A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
9 pág.
Farmacologia da asma

Pré-visualização | Página 3 de 3

somente quando se tem 
um evento de broncoespasmo); 
 Asma moderada (até 4 crises por dia): além do agonista 
beta-2 inalatório de curta duração (usado quando se tem 
crise aguda) pode associar um anti-inflamatório inalatório 
cronicamente. Quando as crises se tornam mais 
refratárias, além dessas duas medidas, pode se fazer 
uma broncodilatação crônica – uso de agonista beta-2 
inalatório de longa duração (terceiro degrau); 
 Asma severa (paciente precisa usar fármacos o tempo 
todo em que a balança do uso/benefício seja melhor o 
paciente ficar em uso profilático dos medicamentos do 
que esperar uma crise acontecer): uso de beta-2 
adrenérgicos inalatórios de curta duração (para quando 
necessário em crises agudas); corticoides inalatórios em 
altas doses cronicamente; uso crônico de beta-2 
adrenérgico de longa duração e pode, ainda, ter 
adicionado adjuvantes, como glicocorticoide oral (se 
necessário, hidrocortisona ou prednisolona) e 
antagonistas de leucotrienos, muscarínicos, histamínicos 
a até metilxantina. O uso de adjuvantes reduz a 
necessidade de corticoides (pode se reduzir a dose do 
corticoide oral). Nesse caso pode suspender o agonista 
beta-2 adrenérgico de curta duração e trocar por um 
desses adjuvantes; 
 A ideia do escalonamento é sempre utilizar o mínimo 
necessário para controlar os sintomas do paciente. 
 Importante lembrar que pessoas asmáticas NÃO devem 
utilizar bloqueadores beta-adrenérgicos que não sejam 
seletivos.