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do tendão de Aquiles, feitos simultaneamente
a exercícios para alongar a fáscia plantar.
PALMILHAS
 As palmilhas tem como principais objetivos corrigir alterações biomecânicas do pé
que causam estresse excessivo à fáscia. Sendo assim, palmilhas pré-fabricadas ou
confeccionadas sob medida, com desenho capaz de acomodar e dar suporte ao arco
longitudinal medial, além de acolchoar a região do calcanhar para reduzir a pressão
do apoio, podem ser úteis como forma complementar de tratamento, desde que
associadas ao programa de exercícios domiciliares para alongamento da fáscia
plantar. Tais palmilhas devem ser confeccionadas com material macio (destacam-se
silicone, micro espuma, feltro, plastazote ou similares).
ÓRTESE NOTURNA
 A fisioterapia através de recursos que promovem analgesia como ultrassom e
iontoforese é recomendada para o alívio do quadro álgico. Porém aqueles indivíduos
que não se beneficiam destas técnicas recomenda-se a órtese noturna, visto que,
mantém a fáscia plantar alongada durante todo o período de repouso noturno, uma
vez que o tornozelo é posicionado em dorsiflexão enquanto o paciente dorme.
 
TRATAMENTO CONSERVADOR
TERAPIA MANUAL
A terapia manual é amplamente utilizada nos centros de reabilitação e há evidências
de melhora na dor e ganho de ADM em diversas condições musculoesqueléticas, como
a fascite plantar, por meio de mobilização no nervo tibial, alongamento passivo do
músculo tibial posterior e fortalecimentos.
INTERVENÇÃO DAS FACIOPATIAS PLANTARES
Alongamento de tríceps sural+ mobilização: (redução previa de dorsiflexão) e
prevenção de encurtamentos.
MOBILIZAÇÃO: melhora na dor e função.
FORTALECIMENTO: intrínsecos do pé (foot core); estabilização central
·        
Heavy slow resistance program (isotônico) fortalecendo dorsiflexores (treino de força
lento para gerar um estimulo para fáscia se recompor).
TENDINITE CALCANEA
Injeção de corticosteroides 
Efeitos positivos a curto prazo
Trofia por ondas curtas de choque 
Baixa qualidade metodológic
Exercícios terapêutico
Evidencias: Excêntricos +isotônicos (Heavy slow resistance program)
+alongamento +laser +liberação miofascial, foco no tornozelo, pé e quadril:
garante a estabilidade de tronco e MI.
 
Mais comum entre homens de 30 a 35 anos, não insercional, mais prevalente 66%, 2-6
cm maior da inserção, dor após repouso.
TRATAMENTO CONSERVADOR 
 EPICONDILOPATIAS (LATERAL)
Foi primeiramente relatada por Runge em 1873, no entanto, a associação com o termo
“cotovelo do tenista” ocorreu apenas em 1883. Apesar da descrição clássica relacionada à
prática esportiva, a afecção do cotovelo é mais comum em não atletas,
principalmente na quarta e quinta década de vida, com acometimento semelhante em
ambos os sexos e com mais frequência no braço dominante. Mesma incidência nos
homens e mulheres, acomete pessoas entre 35 a 50 anos mais frequentes nos indivíduos
não atletas a condição é inicialmente causada por inflamação secundária a uma lesão
traumática direta, ou a repetidos excessos funcionais dos músculos extensores do carpo,
que são inseridos no epicôndilo lateral do úmero, sendo mais frequente o acometimento
do tendão extensor radial curto do carpo (ERCC). 
 
