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Semiologia completa (Resumão)

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Sumário
SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR	1
SEMIOLOGIA RESPIRATÓRIA	4
SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA	7
SEMIOLOGIA OSTEOMUSCULAR	12
SEMIOLOGIA GASTROINTESTINAL	16
SEMIOLOGIA URINÁRIA	20
SEMIOLOGIA ENDOCRINOLÓGICA	23
SEMIOLOGIA DERMATOLÓGICA	26
SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR 
Mediastino x Precórdio
INSPEÇÃO
Inspeção do tórax
· Paciente em ortostase
· Tipo de tórax – Normal, em tonel, cifótico, pectus excavatum e carinatum
· Biotipo (Ângulo de charp) – Brevelíneo, mediolíneo/normolíneo e longilíneo
· Paciente em decúbito dorsal – frontal (nos pés) e tangencial (ao lado)
· Abaulamentos, retrações, cicatrizes cirúrgicas, pulsação anormal (fúrcula, epigástrica e paraesternal), circulação colateral e lesões elementares.
Inspeção do precórdio
· Ictus Cordis
Inspeção das extremidades
· Edema, cianose, baqueteamento digital
PALPAÇÃO DO PRECÓRDIO E DO ICTUS CORDIS
Frêmito – focos de ausculta
· Localização, intensidade e situação no ciclo cardíaco
Ictus cordis
· Localização, intensidade, ritmo, frequência, forma de propulsão, extensão (até 2 polpas) e mobilidade (menor que 2 cm - Manobra de Pachon)
AUSCULTA DO PRECÓRDIO 
Focos de ausculta - Aórtico, pulmonar, aórtico acessório, tricúspide e mitral 
· B1 e B2 – “Bolhas cardíacas normofonéticas, ritmos em 2 tempos, sem sopros ou demais sons cardíacos com x batimentos por minuto”
· B1 – fechamento tricúspide e mitral, início da sistóle ventricular, focos de ápice, “tum”.
· B2 – aórtico (1º) e pulmonar, início da diástole ventricular, focos de base, “tá”.
· Desdobramento de B2 – Compontente aórtico fecha bem antes da pulmonar, “tlá”, ↑ retorno venoso (pós exercício físico) e comunicação interventricular
· B3 e B4
· B3 – Impacto do sangue na parede anterior do ventrículo durante o enchimento ventricular rápido, “tum”, protodiastólico (inicio diasóle), comum em crianças, quadro febril, exercício físico, ICC, anemia e tireotoxicose; “tum-tá-tum”
· B4 – Impacto do sangue impulsionado pelo átrio em uma massa sanguínea pré existente no ventriculos, “tu”, telediastólico (fim da diastrole), cardiopatias como IAM e hipertrofia concêntrica, “tu-tu-tá”
· Sopros cardíacos – turbiolhamento do sangue devido estenose ou dilatação nos vasos ou câmaras cardíacas 
· Localização, intensidade, situação no ciclo cardíaco, formato, irradiação e timbre
· Base (semilunares) 
· Sistólico à estenose (dificuldade de abrir)
· Diastólico à insuficiência (dificuldade de fechar)
· Ápice (atrioventricular) 
· Sistólico à insuficiência (dificuldade de fechar)
· Diastólico à estenose (dificuldade de abrir)
AVALIAÇÃO DOS PULSOS
Inspeção
· Lesões elementares, massas e pulsações, temperatura (comparar), umidade (comparar), elasticidade.
Palpação
· Localização, frequência, ritmo, estado da parede, tensão/dureza, amplitude (4+) e simetria
· Avaliação dos pulsos: carotídeo, braquial, radial, tibial posterior e pedioso
ESTIMATIVAS DA PRESSÃO VENOSA CENTRAL (PVC) E REFLUXO HEPETO-JUGULAR
· Turgência da veia jugular externa direita
· Elevar 45º
· Identificar ponto de maior ondulação da veia jugular
· Colocar uma régua nesse ponto e a outra no ângulo de louis
· Colocar as réguas perpendiculares entre si e o número achado na interseção dele é soma a 5cm de água (diferença entre parede anterior do átrio direito e o esterno) à Até 8 cm de água, casos exceda suspeita de ICC, IVD, tamponamento cardíaco.
· Fazer o refluxo hepato-jugular (compressão no hipocôndrio direito à ↑retorno venoso) à Até 3cm a mais que o PVC
AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL	
· Perguntas básicas à hipertenso, uso de medicação, bexiga cheia, fez exercício, ingeriu bebida alcoólica, café ou fumou à Paciente sentado sem perna cruzada
· Estimar a PAS à Palpar A. braquial, colocar esfigmomanômetro, palpar A radia, insuflar, parar de ser é o valor da PAS, colocar esteto, insulflar mais 20 mmMg e desinflar 
· Realizar a aferição da PAS e PAD à Primeiro som PAS e segundo PAD
· Obs: hiato auscultatório à nos idosos
ELETROCARDIOGRAMA
Derivações bipolaresà D1, D2 e D3
Eletrocardiograma com ritmo sinusal
1500/Nº de quadradinhos = 75bpm
SEMIOLOGIA RESPIRATÓRIA
ANATOMIA TORÁCICA
Linhas – Clavicular, medioesternal, esternolateral, hemiclavicular, paraesternal, axilar anterior, axilar média, axilar posterior, escapular superior, escapular inferior, vertebral, escapular.
