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▪ Simplicidade 
▪ Baixo custo 
▪ Automático ou manual 
▪ Muita informação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ Contagem de eritrócitos 
▪ Concentração de hemoglobina (Hb) 
▪ Hematócrito ou volume globular (Ht) 
▪ Hemoglobina corpuscular média (HCM) 
▪ Volume corpuscular médio (VCM) 
▪ Concentração da hemoglobina corpuscular média (CHCM) 
▪ Coeficiente de variação de volume de glóbulo vermelho ao redor da média (RDW) 
 Hemograma 
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Eritrograma 
▪ Eritrócitos: avaliados em milhões por mm3. Varia de acordo com a altitude. 
Quando seu número está abaixo do normal, chama-se eritropenia, e acima, 
eritrocitose. NI- 4.5-6 milhões/mm3 
▪ Hemoglobina: medida em g/dl. Avalia a proteína que transporta o oxigênio. 
Usada para definir se há ou não estado anêmico. O CHCM vai determinar se 
existe alteração compatível com a anemia. NI- 13-16 d/dl 
▪ Hematócrito: avaliado em percentagem (%) e representa a proporção dos 
glóbulos vermelhos em cada 100 ml de sangue. NI- 38-50% 
▪ VCM: volume corpuscular médio. Serve para avaliar os tipos de anemia que se 
manifestam com hemácias de grande, pequeno, ou tamanho normal, isto é, 
anemias macro, micro e normocíticas. Hematócrito/num. Hemácias. NI- 80-100 
▪ HCM: hemoglobina corpuscular média= hemoglobina/ número de eritrócitos. NI-
26-34 
▪ CHCM: concentração da hemoglobina corpuscular média. Índice calculado a 
partir do valor da hemoglobina média percentualmente está contida em cada 
hemácia. HCM/VCM. NI- 31-36 g/dl 
▪ RDW: avalia o grau de variação no tamanho das hemácias. Útil para diferenciar 
as anemias com deficiência de ferro das talassemias. NI 11.5-15% 
▪ Reticulócitos: são eritrócitos recém liberados da medula óssea, ainda com restos 
de ácidos nucleicos, que s revelam quando corados por azul de cresil brilhante. 
Representa indiretamente a produção de glóbulos vermelhos na medula óssea. 
Seu resultado é em %. NI 0,5% a 1,8%. 
▪ Microcitose: hemácias abaixo de 80 u3 (adulto). Está associada à deficiência de 
ferro, talassemias e anemias sideroblásticas 
▪ Macrocitose: hemácias acima de 100 u3 (adulto). Está associada à deficiência de 
vitamina B12, quimioterapia, doença hepática, hipotireoidismo e mieloma 
▪ Hipocromia: hemácias menos coradas do que o normal. Observa-se na 
hematoscopia uma aumento do halo central da hemácia 
▪ Poiquilocitose: variação na forma das hemácias 
▪ Anisocitose: variação no tamanho das hemácias 
▪ RDW: varia 11.5-14.5%; medida de intensidade de anisocitose 
 
 
Leucograma 
▪ Número total de glóbulos brancos e sua contagem diferencial no sangue periférico 
▪ Interpretação criteriosa 
▪ Baixa sensibilidade e especificidade 
▪ Considerar contexto clínico 
▪ Variação: idade, sexo, raça, temperatura, doenças subjacentes, uso de medicamentos 
▪ Recém nascidos até um mês de vida: predomínio de neutrófilos 
▪ Raça negra: redução 20% dos leucócitos totais 
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▪ Leucocitose: resposta da fase aguda de várias doenças 
o processos infecciosos e inflamatórios 
o leucemias 
▪ Leucopenia: associada a variedade de infecções, em geral virais 
▪ Resulta de maior consumo, menor produção ou menor sobrevida intravascular 
▪ Neutrófilo: função de quimiotaxia e fagocitose, representam a 1ª linha de defesa contra 
infecções bacterianas, no sangue periférico ½ vida de 6-10 horas, movem-se no pool 
marginal da circulação 
▪ Eosinófilo: importante função na mediação de processos inflamatórios relacionados a 
alergia, defesa contra parasitas metazoários helmíntincos, certos distúrbios cutâneos 
alérgicos e neoplasias 
▪ Monócitos: participam da fagocitose de células mortas, senescentes, corpos estranhos; 
regulação da função de outras células, processamento e apresentação de antígenos, 
reação inflamatória; destruição de microrganismos e células tumorais 
▪ Basófilo: representam 0.5% do total de leucócitos, produzem diversos mediadores 
inflamatórios, entre eles a histamina 
▪ Linfócitos: são fundamentais na resposta imunitária. 
▪ Linfócitos B: diferenciam-se em plasmócitos que produzem anticorpos 
▪ Reconhecem uma variedade de antígenos específicos: bactérias e vírus, toxinas 
produzidas por bactérias 
▪ Linfócitos T: reconhecem células estranhas (células cancerosas, parasitas 
multicelulares, fungos, células infectadas por vírus, enxertos e transplantes) 
 
