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TETRAPARESIA ESPÁSTICA
Paralisia Cerebral é um grupo heterogêneo de distúrbios cerebrais, não progressivo, mas frequentemente mutável, são distúrbios que afetam o sistema nervoso central na fase de maturação estrutural e funcional, devido a uma lesão que ocorre durante o período pré, peri ou pós-natal, ou até o segundo ano de vida, com etiologia multifatorial. Os distúrbios presentes na PC caracterizam-se por desordens do desenvolvimento do movimento e da postura, causando limitação das atividades funcionais e prejuízo de controle sobre os movimentos pelas modificações adaptativas do comprimento muscular. Podem estar presentes distúrbios cognitivos, sensoriais e de comunicação.
Forma Espástica / Espasticidade é caracterizada por hipertonia muscular, fraqueza muscular ou paresia.
Características: A Tetraparesia é quando a lesão causa um comprometimento global, ou seja, faz com que os quatro membros sejam acometidos simetricamente; 
Entre os tipos de PC, a tetraparesia espástica é a forma mais grave e também mais frequente, ocorre por lesões difusas bilaterais no sistema piramidal e acarreta restrito uso funcional dos membros superiores, e também faz com que o prognóstico de marcha seja reservado; 
Suas manifestações clínicas podem ser observadas ao nascimento, ou conforme a fase em que criança vai se desenvolvendo; 
São comuns intensas retrações musculares em semiflexão, síndrome pseudobulbar (hipomimia, disfagia e disartria), alteração global de tônus muscular, diminuição da motricidade espontânea e da mobilidade articular; 
Nesses quadros, a espasticidade é caracterizada por hipertonia muscular relacionada à velocidade do movimento, alterações e persistência de reflexos posturais primitivos, o que alteram os padrões de movimento e todo o cronograma de aprendizagem e aquisição motora;
Os membros superiores são muitas vezes mantidos em flexão de cotovelo, punho e dedos, com retração e depressão da cintura escapular, adução e rotação interna do ombro e pronação das articulações radioulnares. Nos membros inferiores observa-se tendência à extensão de quadril e joelhos, ao lado de rotação interna e adução do quadril e flexão plantar com inversão dos pés;
Maior chance de distúrbios respirátorios;
MMII em tesoura, MMSS em castiçal com mãos cerradas e polegar em adução;
Prognóstico na forma Graves: Tem controle cervical incompleto ou totalmente ausente;
Prognóstico na forma Moderada: Tem controle cervical completo ou incompleto, porém pode ficar na posição sentado com apoio;
Prognóstico na forma Leve: Consegue se manter sentado, porém seu controle de tronco é prejudicado, possui marcha terapêutica ou domiciliar restrita com andador. 
Objetivos:
· Inibir padrão patológico flexor de MMSS e extensor de MMII; 
· Diminuir tônus; 
· Aumentar a extensibilidade muscular (inclinadores cervicais, elevadores e rotadores internos de ombro, flexores de cotovelo, flexores de punho e dedos, adutores de polegar, flexores de quadril, adutores de quadril, flexores de joelho e flexores plantares); 
· Aumentar controle cervical, aumentar a mobilidade e controle de cintura escapular; 
· Estimular o rolar, as reações de endireitamento e a movimentação ativa de MMSS; 
· Proporcionar os benefícios do ortostatismo;
· Minimizar as consequências e promover a máxima função possível; 
· Minimizar os problemas secundários, como encurtamentos e contraturas; 
· Aumentar a amplitude de movimento;
· Maximizar o controle motor seletivo, a força muscular e a coordenação motora.
Condutas:
· Inibição do padrão patológico com extensão de MMSS e flexão de MMII em cela, alinhamento de tronco e cabeça (cervical); 
· Adequação de tônus com dissociação de cintura escapular e cintura pélvica; 
· Alongamento muscular de rotadores e inclinadores cervicais, elevadores de ombro, peitoral menor, flexores de cotovelo, punho e dedos, adutores de polegar (todos em supino), peitoral maior, isquiotibiais, tríceps Sural, adutores e flexores de quadril; 
· Treino de rolar com ponto chave de quadril e cotovelo; 
· Em prono, facilitação do controle cervical e de cintura escapular com apoio em antebraço, estabilização de quadril e uso de rolo terapêutico sob axilas / facilitação do controle cervical e de cintura escapular em prono com tapping de pressão, apoio em cotovelo, transferência de peso com e sem rolo; 
· Facilitação do controle cervical e cintura escapular com ponto chave de cintura escapular e transferência de peso em MMSS, na postura gato, com tala extensora em MMSS, estabilização de MMII e auxílio de rolo terapêutico sob abdômen; 
· Em sedestação, facilitação do controle cervical e de cintura escapular, com tala extensora em MMSS, padrão de inibição em MMII e liberação de um membro para brincar assistido; 
· Ortostatismo com uso de tala extensora em MMSS e MMII e órtese suropodálica.
TETRAPARESIA ESPÁSTICA
 
