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UNIP - UNIVERSIDADE DE PAULISTA ENFERMAGEM P3 ELETROCARDIOGRAMA JOÃO PESSOA - 2021 UNIP - UNIVERSIDADE DE PAULISTA Alunas - Guidiane Pereira da Silva Luciana Gomes dos Santos Filha Ozenita de Araújo Silva Valéria Euzebio dos Santos ELETROCARDIOGRAMA JOÃO PESSOA - 2021 Introdução O trabalho a seguir tem por tema Eletrocardiograma, tem como finalidade desenvolver o melhor aprendizado dos alunos da área, abrangindo tecnicos e não tecnico. O trabalho foi feito atravez de pesquisas feitas pelo grupo + slider (video). O assunto foi pesquisado no site: https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-o-exame-de-eletrocardiograma/ pelas alunas do grupo 10. A seguir veremos um pouco do assuntos com os seguintes tópicos: O que é o exame eletrocardiograma? Para que serve? Como é feito? O resultado. Periodicidade. Cuidado e contraindicações Cuidados da enfermagem. O que é o exame Eletrocardiograma? O Eletrocardiograma também é chamado de ECG ou eletrocardiografia. É um exame que avalia a atividade elétrica do coração por meio de eletrodos fixados na pele. Através desse exame, é possível detectar o ritmo do coração e o número de batimentos por minuto. É feito com um aparelhinho ligado a eletrodos que avalia o ritmo dos batimentos cardíacos em repouso. É um exame bem simples, usado rotineiramente tanto na triagem dos prontos-socorros quanto em checkups preventivos solicitados pelo cardiologista. Para que serve? Pode-se diagnosticar a existência de vários problemas cardíacos. Como por exemplo: Irregularidades no ritmo cardíaco (arritmia), seja por um coração acelerado (taquicardia), devagar (bradicardia) ou fora do ritmo; Aumento de cavidades cardíacas; Patologias coronarianas; Infarto do miocárdio; Distúrbios na condução elétrica do órgão; Problemas nas válvulas do coração; Pericardite - Inflamação da membrana que envolve o coração; Hipertrofia das câmaras cardíacas - átrios e ventrículos; Doenças que isolam o coração - derrame pericárdico ou pneumotórax; Infarto em situações emergenciais; Doenças genéticas; Doenças transmissíveis (Doença de Chagas). O eletrocardiograma também pode ser usado para verificar a saúde do coração quando outras doenças ou condições estão presentes: Pressão alta ou hipertensão; Colesterol alto; Tabagismo; Diabetes; Histórico familiar de doença cardíaca precoce. O objetivo é ver se há alguma falha na condução elétrica pelo coração. Ou seja, se existem bloqueios ou partes do músculo que não estão se movendo como deveriam, o que pode sinalizar problemas cardíacos. O eletro é muito utilizado para flagrar arritmias e taquicardias ou bradicardias, quando o peito bate rápido ou devagar demais, respectivamente. Mas é um teste inicial. Ou seja, ele aponta possíveis suspeitas, que devem ser confirmadas com outros exames. Como é feito? O indivíduo deita em uma maca e o médico espalha eletrodos para averiguar os impulsos elétricos de áreas diferentes do coração. A oscilação captada é conduzida ao eletrocardiógrafo, aparelho que durante cerca de cinco minutos registra a informação em gráficos impressos numa bobina de papel. Para não comprometer a leitura, a pele deve estar limpa e livre de roupas. Já os eletrodos devem ficar bem fixados — por isso que, às vezes, a retirada deles pode doer um pouquinho. Os resultados O cardiologista interpreta as ondas do gráfico, identificando marcadores como cadência e frequência do coração. O ritmo considerado normal é entre 60 e 100 batimentos por minutos, mas há outros parâmetros contemplados pelo eletrocardiograma, como o tamanho e a duração das ondas em cada segmento. Periodicidade O exame pode ser solicitado tanto pontualmente, quando alguém dá entrada num serviço de emergência ou há suspeitas de doenças cardíacas, quanto como medida preventiva nos checkups anuais, em geral receitados por volta dos 40 anos. Cuidado e contraindicações Como é supersimples e nada invasivo, todos podem realizar esse exame. O eletrocardiograma também não precisa de um preparo prévio — nada de jejum ou algo do tipo. Cuidados da enfermagem Para que o exame seja bem sucedido, alguns cuidados com o paciente ECG são necessários. O passo mais importante é assegurar que a pele do paciente esteja em contato com o eletrodo sem obstruções, pois o registro dos impulsos elétricos é item mais importante para a realização do exame. Portanto, os cuidados com o paciente são fundamentais. A preparação da pele para receber o eletrodo é crucial. O principal ruído na transmissão do sinal elétrico é causado pela gordura. Por isso, deve-se limpar a pele com acetona, éter, ou álcool com graduação acima de 90%, esfregando com uma gaze cirúrgica ou esponja áspera até que a pele fique avermelhada. Isso é importante para remover a camada córnea da pele, que é um isolante elétrico. Caso o paciente possua pelos no abdome e peito, eles precisarão ser removidos. Os eletrodos também devem ser limpos e bem fixados. Estes cuidados com o paciente ECG, apesar de simples, são essenciais para a realização de um bom exame. Fontes: Ariovaldo Mendonça, patologista e coordenador médico do Grupo Hermes Pardini, em São Paulo, e João Vicente da Silveira, cardiologista do Hospital Sírio-Libanês (SP). Perguntas frequentes sobre o exame: GRÁVIDAS PODEM FAZER O EXAME? Sim! Não há nenhuma contraindicação. QUANTO TEMPO DEMORA O EXAME? Em geral entre 5 e 10 minutos. TEM ALGUM PERIGO REALIZAR UM ELETROCARDIOGRAMA? PROVOCA DOR? Não, fique tranquilo, é totalmente inofensivo e não provoca dor alguma.