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Leptina: 
A leptina é uma adipocina que funciona como um termostático regulando a fome, é um dos principais reguladores sistêmicos da ingestão alimentar. A leptina indica a quantidade de gordura disponível em estoque no organismo, justamente porque é produzida pelas próprias células de gordura (adipócitos), sendo assim, quanto mais peso a pessoa ganha, mais Leptina suas células de gordura liberam. Alguns fatores influenciam na sua produção, por exemplo, quem dorme pouco tem menor produção de Leptina e, portanto, poderia ter mais fome e mais chance de beliscar durante a noite. Sabe-se também que mulheres produzem mais Leptina, mas que em dietas com grande quantidade de gordura são capazes ter sua produção de leptina reduzida. Ela é produzida no tecido adiposo, atua sobre os neurônios que contém neuropeptídeo Y e AgRP, bem como nos neurônios alfa-MSH no núcleo arqueado do hipotálamo para diminuir a ingestão alimentar.
As concentrações de leptina diminuem durante o jejum e em dietas com restrição calórica, independentemente de mudanças da gordura corporal, estimulando o aumento da ingestão de alimentos antes de as reservas de energia corporal se esgotarem. Como os níveis de leptina não aumentam em resposta a uma refeição, este parâmetro não serve como sinal de saciedade relacionado com a refeição. Finalmente, sabe-se que indivíduos obesos têm altas concentrações plasmáticas de leptina que não resultam em redução da ingestão de alimentos ou em aumento do gasto energético, sugerindo que a obesidade esteja relacionada com a resistência à leptina.
1- Os órgãos estruturais e anexos ao sistema digestório, explicando a influência do hipotálamo nesse processo: 
O sistema digestório consiste em cavidade oral, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso e suas glândulas associadas (glândulas salivares, fígado e pâncreas). Sua função é obter as moléculas necessárias para a manutenção, o crescimento e as demais necessidades energéticas do organismo a partir dos alimentos ingeridos. Moléculas grandes, como proteínas, lipídios, carboidratos complexos e ácidos nucleicos, são quebradas em moléculas menores, que são absorvidas através do revestimento do sistema digestório, principalmente no intestino delgado. Água, vitaminas e minerais também são absorvidos a partir do alimento ingerido. 
Cavidade oral (boca): é a primeira parte do sistema digestivo, revestida por uma mucosa destinada a ingerir os alimentos, na qual ocorre a mastigação (digestão mecânica) e insalivação (digestão química) deles. Na boca são encontrados: 
Dentes: É dividido em 3 partes: coroa, colo e raiz. Sua camada mais externa é o esmalte, em seguida, a dentina, e a mais interna é a polpa. As principais função dos dentes são trituração e mastigação dos alimentos (digestão mecânica).
Língua: É uma massa de músculo estriado esquelético revestida por uma camada mucosa cuja estrutura varia de acordo com a região. Na sua superfície apresenta corpúsculos táteis e quimiorreceptores. Participa da deglutição dos alimentos, contribui para a articulação das palavras e é órgão-sede do paladar.
Glândulas salivares: Existem 3 pares de glândulas: as parótidas, as submaxilares e as sublinguais. Sob estimulo do cheiro e do sabor dos alimentos, as glândulas salivares produzem a saliva, que apresenta em sua composição a enzima ptialina ou amilase salivar (atua em ph neutro ou ligeiramente ácido), a qual atua por sua vez, sobre o amido, iniciando sua digestão química, transformando o amido em maltose. A saliva lubrifica e dilui os alimentos, facilitando sua mastigação, gustação e deglutição.
Faringe: É um canal musculomembranoso comum aos aparelhos digestórios e respiratório. O alimento deglutido é jogado na faringe, que se contrai voluntariamente, empurrando o alimento para o esôfago.
Esôfago: É um canal musculoso (musculatura lisa) de contrações involuntárias chamadas de movimentos peristálticos, que dando continuidade ao trabalho da faringe, leva o alimento ao estomago.
