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CONCEITOS 
 Gestação: intervalo compreendido entre a 
fecundação do óvulo e a expulsão do feto 
 Eutócia (eu=bom; tokos=parto): conjunto de 
eventos fisiológicos que conduzem o útero a 
expulsar o feto a termos e seus anexos 
 Distocia (dis=dificuldade): dificuldade ao 
nascimento ou a impossibilidade de expelir o feto 
através do canal de parto 
TERMOS OBSTÉTRICOS 
 Unípara – fêmea gestante de um feto; 
 Multíparas – vários fetos na mesma gestação, 
sendo essa uma condição normal para a espécie; 
 Nulípara – fêmea que nunca gestou; 
 Primípara – fêmea na primeira gestação; 
 Plurípara – fêmea com várias gestações; 
 Gemelar – fêmea normalmente unípara que gesta 
mais de um feto; 
 Gestação à termo: feto atingiu a maturidade e está 
apto a sobreviver do ambiente uterino; 
 Abortamento: interrupção da gestação prematura 
do feto resultado na sua morte ou causado por 
óbito uterino; 
 Aborto: feto prematuro morto, decorrente do 
abortamento; 
 Natimorto: feto expulso morto, no entanto 
completamente formado; 
 Morte neonatal: nascem vivos e morrem em até 2 
semanas de vida geralmente com patologias 
incompatíveis com a vida; 
 Embrião: formado após a fecundação até a 
implantação; 
 Feto: formado a partir da implantação; 
 Sobrecarga gestacional: multíparas com número 
excessivo de fetos; 
 Superfecundações: fêmeas com cio longo que 
podem ser acasaladas com diferentes machos e 
gestar filhotes de pais diferentes, numa mesa 
gestação -> comum em animais de rua 
 Superfetação: fêmeas que apresentam cio durante a 
gestação e ao serem acasaladas podem conceber 
novamente. 
 
 
 
PEVIOLOGIA E PELVIMETRIA 
 Estudo da pelve e seus elementos descritivos; 
 Formado pelo ílio, ísquio e púbis unidos entre si, 
cujo teto e constituído pelo sacro e as primeiras 
vértebras coccígeas; 
 Forma do conduto pélvico: cônica (base maior 
voltada cranialmente e a menor caudalmente); 
 Funções da pelve: ação protetora sobre as vísceras 
pélvicas, estática (tudo no lugar evitando 
comprometimentos); 
 Pelvimetria: Mensuração direta ou indireta da 
pelve que tem como objetivo previnir dificuldades 
do parto e tomar medidas para solucioná-las; 
 Medidas da pelve: 
✓ diâmetro sacro-pubiano ou conjugado verdadeiro; 
✓ Diâmetro bi-ilíaco 
 Maneiras de realizar essas medidas: 
1. Maneira direta 
✓ Via retal 
✓ Radiográfica 
✓ Compasso de menissier – Vissac 
✓ Pelvímetro de rice 
2. Maneira indireta 
✓ Baseada na relação entre medidas corporais 
e a medida da pelve 
✓ Erros devido a variações entre raça e idade 
dos animais 
✓ Geralmente é a que mais induz ao erro e 
pode levar os fetos a óbito 
 Classificação da pelve 
1. Mesatipélvida – égua, alguns carnívoros 
2. Dolicopélvica – vaca, porca, alguns 
carnívoros 
3. Platipélvica – alguns carnívoros 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ÂMNIO OU BOLSA AMNIÓTICA 
 Envolve diretamente o feto\não vascularizado; 
 Contém líquido amniótico; 
 Consistência viscosa; 
 Proteção do feto-contra traumas, variações de 
temperatura, desidratação; 
 Nutrição; 
 Permite o crescimento e movimentos fetais – 
evita contato direto das membranas com 
concepto. 
ALANTOIDE 
 Membrana de parede fina que se comunica com 
a bexiga fetal através do úraco (vascularizado) 
 Contem liquido alantoideano; 
 Consistência aquosa proveniente do rim fetal; 
 Funções: 
✓ Proteção mecânica – traumas; 
✓ Mobilidade para o feto; 
✓ Dilatação e lubrificação do canal do parto; 
✓ Ação mecânica promovendo a limpeza da 
via fetal inibindo o crescimento bacteriano. 
VESÍCULA OU SACO VITELINO 
 Desenvolvimento no período embrionário; 
 Desaparece rapidamente em rum e sui. Permanece 
por 6 semanas nos equinos e por toda gestação de 
carnívoros; 
 Função: nutrição embrionária, formação das 
primeiras hemácias do embrião. 
 
