Caso Clínico I

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Caso Clínico I

Identificação: MDFO, sexo feminino, 17 anos, parda, natural de Arraias – TO, procedente de Campos Belo - GO. 
QP: Dor epigástrica há 1 semana.
HDA: Paciente deu entrada no PS dia 09/04/2009 com febre, queixando-se de náuseas, vômito e dor na região epigástrica.  Dor migrou para região hipogástrica há 5 dias e para fossa ilíaca direita (FID).  Hiporexia há 2 dias. Nega corrimento. Alega fezes e urina normais em aspecto e frequência.
Exame Físico: Abdome distendido, dor à palpação de FID, Sinal de Blumberg positivo, Sinal de Obturador negativo, assim como o de Rovsing.
Exames Complementares: Hematócrito → 36%, Leucócitos → 26.600, Bastões → 16%, segmentados → 67%, EAS (Hemoglobina 2+/4+, 15 leucócitos/campo, numerosas hemácias e proteína 1+/4+).
Apendicite Aguda

Caso clínico II
Identificação – A. F. A., feminino, 26 anos, residente em Fortaleza, CE.
QP: Mal estar geral
HDA: Em 17/3/2005 a paciente procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) queixando-se de febre alta, de início abrupto, acompanhada de cefaleia intensa, mal-estar geral, dor retro orbitária, náuseas, vômitos e dois episódios de evacuações líquidas, com início do quadro há três dias. Paciente na 29ª semana de gestação. Negava perdas de sangue via vaginal.
Exame Físico: Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica. Temperatura axilar de 39ºC, PA deitada: 120x80mmHg; Pulso: 100ppm. Pele: sem lesões. Segmento cefálico e tórax: sem alterações. Abdome: gravídico, normotenso, indolor.  Neurológico: sem alterações. Feita a hipótese diagnóstica de dengue, o médico realizou a prova do laço da seguinte maneira: com a paciente deitada, insuflou o manguito do esfigmomanômetro até 150mmHg por cinco minutos. A seguir, desinsuflou o manguito e, num quadrado de 2,5cm por 2,5cm, não contou nenhuma petéquia. A prova foi considerada negativa. (prova do laço feita de forma equivocada).

Dengue

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