Estomago: O estômago é responsável pela digestão parcial dos alimentos e pela secreção de enzimas e hormônios (funções exócrinas e endócrinas). Trata-se de um segmento dilatado do sistema digestório, cuja função principal é transformar o bolo alimentar em uma massa viscosa (quimo) por meio da atividade muscular e química. 
Intestino Delgado: É dividido em duodeno, jejuno e íleo. O duodeno é a primeira porção do intestino delgado e recebe os alimentos do estomago. Produz enzimas digestivas e recebe as secreções digestivas produzidas pelo fígado (bile) e pelo pâncreas (enzimas pancreáticas) e pelas células da parede do intestino (suco entérico). O jejuno e ílio participam do processo de digestão química são os maiores responsáveis pela absorção dos nutrientes.
Intestino Grosso: Possui esse nome porque é mais calibroso que o intestino delgado. Pode ser dividido anatomicamente em: ceco, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente e cólon sigmoide. No intestino grosso ocorre um intenso metabolismo bacteriano, produção e muco pelas células intestinais e grande absorção de água, sais e algumas vitaminas. Como consequência, o quilo vai se transformando em bolo fecal. 
Glândulas anexas: 
Pâncreas: Produz o suco pancreático, rico em água, bicarbonatos e várias enzimas.
Fígado: Produz a bile, que participa da emulsificação dos lipídios no intestino delgado.
Vesícula biliar: Armazena a bile até a hora de liberá-la no duodeno.
Influência do Hipotálamo no sistema digestório: 
Os sinais de fome e saciedade vão para o hipotálamo, estrutura cerebral que analisa e gera as respostas apropriadas. O hipotálamo é um centro de processamento de informações que recebe os vários tipos de sinalizações como a concentração de nutrientes (entre eles, os níveis de glicose no sangue) ou o grau de distensão do estômago. Os níveis de hormônios como a colecistocinina (produzida pelo intestino) e a leptina (produzida pelo tecido adiposo) também são analisados. Com essas informações o hipotálamo produz comandos para a procura e ingestão de alimento e, ainda, prepara o trato gastrointestinal para receber e processar o alimento.
Os principais centros neurais responsáveis pela regulação da ingestão dos alimentos são os núcleos laterais do hipotálamo (centros da fome ou da alimentação) e os núcleos ventromediais do hipotálamo (centros da saciedade).
2- A relação do hipotálamo com a tireoide no sistema digestório:
O hipotálamo produz o TRH (hormônio liberador de tireotrofinas), esse hormônio chega na hipófise e estimula as células tireotrofos, essas células estimuladas produzem o TSH (homônimo estimulante da tireoide). O TSH estimula a tireoide a secretar o T3, T4 e a calcitonina. Assim, o hipotálamo, a hipófise e a tireoide trabalham em conjunto na regulação da quantidade de hormônios tireoidianos presentes no organismo. 
A tireoide ou tiroide é uma glândula em forma de borboleta (com dois lobos), que fica localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão (ou popularmente, gogó). É uma das maiores glândulas do corpo humano e tem um peso aproximado de 15 a 25 gramas. A tireoide é responsável pela produção dos hormônios tireoidianos T3, T4 e calcitonina. 
Os hormônios T3 e T4 são responsáveis pela regulação do metabolismo basal e regulação da temperatura corporal. Agem em quase todas as células do corpo humano, além de controlar várias atividades, como, por exemplo, os batimentos cardíacos, o peristaltismo e até mesmo a respiração celular. A ação desses hormônios também acelera o metabolismo, controlando o crescimento e o desenvolvimento do organismo.
A calcitonina é responsável pela diminuição dos níveis de cálcio no sangue; aumenta a reabsorção óssea, aumenta a excreção de cálcio pela urina e intestino.