 
▪ Menor componente celular 
▪ Fragmentos citoplasmáticos sem núcleo 
▪ Valor normal: 150.000-400.000/mm3 
▪ Trombocitopenia: valores inferiores a 150.000/mm3 
▪ Trombocitose: valores superiores a 600.000/mm3 
 
 
 
 
 
Leucemia= 300.000 
leucócitos 
Infecção: 30.000 leucócitos 
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▪ Dor na região abdominal de intensidade variável associada ou não a outros sintomas que 
necessita de intervenção médica imediata, cirúrgica ou não 
▪ Mais frequente em pacientes acima de 60 anos 
 
▪ Tipos: inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular/ isquêmico, hemorrágico 
▪ Adendo: exame de imagem= paciente estável 
 
Abdome Agudo Inflamatório 
Aneurisma de 
A. esplênica 
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▪ Abdome agudo decorrente de processo inflamatório/ infeccioso acometendo a cavidade 
abdominal e estruturas adjacentes 
▪ Abdome agudo que mais suscita dúvidas e origina internações-> vias aferentes dos tipos 
de dor: dor visceral e dor somática 
 
▪ Etiologia: apendicite, colecistite, diverticulite ou pancreatite 
 
 
 
▪ Causa inflamatória mais frequente de AA, sendo uma das principais causas de cirurgias 
abdominais de urgência 
▪ Causas de obstrução: fecalito, hiperplasia linfoide, corpo estranho, neoplasia 
▪ A obstrução seguida de inflamação e necrose que pode evoluir para perfuração 
▪ 35% com quadro clínico e laboratorial atípico 
▪ Inicialmente dor abdominal peri-umbilical (causado pela obstrução da luz apendicular e 
a distensão de sua parede). Secundariamente, irradiada para fosse ilíaca direita 
(correspondendo à inflamação e infecção do apêndice) 
▪ Geralmente associada a náuseas e vômitos, inapetência e febre 
▪ Pode evoluir em poucas horas 
Dor periumbilical- impressão 
que a dor é na linha 
mediana 
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▪ Exames complementares: ultra-sonografia-> método inicial de investigação. Possui 
sensibilidade de 75-90% e sua especificidade é de 86-100% 
▪ Tomografia computadorizada: tem sensibilidade de 90-100% com especificidade de 91-
99% 
 
Diagnóstico em casos duvidosos 
calcificação Gordura 
periapendicular 
opaca- anormal 
(transmissão do 
processo 
inflamatório) 
A fisiopatologia da apendicite aguda inicia 
com a obstrução do lúmen apendicular, por 
material fecal ou apendicolito. As secreções 
mucosas aumentam a pressão intraluminal e 
comprometem o retorno venoso. A mucosa 
torna-se hipóxica e apresenta ulcerações. 
Sobrevém infecção bacteriana, culminando, 
por fim, em gangrena e perfuração. Ocorre 
então peritonite livre, podendo ser vistas 
coleções na pelve, flanco, regiões sub-
hepáticas e subdiafragmáticas à direita, 
porém mais comumente observa-se abscesso 
encapsulado ao redor do apêndice, devido a 
bloqueio do processo pelo mesentério e alças 
da regiãoZORZETTO, Arquimedes Artur et al . O uso da 
ultra-sonografia no diagnóstico e evolução da apendicite 
aguda. Radiol Bras, São Paulo , v. 36, n. 2, p. 71-
75, Mar. 2003. 
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Wlelewkwe 
Gordura 
apendicular