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Aula 01 – Farmacotécnica II 
• Formas sólidas 
- 75% dos insumos farmacêuticos se apresentam nas formas de pó e precisam ser qualificadas 
para que possam exercer sua atividade. 
- Os pós possuem tamanho variados, e suas partículas possuem tamanhos referentes que não 
mudam a solubilidade, mas pode alterar a velocidade na qual ele se dissolve. Tal fator é preocupante 
quando o insumo é muito insolúvel. 
- O tamanho influencia em propriedades, em tamanho maior o pó possui maior fluidez, sendo a 
menor, possuinte de muito mais atrito, favorecendo uma menor fluidez para o pó. 
- Características como fluidez, densidade e outras, são muito importantes para determinar as 
condições. 
- A fonte do amido é de suma importância para compreender suas características com base nas 
diferenças nas estruturas físicas, estas podem influenciar na fluidez, como o caso do amido de milho 
que possui estrutura mais regular e arredondada que pode conferir maior capacidade de deslizar, 
podendo atuar como um deslizante para compor um pó que posteriormente, será utilizado em um 
comprimido, por exemplo. 
- Amido de milho intumesce mais em contato com água, e o de milho murcha com maior facilidade. 
- A celulose microcristalina, possui as características de tamanho médio de partícula e umidade 
contida, esta determina fluidez (menor umidade). Já o tamanho, é descrito de acordo com a 
nomenclatura, quanto maior o número, menor o tamanho da partícula. 
- A lactose monohidratada comum, açúcar do leite, possui tamanhos irregulares antes de ser 
processada, já quando passa pela nebulização por spray-dried, o formato acaba tomando forma 
esférica, o que deixa a matéria prima mais fluída e com maior densidade e compressibilidade 
monohidratada. A lactose pode possuir diferentes tamanho de partícula, sendo chamada de respitose 
quando utilizada como diluente de medicamentos utilizados para inalação em forma de cápsula. 
- O estearato de magnésio, que sozinho não tem fluidez, mas quando misturado com outras 
substâncias na forma de pó, o seu tamanho muito pequeno, quando submetido a um processo de 
compactação, ele consegue passar entre as partículas maiores e ficar mais nas paredes, entre o 
comprimido que está compactando e as superfícies das máquinas de compressão. Contudo, ele é 
um sal de um cátion bivalente, sendo muito lipofílico, além de lubrificar, ele causa o aumento da 
lipofília do comprimido, induzindo aspecto maléfico. Este favorece a hidrólise de éster, não podendo 
ser lubrificante na produção de ácido acetilsalicílico. 
- O mentol, tem seu tamanho aumentado em comparação com os apresentados acima, no caos 
deste, se faz necessário triturar dependendo do tipo de preparação desejada, se a produção por 
de uma solução, ou sua transformação em líquido (para produção cremes). Então a necessidade 
da operação farmacêutica depende do tipo de preparação a ser realizada. 
- O carbonato de cálcio é um exemplo de um pó que não necessita ser triturado, devido ao 
tamanho de suas partículas. Dependendo da fonte, o carbonato de cálcio pode ser proveniente de 
uma precipitação de dois componentes, possuindo formato cristalino, sendo muito coeso e de baixa 
fluidez. Contudo, se ele for de origem mineral, mais especificamente advindo da calcita, possuindo 
estrutura cristalina, maior peso e maior fluidez, menor biodisponibilidade. Outra fonte são as conchas 
de ostras, possuindo característica de dureza, gerando biodisponibilidade ótima de cálcio, porém é 
caro! 
- Glibenclamida, é um fármaco utilizado para o tratamento da diabetes e possui diversos tamanhos, 
podendo ser empregada para formas líquidas (cristais de maior tamanho) e na forma de pó (menor 
cristais), assim, pode-se determinar se é necessário triturar ou apenas tamisar. Dependendo do tipo 
de liberação, emprega-se os mais diversos tipos de controles, como comprimidos ou cápsulas para 
liberação prolongada (hipromelose por exemplo). 