Quando a tireoide não está funcionando adequadamente pode liberar hormônios em excesso (hipertireoidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo).
Hipotireoidismo: 
Se a produção dos homônimos da tireoide é insuficiente provoca hipotireoidismo. Tudo começa a funcionar maislentamente no corpo: o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido. Ocorrem, também, diminuição da capacidade de memória; cansaço excessivo; dores musculares e articulares; sonolência; pele seca; ganho de peso; aumento nos níveis de colesterol no sangue; e até depressão.
As causas do hipotireoidismo são: Tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune que provoca a redução gradativa da glândula; e falta ou excesso de iodo na dieta.
Hipertireoidismo:
Se há produção dos hormônios em excesso acontece ao contrário, o hipertireoidismo. Nesse caso, tudo no nosso corpo começa a funcionar rápido demais: o coração dispara; o intestino solta; a pessoa fica agitada; fala demais; gesticula muito; dorme pouco, pois se sente com muita energia, mas também muito cansada. 
As causas do hipertireoidismo são: Doença de graves, doença hereditária que se caracteriza pela presença de um anticorpo no sangue que estimula a produção excessiva dos hormônios tireoidianos; e Bócio com nódulos que produzem hormônios tireoidianos sem a interferência do TSH, hormônio produzido pela hipófise.
3- Hormônios, enzimas e sucos gástricos na estrutura digestiva: 
Hormônios intestinais:
Os hormônios intestinais envolvidos no controle do apetite podem ser orexígenos (estimulam o apetite) ou anorexígenos (inibem o apetite). Fisiologicamente, a grelina é o único hormônio verdadeiramente orexígeno encontrado até o momento, enquanto vários hormônios anorexígenos são descobertos. Esses hormônios parecem agir como iniciadores ou finalizadores de uma refeição, dessa forma tendo influência sobre a ingestão energética a curto-prazo. Os hormônios intestinais circulantes influenciam a atividade neuronal no sistema nervoso central ou diretamente pela penetração na barreira hematoencefálica, agindo dessa maneira no hipotálamo e no tronco cerebral, ou via receptores no nervo vago aferente. Nesse grupo de hormônios intestinais estão as incretinas, que aumentam a liberação de insulina em resposta à ingestão oral de glicose, mas não após a administração intravenosa. As incretinas são secretadas pelo trato gastrointestinal durante a ingestão alimentar e ligam-se a receptores específicos acoplados à proteína G, os quais podem ser encontrados no pâncreas, estômago, músculo esquelético, coração, pulmão e cérebro.
HORMÔNIOS ANOREXÍGENOS (inibem o apetite)
- Amilina: A amilina, um peptídeo de 37 aminoácidos, é armazenada e liberada juntamente com a insulina em resposta à ingestão energética. A ação anorexígena da amilina parece estar associada com os sistemas serotonina-histamina e dopaminérgico no cérebro, bem como com a inibição da liberação de NPY. Além disso, a amilina inibe o esvaziamento gástrico e a secreção de glucagon.
- Polipeptídeo Pancreático: Acredita-se que o PP reduz a ingestão alimentar diretamente através do receptor Y4 no hipotálamo e tronco cerebral. PP age também via nervo vago, já que a vagotomia inibe os efeitos anorexígenos do PP. Os níveis circulantes de PP aumentam após uma refeição de modo dependente do aporte calórico e continuam elevados por bastante tempo após o término da refeição, sugerindo que esse peptídeo pode exercer seu principal efeito na alimentação pela indução de saciedade. Outros hormônios, como gastrina, CCK e secretina também estimulam a liberação de PP, enquanto a somatostatina inibe.
- Colecistoquinina (CCK): A colecistoquinina foi o primeiro hormônio intestinal identificado como modulador da ingestão alimentar. Os efeitos da CCK no trato gastrointestinal inclui a estimulação da contração da vesícula biliar, secreção de enzimas pancreáticas e inibição do esvaziamento gástrico. Existem dois subtipos de receptores para CCK, o CCK1 e o CCK2, ambos amplamente distribuídos no cérebro, especialmente no hipotálamo e no tronco cerebral.
