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do agente no ambiente de trabalho
Limpeza, organização, desinfecção e esterilização: instalações, água, alimentos, lavanderia, equipamentos, instrumentos
Medidas administrativas
Planejar e implantar processos e procedimentos de recepção, manipulação ou transporte de materiais visando a redução da exposição aos agentes
Planejar o atendimento e fluxo de pessoas de forma a reduzir a possibilidade de exposição
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Proteção individual
Capacitação inicial e continuada
Uso dos EPIs adequados: luvas, protetores respiratórios, protetores faciais, óculos
Medidas de proteção a trabalhadores mais suscetíveis: grávidas, imunocomprometidos, alérgicos, etc
Planejar horários e turnos de forma a minimizar exposição
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Proteção individual
Higiene das mãos
lavatórios adequados
procedimentos adequados: lavagem freqüente, mesmo com luvas
Atitudes pessoais e instalações adequadas
locais e asseio para refeição, descanso, fumar
uso de adornos
Vestimentas e calçados: fornecimento, guarda e higienização
Vacinação
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Varicela - Profilaxia Pós-Exposição
Medidas de Controle
 Vacina - até 72 horas
 VZIG - até 96 horas
 Paciente - isolamento 5 dias ou lesão crosta
 Exposto - isolamento 8º - 21º dia (28º dia)
 Vacinar paciente novo suscetível
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Hepatite A
Profilaxia Pós-Exposição
Medidas de controle
Afastamento: 1 semana após início do quadro
Imunoglobulina (IG):	até 2 semanas
			0,02 ml/kg
Vacina:	idade acima de 1 - 2 anos
		2 doses (0 - 6 meses)
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Transmissão Via Aérea
				 Gotículas		 Aerossóis
Tamanho da Partícula		 >5		 <5
Abrangência de contato	 até 1m		 metros
Tempo de permanência	 segundos	 horas
Másc. Cirúrgica / paciente	 sim		 sim
Másc. Cirúrgica / Contactantes	 sim		 não
APECIH - Precauções e Isolamento 1999
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Microorganismos Associados 
com Transmissão Aérea
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OMS - Tuberculose (TB) prioridade mundial (HIV; TBMR)
Brasil – 100 mil casos novos e 6 mil mortes/ano
1/3 população mundial infectada pelo M. tuberculosis
6% de todas as causas de mortes no mundo
80% dos casos em 22 países (Brasil 13º)
Tuberculose
Bull. WHO 2002
JAMA 1999; 282:677-686
www.funasa.gov.br
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Risco de Transmissão 
Espirro
Tosse
Falar ou cantar
Stead, WW - Fundamentals of Tuberculosis Today. 8th ed. Milwaukee, Central Press, 1992
Principais Formas clínicas de TB
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Quem apresenta maior risco de infecção e doença por Tuberculose?
 Todos os profissionais que prestam assistência direta ao paciente com TB (confirmada ou suspeita);
 Maior tempo de trabalho no hospital;
 Não aderência as precauções por transmissão área;
 Isolamento inadequado.
