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Síndromes Disfágicas 
Bruna Luísa Palhares Gomes 
Disfagia: Dificuldade de transferir o alimento da boca ao estomago. 
 Pode acontecer de transferência/orofaríngea/alta que vai da boca ao esôfago = Engasgo e 
dificuldade pra engolir associada a tosse e engurgitação, causas: neurológicas ( IX,X E XII) e 
miopáticas ( miastenia gravis) , Sindrome de Wallemberg e neoplasias CEC de cabeça e 
pescoço. 
Baixa/esofagiana/baixa= Problema esta na propulsão do alimento durante a alimentação, 
paciente relatará alimento “entalado” no centro do tórax, aqui é importante definir para o que 
a dificuldade ocorre liquido, sólidos ou se é progressiva. Se for apenas para sólidos a etiologia 
é provavelmente mecânica, seja por estenose péptica ou por neoplasia, se iniciou para sólidos 
e passou para líquidos pensamento em dismotilidade e lembramos da acalasia como principal 
diagnostico. 
Dismotilidade: 
 Afetam corpo e esfíncter esofageano inferior -> Acalasia 
 Somente EEI-> EEI Hipertenso 
 Somente Corpo-> EED Espasmo Esofageano difuso EED e Esofago em quebra nozes. 
Acalasia: Disturbio de dismotilidade esfogagiana decorrente da degeneração do 
complexo de auerbach que cursará com deficit de relaxamento e hipertensão do EEI. 
Triase: disfagia progressiva inicialmente pra líquidos e depois pra solidos, regurgitação e perda 
de peso. 
Complicação: Megaesofago diagnostico diferencial com CHAGAS. 
Diagnostico baseado no exame de ESOFAGOMANOMETRIA, onde observamos 5 aspectos, 
além disso também podemos realizar a esofagografia baritada onde veremos a clássica 
imagem de bico de pássaro, além de neoplasia para EXLCUIR APENAS o diagnostico de uma 
neoplasia. 
 
Fonte: https://www.tecnolegis.com/provas/comentarios/175992 
Esofagomanometria 
EEI Hipertonia se > 35 mmHG 
 Deficit de relaxamento 
 
CORPO DO ESOFAGO Pressão elevada 
 Contrações simultaneas e aperistalticas 
 Ondas de contração de baixa amplitude ( 
tônus ausente) 
Se necessário: Cirurgia de SERRA DORIA 
Mascarenhas dividiu o grau da dilatação do esôfago com acalasia em graus. Indo de I a V 
I Ate 4cm Clinico Tox Botulinica, 
nitrato, bloq de 
ca 
Geralmente não 
muito efetivos 
II De 4 a 7 cm Dilatação 
endoscópica 
 
III 7 a 10cm MIOTOMIA DE 
HELLER 
MODIFICADA 
Ou POEM 
Sintoma de 
refluxo? = 
Fundoplicatura 
Miotomia a 
heller: Resseca 
as camadas 
longitudinal e 
circular da 
musculatura lisa 
distal do 
esôfago 
IV  10CM Esofagetomia 
 
Serra Doria:Cardioplastia com vagotomia com gastresctomia com reconstrução com y de Roux. 
Dismotilidade do Corpo: 
Espasmo esofagiano difuso: Hipermotilidade com contrações repetitivas de alta amplitude e 
simultâneas, principalmente mulheres poliqueixosas e com transtorno de humor. 
Esofagomanometria: Contrações múltiplas, simultâneas e não propulsivas, além de contrações 
com pico de amplitude maior que 120mmHG e com duração maior que 2,5s. 
Esofagobaritado: Esofago em saca rolhas ou contas de rosário. 
Tratamento se refratário: Esofamiotomia longitudinal 
 
 
Fonte: https://docplayer.com.br/82632898-Gastroenterologia-esofago-doencas-que-se-
manifestam-com-disfagia.html 
Paciente deve retirar da dieta os causadores dos espasmos, pode usar medicações relaxantes 
como bloqueadores do canal de cálcio e toxina botulínica 
Diagnostico diferencial: ESOFAGO EM QUEBRA NOZES amplitude de contrações maior que 
>800mmhg. 
Diverticulo de Zenker 
É formado pela fragilidade na topografia do triangulo de Killian, na parede posterior da faringe 
distal e é um divertículo falso pois comete acomente somente mucosa e submucosa. É mais 
comum nos pacientes idosos, sintomas mais comuns são disfagia, halitose e regurgitação e 
suas complicações são pneumonia aspirativa e abscesso pulmonar. Seu diagnóstico é baseado 
na esofagografia baritada. Seu tratamento é eminentemente cirúrgico, com os músculos 
tireofaringeo e cricofaríngeo. Se for lesões menores que 2cm podemos tratar apenas com 
miotomia isolada do EES, mas se maior, associamos com divertilectomia ou diverticulopexia. 
Anel de Schatzki: Mal formação do esôfago distal com estreitamentos circulares, mais 
comuns em pacientes após a 5 decada de vida. Geralmente disfagia intermitente para sólidos 
geralmente algum engasgo agudo e grave. Necessário investigar com biopsia para afastar neo 
e tratamento com dilatação esofágica. 
Esofagite química: 
Tentativa de autoexterminio//Acidente// bifosfonato ( alendronato) 
NÃO REALIZAR LAVAGEM E NUNCA INDUZIR VOMITO, deve-se realizar eda para avaliar lesão e 
excluir neo.

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