- Metoxisaleno, é uma matéria prima que se apresenta na forma de agulha, então ele não tem boa 
fluidez, impedindo sua transferência. Já depois de submetido a trituração, ele acaba se tornando 
um pó fino, desta forma, é importante fazer essa trituração em meio líquido (para formas líquidas 
ou semissólidas), já se a forma farmacêutica é sólida, a trituração deve ser realizada a seco. 
• Pós 
- Os pós possuem tamanho, fluidez, mistura e forma, podendo ser classificados desta forma. 
- O tamanho pode ser classificado, escolhido e excluído por meio da tamisação, podendo também 
separar. A escolha do pó é entre as opção de pó fino, intermediário ou grosso, através do tamanho 
e separação pelo tamis, assim, tem-se a escolha e exclusão do pó. 
- A fluidez do pó é medida visando analisar se é necessário usar um diluente e agentes que alteram 
a fluidez. 
- A mistura dos pós pode ser simples quando se tem cerca de 2 componentes, a mistura que 
utiliza diluição geométrica ou a trituração. 
- Os pós podem ser simples, compostos ou derivados dos pós, como grânulos e entre outros. 
- Pós são misturas íntimas de fármacos secos finamente divididos e/ou substâncias químicas de 
destino a uso interno ou externo. É claro que dependendo da forma farmacêutica, tem-se as 
características específicas do pó, da via de administração e outras funções. 
- O pó é mais estável, ocupa menor espaço e de melhor transporte. Estes se apresentam como 
medicamento ou cosméticos. 
• Vantagens 
- Para drogas usadas em grandes doses, assim, se o pó apresenta grande atividade, ele não é tão 
interessante para ser utilizado em cremes pode exemplo. 
- Dosagem precisa por tomada, como em pós divididos, poque se obteve uma homogeneidade, 
possuindo concentrações idênticas. 
- Absorção mais rápida que comprimidos e cápsulas, porque o pó já está desagregado, não estando 
contido em invólucro e não foi submetido à compactação. Tornando o sabor muito notório. 
- Estabilidade maior que preparação líquidas, física, química e microbiológicas. 
• Desvantagens 
- Inconveniente para ser transportado, quando na sua forma em granel, pós não divididos no caos. 
- Possíveis erros na medida para pós não divididos, dificultando na dosagem. Se a vibração pode 
acontecer, características podem ser alteradas. 
- Sabor dificilmente mascarado, porque já está em contato com a boca. 
• Classificação de pós 
- Pó simples: quando se tem apenas um componente, altas concentrações. Antigamente, o talco 
era pó simples. Geralmente nas ampolas. 
- Pó composto: mistura de componente que formam o pó, como compostos pulverizados, sólido 
pulverulento. Ex.: amido, essência, deslizante (talco atual). Menor quantidade do talco, amido para 
deslizar e Aerosil. Nos inaladores, tem-se pós compostos em forma dividida. 
- Pós dosado, ou seja, dividido, quantidade destinada a ser aplicada. 
- Pós em granel, ou seja, não é uma dose dividida, aleatória. Talco 
- Quanto a via de administração, pode ser pela via oral, nasal, parenteral (reconstituir), externo 
(tópica e mucosas). 
Exemplos: 
 Talco mentolado: pó composto a granel. 
 Ampola contendo 1 grama de ceftriaxona sódica: simples e a granel 
 500 mg de carbonato de cálcio colocado em cápsulas duras: simples e dosado 
500 mg de caco3, vitamina D3 em cápsula dura: composto e dosado 
Pó compacto para maquiagem: composto e a granel 
• Classificação segundo o tamanho 
- Classificação pela farmacopeia Brasileira 6ª edição. 
- Cuidado com a montagem dos tamis, sendo a malha de maior abertura em cima seguidos das 
malhas de menor abertura abaixo. 
- Depende da distribuição granulométrica, da avaliação microscópica, difração da luz, holograma a 
laser, sedimentação e impactor de cascata (de acordo com o tamanho das partículas destinadas a 
inalação, utilizando o suposto tamanho dos inaladores, nos diferentes estágio, tem-se os diversos 
tamanhos de partículas que ficam retidas, e a captura não é feita por vibração, mas sim o impacto 
das maiores em cima, estas ficamretiradas e as menores na porção interior), dependendo dos 
tamanhos específicos. 