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Legislação e Recomendações
Guia Técnico de Riscos Biológicos - NR 32:
www.mte.gov.br/seg_sau/guia_tecnico_cs3.pdf
Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde – RDC 306 ANVISA: 
e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=13554&word=
“Higienização das Mãos em Serviços de Saúde” – ANVISA:
www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizacao_maos/manual_integra.pdf
Programa de Controle de Infecção Hospitalar – Portaria GM 2616-98: 
e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=482&word=
Processamento de Artigos e Superfícies em Serviços de Saúde:
www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/processamento_artigos.pdf
Regulamento Técnico para projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde - RDC 50/02 ANVISA: 
e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=11946&word=
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Legislação e Recomendações
Regulamento Técnico sobre qualidade do ar em interiores - Portaria 3523 GM MS: 
e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=295&word=
Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em Ambientes Climatizados - RE 9 ANVISA: 
e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=17550&word=qualidade%20ar%20interiores
Doenças Relacionadas ao Trabalho - Portaria 1339 MS: 
dtr2004.saude.gov.br/susdeaz/legislacao/arquivo/Portaria_1339_de_18_11_1999.pdf
Imunobiológicos Especiais e suas Indicações: 
portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/indicacoes_cries.pdf
bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/manual_cries.pdf
Recomendações para atendimento e acompanhamento de exposição ocupacional a material biológico - HIV e hepatites B e C:
bvsms.saude.gov.br/bvs/aids/publicacoes/manual_acidentes.pdf
www.riscobiologico.org/resources/4888.pdf
Arquitetura na Prevenção da Infecção Hospitalar: 
www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/infeccao.pdf
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Legislação e Recomendações
“Manual de Processamento de Roupas de Serviços de Saúde: Prevenção e Controle de Riscos” – ANVISA:
www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2007/041207_1_processamento.pdf
Doenças de notificação compulsória - Portaria 5/06 SVS MS: 
dtr2004.saude.gov.br/sinanweb/Documentos/notificacao.pdf
Procedimentos técnicos para a notificação compulsória de agravos à saúde do trabalhador - Portaria 777 GM: 
e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=21449&word=
“Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com material biológico” de 2004 – CBS MS:
dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/04_0408_M.pdf
“Diretrizes gerais para o trabalho em contenção com agentes biológicos” de 2006 – CBS MS: 
bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/06_1155_M.pdf
Programa Nacional de Imunizações e Calendários de Vacinação – MS:
portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=25806
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Para Saber Mais
Curso on-line gratuito da NR 32: 
www.tspv.com.br
Publicações da ANVISA relacionadas:
www.anvisa.gov.br/reblas/publica.htm
www.anvisa.gov.br/divulga/public/index.htm
Texto sobre vigilância ambiental e toxicologia:
dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/04_0177_M.pdf
Vacinação de trabalhadores – SBIM e ANAMT:
www.sbim.org.br/documentos/SBIM_empresas.pdf
www.anamt.org.br/adm/dica/download_arquivo_dica.php?id=14
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Para Saber Mais
MSDS para agentes biológicos:
www.phac-aspc.gc.ca/msds-ftss/
Classificação de Risco dos Agentes Biológicos:
bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/06_1156_M.pdf
“Doenças Infecciosas e Parasitárias - Guia de Bolso”:
portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/guia_bolso_6ed.pdf
“Guia de Vigilância Epidemiológica”:
bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Guia_Vig_Epid_novo2.pdf
“NR 32”, publicação do COREN SP:
corensp.org.br/072005/banner_rotativo/nr32.pdf
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Para Saber Mais
Acesso a artigos científicos de diversas publicações, uma boa parte em português:
www.scielo.org
Biblioteca Virtual em Saúde:
bvsms.saude.gov.br/html/pt/home.html
Manual “Doenças Relacionadas ao Trabalho” da OPAS:
www.opas.org.br/publicmo.cfm?codigo=48
www.dominiopublico.gov.br
www.riscobiologico.org
O risco biológico, conforme definido na NR 32, é a probabilidade de exposição ocupacional a agentes biológicos.
Então, para definir o risco biológico, teremos que analisar os dois fatores: qual a probabilidade da exposição ocupacional e o que são agentes biológicos.
Vou iniciar pelos agentes biológicos.
Os agentes biológicos poderiam ser considerados como os seres vivos ou partes deles derivadas que podem vir a causar danos à saúde humana. Para isso, o agente deverá penetrar o organismo após exposição.
As conseqüências da exposição a agentes biológicos para a saúde do trabalhador incluem quadros de infecção aguda e crônica, parasitoses e reações alérgicas e tóxicas aos agentes. 
As infecções podem ser causadas por bactérias, vírus, riquétsias, clamídias e fungos. As parasitoses são causadas por protozoários, helmintos (vermes) e artrópodes (por exemplo, piolhos). Algumas dessas doenças infecciosas e parasitárias são transmitidas por animais que atuam como hospedeiros intermediários e fontes de exposição. 
Diversas plantas e animais produzem substâncias alergênicas, irritativas e tóxicas com as quais os trabalhadores entram em contato, como pêlos, pólen, esporos de fungos e bactérias, fungos, ou por picadas e mordeduras.
O câncer não é considerado uma doença transmissível, como um resfriado ou uma infecção na pele; entretanto, novas pesquisas

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