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Irrigação feita pela carótida (ramo temporal e auriculares) Inervação por nervos cranianos Drenagem por grupos de linfonodos parotídeos e mastoídeos Orelha Limites da orelha média Teto: parede tegmental (osso tegme timpânico) Assoalho: parede jugular Lateral: parede membranácea Posterior: parede mastóidea Anterior: parede carótica Parede labriríntica: promontório e cóclea A área mastóidea é uma cavidade contínua com coleções de espaços cheios de ar (cél. Mastóideas). Propícia à infecções em sua mucosa. Tuba auditiva e ossículos auditivos Suprimento arterial por ramos da artéria faríngea ascendente. Inervação pelo plexo timpânico Artéria timpânica da artéria maxilar e ramo mastoídeo das artérias occipital e auricular posterior Plexo timpânico • Inervação da orelha média • O nervo timpânico, oriundo do nervo glossofaríngeo [XI], forma o plexo de mesmo nome ao se juntar com nervos caroticotimpânicos, os quais circundam a carótida interna • Emite o nervo petroso, importante para suprir as fibras pré-ganglionares parassimpáticas para o gânglio ótico A orelha média tem a função de regular a pressão entre o ar e o meio interno. Mudanças de pressão estimulam nociceptores na membrana timpânica e geram dor. • Martelo (manúbrio = cabo do martelo • Bigorna • Estribo Músculos: m. tensor do tímpano (n. trigêmeo), m. estapédio (ramo do n. facial) Orelha interna Labirinto ósseo O labirinto ósseo é suprido pelas mesmas artérias que suprem o osso temporal circunvizinho – estas incluem a artéria timpânica anterior, ramo da artéria maxilar, a artéria estilomastóidea, ramo da artéria auricular posterior, e um ramo petroso da artéria meníngea média. O labirinto membranáceo é suprido pela artéria do labirinto, que se origina da artéria cerebelar inferior anterior ou é um ramo direto da artéria basilar – qualquer que seja sua origem, ele entra no meato acústico interno com os nervos facial [VII] e vestibulococlear [VIII] e acaba por se dividir em: um ramo coclear, que passa pelo modíolo e supre o ducto coclear; e um ou dois ramos vestibulares, que suprem o aparelho vestibular. A drenagem venosa do labirinto membranáceo é feita por veias vestibulares e veias cocleares, que acompanham as artérias. Elas se unem para formar uma veia do labirinto, que acaba por desembocar no seio petroso inferior ou no seio sigmóideo.