Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1 
 
 
ATIVIDADE COMPLEMENTAR 
LINGUAGENS HÉLCIO 
Nº 
01. Leia a fábula “A raposa e o lenhador”, do escritor 
grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?). 
 
Enquanto fugia de caçadores, uma raposa viu um 
lenhador e lhe pediu que a escondesse. Ele sugeriu que 
ela entrasse em sua cabana e se ocultasse lá dentro. Não 
muito tempo depois, vieram os caçadores e perguntaram 
ao lenhador se ele tinha visto uma raposa passar por ali. 
Em voz alta ele negou tê-la visto, mas com a mão fez 
gestos indicando onde ela estava escondida. Entretanto, 
como eles não prestaram atenção nos seus gestos, deram 
crédito às suas palavras. Ao constatar que eles já estavam 
longe, a raposa saiu em silêncio e foi indo embora. E o 
lenhador se pôs a repreendê-la, pois ela, salva por ele, 
não lhe dera nem uma palavra de gratidão. A raposa 
respondeu: “Mas eu seria grata, se os gestos de sua mão 
fossem condizentes com suas palavras.” 
 
Fábulas completas, 2013. 
 
A moral mais apropriada para fechar a fábula seria: 
 
A) Esta fábula pode ser dita a propósito de homens 
desventurados que, quando estão em situações 
embaraçosas, rezam para encontrar uma saída, mas 
assim que encontram procuram evitá-las. 
B) Desta fábula pode servir-se uma pessoa a propósito 
daqueles homens que nitidamente proclamam ações 
nobres, mas na prática realizam atos vis. 
C) Esta fábula mostra que os homens desatentos prestam 
atenção nas coisas de que esperam tirar proveito, mas 
permanecem apáticos em relação àquelas que não lhes 
agradam. 
D) Assim, alguns homens se entregam a tarefas 
arriscadas, na esperança de obter ganhos, mas se 
arruínam antes mesmo de chegar perto do que almejam. 
E) Desta fábula pode servir-se uma pessoa a propósito de 
um homem frouxo que reclama de ínfimas desgraças, 
enquanto ela própria suporta, sem dificuldade, desgraças 
enormes. 
 
02. 
Os infinitos arredores 
 
Não pergunte quem eu sou, que não sou uno. Sou 
várias respostas, primo e par, sou múltiplo e infinito, sou 
átomo. O universo interior e o cosmo lá fora. Útero e 
esperma, concepção e abortos. Natividade e morte, 
plasma de todas as geratrizes. O divino e o satânico, o 
anjo e o demônio, a flor e o espinho, a semente e a terra, 
a perdição e o louvor. Aminha resposta é múltipla porque 
não me sei. E a sua indagação se perde no meu vário, 
ovário. 
Se eu me defino, castro-me, pois identifico-me parte. A 
gradação de uma escala não executa a escala. É uma 
sugestão de grandeza que se pode diluir na profundeza de 
uma síncope ou no abissal de uma explosão. 
Na verdade, às vezes, me busco lá fora, na multidão 
das gentes e das coisas. Então me disperso em passos e 
voos, cada vez menos identificáveis. Às vezes, me busco 
por dentro e maior a multidão e mais me espalho, 
pulverizo na refração do ser. 
Sem dúvida, sou a procura do todo, a agonia do 
homem. O primeiro passo, como a primeira palavra e o 
primeiro gesto, é a perdição do eu, a danação do 
indivíduo, cosmopolita de sensações. Nem o rastro, nem o 
eco respondem mais pela unidade do passo e da palavra 
 
MARACAJÁ, R. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014. 
 
O texto pode ser considerado 
 
A) artigo jornalístico, pois informa sobre as reflexões do 
autor. 
B) resenha, porque faz uma relação de fatos vivenciados 
em uma escrita. 
C) relato científico, tendo em vista as idiossincrasias de 
um tempo passado. 
D) depoimento, por narrar acontecimentos de vida do 
autor, em uma data precisa. 
E) crônica, pelas imagens criadas, com uso de linguagem 
subjetiva e de caráter reflexivo. 
 
03. 
 
 
 
Disponível em: https://www.uninassau.edu.br. 
Acesso em 13.jun.2017. 12. 
 
A análise global do Texto 1 revela que ele tem, 
principalmente, uma função 
 
A) lúdica. 
B) poética. 
C) expositiva. 
D) publicitária. 
E) informativa. 
 
