Prévia do material em texto
Desenvolvimento embrionário -INÍCIO DO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO HUMANO- 30 horas da fecundação, o zigoto conclui sua 1° divisão, originando dois blastômeros. 3 a 4 dias atinge o estágio de mórula. Esse desse pela tuba uterina devido à ação de cílios, vai absorvendo líquidos e desenvolve uma blastocele, passando para o estágio de blástula. A blastocele se expande pelo bombeamento de íons de sódio para o seu interior, o que aumenta sua pressão osmótica e sua absorção de água. Nesse estagio de blastocisto o embrião chega ao útero. A zona pelúcida protege o ovócito II, impede a polispermia na forma de membrana de fecundação e impede que o embrião enciste na parede da tuba. A zona pelúcida só deve desaparecer por volta do 5° dia de desenvolvimento quando o embrião já alcançou a cavidade uterina e a nidação resultara numa gravidez. Falhas no processo podem levar a uma gravidez tubária (embrião desenvolve uma placenta com o epitélio da própria tuba), tendo risco para a criança e para mãe. Gravidez ectópica: qualquer gravidez fora do seu sítio normal (útero) Nidação O blastocisto está envolto por uma camada de células, trofoblasto., que envolve a cavidade interna da blastocele, onde tem um pequeno acúmulo de células, embrioblasto. Esses dois agrupamentos de células acarretam resultados: o trofoblasto atua na formação dos anexos embrionários e da placenta, e o embrioblasto, fica responsável pela formação do embrião. La pelo 6° dia, o embrião na forma de blastocisto, realiza a nidação, o encistamento no endométrio uterino espessado pela ação dos hormônios (do ciclo menstrual). A penetração ocorre pelo lado do embrioblasto, o polo embrionário. @RESUMOS_DE_UMA_QUARETENA A nidação ocorre devido a enzimas proteolíticas do trofoblasto que digerem um pouco do endométrio. Quando cicatriza, deixa o blastocisto preso à sua estrutura. Conclusão do processo nidatório ocorre lá pelo 14° dia. Sangramento que pode ocorrer, acontece nesse momento no décimo quarto dia após a ovulação, como consequência de nidação, coincidindo com a próxima menstruação esperada, caso não houvesse fecundação. Esse sangramento pode ser confundido com a menstruação. As vilosidades coriônicas, surgem com a proliferação das células do trofoblasto. Essas vilosidades definirão depois a maior parte da placenta. Nessas estruturas, pode-se dizer que tem duas camadas: sinciciotrofoblasto, mais externo, uma massa de citoplasma contínuo com vários núcleos sem divisão de citoplasma, e o citotrofoblasto, mais interno, com células dotadas de membranas envoltórias limitantes. Formação do cório e da placenta As vilosidades coriônicas constituem o cório do embrião. Essas vilosidades ficam envoltas por lacunas sanguíneas (formada pelo sangue que escapa dos vasos da mãe por conta da ação das enzimas proteolíticas do trofoblasto). Os elementos nutritivos do sangue são aproveitados pelo embrião, e as vilosidades coriônicas infiltradas constituem uma placenta 1° Formação do disco embrionário bilaminar Enquanto isso, no embrioblasto, surge uma cavidade ao lado do polo embrionário, onde agora o embrião está envolvido por 2 cavidades: blastocele (inferior) e a cavidade amniótica (superior). Blastocele passa a ser chamada de cavidade do saco vitelínico. Células do embrioblasto se organizam por delaminação, em 2 camadas: epiblasto (externo), com células colunares e o hipoblasto (interno), com células achatadas. As duas camadas tem um contorno discoidal e constituem o disco embrionário, 1° etapa da formação do embrião. O disco separa as duas cavidades acima, a cavidade amniótica do lado do epiblasto e a cavidade do saco vitelínico do lado do hipoblasto Formação do mesoderma extraembrionário, celoma extraembrionário e pedúnculo (alantoide) Algumas células do epiblasto passam migrar, preenchendo todo o espaço entre trofoblasto e âmnio (superiormente) e entre saco vitelínico primitivo e trofoblasto (inferiormente). Essa nova camada envolve o embrião, o âmnio e o saco vitelínico primitivo, o mesoderma extraembrionário. A mesoderma origina o pedúnculo do embrião, que dará origem ao cordão umbilical, responsável pela nutrição do embrião. No interior do mesoderma extraembrionário, surgem lacunas, a celoma extraembrionária. As lacunas se juntam e formam uma cavidade que divide todo o mesoderma extraembrionário em duas porções, unidas por um pedúnculo. Esse pedúnculo passa a ser a conexão entre o embrião e a placenta, constituindo o cordão umbilical. @RESUMOS_DE_UMA_QUARETENA Pela placenta, a mãe fornece alimento e oxigênio para o feto, e esse passa para a circulação materna o gás carbônico e as excretas de seu metabolismo. Trocas feitas por difusão. Os vasos sanguíneos da mãe não penetram no corpo do embrião, mas formam lacunas em voltas do tecido fetal da placenta. E os vasos do embrião só atingem a região do mesoderma alantoidiano correspondente ao cordão umbilical. Formação da placa pré-cordal Células do hipoblasto tornam-se mais espessas na região que irá se transformar na extremidade anterior do embrião, formando a placa pré-cordal, que dará origem a boca do embrião Representação da circulação placentária, que possibilita ver, em detalhe, a estrutura vascular do cordão umbilical responsável pela nutrição do embrião, entre outras funções. @RESUMOS_DE_UMA_QUARETENA Organogênese avançada Após o final do 1° mês, o embrião mede cerca de 5,0 mm, estando o tubo neural pronto, coração formado e os membros em início de formação Após 2° mês, mede cerca de 2,5 cm e praticamente toda orogênese terminou Final do 2° mês, o embrião é chamado de feto, havendo, até o nascimento, crescimento e desenvolvimento do indivíduo Estruturas embrionárias e suas origens: Inicialmente, o blastocisto origina o embrioblasto e trofoblasto. O embrioblasto dará origem ao endoderma embrionário, ao mesoderma embrionário e extraembrionário e ao saco vitelínico. O trofoblasto dá origem ao sinciciotrofoblasto. Nascimento Cesariana ou parto normal. Normal: sob estímulos hormonais (secreção de ocitocina e queda de progesterona), útero se contrai, levando ao rompimento da bolsa. Cesariana: intervenção cirúrgica. Abre-se o abdômen para retirar a criança. Pós-operatório pode ser complicado, doloroso e mais longo que o natural Fonte: Geekie One @RESUMOS_DE_UMA_QUARETENA