- Na construção do gráfico com o intuito de analisar o tamanho médio de um granulado, vê-se que 
existe um ponto de cruzamento de duas retas, sendo esta justamente o valor médio da partícula. 
- A determinação do tamanho por distribuição granulométrica deve obedecer sempre a 
determinação por um único método, para evitar erros e distinções. 
• Caracterização em relação com a água 
- Anidro: livre de água 
- Hidratado: sendo mono-, sesqui- (1/2 de água para cada porção do cristal), di- ou tri-, tem-se a 
presença de água no pó, sendo chamado este de cristal. 
- Higroscópico: capacidade de reter água. Acetilcolina na sua forma de pó. Cloreto de cálcio. Que 
pode levar à degradação do produto, como sachês efervescentes. 
- Deliquescente: maior facilidade de perder água, não sendo bacana para determinadas preparações. 
- Eflorescente: perde água e apresenta aspecto cristalino, se transformando em outra forma, 
alterando aspectos de fluidez, densidade, entre outros. 
- Hidrofílico (espalha-se bem em contato com a água) e hidrofóbico (carbonato de magnésio, como 
o talco, não se espalha bem na água). 
• Quanto à solubilidade com a água 
Sendo muito solúvel, facilmente solúvel, solúvel, moderadamente solúvel, pouco solúvel, muito 
pouco solúvel ou praticamente insolúvel. Esta é determinada pela quantidade de solvente necessária 
para solubilizar a substância referida. 
As farmácias de manipulação precisam fazer o ensaio. 
• Quanto a sua relação com o óleo: 
Analisa afinidade ou não com o óleo, podendo ser lipofóbico ou lipofílico. 
• Quanto ao estado cristalino: 
Amorfo ou cristalino, sendo o primeiro na forma aleatória e o segundo com o formato de cristal. 
Se o cristal for triturado, ele não se torna amorfo, apenas seu tamanho foi alterado, assim, ele 
continua sendo um cristal. Para transformar o cristal em amorfo, tem-se o congelamento rápido, 
não permitindo a sua estrutura organizada. 
- Atenção ao polimorfismo: diferentes formas de um mesmo cristal, dependendo das condições 
do ambiente. Técnica de cristalização de fármacos, que compõem diversos tipos de cristalização e 
caracterização. 
 Palmitato de cloranfenicol: éster muito aplicado na forma de suspensão, devido ao sabor 
do cloranfenicol, com baixa solubilidade. Contudo, ele se apresenta em dois polimorfos, A e B, que 
diferenciam as conformações séricas do determinado produto, constatando que o polimorfo A 
possui péssima solubilidade e biodisponibilidade, não conseguindo produzir concentração sérica de 
efeito terapêutico, diferente do B. Essa comparação é feita a níveis plasmáticos médios obtidos 
com suspensão de palmitato de cloranfenicol após a administração. 
O número de polimorfos está diretamente relacionado a quantidade de tempo demandado 
ensaiando com os fármacos, devido às diferentes condições. Atenção com a relação do polimorfo 
e biodisponibilidade. 
• Caracterização da qualidade: 
- Fluidez: é de usma importância porque determina-se a medida do ângulo de repouso estático 
ou dinâmico, determinando que se pode garantir a homogeneidade, assim, esse pó precisa possuir 
boa capacidade de fluir, esta pode ser determinada também por uma medida da velocidade 
(farmacopeia alemã), velocidade com que o pó atravessa determinado orifício. 
A medida do ângulo de repouso estático ou dinâmico é diferente para cada um desses fatores. 
Amostras com maior (menor fluidez) ou menor (maior fluidez), formando diferentes ângulos. 
_ Adicionar imagem: slide 
O ângulo também pode ser medido por aplicativos através da inclinação, destacando que o ângulo 
dele ser o que acompanha o pico formado, como uma reta em direção à base. A quantidade de 
deslizante dependem exclusivamente das características de fluidez da substância e do próprio 
deslizante. 
