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Ambulatório de Cardiologia

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problemas em todo o período per-operatório e definir o risco cirúrgico que o paciente, o anestesista, o assistente e o cirurgião podem usar para tomar decisões que beneficiem o paciente a curto e longo prazo.
A coleta da história clínica é o primeiro ato na avaliação perioperatória. A anamnese realizada com o próprio paciente ou com seus familiares pode trazer à luz informações de condições clínicas determinantes na estimativa do risco cirúrgico. Os algoritmos de avaliação de risco perioperatório utilizam os dados obtidos através da história e do exame físico. O estudo dos registros médicos em prontuários e de fichas anestésicas é útil para resgatar informações prévias. O exame físico é útil durante o processo de avaliação de risco perioperatório e não deve ser limitado ao sistema cardiovascular. Os objetivos são: identificar cardiopatia pré-existente ou potencial (fatores de risco), definir a gravidade e estabilidade da cardiopatia e identificar eventuais comorbidades.
Diversos algoritmos foram propostos para a estimativa de risco de complicações perioperatórias, como o algoritmo do American College of Physicians (ACP), o da American College of Cardiology/American Heart Association (ACC/ AHA), o EMAPO e o índice cardíaco revisado de Lee.
A ASA sugere o uso de um algoritmo na avaliação do risco cirúrgico. Neste é considerado o risco para o paciente, que tem como principais componentes a natureza da condição clínica pré operatória do paciente e a natureza do procedimento em si. E se baseia na análise da mortalidade. 
Referências
BRUNTON, Laurence L., CHABNER, Bruce A., KNOLLMANN, Björn C. As Bases
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman, 12ª edição. AMGH,
01/2012. VitalSource Bookshelf Online.
O USO DE ANTIDIABÉTICOS ORAIS NO PACIENTE COM DIABETES MELLITUS E DOENÇA CARDÍACA, REVISTA da SOCIEDADE de CARDIOLOGIA do RIO GRANDE DO SUL.
Tratamento do Diabetes Mellitus do Tipo 2: Novas Opções, Arq Bras Endocrinol Metab vol.44 no.6 São Paulo Dec. 2000.
II Diretriz de Avaliação Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Betabloqueadores adrenérgicos, Rev Bras Hipertens vol.16(4):215-220, 2009.
VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão
V DIRETRIZ BRASILEIRA DE DISLIPIDEMIAS E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE
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