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SISTEMA SENSORIAL

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2. entrada de Na+ - despolarização 
3. maior liberação de neurotransmissores (glutamato)
claro 
1. luz atingindo diretamente os fotopigmentos (desbotamento)
2. ativação da proteína G (transducina)
3. fosfodiesterase – enzima amplificadora (GMPc GMP)
4. fechamento dos canais de sódio (não pode entrar)
5. saída de potássio K+ 
6. hiperpolarização 
7. menor quantidade de neurotransmissores liberados 
*rodopsina ativa a proteína G
FOTOTRANSDUÇÃO NOS CONES 
sob luz brilhante, como a luz do sol, há uma queda dos níveis de GMPc nos bastonetes, até um ponto em que a resposta à luz se torna saturada – a luz adicional não mais promove qualquer hiperpolarização 
a visão durante o dia depende inteiramente dos cones, cujos fotopigmentos necessitam de maior nível de energia para sofrerem desbotamento (incidência de luz maior)
o processo de fototransdução é praticamente o mesmo, a única diferença significativa é o tipo de opsinas (fotopigmento) dos discos membranosos dos segmentos externos dos cones
PERCEPÇÃO DE CORES 
são determinadas principalmente pelas contribuições relativas de cada tipo de cone (para comprimentos de ondas curtos, médios e longos) para o sinal da retina
O PROCESSAMENTO NA RETINA E SUAS EFERÊNCIAS
os fotorreceptores, como os outros neurônios, liberam neurotransmissores quando despolarizados
neurotransmissor glutamato (aminoácido)
os fotorreceptores liberam menos moléculas de neurotransmissores quando atingidos pela luz do que no escuro 
o escuro, e não a luz, é o estimulo preferido para um fotorreceptor. Assim, quando uma sombra passa sobre um fotorreceptor, ele responde sofrendo uma despolarização e liberando mais neurotransmissor 
O CAMPO RECEPTIVO DAS CÉLULAS BIPOLARES
uma luz incidindo sobre um cone hiperpolarizará algumas células bipolares. Essas células são chamadas de células bipolares do tipo OFF, pois a luz efetivamente as inibe
contudo a luz incidindo sobre um cone pode também despolarizar outras células bipolares. Essas células que são “acionadas” pela luz são denominadas células bipolares do tipo ON
a sinapse cone-célula bipolar inverte o sinal que chega do cone: o cone hiperpolariza em resposta a luz, porém a célula do tipo ON despolariza 
células bipolares do tipo OFF – receptores glutamatérgicos ionotrópicos – PEPS: despolarização pelo influxo de íons Na+
· a hiperpolarização do cone faz menos neurotransmissores serem liberados, resultando em uma célula bipolar mais hiperpolarizada 
células bipolares do tipo ON – receptores metabotrópicos – PIPS
Fotorreceptor hiperpolariza em resposta a luz direta célula bipolar despolarizada (ON) – via direta
Fotorreceptor hiperpolariza em resposta a luz na periferia célula horizontal hiperpolarizada (via indireta) célula bipolar hiperpolarizada (OFF) 
PROCESSO RETINOFUGAL
a via neural que sai do olho, a começar pelo nervo óptico, é frequentemente chamada de projeção retinofugal 
 (
Retina 
 
Nervo óptico 
 quiasma óptico 
 trato óptico 
 tálamo 
(núcleo geniculado lateral) 
 
área visual primária
)																																				
 (
Periferia temporal olho esquerdo se une a periferia nasal do olho direito 
 
trato óptico esquerdo
Periferia temporal do olho direito se une a periferia nasal do olho esquerdo 
 trato óptico direito
)
 
Audição
SOM
a frequência do som é o número de trechos de ar comprimidos ou rarefeitos que passam pelos nossos ouvidos a cada segundo 
faixa detectável: 20 a 20.000 Hz
a percepção do som, ou tom, como agudo ou grave é determinado pela frequência
a intensidade, ou amplitude é a diferença de pressão entre os trechos de ar rarefeitos e comprimidos – determina o volume 
APARELHO AUDITIVO 
curvaturas do pavilhão: conduzir o som pelo meato acústico 
 (
Tálamo – núcleo geniculado medial 
)
tuba de Eustáquio: região que faz comunicação com a cavidade nasal
reflexo de atenuação: som barulhento dispara uma resposta neural que faz esses músculos se contraírem cadeia de ossículos tornam-se muito mais rígida e a condução do som ao ouvido interno fica muito diminuído 
OUVIDO INTERNO
O ÓRGÃO DE CORTI
as células receptoras auditivas, as quais convertem a energia mecânica em uma alteração na polarização da membrana, estão localizadas no órgão de Corti 
 (
Cílios falsos – liquido coclear 
e membrana 
tectorial
 
movimenta os ester
e
oc
í
lios 
)
TRANSDUÇÃO DO SINAL AUDITIVO 
1. movimento dos estereocílios abertura de canais de potássio mecano-dependentes (ligamentos apicais)
2. K+ entra – despolarização 
3. Promove a abertura de cálcio que mobiliza vesículas que contem neurotransmissores excitatórios (glutamato ou serotonina)
4. Liberação do neurotransmissor 
5. Sinapse 
6. Encaminhamento da informação pelo nervo coclear 
VIAS AUDITIVAS 
 (
Nervo coclear (cóclea) 
 bulbo (núcleo coclear posterior e anterior) 
 oliva superior (decussão) 
 mesencéfalo - colículo inferior 
 tálamo (núcleo geniculado medial) 
 córtex auditivo 
)
O SISTEMA VESTIBULAR 
o sistema vestibular, assim como o sistema auditivo, utiliza células ciliadas para transduzir os movimentos
labirinto vestibular
· Órgãos otolíticos: detectam a força da gravidade e as inclinações da cabeça
· Ductos semicirculares: sensíveis a rotação da cabeça
· O propósito básico de cada estrutura é transmitir a energia mecânica, derivada do movimento da cabeça, às células ciliadas
 
uma vez que a cabeça se rotaciona para o lado esquerdo, os cílios se movimentam para o lado direito (fluxo da endolinfa)
CONEXÕES VESTIBULARES CENTRAIS