- Peptídeo Tirosina Tirosina (pyy): : PYY (1-36) e PYY (3-36). O PYY (3-36) é a principal forma circulante produzida pela clivagem do PYY (1-36) pela enzima dipeptidil peptidase IV (DPP-IV). O PYY (3- Reinaldo Barreto Oriá 397 36) se liga com alta afinidade ao receptor Y2 hipotalâmico (e com menor afinidade nos demais recptores) reduzindo a ingestão alimentar. A concentração de PYY circulante é baixa no jejum e aumenta rapidamente após uma refeição, sendo seu pico 1-2 horas após esta e continuando elevada por horas. Esse perfil de elevação de longa duração sugere que seu efeito seja importante na saciedade. A ingestão de gorduras resulta em maior liberação de PYY comparado com a ingestão de carboidratos ou proteínas.
- PEPTÍDEO SEMELHANTE AO GLUCAGON 1 (GLP-1) E 2 (GLP-2): O GLP-1 é coexpresso com o PYY pelas células L do intestino e possui um potente efeito de incretina, por estimular a secreção de insulina em um mecanismo dependente de glicose. O GLP-1 é expresso principalmente no cérebro, trato gastrointestinal e pâncreas, e sua forma circulante tem meia vida curta, de aproximadamente cinco minutos, em virtude de remoção renal e inativação pela enzima plasmática DPP-IV. Os níveis circulantes desse peptídeo estão elevados após uma refeição e baixos em estado de jejum. Além de seu efeito na liberação de insulina, GLP-1, exerce efeitos tróficos nas células β pancreáticas. Assim como o GLP-1, o GLP-2 é secretado pelas células enteroendócrinas de forma dependente de nutrientes. Apesar de não apresentar efeitos na ingestão alimentar, exerce efeitos tróficos no intestino e estimula a proliferação das células das criptas intestinais.
- OXINTOMODULINA (OXM): A oxintomodulina (OXM) é mais um produto do gene do pró-glucagon. É um peptídeo de trinta e sete aminoácidos e possui vinte e nove aminoácidos da sequência do glucagon. A OXM é secretada pelas células L do intestino em resposta à ingestão alimentar e proporcional ao aporte calórico ingerido
- PEPTÍDEO INSULINOTRÓPICO DEPENDENTE DE GLICOSE (GIP): O GIP encontra-se reduzido durante o jejum e aumenta após a ingestão alimentar. O receptor para o GIP é amplamente distribuído no organismo, sendo encontrado no cérebro, duodeno, rim, fígado, pulmão, pâncreas e estômago.
HORMÔNIO OREXÍGENOS (estimulam o apetite)
-GRELINA: Os níveis circulantes de grelina aumentam quase duas vezes antes de uma refeição e rapidamente diminuem após essa, sendo tal diminuição proporcional ao aporte calórico da refeição. A administração periférica ou diretamente no sistema nervoso central de grelina aumenta a ingestão alimentar e o peso corporal com diminuição da oxidação de lipídeos.
- NEUROPEPTÍDEO Y (NPY): O neuropeptídeo Y (NPY) é o mais poderoso potenciador do apetite. Sua administração central inibe a termogênese, aumenta a ingestão alimentar e promove a adipogênese em ratos.
- PROTEÍNA RELACIONADA À AGOUTI (AGRP): A AgRP influencia a ingestão alimentar principalmente por via do antagonismo competitivo dos receptores centrais de melanocortina. Aparentemente, qualquer prejuizo no balanço energético provoca a secreção de AgRP. Em contraste com o NPY, a AgRP apresenta uma ação prolongada, tendo um potencial terapêutico nas doenças que se relacionam com anorexia e emagrecimento. Em altos níveis de AgRP, por outro lado, é associado à obesidade.