- A medida de fluidez dinâmica envolve submeter a amostra a diferentes velocidade de formação, 
podendo formar diferentes ângulos com base em um ponto de referência. À medida que a 
velocidade aumenta, tem-se variação da turbulência, podendo interferir de acordo com a velocidade 
de rotação. Permite compreender melhor a quantidade de deslizante necessário. Quando chega a 
uma determinada velocidade, tem-se um comportamento em cascata, turbulento, dependendo do 
diâmetro do cilindro, possíveis vibrações do motor que induz o movimento, indo até 105 rotações 
por minuto. 
_ Adicionar foto do vídeo com o ângulo 
_ Adicionar questões para calcular os ângulos de repouso 
 
• Determinação de densidade aparente 
Densidade aparente, não sendo a real porque depende das condições nas quais essa densidade é 
analisada. No caso do pó, existem diversos espaços entre as partículas. 
- Picnômetro de Hélio: densidade real 
A densidade aparente é medida em diferentes condições: 
- Densidade aparente bulk (Frouxa): as partículas não estão compactadas 
- Densidade aparente tapped (Compactada): as partículas estão compactadas, geralmente 
mais elevadas. 
Com base nesses valores, pode calcular o índice de compressibilidade (índice de Carr) ou o fato 
de Hausner (razão entre a densidade tapped e a bulk, respectivamente na razão). 
_ Adicionar foto dos equipamentos 
_ Adicionar foto de caracterização da qualidade de diversas substâncias. 
O ponto de parada da realização do ensaio (as constantes viradas) depende da homogeneidade de 
densidade das substâncias relacionadas à preparação. A intensidade de batidas também pode 
influenciar na caracterização da densidade aparente. 
O aspecto fluidez é afetado também pela densidade aparente, porque o ensaio de fluidez é realizado 
com o pó frouxo, após o ensaio de densidade aparente, podendo realizar uma correção da fluidez. 
A densidade compactada que permite a correção da fluidez, o que constitui um fato determinante 
para escolher diversas substâncias como deslizantes, por exemplo. A densidade é usada para as 
duas situações, tanto na análise de compactação como na sua forma frouxa, sendo um fator 
extremamente importante. 
Com as tabelas e os valores de densidade compactada e frouxa, tem-se as posteriores decisões 
com relação às substâncias a serem utilizadas. 
_ Calcular o índice de compactação e fator de Hausner para determinar a fluidez dos pós do artigo 
citado. 
• Caracterização da qualidade – determinação da umidade 
- Estufa: dessecação até peso constante, perda por dessecação, em condições de temperatura 
até que o peso permaneça constante. Risco de aumentar a umidade após a dessecação. 
- Balança: perda por dessecação a partir de uma lâmpada de infravermelho presente na própria 
balança, que registra o peso e determina quando o peso permanece constante. Ciclo mais simples. 
Karl Fischer: determinação de água através de reagente por titulação, descobrindo qual a 
quantidade de água presente na amostra. 
Existem registros impressos já á na balança ou valores anotados digitalmente, de acordo com a 
capacidade. 
_ Adicionar as fotos dos equipamentos 
• Interferência na qualidade: 
Para misturas de bom estado, tem-se tamanhos semelhantes, densidades semelhantes e densidades 
semelhantes. 
- Redução do tamanho: Permite uma boa mistura, induzindo a uma trituração dos pós utilizados. 
 A micronização: definição 
 Trituração: atritar partículas utilizando gral e pistilo, através de movimentos rotatórios, com 
determinada concentração do esforço. 
Levigação: de forma semelhante, utiliza-se gral e pistilo, ou até mesmo moinho coloidal, a 
diferença está no meio úmido, podendo este líquido ser volátil ou não. 
Dessecação: uso de estufa, irradiação com infravermelho ou liofilização, com temperaturas 
iguais ou abaixo de 50°, tendo o cuidado de observar a estabilidade dos fármacos, para que estes 
não entrem em processo de decomposição, dependendo da temperatura e do tempo de análise 
ou processo. Nem sempre esses processos são realizados com o insumo ativo, mas sim com os 
excipientes.→ Quanto menor o tamanho da partícula, menor a área de contato com o solvente, permitindo 
uma dissolução mais rápida. É importante diferenciar de solubilidade, porque esta não é alterada, já 
que é uma característica da substância em si. 