CÓRION 
 Membrana fina que adere-se ao alantóide forando 
o alantocórion; 
 Contém vilosidades que são irrigadas pelos 
capilares dos vasos umbilicais que se ramificam 
pelo alantocorion; 
 Função: aderência ao útero. 
 Placentação: justaposição das vilosidades do cório 
fetal com as criptas da mucosa uterina – estabelece 
a união do tecido fetal com o tecido materno 
 
QUANTO À ADERÊNCIA AO ENDOMÉTRIO 
 Deciduadas (verdadeiras ou completas) 
a) Perda da porção do tecido materno durante o 
parto 
b) Primatas, roedores, carnívoros 
 Adeciduadas (incompleta ou semi-placenta) 
a) Alantocorion e encométrio apenas se destacam 
durante o parto 
b) Ruminantes, suínos, equinos 
 
QUANTO À DISPOSIÇÃO DAS VILOSIDADES 
CORIÔNICAS 
 Cotiledonária – placenta zonaria cotiledonar 
a) Vilosidades concentradas em regiões 
circulares denominadas cotilédones – RUM 
b) Cotilédone (feto) + Carúncula (mãe) = 
placentoma ou placentônio 
 
 Difusa 
a) Vilosidades espalhadas por todo o córion – 
éguas (difusa completa) e porcas (difusa 
incompleta) 
b) Equinos além de difusas formam pequenos 
aglomerados – microcotilédone 
 Zonarias – zoonária circular 
a) Vilosidades 
concentradas em faixa 
equatorial ao redor do 
córion – carnívoros 
b) Margem com 
hematoma de sangue 
materno onde há 
metabolização da 
hemoglobina – uteroverdina 
 
 Discoidal – zoonária discoidal 
a) Vilosidades concentradas em um dos pólos do 
córion em 
forma de 
um disco 
b) Primatas 
e roedores 
 
 
QUANTO A ESTRUTURA HISTOLÓGICA 
 Barreira materno fetal – composição de camadas 
entre o endotélio da mãe 
 Epiteliocorial – Equinos e suínos 
 Epiteliocorial ou Sinepitelicorial – Ruminantes 
 Endoteliocorial – Carnívoros 
 Hemocorial – Primatas e roedores 
 
 
 
 
 
 
 
