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HISTOLOGIA DO PÂNCREAS EXÓCRINO
· É uma glândula alongada que possui uma cabeça, um corpo e uma cauda.
· Uma fina camada de tecido conjuntivo frouxo forma uma cápsula ao redor da glândula. Essas cápsulas invaginam e formam septos, que vão separar os lóbulos. 
· É uma glândula exócrina e endócrina.
· Em algumas pessoas, ocorre a formação de um ducto acessório.
· É uma glândula túbulo-acinosa.
· Esquema do ácino seroso:
· Tem a porção secretora e o ducto não secretor.
· Células piramidais.
· O ácino pancreático tem uma diferença. As células centro-acinosas do ducto entram para a porção secretora, revestindo essa porção.
ESTRUTURA DO PÂNCREAS
· Conforme o ducto vai se afastando do ácido, ele vai aumentando, e as células vão se modificando até ficarem prismáticas.
· Ducto intercalado ducto estriado ducto excretor ducto pancreático principal.
· Os ductos pancreáticos não possuem estrias, então não temos ducto estriado.
· Esses ductos se juntam ao ducto interlobular até chegar no ducto principal.
· Começa pavimentoso, depois cúbico e depois passa a ter várias camadas.
· Os ácinos são bem delimitados, tendo conjuntivo separando um ácino de outro.
· Na histologia, as bolinhas são os ácinos.
· As células que entram no ácino são as células centro acinosas.
· Ao redor do ácino tem a presença de lâmina basal, determinando onde termina um ácino e onde começa outro.
· Na parte de cima dos ácinos tem as vesículas que armazenando secreções e na parte basal há a presença de todas as organelas.
· A parte mais corada dos ductos é sempre a parte basal da célula.
· Lóbulos pancreáticos: as regiões mais claras são as regiões de ilhotas.
· Ducto intercalar tem células pavimentosas.
· Ducto coletor intralobular tem células cúbicas
· O bicabornato é uma das principais secreções que são utilizadas para reduzir o pH e atuarem no quimo.
· Nos grânulos de zimogênios, que ficam no ápice das células acinosas, encontramos enzimas pancreáticas inativas (ex.: pepsinogênio). 
· Obs.: nas células centroacinosas NÃO tem grânulos.
· A secretina e a CKC, secretadas a partir do jejuno e duodeno, vão ativar as células acinosas do pâncreas e essas vão estimular a liberação de zimogênios. 
 
PATOLOGIAS
· Pancreatite hemorrágica aguda – ácinos destruídos. Quando as enzimas se acumulam no interior dos ácinos, elas acabam sendo ativadas e começam a degradar o pâncreas.
· Kwasiorkor – como as pessoas não se alimentam, as secreções ficam acumuladas dentro dos ácinos. Como nunca é liberado, essas enzimas são ativadas e começam a degradar os ácinos inteiros. O avanço maior da doença, não se vê mais os ácinos desenvolvidos. 
· A produção das enzimas digestivas é prejudicada, causando desnutrição extrema.

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