Agente molhante que pode alterar a velocidade de dissolução das substâncias: Tween 80 
_Adicionar as fotos dos equipamentos. , 
• Processamento dos pós 
A mistura homogênea dos componentes demanda diversas técnicas, como a espatulação – quando 
os componentes da mistura tendem a interagir um com o outro, seja quimicamente ou fisicamente, 
produzindo uma mistura eutética, sem muito atrito. Fabricação de pólvora por exemplo. 
O tombamento ou tamboração, saquinhos que possuem ar e os componentes da mistura, que são 
submetidos a movimentos oscilatórios aleatórios, dependendo da formação de grumos, tem-se a 
quebra desses grupos manualmente, até que se perceba a homogeneidade. O corante pode auxiliar 
na percepção, quando este estiver homogêneo, tem-se ótimo estado. 
Trituração, por meio de gral e pistilo ou moinho de bolas, se os componentes são reagirem. 
Peneiramento, até alcançar a homogeneidade e mistura. 
Sob jorro de ar, como o leito específico para tal, semelhante às máquinas de pipoca, com o material 
em movimento. 
_ Adicionar fotos dos equipamentos 
_ Adicionar exemplos de processamento de pós. 
Exemplo 1: mistura de pós (ácido bórico, amido e talco) 
Ácido bórico: pó cristalino, precisa ser triturado, até que ele atinja tamanho fino semelhante 
ao tamanho do amido. 
 Amido: fino e grande quantidade 
 Talco: fino e grande quantidade 
Em seguida, mistura-se o ácido bórico com o amido (menores quantidades), depois, essa mistura é 
adicionada ao talco. Só se tamisa, para dar a certeza do tamanho dos pós. 
Exemplo 2: produto para uso oral 
 Carbonato de cálcio: finamente dividido, possui alta fluidez. 5 partes 
 Óxido de magnésio: finamente dividido. 1 parte 
Bicarbonato de sódio: pó mais grosso, precisa ser triturado para alcançar tamanho 
semelhante. 4 partes 
Subcarbonato de bismuto: finamente dividido. 3 partes. 
Após triturar o bicarbonato, inicia-se as misturas, sempre os de menor quantidade sendo misturados 
inicialmente. Se a substância possui alta fluidez, quanto maior a quantidade de misturas a serem 
mitigadas com a substância fluída, mais rapidamente se evidenciará a mistura entre elas. 
Exemplo 3: diluição geométrica – técnica aplicável quando há necessidade, ou seja, quando a 
proporção entre os componentes é tão diferente que não permite a mistura homogênea entre 
eles de maneira simplificada. Envolve o crescimento geométrico: 1/2/4/8/16/32, quando passou da 
metade da quantidade total desejada, faz-se mais uma diluição e a mistura é obtida. Pode ser feita 
utilizando gral e pistilo ou tamboramento (mediante boa fluidez). 
 Colecalciferol (Vit. D3) 400 UI = 10 µg (microgramas) 
 Talco 50 mg 
 Carbonato de cálcio 500 mg 
A vitamina D3 é misturada com quantidade igual de talco, em seguida o talco é adicionado em 
diversos estágios até que ele seja completamente misturado. Em seguida, o carbonato de cálcio é 
adicionado até completa mistura. O corante é utilizado para facilitar a visualização. 
Na prática, não se faz necessário pesar, mas utiliza-se do sensorial para induzir a uma percepção. 
Faz-se esses processos na produção de fórmula farmacêutica de hormônios, que se encontram 
em baixíssimos valores, que geralmente já se encontram diluídos em lactose, ou outros tipos de 
diluentes. 
_ Adicionar foto do exemplo 
• Derivados dos pós 
Grânulos, cápsulas, comprimidos, soluções, suspensões ou pastas, tudo que se tem sólido simples 
ou composto é derivado de pó. 
• Avaliação de qualidade 
Envolve a distribuição granulométrica, densidade aparente, ângulo de repouso, umidade e teor de 
ativo. Este último é de suma importância partindo do ponto de vista terapêutico, sendo algo essencial 
na qualidade de todas as formas farmacêuticas.

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