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Paciente do sexo feminino, 36 anos, portadora de AIDS em uso irregular de TARV, não 
sabendo também referir seu último CD4 dosado, procura atendimento de pronto -
socorro por quadro de rebaixamento do nível de consciência há três di as associad a à 
intensa cefaleia e quadros febris. Familiares relatam queixa de cef aleia há uma semana 
que precedeu o quadro de sonolência.
Paciente do sexo feminino, 36 anos, portadora de AIDS em uso irregular de TARV, não 
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intensa cefaleia e quadros febris. Familiares relatam queixa de cef aleia há uma semana 
que precedeu o quadro de sonolência.
Paciente do sexo feminino, 36 anos, portadora de AIDS em uso irregular de TARV, não 
sabendo também referir seu último CD4 dosado, procura atendimento de pronto -
socorro por quadro de rebaixamento do nível de consciência há três di as associad a à 
intensa cefaleia e quadros febris. Familiares relatam queixa de cef aleia há uma semana 
que precedeu o quadro de sonolência.
Data: 13.09.2021 
Profª. Dra Thayane Ferreira Fernandes
Disciplina: Parasitologia Clínica
Alunos (as): _______________________________________________________________
CASOS CLÍNICOS PARA DISCUSSÃO
1. LBM, 28 anos, natural de Ceilândia (DF), casada, do lar. Primeira consulta de pré-natal, 7 semanas de gestação, apresenta tonturas e náuseas. História de feto morto na gestação anterior. Resultados dos exames: hemograma (normal), anti-HIV (negativo), rubéola (sorologia negativa) e toxoplasmose (IgM e IgG negativas). Repetindo o exame para toxoplasmose 2 meses após, constatou IgM positiva e IgG positiva moderada.
a) Ela está na fase aguda ou crônica da doença? Justifique.
b) Há risco de transmissão para o feto? Se sim, explique por quê. Nesse caso quais seriam as consequências?
c) Cite as principais medidas profiláticas.
2. Um caminhoneiro é encaminhado a um hospital de Brasília, e suspeita-se de que ele esteja com malária. Entretanto, ele alega ter adquirido malária numa viagem a Manaus há mais de 5 anos e que não viajou mais para área endêmica para esta doença. Pergunta-se:
a) Você acha que houve erro de diagnóstico ou é realmente possível que o caminhoneiro em questão tenha a parasitose? Explique sua resposta.
b) Caso sua resposta tenha sido afirmativa, qual a espécie de Plasmodium envolvida?
c) Haveria a possibilidade de o caminhoneiro ter adquirido a doença em Brasília?
3. M.S.C., 34 anos, empresário, passou uma semana de férias pescando no Rio Amazonas, em Manaus. Após 10 dias da sua chegada, começou a apresentar alguns sintomas como mal-estar geral, cefaleia, cansaço e mialgia. Ao procurar um médico, uma gripe foi diagnosticada recebendo o devido tratamento para essa infecção. Após isso, o paciente começou a apresentar surtos febris alternados com temperaturas de até 40°C com súbita queda após duas horas.
a) O diagnóstico inicial estava correto? Explique.
b) Como se adquire esta doença?
c) Relacione o surto febril com o ciclo do parasito.
d) Qual método laboratorial deve ser feito para sua confirmação?
e) Cite medidas profiláticas para viajantes.
4. Paciente 6 anos, sexo masculino, morador da zona rural de Rolim de Moua, apresenta ascite, hepatoesplenomegalia evidente, diarreia muco-sanguinolenta, dor abdominal. A mãe do paciente relata que morava no Rio Grande do Norte e que faz 6 meses mudou para Rondônia. Durante anamnese o clínico pergunta se a criança tinha o hábito de banhos em rios.
a) Qual a provável doença e o agente causador?
b) O questionamento do médico “A criança tinha o hábito de banhos em rios”, foi pertinente para suspeita do diagnóstico? Justifique sua resposta.
c) É pertinente durante a anamnese perguntar se a criança possuía alergias quando brincava na água? Por quê.
d) Por que o caramujo é um fator importante na transmissão da doença?
e) Qual a morfologia da forma infectante?
5. Paciente, A.F.T, sexo masculino, 62 anos, dá entrada na UBS Eldorado com queixa de dor abdominal, emagrecimento, fadiga, anorexia, febre, sudorese e náuseas. Os sintomas apareceram há 3 meses, mas somente agora procurou o serviço de saúde. Durante a anamnese, o paciente informou que mora em Diadema desde julho de 2016, mas avisou que já morou em diversos estados do sul e do sudeste. Ao exame clínico foi constatado estado sub-febril, hepatomegalia, icterícia leve e ausência de ulcerações na pele. O clínico solicitou uma série de exames laboratoriais. Como a função hepática estava alterada, foi solicitada tomografia do abdome, a qual detectou dilatação do ducto biliar. O exame laparoscópico foi realizado, um tubo foi inserido no ducto biliar comum e inúmeros vermes foliáceos foram aspirados. O paciente recebeu o tratamento adequado e se recupera bem.
a) De qual parasita você suspeita? E por quê?
b) Qual exame o médico poderia ter solicitado e que evitaria a realização de procedimentos caros e invasivos, como a tomografia e a laparoscopia? Como você realizaria este exame e quais as características morfológicas da(s) forma(s) evolutiva(s) que seria(m) encontrada(s).
c) Como o paciente adquiriu essa doença?
d) Se você fizesse parte da equipe multidisciplinar que ajudou a diagnosticar essa doença, qual importante pergunta você teria feito ao paciente durante a anamnese?

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