O diagnostico medico envolve três elementos básicos: 
1. A história obtida do paciente – triagem; 
2. Os sinais observados no exame físico; 
3. Os resultados da investigação complementar. 
ANAMNESE 
1. Identificação do paciente; 
2. Queixa principal; 
3. Historia da doença atual, clinica progressa, 
cirúrgica, familiar; 
4. Fármacos recebidos; 
5. Histórias ginecológicas: 
✓ Antecedentes de ciclos estral; 
✓ Antecedentes sexuais; 
✓ História obstétrica; 
✓ Revisão dos sistemas. 
EXAME FÍSICO GINECOLÓGICO 
▪ Avaliação geral; 
▪ Exame das glândulas mamárias – alterações 
cutâneas, secreção mamilar, massas, nódulos ou 
sensibilidade; 
▪ Exame do abdome – irregularidade, ausculta; 
▪ Exame vaginal – exame digital e\ou vaginoscópio; 
▪ Genitália externa – tamanho, forma, consistência, 
ferimentos, cicatrizes e massas. 
OVÁRIOS 
▪ Localização: 1 a 2 cm caudalmente ao polo caudal 
do rim, a nível da 3ª ou 4ª vértebras lombares no 
meio da distancia entre a última costela e a crista 
ilíaca. Superfície ovariana com proeminências 
(folículos ovarianos com diversos ovócitos). Não 
há um hilo evidente. 
▪ Conformação externa: 
o Comprimento médio de 2cm na cadela e 1 
cm na gata; 
o Formato: eipsóide achatado; 
o Completamente oculto (na gata 
parcialmente) numa bolsa peritoneal 
(bolsa ovariana); 
▪ Vacularização: artéria e veia 
ovárica 
▪ Inervação: plexo nervoso 
ovárico, conectado aos plexos 
aórticos e hipogástrico 
▪ Estrutura ovariana: 
FISIOLOGIA REPRODUTIVA – CADELAS 
▪ Puberdade: 7 a 12 meses / Monoéstricas; 
▪ Ciclo Estral: 
✓ Pró-estro = 9 dias (edema vulvar, corrimento 
vaginal sanguinolento, alteração de 
comportamento – irritação, micção frequente e 
aumento da ingestão de água); 
✓ Estro = 9 dias (aceitação do macho, edema vulvar 
e corrimento vaginal amarelo palha)→ Ovulação = 
40 a 50 horas após o pico de LH; 
✓ Metaestro = 75 dias (edema vulvar desaparece, 
pequeno corrimento poderá estar presente, cadela 
calma, sem atrair machos); 
✓ Anestro = 125 dias (inatividade ovariana, sem 
corrimento vaginal). 
TUBAS UTERINAS 
▪ São pequenas e possuem de 5 a 8 cm de 
comprimento; 
▪ Divisão: Infundíbulo, ampola e istmo; 
▪ Óstios abdominal e uterino; 
▪ Mesossalpinge.Útero 
▪ Localização em cadela: cornos (abdome), corpo e 
colo (pelve); 
 
▪ Localização em gata: cornos (abdome), corpo e 
colo (pelve) 
▪ Estruturas: 
✓ Túnica serosa – perimétrio 
✓ Túnica muscular – miométrio 
✓ Túnica mucosa – endométrio 
▪ Conformação externa: 
• Cornos extremamente longos e estreitos 
• Corpo muito pequeno 
• Cadela de tamanho médio: corpo (2 a 3 cm) e 
cornos (12 a 15 cm) 
▪ Conformação interna: 
• Cérvix: partes pré-vaginal e vaginal 
• Óstios interno e externo do útero 
• Canal cervical 
▪ Meios de fixação: 
Ligamento Largo do Útero (Mesométrio) 
o Paredes dorsolaterais da cavidade pélvica 
Ligamento Redondo do Útero 
o Estende-se ao anel inguinal profundo 
 
▪ Localização: 
✓ Dorsalmente = reto e outras partes 
intestinais 
✓ Ventralmente = bexiga urinária 
VAGINA\ VESTÍBULO VAGINAL 
▪ relativamente longa e não possui nenhum fórnix 
distinto 
▪ Tubérculo uretral (Óstio uretral) 
▪ Glândulas vestibulares maiores (ausentes na 
cadela, e nas gatas são pequenas) 
 
▪ Glândulas vestibulares menores (muitas vezes 
estão presentes na cadela; ausentes nas gatas) 
▪ Músculo constrictor 
 