Paralisia Cerebral é um grupo heterogêneo de distúrbios cerebrais
, 
não progressivo, 
mas frequentemente mutável, são distúrbios que afetam o sistema nervoso central na 
fase de maturação estrutural e funcional, devido a uma lesão que ocorre durante o 
período pré, peri ou pós
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natal, ou até o segundo ano de vida, com etiologi
a 
multifatorial. Os distúrbios presentes na PC caracterizam
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se por desordens do 
desenvolvimento do movimento e da postura, causando limitação das atividades 
funcionais e prejuízo de controle sobre os movimentos pelas modificações 
adaptativas do comprimento
 
muscular. Podem estar presentes distúrbios cognitivos, 
sensoriais e de comunicação.
 
Forma Espástica / Espasticidade é caracterizada por hipertonia muscular, fraqueza 
muscular ou paresia.
 
Características:
 
A Tetraparesia é quando a lesão causa um comprometi
mento 
global, ou seja, faz com que os quatro membros sejam acometidos simetricamente; 
 
Entre os tipos de PC, a tetraparesia espástica é a forma mais grave e também mais 
frequente, ocorre por lesões difusas bilaterais no sistema piramidal e acarreta restrit
o 
uso funcional dos membros superiores, e também faz com que o prognóstico de 
marcha seja reservado; 
 
Suas manifestações clínicas podem ser observadas ao nascimento, ou conforme a 
fase em que criança vai se desenvolvendo; 
 
São comuns intensas retrações mus
culares em semiflexão, síndrome pseudobulbar 
(hipomimia, disfagia e disartria), alteração global de tônus muscular, diminuição da 
motricidade espontânea e da mobilidade articular; 
 
Nesses quadros, a espasticidade é caracterizada por hipertonia muscular rel
acionada 
à velocidade do movimento, alterações e persistência de reflexos posturais primitivos, 
o que alteram os padrões de movimento e todo o cronograma de aprendizagem e 
aquisição motora;
 
Os membros superiores são muitas vezes mantidos em flexão de cotov
elo, punho e 
dedos, com retração e depressão da cintura escapular, adução e rotação interna do 
ombro e pronação das articulações radioulnares. Nos membros inferiores observa
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TETRAPARESIA ESPÁSTICA 
Paralisia Cerebral é um grupo heterogêneo de distúrbios cerebrais, não progressivo, 
mas frequentemente mutável, são distúrbios que afetam o sistema nervoso central na 
fase de maturação estrutural e funcional, devido a uma lesão que ocorre durante o 
período pré, peri ou pós-natal, ou até o segundo ano de vida, com etiologia 
multifatorial. Os distúrbios presentes na PC caracterizam-se por desordens do 
desenvolvimento do movimento e da postura, causando limitação das atividades 
funcionais e prejuízo de controle sobre os movimentos pelas modificações 
adaptativas do comprimento muscular. Podem estar presentes distúrbios cognitivos, 
sensoriais e de comunicação. 
Forma Espástica / Espasticidade é caracterizada por hipertonia muscular, fraqueza 
muscular ou paresia. 
Características: A Tetraparesia é quando a lesão causa um comprometimento 
global, ou seja, faz com que os quatro membros sejam acometidos simetricamente; 
Entre os tipos de PC, a tetraparesia espástica é a forma mais grave e também mais 
frequente, ocorrepor lesões difusas bilaterais no sistema piramidal e acarreta restrito 
uso funcional dos membros superiores, e também faz com que o prognóstico de 
marcha seja reservado; 
Suas manifestações clínicas podem ser observadas ao nascimento, ou conforme a 
fase em que criança vai se desenvolvendo; 
São comuns intensas retrações musculares em semiflexão, síndrome pseudobulbar 
(hipomimia, disfagia e disartria), alteração global de tônus muscular, diminuição da 
motricidade espontânea e da mobilidade articular; 
Nesses quadros, a espasticidade é caracterizada por hipertonia muscular relacionada 
à velocidade do movimento, alterações e persistência de reflexos posturais primitivos, 
o que alteram os padrões de movimento e todo o cronograma de aprendizagem e 
aquisição motora; 
Os membros superiores são muitas vezes mantidos em flexão de cotovelo, punho e 
dedos, com retração e depressão da cintura escapular, adução e rotação interna do 
ombro e pronação das articulações radioulnares. Nos membros inferiores observa-se

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