Regiões – Supraclavicular, infraclavicular, mamária, inframamária, axilar, infra-axilar, supraescapular, interescapulovertebral, infraescapular
EXAME FÍSICO – Iniciar pelo tórax posterior, lateral e anterior
INSPEÇÃO ESTÁTICA
· Abaulamentos – pulsáteis ou não pulsáteis
· Erupções cutâneas
· Gânglios hipertrofiados – ex: Gânglio de Virshow
· Ginecomastia
· Morfologia – ângula de Charpy à Biótipo
· Tipo de tórax – atípico, tonel, pectus excavatum e carinatum, escoliótico, cifótico, plano/chato
· Circulações colaterais – Tipo VCS/braquiocefálica
· Cianose
· Extremidades – Baqueteamento digital (ausência de losango – sinal de Shamroth)
INSPEÇÃO DINÂMICA
· Frequência
· FR normal: Eupneico – 14-20 irpm
· FR aumentada: Taquipneico > 20 irpm
· FR diminuída: Bradpneico < 14 irpm
· Amplitude
· Preservada/aumentada/diminuída
· Simetria
· Tipo ou padrão
· Torácico, abdominal, misto e inverso abdominal (patológico)
· Ritmo respiratório
· Cheyne-Stokes à apneia e respiração aumentando e diminuindo de amplitude; ex: ICC, hipertensão craniana e trauma crânio cefálico
· Kusmaull à Inspirações profundas seguidas de pausas (apneia) e expirações curtas também seguidas de pausa (apneia); ex: cetociadose diabética
· Biot à Respiração de amplitude varias com peiodos de apneia; ex: hipertensão craniana e trauma crânio cefálico em condições mais severas
· Suspiroso à Movimentos respiratórios interrompidos por suspiros; ex: ansiedade
· Tiragens
· Ultilização de musculatura acessória
· Obs: Batimento de asas de nariz
PALPAÇÃO
· Sensibilidade
· Sindromes inflamaórias pleuromulmonares aumentam a sensibilidade torácica.
· Expansibilidade
· Mãos espalmadas, aproximando o máximo possível os dois polegares, gerando uma prega.
· Frêmito toracovocal (FTV)
· “Trinta e três”, barra grega, face palpar com região tenar e hipotênar, fugir das escápulas, face ulnar na mão na linha interescapulovertebral, região supraclavicular com as pontas dos dedos.
· Aumentado (atinge o parênquima pulmonar) ex: pneumonia e tuberculose
· Diminuído/Abolido (atinge a pleura do paciente) ex: pneumotórax e derrame pleural
PERCUSSÃO
· Plexímetro-plexo – extensão e flexão do punho - Não é um exame comparativo
· Som claro pulmonar
· Som maciço – Atelectasia
· Som submaciço à maciço – Processo consolidativo e derrame pleural
· Sim timpânico – Pneumotórax
AUSCULTA PULMONAR 
· Exame comparativo (barra grega), com diafragma do estetoscópio, inspira e expira, fugir das escápulas
· Sons pleuropulmonares – “murmúrio vesicular presente bilateralmente sem ruídos adventícios”
· Sons normais
· Murmúrio vesicular (ins > exp) 
· Som broncovesicular (ins = exp) 
· Som traqueia (insp < exp)
· Sons anormais
· Contínuos à Roncos, sibilos e estridor
· Descontínuos
· Estertores finos/crepitantes (final da expiração) 
· Estertores grossos/bolhosos (início da inspiração, gravez, longos e modificam com a tosse) – Bronquetasias
· Atrito pleural
AUSCULTA DA VOZ
· Comparativo (barra grega)
· Ressonância vocal à Falar 33 
· Normal
· Diminuida à Atelectasis, pneumotórax, derrame pleural
· Aumentada 
· Broncofonia à som sem nitidez
· Egofonia – som metálico
· Pectorilóquia à som nítido
· Fônica – falar 33 com nitidez
· Afônica – ouve no sussurro do 33
SÍNDROMES PULMONARES
ATELECTASIAS
· Sintomas: dispneia, desconforto respiratório e tosse
· Inspeção: diminuição dos EIC, desvido da fúrcula estrnal para o lado da lesão. Pode apresentar retrações, aumento da FR e presença de tirangens
· Palpação: Diminuição da expansibilidade, FTV diminuído
· Percussão: Som submaciço ou maciço
· Ausculta: MV diminuído ou abolido, ressonância vocal diminuída
· RX: Lesão/alteração hipotransparente homogênia localizado em terço médio e inferior do pulmão n direito com desvio do mediastino para lado