cônjuges estão de boa-fé, enquadrando-se, portanto, na tipicidade do caput do art. 1.561, CC. Assim, o casamento, em relação aos cônjuges como aos filhos, produz todos os efeitos até o dia da sentença anulatória. 5 Questão Acerto: 0,1 / 0,1 Assinale a alternativa incorreta a respeito do regime de comunhão parcial. Entra na comunhão o prêmio de loteria que o cônjuge ganhou. Entra na comunhão a doação recebida pelo cônjuge na constância do matrimônio. Exclui-se da comunhão a herança recebida pelo cônjuge na constância do casamento. Entram na comunhão os frutos dos bens particulares de cada cônjuge, percebidos na constância do matrimônio. Todas as alternativas estão erradas Respondido em 13/11/2020 10:27:34 Compare com a sua resposta: No primeiro tópico o candidato deve destacar que a Emenda Constitucional 66/2010 deu nova redação ao parágrafo 6º do artigo 226 da Constituição Federal, excluindo a exigência do prazo de 2 (dois) anos da separação de fato para o divórcio direto, motivo pelo qual o magistrado poderá decretar o divórcio como pretende Maria, já que o dispositivo da Constituição prevalece sobre o artigo 40 da Lei 6515/77, por se tratar de norma hierarquicamente superior à legislação federal. No segundo tópico o candidato deve ressaltar que a Lei 11.441/2007 acrescentou o artigo 1.124-A ao Código de Processo Civil possibilitando a separação consensual e o divórcio consensual em cartório, através de escritura pública e observados os requisitos legais quanto aos prazos, como uma forma alternativa de resolução de conflitos de interesses ao Poder Judiciário. Assim, o ex-casal, por não haver filhos melhores e haver consenso no Divórcio, já que a Emenda Constitucional 66/2010, que deu nova redação ao parágrafo 6º do artigo 226 da Constituição Federal, acabou com a exigência do decurso do prazo de 2 (dois) anos da separação de fato para a dissolução do casamento pelo divórcio, poderá efetivar o divórcio direto em cartório, valendo-se da autorização dada pelo artigo 1.124-A do CPC.