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Os assuntos discutidos durante a mesa redonda por Magda Soares, trata a alfabetização e o letramento como sistemas complementares e interdependentes, fazendo uma espécie de equação com seus objetos alfabetização mais letramento. Dessa maneira que as teorias e práticas se interagem para fundamentar os estudos dos letramentos e a aprendizado da escrita. Sendo marcada a importância a respeito das teorias e práticas no plural, adotando varias praticas para auxiliar no envolvimento da criança, jovem e adulto no domínio da escrita e da leitura. Sendo discutido o fracasso do ensino-aprendizagem de crianças, jovens e adultos, referente aos índices nacionais e internacionais em relação às questões de leitura e escrita no Brasil. Demonstrando que em nosso país, os fracassos em alguns sistemas de avaliação, como o Exame Nacional do Ensino Médio, Enem e o Programa Internacional de Avaliação de Alunos. Em consequência diversos programas e projetos foram criados para enfrentarem essa problemática e com a intenção de apoiar o aprendizado necessário às crianças da educação básica que também acabam fracassando. Nesse entendimento, Magda Soares critica o domínio do discurso político e educacional, que cuidam do letramento e da alfabetização dos anos inicial sendo a solução destes repetidos fracassos. Sendo discutido por muito tempo infelizmente ficou sem solução para o fracasso escolar das crianças e adulto não aprenderam a fazer uso dos sistemas de escrita e leitura, especialmente no uso real da língua. Como foi demonstrado acima, e inexistente algum método que favoreça as relações e funções sociais da escrita e da leitura, mas existem teorias e práticas que devem estimular o ensino-aprendizagem da alfabetização e do letramento. Devemos direcionar o aprendizado e o sistema de escrita alfabética e de habilidades de seu uso, cumprindo as evidências científicas que nos dão as teorias do desenvolvimento cognitivo e linguístico da criança. Sendo importante levar em consideração a relação que a criança tem com os textos em sua prática social, excedendo os limites do domínio escolar. Nesse sentido, devemos direcionar o estudo sobre a obtenção da escrita, formado na tríade de quem aprende o que aprende e quando de fato acontece. Colocando a criança sendo ponto principal desses estudos, observando quando ela começa a utilizar a escrita em diversas situações de usos sociais e qual maneira assimila esse uso no percurso do seu desenvolvimento cognitivo e linguístico. Durante a discussão foram demonstrados quatro tópicos importantes: Processo de alfabetização, Ensino e teorias, Letramento e Gêneros textuais. Nesse sentido o primeiro constitui o processo de aquisição da escrita, e o segundo são métodos que podem auxiliar no estudo do aluno. O terceiro e o aprendizado nos usos sociais, colocada no contexto sociocultural vivenciada pelo indivíduo, o quarto e fundamentando nas habilidades de leitura, produção e interpretação de textos no dia a dia. Foi destacada pela professora Magda que o desenvolvimento cognitivo e linguístico da escrita alfabética por parte das crianças que e necessário à identificação de estudos dos mecanismos linguísticos focado da criança com o sistema alfabético, e não em teorias construtivistas. Sendo importantes as teorias que compõem uma base de entendimento de como a criança aprende o sistema alfabético, para depois identificar o nível de alfabetização e letramento que foi desenvolvido pela criança. A autora da gelatina como exemplo separando as silaba quando a criança entende o conhecimento das letras. Comenta que a criança deve seguir as letras maiúsculas para depois as letras minúsculas. Que se deve desenvolver no celebro de assimetria com a criança, que a criança reconheça a letra e a ordem alfabética, que consiga relacionar letras, adquirindo conhecimento do alfabeto, orientando a criança naquilo que ele precisa aprender. Assim a criança desenvolve o cognitivo e o motor. De acordo com a professora a respeito dos estudos de Vygotsky cada criança tem um tempo próprio para aprender o alfabeto, sua pronuncia fonético-fonológica para apossar desse sistema. Sendo importante conhecer a zona de desenvolvimento potencial de cada indivíduo observando o que ele faz individualmente. Sendo importante a necessidade do docente, saber identificar o que o aluno está apto a desenvolver. Sendo assim, devemos levar em conta que cada criança desenvolve suas habilidades da escrita e leitura em diferente tempo, nesse entendimento o professor se torna importante para ajudar o aluno em sua fase de aprendizagem da linguagem, até a criança adquirir sua autonomia individual. A autora referindo ao letramento utiliza o termo alfaletrar e alfabetização e letramento ao mesmo tempo, propondo a junção da alfabetização e do letramento evidenciado aspectos importante a serem levados em conta na hora de alfabetizar para ajudar na formação do letramento da criança. Em relação aos discentes ao letramento, aponta aprendizagem de atividades ligadas ao ler, compreender e interpretar textos dos mais diversos gêneros e níveis de complexidade. O professor atua como um mediador em sala de aula, estimulando seus alunos a leitura e a interpretarem e criarem textos. Tornando necessário que os docentes escolham os gêneros textuais a para que sejam desenvolvidas as habilidades fundamentais às práticas de leitura e de escrita, e oralidade, utilizando os começando do mais simples ate o mais complexo, de acordo com o entendimento dos alunos. A professora demonstra serem importantes alguns aspectos. Que a alfabetização não é um método, mas uma fase de aprendizagem linguístico-cognitiva da criança. O processo de aprendizagem da escrita inclui a alfabetização e o letramento ao mesmo tempo, ocasionando novas teorias. Prosseguindo a professora Magda destaca que essas noções se tornam importante a ser consideradas no campo da atuação do docente em sala de aula, estando incluídos nas normas legais da educação infantil e do ensino fundamental, sendo necessário recusar as teorias do modo de ensinar e se pautar em proposições dirigidas às orientações do como aprender. Assim pode-se afirmar em cima dessas considerações que o processo de ensino-aprendizagem ou, o trabalho do professor na alfabetização de alunos não deve ser utilizado apenas um único método, mas sim um conjunto buscando favorecer uma melhor atuação docente, dessa forma, estimular a aprendizagem da criança direcionada a leitura e escrita. Para que isso aconteça, é necessário que o professor atue como mediador dos conteúdos, mobilizando saberes e habilidades no decorrer do desenvolvimento linguístico e cognitivo de seus alunos, como também agregando as atividades do processo de alfabetização à construção de letramentos imprescindíveis à formação discente. Diante se torna necessário que devemos repensar no fracasso escolar no sentido de alfabetização, que devemos procurar saber o porquê do fracasso das crianças no aprendizado e uso da escrita e leitura, observando a formação de professores e na qualidade de leitores e autores de textos que estão sendo formandos em nossas escolas. A professora critica base nacional BNCC área de português nas series iniciais e na pré-escola pensa que e fora da nossa realidade que ela se desenvolveu com a base na semiótica que não foi adequada supondo as condições nas escolas que não tem baseado na tecnologia.