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FACULDADE INTEGRADA DE ARAGUATINS FLAVIANO PAULO DE ARAÚJO PRÉ PROJETO Trabalho desenvolvido como requisito essencial para valoração da disciplina metodologia cientifica, sob a orientação da professora.... Brasília-DF Dezembro/2016 1. TEMA O Cotidiano do Vigilante de instituições de ensino: Diferença de vigilante e vigia. 2. PROBLEMÁTICA Diante da realidade vivida por muitos vigilantes dentro das instituições de ensino foi presenciado a dificuldade em atribuições a função. O trabalho se propõe a pesquisar a realidade de alguns e atribuir a função do vigilante dessa área. 3. HIPOTESES Nas escolas e instituições de ensino é de extrema relevância para a segurança do órgão um vigilante, pois o mesmo assegura a proteção dos funcionários e alunos, controla o fluxo de entrada e saída de pessoal, visitantes e automóveis, inspecionando volumes e cargas, fazendo rondas nas instalações, verificando o estado de equipamentos, etc. Por ter caráter preventivo, ele inibe e impedi ações suspeitas, garantindo a dignidade humana dos membros do local. Há relatos de diversos vigilantes que com frequência ocorrem conflitos entre alunos e vigilantes, devido às sistemáticas recusas a seguirem as orientações e normas institucionais, cujo cumprimento os vigilantes devem assegurar. Para trabalhar nessa área a atuação é cautelosa. Esse setor exige do funcionário trabalho dedicado e minucioso afinal estão lidando com criança e adolescentes na maior parte do tempo. 4. OBJETIVOS 4.1 Objetivo Geral Durante pesquisas de campo e bibliográficas seja possível compreender sobre o cotidiano dos vigilantes que atuam nas redes de ensino. E destacar a diferença entre vigilante e vigia. 4.1.1 Objetivos Específicos Reconhecer atitudes adequadas para com a sociedade; Identificar as situações vivenciadas pelos vigilantes; Conhecer a realidade de trabalho; Deixar claro a diferença entre vigilante e vigia. 5. JUSTIFICATIVA Durante o trabalho em um colégio estadual na cidade de São Sebastião vários obstáculos foram e são enfrentados, por esse motivo é que foi pensado em expandir o conhecimento nessa área. Ao designarem algumas tarefas ao vigilante, muitos contorcem suas funções com as de um vigia. O preparo para atuar em escolas é muito importante, o que refleti em sua postura, no comportamento maduro e atitudes discretas e coerentes por parte do vigilante no relacionamento, principalmente, com os alunos. 6. METODOLOGIA O trabalho terá pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo. Na qual a pesquisa de campo terá métodos quantitativos e qualitativos, ou seja, com perguntas objetivas e subjetivas, terá duas etapas, a 1ª um questionário com o corpo da escola, como, professores, diretores, coordenadores e auxiliares de limpeza. E a 2ª com vigilantes que atuam nas instituições de ensino. 7. REFERENCIAL TEORICO Quando se fala em escola, o que vem na mente são alunos e professores, em alguns casos pais e quando muito em direção. Se perguntar para as pessoas o que é necessário uma escola ser boa, a maioria responde professores e alunos. Isso é primordial, claro. Mas há um elemento de extrema importância nas instituições de ensino publica e privada, elemento esse que se torna despercebido em diversos momentos, que é o vigilante e/ou porteiro. Essa categoria esta se tornando extinta, porém tem papel fundamental no controle e no bom andamento da rotina escolar. No entanto, o preparo para atuar em escolas é muito importante, o que refleti desde na postura, no comportamento maduro e atitudes discretas e coerentes por parte do vigilante no relacionamento principalmente com os alunos. A segurança deve ser uma preocupação comum a todos os membros da comunidade educativa – pessoal docente e não docente, alunos, pais, encarregados de educação e representantes autárquicos. Além de um bom conhecimento e informação neste âmbito, importa criar uma cultura de segurança, nomeadamente interiorizando procedimentos e comportamentos e adoptando as necessárias medidas de prevenção. Uma instituição de ensino que possui um vigilante tem um ponto na frente no quesito qualidade, afinal a mesma já possuirá uma porcentagem menor de criminalidade e acidentes. Além disso, ser recebido cordialmente já torna o dia muito melhor. O vigilante não tem apenas a função de ser cordial na portaria da escola, ele também media conflitos. O fato de ter um vigilante na porta já inibe alguns conflitos. As estatísticas policiais apontam que a maior parte das brigas entre alunos se dá nas proximidades do portão da escola – se houvesse um vigilante em cada portaria das escolas muitos casos de agressões físicas ou verbais poderiam ser evitados (Coronel, 2007) Ao desembarcar dos veículos, os alunos ficam propícios a acidentes, com ajuda do vigilante o mesmo pode garantir a segurança dos alunos, por exemplo, quando embarcam ou desembarcam dos veículos que os conduzem á escola e precisam atravessar a rua para entrar. Nas escolas privadas é muito comum verificar a atuação deles nessa missão e quase não se houve falar em acidentes ou atropelamentos onde são ativos tais profissionais. Além de problemas internos, o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. Um Vigilante devidamente treinado pode se transformar num braço dos órgãos que atuam na área da segurança pública e auxiliaria muito na diminuição da violência nas escolas. Ou seja, é extremamente relevante que o vigilante é fundamental nas instituições de ensino. REFERÊNCIAS CARRION, Valentin. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. 37. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. CORONEL, Figueiredo. O Porteiro da Escola: Elemento Fundamental. 06 de Junho de 2007. Disponível em: https://capitaofigueiredo.wordpress.com/2007/06/06/o- porteiro-da-escola-elemento-fundamental/ Acesso em: 01/12/2016 https://capitaofigueiredo.wordpress.com/2007/06/06/o-porteiro-da-escola-elemento-fundamental/ https://capitaofigueiredo.wordpress.com/2007/06/06/o-porteiro-da-escola-elemento-fundamental/