 
EXAMES NO CONSULTÓRIO 
▪ O pH vaginal pode ser avaliado com fitas para 
medir pH. Em cadelas, durante o ciclo estral, o pH 
vaginal sofre modificações dependentes do 
hormônio circulante, sendo ácido por causa da 
ação estrogênica (proestro/estro) e neutro ou 
alcalino nas outras fases (diestro/anestro). 
▪ citologia vaginal - avalia ação estrogênica, 
acompanha resposta do epitélio a tratamentos 
hormonais, avalia se há células sugestivas de 
neoplasias e infecções. 
▪ procedimentos rotineiros - hemograma, contagem 
de plaquetas, glicemia, urinálise e urocultura. 
▪ biopsia vulvar ou vaginal pode ser feita, com o uso 
de anestésico local, retirando-se uma amostra com 
um punch cutâneo, bisturi ou pinça para biopsia. 
Em geral, o sangramento discreto é controlado 
aplicando-se pressão no local, mas algumas vezes 
sutura pode ser necessária. 
EXAMES ESPECÍFICOS 
▪ brucelose 
▪ herpes-vírus 
▪ micoplasma 
▪ ureaplasma 
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM 
▪ radiografias simples mostram lesões calcificadas e 
indicam outras massas pélvicas, que obscurecem 
ou deslocam as alças intestinais. 
▪ A ultrassonografia tem muitas indicações na área 
obstétrica e ginecológica. 
▪ Abrange o diagnóstico de gestação inicial, 
anormalidades da gestação, massas abdominais 
uterinas e pélvicas, tumores, cistos e folículos 
ovarianos. 
▪ A tomografia computadorizada TC é uma técnica 
de diagnóstico por imagem que fornece imagens 
bidimensionais com alta resolução. 
▪ A TC registra imagens em corte transversal ao 
longo do corpo a intervalos muito curtos, de modo 
que é possível obter vários “cortes” do corpo. 
RADIOLOGIA 
▪ excelente relação custo benefício para avaliações 
panorâmicas, de triagem e complementares da 
cavidade abdominal 
▪ Os órgãos que constituem o sistema genital e 
reprodutor feminino são: Os ovários, as tubas 
uterinas, o útero, a vagina, o vestíbulo e a vulva. 
▪ Afecções que podem aumentar o volume ovariano, 
em casos de neoplasias, podem ser suspeitadas 
com base em sua topografia e no deslocamento de 
órgãos adjacentes. Neoplasias ovarianas podem 
ocasionalmente conter áreas calcificadas. 
▪ Localiza-se na região dorsal do abdome, caudal ao 
polo caudal dos rins. 
▪ Na cadela e na gata, o útero é formado por um 
corpo e dois cornos uterinos. 
o Em condições normais, o corpo e os cornos 
uterinos não são visualizados em 
radiografias simples. 
o A radiopacidade do útero normal não 
gravídico é a mesma dos segmentos 
intestinais, de tecidos moles. 
 
▪ Na cadela, o aumento dos cornos uterinos pode ser 
identificado aproximadamente entre 30 e 35 dias 
após a fecundação 
▪ A visibilização radiográfica da mineralização dos 
fetos é possível a partir de 41 dias de gestação, 
embora aos 45 dias essa ossificação seja mais 
evidente. 
▪ Na gata, o útero gravídico é detectado por 
radiografia aproximadamente entre 25 e 35 dias de 
gestação e a mineralização fetal, entre 35 e 45 dias. 
▪ A maneira mais precisa de se estimar a quantidade 
de fetos é a partir de radiografias 
o 45 dias na cadela 
o Entre 35 e 45 dias na gata. 
▪ A contagem da quantidade de fetos é realizada 
melhor identificando-se as calotas cranianas. 
▪ O exame radiográfico não seja o de eleição para 
avaliar a viabilidade fetal - Entretanto bom 
alinhamento das estruturas ósseas do esqueleto 
axial e apendicular dos fetos (vértebras, costelas, 
membros e ossos do crânio) deve ser analisado 
para diferenciar um feto viável de um feto morto. 
▪ Em condições normais, o feto assume um 
posicionamento esticado ou ligeiramente curvado, 
dependendo da quantidade de fetos. 
▪ Em casos precoces de morte fetal nenhuma 
alteração radiográfica será detectada. 
▪ Contudo, em fases mais tardias, há várias 
alterações radiográficas que indicam morte fetal. 
o A existência de gás no interior do útero 
(fisometra) 
o O desalinhamento e a desestruturação do 
esqueleto fetal 
o Fetos mumificados apresentam 
radiograficamente radiopacidade óssea mais 
elevada, acentuadamente curvados 
▪ Outra indicação do exame radiográfico na prática 
veterinária é na avaliação de retenção fetal após o 
término do trabalho de parto. 
▪ Uma única projeção laterolateral do abdome é 
suficiente para detectar se há ou não feto 
remanescente, embora não seja possível avaliar sua 
viabilidade. 
▪ O deslocamento do útero normal para conteúdos 
herniários ou em eventrações não é comum. 
o O ligamento largo do útero, embora propicie 
certa mobilidade ao órgão, acaba limitando 
seu deslocamento. 
o As fêmeas são mais predispostas a hérnias 
inguinais, pois seu canal inguinal é mais 
curto e mais largo que o dos machos. 
▪ O deslocamento do útero aumentado de volume, 
seja por uma afecção ou gestação, para uma hérnia 
inguinal é um achado mais frequente 
ULTRASSONOGRAFIA 
▪ A ultrassonografia é método amplamente utilizado 
para avaliação dos ovários e do útero. 
▪ jejum alimentar de 8 h. 
▪ A bexiga urinária repleta durante a realização do 
exame facilita a visibilização do corpo uterino e 
início dos cornos uterinos. 
▪ Cistos – Paredes 
finas, conteúdo 
anecogênico 
homogêneo e reforço 
acústico posterior. 
▪ Neoplasias – 
Dimensões aumentadas, ecotextura heterogênea, 
com componentes císticos e complexos. Tumores 
epiteliais, tumores de cordão sexual e estroma 
gonádico e tumores de células germinativas. 
▪ Granulomas ovarianos – Granulomas do pedículo 
ovariano. 
 