ENZIMAS DIGESTIVAS
Enzimas digestivas são proteínas com função de “quebrar” macromoléculas em porções menores, facilitando sua absorção no organismo através do intestino. Elas podem ser produzidas naturalmente pelo corpo ou ingeridas a partir da alimentação, assim acelerando as reações químicas do organismo.
-Ptialina: a ptialina ou amilase salivar, digere amido.
-Pepsina: A pepsina é a principal enzima produzida pelo estômago, a sua função é a digestão de proteínas, transformando-as em moléculas menores – os peptídeos.
- Maltase: Age sobre a maltose transformando-a em glicose
-Lactase: Age sobre a lactose, produzindo galactose e glicose
-Sacarase: Age sobre a sacarose transformando-a em frutose e glicose
-Lipase intestinal: Age sobre as gorduras
-Dipeptidase: Age sobre dipeptídeos, transformando-os em aminoácidos.
-Amilase pancreática: finaliza a digestão iniciada na boca
- Carbaxopeptidase,a tripsina e a quimiotripisina: que agem sobre proteínas.
- Amilase e amilase bacteriana: auxiliam na quebra do amido, transformando-o em maltose e glicose.
-Alfagalactosidase: auxilia na quebra de carboidratos simples e complexos (oligossacarídeos e polissacarídeos) presentes no brócolis, ervilha, feijão, dentre outros alimentos.
-Lipase: atua sobre os lipídeos, transformando-os em ácidos graxos e glicerol.
-Invertase: auxilia na quebra da maltose (açúcar dos cereais), transformando-a em glicose.
- Glicoamilase: auxilia na quebra do amido, transformando-o em glicose.
- Protease: atua na quebra das proteínas.
SUCOS DIGESTIVOS
 Os sucos digestivos são elaborados pelas glândulas digestivas, como as glândulas salivares, que produzem saliva, as glândulas estomacais, que produzem suco gástrico, o pâncreas, que produz suco pancreático, as glândulas intestinais, que produzem o suco intestinal ou entérico, e o fígado, que produz a bílis. Todos os sucos digestivos, com exceção da bílis, são ricos em água e contêm um ou vários tipos de enzimas necessárias à digestão dos alimentos.
-Saliva: A saliva é o primeiro dos sucos digestivos a agir sobre os alimentos. A amilase, uma enzima encontrada na saliva, inicia a digestão catalisando a dissolução do amido em açúcares mais simples.
- Suco gástrico: Suco gástrico é um fluido digestivo que compreende uma mistura de substâncias, incluindo pepsina e ácido clorídrico, secretadas pelas glândulas do estômago.
Sua principal função é quebrar proteínas em polipeptídios durante a digestão.
- Suco pancreático: é um liquido produzido pelo pâncreas, uma glândula com função exócrina e endócrina, ele inativa a pepsina do estômago, assim as enzimas podem atuar no intestino delgado. Atua na digestão de carboidratos, através da amilase pancreática; na digestão de proteínas, através de enzimas como a quimotripsina, tripsina e caboxipeptidase; e na digestão de triglicerídeos gorduras neutras, ácidos graxos e glicerol, através da lipase pancreática.
-Suco entérico: O suco entérico é uma secreção composta por várias enzimas produzidas pelas células da mucosa intestinal. Entre essas enzimas, podemos citar a carboxipeptidase, aminopeptidase, dipeptidase, maltase, sacarase e lactase. A função principal do suco entérico é finalizar a digestão de proteínas e glicídios.
Além dos sucos, outra substância importante na digestão é a bile. De coloração esverdeada, ela é produzida pelo fígado e atua na digestão de gorduras. A bile não apresenta enzimas, porém, ao emulsificar as gorduras, aumenta a área de superfície delas, o que facilita a ação das lipases.

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