 EPICONDILOPATIAS (LATERAL)
Este tendão contribui para a estabilização do punho quando o cotovelo se encontra em
extensão. A hiper solicitação do ERCC resulta em roturas microscópicas na inserção
tendinosa no epicôndilo, causando dor na face lateral do cotovelo. Casos gravesBcom
esforço excessivo e repetido também podem afetar o músculo supinador e osBmúsculos
extensores do cotovelo. Podendo estar associada a incapacidade deBgerar ou absorver as
forças as quais atuam em um determinado tipo de movimento, consequentemente
gerando uma sobrecarga local; entretanto o equilíbrio entre a capacidade x demanda de
tronco, antebraço e punho, cintura escapular deve ser analisados, podendo estar
relacionado aos fatores intrínsecos prévios, devido as conexões miofasciais. Os fatores
extrínsecos geralmente estão relacionados ao tipo de esporte, bem como movimentos que
demandam muito daquele seguimento articular especifico.
EPICONDILITE MEDIAL
Epicondilite medial é semelhante à lateral, geralmente causada por atividade que coloque
força valga no cotovelo ou que envolva flexionar forçadamente os músculos do antebraço
vôlar, como ocorre durante um lançamento no jogo de golfe. Ocorre na origem dos
tendões flexores do punho, na face do epicôndilo medial.
SINAIS E SINTOMAS 
Os sintomas, na epicondilite lateral, inclui dor na face lateral, que pode estender-se por
todoantebraço, agravada pela extensão do punho contra resistência, muitas vezes
acompanhada de diminuição da força de preensão, com uma evolução gradual e crônica.
Relato de Incapacidade (queixa principal)
HMA (excesso de movimento, compensações de punho levando a estresse dos
músculos
extensores       
Inspeção/ Palpação local
Movimento ativo e passivo
Flexibilidade e força
Especificidade da exposição
Testes Especiais
AVALIAÇÃO
DIAGNÓSTICO
Exames de imagem podem ser solicitados com intuito de excluir outras patologias, no
entanto, o diagnóstico é habitualmente clínico, obtido por anamnese e exame físico
incluindo teste provocativo: • Epicondilite lateral O teste clínico específico tem o objetivo
de reproduzir a dor experimentada pelo paciente.
TESTE DE COZEN
O teste de Cozen é realizado com o cotovelo em 90º de flexão e com o antebraço em
pronação. Solicita-se ao paciente que realize a extensão ativa do punho contra a
resistência imposta pelo examinador. O teste será positivo quando o paciente referir dor
no epicôndilo lateral, origem da musculatura extensora do punho e dedos.
TESTE MILL (ALTERNATIVO)
É realizado com o punho em flexão e o cotovelo seguindo para extensão. O examinador,
então, forçará o punho em hiperflexão e o paciente é orientado a resistir ao movimento.
Em caso positivo, o paciente refere dor no epicôndilo lateral.
 Exercícios Terapêutico: principalmente mobilizações (MULLINGAN , MAUTLAND)
Mulling: Trabalha mobilização e ao mesmo tempo ele gera uma compressão
perpendicular na região (redistribuição de tensão na região).
 Laser: ganho de força de preensão e diminuição de dor        
Taping ou Tensor: Redistribuição de tensão; ação de mudança de sensação da ação
sobre
as terminações nervosas livres.
Tratamento Neuromuscular
Desenvolver o controle motor e aprendizag   
Desenvolver incapacidades específicas.
Trabalhar exercícios de Forca, ADM, Equilíbrio
Desenvolver o ensinamento do controle neuropsicomotor.
EPICONDILITE MEDIAL
Teste do golfista 
Realizado com o paciente em flexão de cotovelo, antebraço supinado e extensão de
punho. Vagarosamente o cotovelo é estendido pelo examinador, se o paciente referir dor
em origem medial é sugestivo de epicondilite.
 
INTERVENÇÃO CONVENCIONAL 
Objetivos da Fisioterapia
CIRÚRGICO
O tratamento cirúrgico está geralmente indicado, após um período de 6-12 meses de
tratamento conservador e/ou evidência de calcificação extra articular.
Tinel Flexão de cotovelo
Terapia Manual (especifico local)
Mobilização Neural 
NEUROPATIAS 
N. ULNAR: Ocorre pela compressão/tensão exagerada na articulação na região ulnar, por
alteração na região dos flexores (desvio ulnar) movimento de punho e cotovelo excessivos
por atividade ou instabilidade.
Causa: Radiculopatia Ulnar: sensibilidade do 5º dedo e pela metade medial do 4º dedo,
bem como músculos do antebraço e mão.
TESTES ESPECIAIS 
TRATAMENTO
RADICULOPATIA RADIAL 
Caracterizado pela disfunção compressão/tensão relacionada aos extensão desvio radial.
Movimento de punho e cotovelo excessivo por instabilidade. Comprometendo a
sensibilidade ao lado radial do antebraço, dorso do punho, mão, polegar, dedo indicador
e médio até as articulações interfalangianas distais.
Extensores de Punho 
TRATAMENTO
Enfatizar a mobilização de manipulação local
Pronador
Redondo
TESTES ESPECIAIS
NERVO MEDIANO (SINDROME

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