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TERAPIA NUTRICIONAL

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 1g = 4kcal. 
 
 Formulação de AA padrão – usadas em pacientes com NN 
normais e sem disfunção orgânica. 
 Formulação de AA modificados – especializadas quanto o 
perfil de AA modificados. 
SOLUÇÃO DE GLICOSE 
 1g de glicose = 3,4 cal/ml 
 
 As soluções de glicose variam na concentração de 5-70%. 
 Mais utilizada é a 50%. 
 70% - para pacientes em restrição hídrica. 
 10% - instalação de SG10% logo após o desmame total da NPT. 
 
 
 
 
 Hiperglicemias; 
 Anormalidades hepáticas; 
 Aumento do esforço respiratório. 
 
EMULSÃO LIPÍDICA 
 20-30% calorias de lipídeos; 
 1g = 9kcal; 
 1g/kg/dia. 
 
 São utilizadas na NPT com 2 objetivos: 
 Fornecer AG essenciais; 
 Parte da oferta calórica. 
 São compostos de água, triglicerídeos, emulsificantes (lecitina 
do ovo) e glicerol. 
 Volume lipídico não deve ultrapassar 30% do aporte calórico 
total ou 1g/kg/dia. 
 
Como prescrever a Nutrição Parenteral? 
 Diagnóstico clínico; 
 Condições clínicas; 
 Condições do TGI; 
 Exames bioquímicos; 
 Diagnóstico nutricional do paciente; 
 Determinar as necessidades nutricionais do paciente; 
 Carboidratos – Solução de glicose (5 a 75%); 
 Proteínas – Solução de AA (6.9, 8.0 e 10%); 
 Lipídeos – Solução de lipídeos TCL/TCM (10 e 20%); 
 Vitaminas, minerais e oligoelementos; 
 Água 30 a 50 ml/kg. 
 
Dados: peso 80kg; 
Necessidade calórica: 30 Kcal/Kg/dia = 2400 kcal. 
 
Como prescrever macronutrientes? 
 
 
 
 
Como monitorar a Nutrição Parenteral? 
 História, exame físico, dados laboratoriais, deficiências 
especificas de nutrientes; 
 Sinais vitais – checados de 8/8h; 
 Peso corporal, fluído administrado e perdidos – medidos 
diariamente; 
 Eletrólitos, fósforo, magnésico, cálcio e glicemia-mensurados 
até a estabilidade; 
 Glicemia – avaliada a cada 4-6 horas se hiperglicemia; 
 Na infusão lipídica avaliar triglicerídeo sérico. 
 
COMPLICAÇÕES RELACIONADAS AO CATÉTER 
 Relacionado a inserção do cateter: 
 Pneumotórax, hemotórax, hidrotórax, punção e 
laceração arterial, trombose venosa, embolia 
pulmonar, embolia gasosa, embolia de cateter, mal 
posicionamento do cateter. 
Pneumotórax 
 Complicação imediata. 
 Prevenção: 
 Não puncionar veia subclávia; 
 Realizar punção com auxílio de imagem (USG). 
 
 Complicações sépticas: 
 Contaminação do cateter; 
 Peritonite, queimaduras de pele, broncopneumonia. 
COMPLICAÇÕES METABÓLICAS 
 Distúrbios da glicemia – hipoglicemia/hiperglicemia; 
 Hipertrigliceridemia – excesso de CHO e/ou LIP na dieta; 
 Síndrome de Realimentação; 
 Doença hepática (Cirrose, colestase, colelitíase; 
Esteatose e esteatohepatite; Lama biliar).