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Sinonímia 
➢ Tinea cruris 
➢ Dermatofitose marginada 
➢ Dermatofitose inguinocrural 
➢ “Coceira de jóquei” 
Epidemiologia 
➢ Doença mais comum em adulto 
➢ Afeta 3x mais homens que mulheres 
Etiologia 
➢ T. rubrum (mais frequente) 
➢ T. mentagrophytes 
➢ T. tonsurans 
➢ E. floccosum 
Clínica 
➢ Placas eritematodescamativas, 
inicialmente úmidas, bilaterais com 
clareamento central na região da dobra 
inguinal, estendendo-se para a região 
suprapúbica/hipogástrio e face medial das 
coxas. Com a cronicidade, torna-se lesão 
mais seca, pruriginosa e liquenificada com 
disposição anular ou arciforme. É muito 
pruriginosa, e a liquenificação é frequente. 
➢ Poupa a bolsa escrotal (diagnóstico 
diferencial com a candidíase inguinocrural 
que acomete a bolsa escrotal) 
Diagnóstico 
➢ Exame micológico direto da escama 
clarificado com KOH 10% 
➢ Esfregaço da supuração e cultura para 
fungos 
Diagnóstico diferencial 
➢ Candidíase cutânea 
➢ Dermatite de contato alérgica 
➢ Dermatite de contato por irritante 
primário 
➢ Acantose nigricante 
➢ Eritrasma 
➢ Doença de Hailey-Hailey 
➢ Foliculite 
➢ Intertrigo 
➢ Psoríase invertida 
➢ Dermatite seborréica 
Tratamento 
➢ Antifúngicos tópicos e sistêmicos em 
monoterapia ou tratamento combinado, 
dependendo da extensão da lesão e do 
tempo de evolução 
 
Fonte: https://www.atlasdermatologico.com.br 
 
Fonte: https://www.dermatologia.net/ 
Bibliografia 
Belda Júnior W, Di Chiacchio N, Criado PR. Tratado de 
Dermatologia. 2ª. edição. São Paulo: Ed. Atheneu; 2014. 
http://www.atlasdermatologico.com.br/

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