▪ O útero normal tem aspecto hipoecogênico 
homogêneo e seu tamanho pode variar de acordo 
com o tamanho do animal, quantidade de 
gestações anteriores e fase do ciclo estral 
▪ O embrião pode ser identificado entre o: 
o 23º e o 25º dia na cadela 
o 16º e 18º dia na gata 
▪ A partir do 30º dia de gestação, o feto se 
desenvolve rapidamente. É possível identificar 
cabeça e corpo, e, após alguns dias, os membros. 
▪ A calcificação do esqueleto fetal ocorre entre o 33º 
e o 39º dia, quando principalmente cabeça e coluna 
passam a ser identificadas como estruturas 
hiperecogênicas produtoras de sombra acústica. 
 
▪ O aspecto ultrassonográfico da involução uterina 
foi descrito detalhadamente tanto na cadela como 
na gata. 
o 3 a 4 semanas nas cadelas 
o Aproximadamente 24 dias nas gatas. 
▪ O útero pós-parto recente tem aspecto 
ultrassonográfico característico e de fácil 
identificação. Apresenta-se aumentado, com 
conteúdo líquido heterogêneo correspondente aos 
restos das membranas fetais e materna 
 
▪ A ultrassonografia contribui para o diagnóstico de 
inúmeras situações passíveis de ocorrer durante 
gestações anormais. 
▪ As alterações mais frequentes são: 
o A reabsorção fetal (quando há morte 
embrionária até o 25º dia de gestação). 
o O aborto (mortefetal após o 35º de 
gestação). 
▪ Precede a piometra em cadelas com mais de 6 
anos, enquanto cadelas mais jovens podem 
desenvolver piometra sem hiperplasia endometrial 
cística associada. 
▪ Aumento de diâmetro uterino, geralmente discreto 
a moderado, com endométrio espessado e com 
cistos. 
▪ Pode haver conteúdo líquido (anecogênico) 
intraluminal que, quando infectado, resulta em 
piometra. 
▪ Os diagnósticos diferenciais para cornos uterinos 
preenchidos por líquido incluem hidrometra, 
mucometra e hemometra. 
▪ A piometra de coto uterino pode ser diagnosticada 
durante o exame ultrassonográfico como estrutura 
arredondada ou ovalada, de conteúdo anecogênico, 
localizada entre a bexiga urinária e o cólon. 
 
 
▪ Liomiomas, liomiossarcomas e adenocarcinomas. 
▪ Raras 
▪ Tem aspecto variável e inespecífico, e podem estar 
associadas a acúmulo líquido em lúmen.