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Unidade 2 Seção 2 iStock 2017 Psicologia e Educação Especial 1. Acesse a loja de aplicativos do seu smartphone e baixe um leitor de QR CODE. 2. Abra o leitor e fotografe o código. 3. Você será direcionado a este conteúdo. Bons estudos! Acesse este conteúdo pelo smartphone O que é isso? Clique no código e saiba mais. 1 Webaula 2 Serviços oferecidos pela educação especial na perspectiva da educação inclusiva Nesta webaula, vamos entender as principais características do atendimento educacional especializado, compreender o ensino colaborativo e sua respectiva organização, assim como a consultoria colaborativa e o papel do psicólogo nesses serviços. iStock 20172 O AEE – Atendimento Educacional Especializado, de acordo com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008) e com o Decreto nº 7611 (BRASIL, 2011), deve ocorrer no contraturno àquele no qual o estudante está matriculado e não deve servir como uma repetição de conteúdo curricular. Atendimento educacional especializado: principais características e o papel do psicólogo nesse serviço 3 Clique aqui para saber mais. 4 As atividades a serem desenvolvidas no AEE são diferentes daquelas realizadas em sala de aula, pois o objetivo não é servir como um reforço escolar, mas, sim, trabalhar os impedidores que dificultam a autonomia do estudante público-alvo da educação especial no espaço escolar (BRASIL, 2008). Por exemplo, atividades que visam a aprendizagem de Libras, no caso do estudante surdo, assim como atividades que visam a aprendizagem do Código Braille, para o estudante cego, atividades que visam a mobilidade no espaço escolar para o estudante com deficiência física, entre outras atividades. Saiba Mais ! Para isso, o professor do AEE deve identificar quais são as barreiras que se apresentam ao estudante e quais são as suas potencialidades, para propor a elaboração do Plano de Ensino Individualizado (PEI). Nesse contexto, o psicólogo escolar pode contribuir diretamente na elaboração do PEI, nos diferentes momentos, conjuntamente ao professor de educação especial: desde a avaliação de desenvolvimento, contribuindo na escolha dos instrumentos, passando pela aplicação das entrevistas com os pais e os professores, até a elaboração do PEI, no estabelecimento dos objetivos e propostas de atividades. iStock 20175 O papel do psicólogo na consultoria colaborativa O trabalho em parceria com o professor de educação especial pode ser operacionalizado via consultoria colaborativa (ENDES, 2012). O psicólogo, enquanto consultor colaborativo, pode contribuir com o processo inclusivo do estudante em conjunto com os professores envolvidos com o caso, de maneira colaborativa (BENITEZ; DOMENICONI, 2016; SILVA; MENDES, 2012). 6 Ensino colaborativo ou coensino O ensino colaborativo ou coensino envolve o professor da sala de aula regular e o professor da educação especial atuando conjuntamente, em uma mesma sala de aula, compartilhando objetivos, recursos, planejamentos e avaliações, de maneira similar. É considerado como um modelo de prestação de serviço da área da educação especial que favorece o processo de inclusão escolar do seu respectivo público-alvo. Contudo, no âmbito nacional, esse modelo ainda não é reconhecido e implantado na maioria das escolas públicas ou privadas, sendo utilizado apenas em casos específicos e experimentais (MENDES; ALMEIDA; TOYODA, 2011; VILARONGA; MENDES, 2014). 7 Surgiu como uma proposta alternativa às classes ou escolas especiais, assim como ao trabalho da sala de recursos. A ideia é garantir o trabalho com o estudante público-alvo da educação especial em sala de aula comum, a partir de um trabalho conjunto entre o professor de educação especial e o professor da sala de aula regular, por intermédio da colaboração entre eles. iStock 20178 Isso significa que ao invés de o estudante desenvolver sua escolarização na classe especial ou na sala de recursos, é o professor de educação especial que irá até a sala de aula comum, em que estão presentes todos os estudantes, para desenvolver o seu trabalho e colaborar com o professor da sala de aula regular (MENDES; ALMEIDA; TOYODA, 2011; VILARONGA; MENDES, 2014). iStock 20179 No escopo da colaboração, diferentes atores podem atuar em parceria, além dos agentes educacionais formais, como, por exemplo, os agentes informais, sobretudo os pais e os familiares dos estudantes. O envolvimento dos pais e familiares com as atividades escolares dos seus respectivos filhos contribui para um melhor desempenho acadêmico. Nesse contexto, promover a participação da família na escola pode ser considerada uma estratégia promissora para trabalhar a colaboração entre os diferentes agentes, visando o desempenho do público-alvo da educação especial (BENITEZ; DOMENICONI, 2014). iStock 201710 Android: https://goo.gl/yAL2Mv iPhone e iPad - IOS: https://goo.gl/OFWqcq Aqui você tem na palma da sua mão a biblioteca digital para sua formação profissional. Estude no celular, tablet ou PC em qualquer hora e lugar sem pagar mais nada por isso. Mais de 450 livros com interatividade, vídeos, animações e jogos para você. Você já conhece o Saber? 11 https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.kroton.saber https://goo.gl/yAL2Mv https://itunes.apple.com/br/app/saber/id1030414048?mt=8 https://itunes.apple.com/br/app/saber/id1030414048?mt=8 Bons estudos! 12