 
 
 
 
 
2 
04. 
Educar na cultura digital 
 
 Inclusão digital é colocar computadores nas escolas? É 
ensinar as pessoas a apertar botões para pagar contas, 
mandar mensagens, fazer compras sem sair de casa? 
Com certeza, o significado dessa expressão para a 
educação é outro, porque quem assume a função social 
de formar pessoas para levar a sociedade adiante tem de 
pensar mais alto em termos de profundidade e amplitude. 
Inclusão digital é uma ideia que requer que revisemos o 
sentido de educar e de ser educador em nossa época, 
enquanto o tempo está propício para mudanças. 
 A vida digital é uma realidade incontestável e 
irreversível. O cotidiano de um número cada vez maior de 
pessoas está contido em cada vez mais lugares e hoje se 
move num emaranhado frenético de informações binárias. 
Das transações bancárias às compras do mês, das 
notícias ao monitoramento dos filhos, dos nossos padrões 
genéticos aos voos das aeronaves, tudo está traduzido em 
informação e circula pelas conexões infinitas de uma 
sociedade organicamente conectada pelas vias de uma 
comunicação veloz e em expansão. [...] 
 
MONTEIRO, E. In: Revista Pátio. Nov. 2009/ Jan. 2010. 
 
O texto pode ser considerado um (a): 
 
A) Notícia, por narrar fatos do cotidiano. 
B) Depoimento, por narrar acontecimentos de vida do 
autor. 
C) Matéria Jornalística, pois informa sobre fatos da 
atualidade. 
D) Crônica, tendo em vista que registra o circunstancial do 
cotidiano. 
E) Artigo acadêmico, pois reflete sobre determinado tema 
com finalidade específica. 
 
05. 
 
À laMussum, Diário Oficial de Alagoas publica 
'despachis'sobre 'suco de cevadis' "Suco de cevadiss, é 
um leite divinis,qui tem lupuliz, matis, aguis e fermentis". A 
frase, quelembra o linguajar do Mussum, conhecido 
personagem dos Trapalhões, faz parte de um "despachis" 
publicado nesta segunda-feira (2) no "Diário Oficial" do 
Estado de Alagoas. 
O texto, que abre com a expressão "Mussum ipsum 
cacilds, vidis litro abertis", está disponível na seção de 
informações da Secretaria de Estado da Fazenda, na 
página 10 da publicação. 
Os parágrafos antecedem um informativo sobre três 
despachosoficiais realizados pela pasta na quinta-feira 
passada (28) ao Gabinete Civil e à Procuradoria Geral do 
Estado. 
"Mussum ipsum cacilds, vidis litro abertis. 
Consetisadipiscingselitis. Pra lá, depois divoltisporris, 
paradis. Paisis, filhis, espiritissantis. 
Méfaizelementumgirarzis, nisierosvermeio, in elementismé 
pra quem é amistosis quis leo.Mandumapinduretaquium 
dia nois paga. 
Sapien in montipalavrisqui num significa nadis i pareci 
latim. Interessantissquissopudiace receita de bolis, mais 
bolis eu num gostis", publicou o "Diário Oficial". 
 
Folha de S. Paulo, 02.dez.2013 
Considerando as características que definem os gêneros, 
é possível tipificar o texto acima como 
 
A) uma anedota, por ser uma narrativa curta em forma de 
piada. 
B) um texto didático, por esclarecer as características de 
um despacho oficial. 
C) um editorial, por apresentar a defesa de um ponto de 
vista sobre um fato inusitado. 
D) uma reportagem, por buscar a veracidade e dar 
profundidade no tratamento do assunto. 
E) uma notícia, por ter evidente propósito de informar 
objetivamente a ocorrência de um fato. 
 
06. 
 
Escrevo-te 
Estas mal traçadas linhas 
Meu amor! Porque veio a saudade 
Visitar meu coração 
Espero que desculpes 
Os meus errinhos por favor 
Nas frases desta carta 
Que é uma prova de afeição... 
 
Talvez tu não a leias 
Mas quem sabe até darás 
Resposta imediata 
Me chamando de "Meu Bem" 
Porém o que me importa 
É confessar-te uma vez mais 
Não sei amar na vida 
Mais ninguém... 
Tanto tempo faz 
Que li no teu olhar 
A vida cor-de-rosa 
Que eu sonhava 
E guardo a impressão 
De que já vi passar 
Um ano sem te ver 
Um ano sem te amar... 
 
Ao me apaixonar 
Por ti não reparei 
Que tu tiveste 
Só entusiasmo 
E para terminar 
Amor assinarei 
Do sempre, sempre teu... 
 
