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1 
 
Maria Carolina Braga Sampaio 
 
 
 10 passos do eletrocardiograma 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conferir paciente e 
configuração 
Padrão: N 25 mm/s 
 
1º 
Calcular a FC 
 
Ritmo sinusal 
FC = 1500/ nº de q OU FC = 300/nº de Q 
(Nº de q ou de Q entre uma onda R e outra.) 
 
Ritmo irregular 
Contar quantos QRS existem em 15Q 
(quadradões) x 20 
 
2º 
Q = QUADRADÃO 
= 5 mm = 0,2 s 
= 0,5 mV 
 
Q = QUADRADÃO 
q = quadradinho 
1Q = 5q 
q = quadradinho 
= 1 mm = 0,04 s 
= 0,1 mV 
 
4Q 
FC = 300/4 = 75 bpm 
9 QRS em 15Q 
FC = 9 x 20 = 180 bpm 
Fibrilação atrial 
2 
 
Maria Carolina Braga Sampaio 
 
 
 
 
 
Ritmo 
 Onda P positiva nas derivações 
inferiores; 
 Onda P conduzindo complexo QRS; 
 Onda P com morfologia semelhante dentro de 
uma mesma derivação; 
3º 
Análise da onda P 
 POSITIVA na maioria das derivações 
(D2 e aVF) 
 NEGATIVA em aVR; 
 Amplitude > 0,25 (< 2,5) → Até 2,5q x 2,5 q 
(comprimento x altura); 
 
Se: Altura > 2,5q: Sobrecarga atrial DIREITA; 
Comprimento > 2,5q: Sobrecarga atrial 
ESQUERDA. 
4º 
Análise do intervalo PR 
 Buscar no DII extenso; 
 Normal tem de 3 a 5q 
 Duração > 0.12 a 0,2; 
 
PR curto: < 3q → pensar na hipótese de Síndrome 
de Long-Ganong-Levenine (LGL); 
 
PR longo: > 5q → pensar em BAV 1º grau; 
 
PR curto + onda delta → pensar em pré excitação 
ventricular (ex: Sx de Wolff-Parkinson-White.) 
 
5º 
Análise QRS 
 Morfologia varia dependendo da 
derivação; 
 Duração > 0.12 → até 2,5q 
 Amplitude: avaliar sobrecarga ventricular 
 A única positiva é a onda R; 
 
QRS > 2,5q (QRS LARGO) → Bloqueio de Ramo 
→ Se houver em V1: 
Padrão POSITIVO → Bloqueio de ramo direito 
(BRD); 
Padrão NEGATIVO → Bloqueio de ramo esquerdo 
(BRE); 
6º 
Segmento ST 
 Deve acompanhar a linha base → o 
ponto J tem que estar em cima da 
linha base. 
 Variações de 0,5 mm na morfologia; 
 Duração é avaliada em conjunto com o 
intervalo QT; 
 Desvio do segmento ST (elevação e 
depressão) é medido no ponto J: 
 
SUPRA de ST (Elevação do ponto J) → Infarto 
com SUPRA de ST → lesão subEPIcárdica → 
transmural. 
 
INFRA de ST → Infarto com INFRA de ST → 
lesão → lesão no subENDOcárdica. 
 
7º 
Análise da onda T 
 Morfologia ascendente lento e 
descendente rápido; 
 Direção igual a onda de maior amplitude do 
QRS; 
 Deve ser positiva e assimétrica; 
Se onda T: 
Positiva e simétrica: Pensar em Isquemia 
subENDOcárdica (analisar a onda T por paredes); 
Negativa e simétrica: Pensar em isquemia 
subEPIcárdica (analisar a onda T por paredes); 
Onda T negativa e assimétrica: Pensar em 
distúrbio secundário a repolarização ventricular 
(analisar a onda T por paredes); 
 
 
8º 
Cálculo intervalo QT 
 Mulher < 0,45 s 
 Homem < 0,46s 
 
 
 
9º 
Interpretação do eletro 
 Diagnóstico 
 
 
 
10º

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