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3 PEDAGOGIA YARA CAMILA FERNANDES relação teoria e prática no cotidiano da sala de aula Trilhando Caminhos para a Docência Bayeux 2020 yara camila fernandes relação teoria e prática no cotidiano da sala de aula Trilhando Caminhos para a Docência Portfólio apresentado no curso de Pedagogia, para obtenção de nota nas disciplinas do semestre. SUMÁRIOBayeux 2020 INTRODUÇÃO 3 DESENVOLVIMENTO 4 CONCLUSÃO 6 REFERÊNCIAS 7 INTRODUÇÃO A Relação Teoria e Prática no Cotidiano da Sala de Aula é uma garantia para um ensino mais efetivo, porque esse método trará experiência em relacão aos conteúdos discorridos ao longo das aulas. Essas práticas dia a dia apresentará novas ferramentas, inserindo qualidade na aprendizagem dos alunos, isso resultará melhores desempenhos. Nesse cenário que sociedade se encontra, num mundo globalizado, onde a tecnologia tem invadido até mesmo a vida das crianças, trazendo esta ferramenta para mundo educacional, pode-se utilizá-la beneficamente para incrementar os conteúdos abordados em sala de aula, criando um cotidiano consentâneo. Quando se fala em “cotidiano” logo vem a idéia de algo comum que acontece todos os dias, mas numa relação onde os alunos têm liberdade de questionar, se expôr, usando seu conhecimento informal adquirido no seu ambiente de convívio familiar e cultural, tornará a escola um ambiente agradável onde sempre surgirá algo inovador. É essencial fazer com que teoria e prática se misturem de um modo a trazer informações e entretenimento aos alunos, buscando estabelecer uma relação sólida e eficaz, ajudando-os a interagir com os demais colegas de sala para que o aluno se socialize, apresente suas dúvidas e se motive a aprender, causando-lhe vontade ir a escola todos os dias. DESENVOLVIMENTO Sabendo que a história da educação começou há muito tempo atrás, mais precisamente na Grécia Antiga, enfatizando a organização social e educativa, onde foi se desenrolando ao longo dos séculos, onde tinham duas bases: uma era a disciplina rígida e autoritária e de competitividade entre os alunos, esse era o modelo de educação espartano. A outra base era a de Atenas que, tinha o apreço pela democracia e seu logos era o conhecimento. Partindo desse pressuposto, ao longo do tempo, tinha-se a ideia de que o professor era o único portador do conhecimento e os alunos apenas receptores, mas no decorrer da história muitas coisas mudaram em relacão a essa afirmação, assim como houve uma aceitação de outras modalidades de educação além da educação formal, temos por exemplo: a educação informal e a educação não formal, aquelas que ocorrem fora dos sistemas formais de ensino. Todo ser humano é portardor de algum tipo de conhecimento e, é importante que o professor se atente para esses conhecimentos dos alunos, visando suas necessidades de aprendizagens. É primordial a observação do dinamismo dos alunos, visto que alguns aprendem com uma presteza maior, outros morosamente e, assim respeitar suas diferenças e compreender as diversidades. Cada ser humano é um ser único, cada mente é um mundo a ser desbravado pelo educador que, ensinará da melhor forma os conteúdos, formamando cidadãos conscientes. No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as diversidades (BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR-BNCC) A Relação Teoria e Prática no Cotidiano da Sala de Aula diz muito sobre como o educador irá aplicar a teoria e a prática de acordo com a realidade de cada aluno, é um caminho a ser trilhado de forma que haja desenvolvimento, desempenho e motivação dos professores, atraindo interesses e trazendo resultados significativos já que, a contrução de novos conhecimentos não se limita apenas a formação inicial, mas abrange todo o itinerário do docente. Segundo Paulo Freire, “ensinar não é simplesmente transferir conhecimentos, mas também criar possibilidades para sua produção ou a sua construção”. Sim, ensinar é uma constante construção que precisa ter projeto e alinhamento devido, da mesma maneira que a escola deve ser um espaço de inclusão, aprendizagem e socialização. CONCLUSÃO Contudo, conclui-se que: O caminho a ser trilhado pelo docente, para que haja um conhecimento adequado por parte dos alunos, é o caminho da educação responsável que proporcionará aos alunos experiências para ajudá-los no desenvolvimento de suas capacidades cognitivas, motivando-os a aprender e adaptar-se as teorias e as práticas do cotidiano, buscando sempre inovação e proporcionando novas informações, gerando bem estar, em um ambiente cheio de pluralidade. dcotidiano. docente. REFERÊNCIAS FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e terra, 1997. TENREIRO, Maria Odete viera; BRANDALISE, Mary Angela Texeira. Avaliação da aprendizagem e curriculo: Algumas Reflexões BRUNO, Ana; Educação formal, não formal e informal: da trilogia aos cruzamentos, dos hibridismos a outros contributos LIBÂNIO, José Carlos; Tendências Pedagógicas na Prática Escolar PEREIRA, Lucia Conceição; História da Educação. Disponível em: https://www.infoescola.com/pedagogia/historia-da-educacao/ CURSO NORMAL SUPERIOR: habilitação para os anos iniciais do ensino fundamental;módulo3.Londrina:UNOPAR: CDI, 2004 154p: il. Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/teoria-pratica-docencia.htm Base Nacional Comum Curricular; BNCC, Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/