Disponível em: Google.com.br. Acesso em: 20 nov. 2014. 
 
Conforme as necessidades expressivas de seus autores, 
podemos encontrar textos híbridos que aproximam traçosde gêneros textuais e literários diversos. Tendo isso em 
vista, a letra da canção apresenta características dos 
gêneros 
 
A) carta e poesia. 
B) carta e memorando. 
C) carta e diário pessoal. 
D) poesia e diário pessoal. 
E) poesia e artigo de opinião. 
 
 
 
 
 
3 
07. 
 
Mar português 
[...] 
Valeu a pena? Tudo vale a pena 
Se a alma não é pequena. 
Quem quer passar além do Bojador 
Tem que passar além da dor. 
Deus ao mar o perigo e o abismo deu, 
Mas nele é que espelhou o céu. 
 
PESSOA, Fernando. Mensagem. São Paulo: Difel, 1986. 
 
No poema “Mar português”, o eu lírico fala do alto preço 
pago pelas conquistas de Portugal com as Grandes 
Navegações. A leitura dos dois primeiros versos do 
fragmento apresentado permite identificar uma 
aproximação com 
 
A) a fábula, por encerrar uma lição moralizante. 
B) a crônica, por tratar de questões do dia a dia. 
C) a notícia, por informar sobre um acontecimento. 
D) o diário de bordo, por tratar de questões náuticas. 
E) o aforismo, por apresentar uma máxima sentenciosa. 
 
08. 
 
ACORDO ORTOGRÁFICO 
 
“Parabéns à CP Língua Portuguesa pela densa e 
elucidativa matéria sobre o Acordo Ortográfico. O histórico 
das mudanças ortográficas, feito por vocês, ajuda a 
compreender e melhor avaliar o significado das mudanças 
propostas agora. 
Cordial abraço.” 
 
Chico Viana 
Revista Conhecimento Prático Língua Portuguesa, n. 17. SP, Escala 
Educacional, p. 4. 
 
Pelo suporte textual em que se apresenta, a carta acima 
está inserida no domínio discursivo 
 
A) literário. 
B) religioso. 
C) cotidiano. 
D) jornalístico. 
E) acadêmico. 
 
09. 
 
 
Disponível em: https://blogdoiphone.com. Acesso em: 09 nov. 2016. 
 
O editor digital do jornal The Economist, Tom 
Standage, afirmou em entrevista, publicada em Carta 
Capital, 08/11/2011, que já é possível prever “o ocaso do 
jornal impresso”. 
 
Considerando a opinião de Tom Standage e a figura do 
telefone celular em destaque, pode-se concluir que 
 
A) o formato da mídia impressa passa a ser a matriz de 
outras formas midiáticas, na concepção visual e auditiva. 
B) há possibilidade de o jornal impresso transcender o 
tempo e sobreviver paralelo a outras formas midiáticas. 
C) as formas de publicização estão sendo modificadas 
sem, no entanto, prescindir do jornalismo impresso. 
D) o jornal impresso deve circular por muito tempo, 
embora se configure em mídias híbridas e em múltiplas 
formas. 
E) o formato impresso do jornal está em decadência, mas 
a sua concepção de mídia de notícias reestrutura-se para 
além do papel. 
 
10. 
Eduardo e Mônica 
RENATO RUSSO 
[...] 
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer 
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer. 
Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse: 
 – Tem uma festa legal e a gente quer se divertir. 
Festa estranha com gente esquisita: 
 – Eu não tô legal. Não aguento mas birita. 
E a Mônica riu e quis saber um pouco mais 
Sobre o boyzinho que tentava impressionar 
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa: 
 – É quase duas, eu vou me ferrar. 
[…] 
 
Disponível em: <www.vagalume.com.br. Acesso em: nov. 2016. 
 
Os versos da canção de Renato Russo nesse fragmento 
 
A) trazem marcas de coloquialismo e entrecruzamento de 
gêneros. 
B) apresentam marcas expressivas sintéticas, alheias às 
estruturas poético-narrativas. 
C) trazem marcas das vanguardas, as que 
desconsideravam o tom retórico do texto poético. 
D) mostram resquícios de transcendentalidade, traços 
constitutivos de poemas simbolistas. 
E) apresentam uma estrutura formalista, peculiar às letras 
de canções da MPB, compostas na década de 80. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Diag. Stephenson

Mais conteúdos dessa disciplina