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Introdução O Sistema Reprodutor é o responsável pela manutenção da vida humana, através da reprodução sexuada, que acontece pela junção de gametas, femininos e masculinos. Os óvulos, gametas femininos, juntam-se aos espermatozóides, gametas masculinos, se combinam e trocam material genético originando o ovo ou zigoto, que dará origem ao embrião e assim, com seu desenvolvimento, originará uma nova vida. O Sistema Reprodutor pode ser dividido em Sistema Reprodutor Feminino e Sistema Reprodutor Masculino, cada um com suas particularidades de órgãos, tipos de células, hormônios, entre outros. Desde o nascimento até o envelhecer, o corpo sofre diversas transformações. Na adolescência, meninos e meninas vão se tornando gradativamente, maduros sexualmente, ou seja, capazes de se reproduzir. O início e o fim da adolescência variam muito de pessoa pra pessoa, mas em geral compreendem o período que vai dos 10 aos 19 anos de idade. A puberdade é o período de transição entre infância e adolescência, no qual ocorre o amadurecimento dos órgãos sexuais, que se tornam aptos para a produção de células sexuais, ou gametas. O início da puberdade também é variável de pessoa para pessoa. O Sistema Reprodutor Feminino tem como principal função a produção dos gametas, ou células sexuais femininas, os óvulos. Além disso, esse sistema é responsável pela produção de hormônios e pela nutrição e acomodação do feto até o seu nascimento. O Sistema Reprodutor Masculino, também é responsável por produzir os gametas masculinos (espermatozóides). Além disso, o pênis, órgão do Sistema Reprodutor Masculino, também é responsável pela deposição do esperma ou sêmen no interior da vagina da mulher, permitindo o encontro do espermatozóide com o gameta feminino. Durante o ato sexual, o pênis penetra o interior da vagina, ambos encontrando-se num estado resultante do estímulo sexual. A ejaculação é o momento no qual o homem libera os espermatozóides contidos no sêmen. Em apenas uma ejaculação, podem ser eliminados cerca de 300 milhões de espermatozóides. Aproximadamente um terço deles pode morrer ao entrar em contato com a secreção ácida produzida pela vagina. Se o ato sexual ocorrer durante o período fértil da mulher, ou seja, próximo ao período de sua ovulação e não contar com nenhum método contraceptivo, os espermatozóides irão tentar fecundar o óvulo, sendo que, normalmente, apenas um obterá êxito. https://querobolsa.com.br/enem/biologia/sistema-reprodutor O sistema reprodutor feminino, também chamado de aparelho reprodutor feminino ou sistema genital feminino, é o sistema do corpo da mulher responsável por, entre outras funções, garantir a produção dos gametas femininos e fornecer um local adequado para o desenvolvimento de um novo ser. O sistema reprodutor feminino é formado por dois ovários, duas tubas uterinas, útero, vagina e genitália externa, conhecida como vulva. Leia mais: Sistema reprodutor masculino – garante a produção dos gametas masculinos Órgãos do sistema reprodutor feminino O sistema reprodutor feminino, assim como o masculino, apresenta órgãos externos e órgãos internos. Apresentaremos, a seguir, as principais características de cada órgão que compõe esse sistema. Na figura é possível observar a lateral do sistema reprodutor feminino. O reto, o ânus, a bexiga e o osso do púbis não fazem parte desse sistema. · Órgãos internos do sistema reprodutor feminino Os órgãos internos do sistema reprodutor feminino são: ovários, tubas uterinas, útero e vagina. · Ovários: são estruturas que apresentam uma forma de amêndoa e estão sustentados em sua posição por meio de ligamentos. Os ovários são as gônadas femininas, sendo, portanto, responsáveis pela produção dos ovócitos. Podemos observar duas regiões formando os ovários: a região do córtex (mais externa) e a medula (mais central). No córtex observa-se folículos em diferentes estágios de desenvolvimento, além de corpos amarelos e albicans, que se formam pela regressão dos folículos. Cada folículo é formado por um ovócito parcialmente desenvolvido e envolto por células foliculares. A cada ciclo ovariano, a mulher libera, geralmente, um ovócito, em um processo conhecido como ovulação, que consiste na ruptura da parede do folículo maduro e a liberação do ovócito. Esse ovócito segue para as tubas uterinas em direção ao útero. Além da produção dos gametas femininos, o ovário é responsável pela produção dos hormônios estrogênio e progesterona. O estrogênio está relacionado com o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários femininos e com o ciclo menstrual. A progesterona, por sua vez, também atua na regulação do ciclo menstrual e é fundamental para a manutenção da gravidez. Caso queira saber mais sobre o tema deste tópico, leia: Ovários. Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;) · Tubas uterinas: chamadas anteriormente de trompas de Falópio, são dois tubos musculares, com cerca de 12 cm cada, que apresentam uma extremidade que atravessa a parede uterina e abre-se no interior desse órgão e outra extremidade que se abre próximo do ovário. Essa última extremidade é chamada de infundíbulo e possui uma série de prolongamentos em forma de franja (fimbrias). Na parede desse órgão, observa-se a presença de tecido muscular liso, o qual realiza movimentos ativos. Esses movimentos, em conjunto com o movimento de células ciliadas do tecido epitelial presentes nesse órgão, garantem que o ovócito ou então o zigoto, caso tenha ocorrido a fecundação, movimente-se em direção ao útero. INa figura é possível observar os órgãos internos que formam o sistema reprodutor feminino. · Útero: apresenta o formato de uma pera, sendo possível distinguir três porções: o corpo do útero, o fundo do útero e o colo do útero, também chamado de cérvice. O corpo do útero é a porção dilatada do órgão; a região superior é chamada de fundo do útero; e a porção que se abre na vagina é denominada colo uterino. A parede do útero é formada por três camadas. A camada mais externa é o revestimento epitelial do útero. A camada intermediária é chamada de miométrio e é constituída por tecido muscular liso. A camada interna é denominada endométrio e pode ser subdividida em: camada basal e camada funcional. A primeira é mais profunda e não sofre mudanças durante o ciclo menstrual, diferentemente da segunda. Esta será eliminada na fase menstrual do ciclo e depois reconstituída. O útero apresenta um papel extremamente importante para a reprodução humana, sendo o local onde o embrião implanta-se (nidação) e o bebê desenvolve-se. Caso queria aprofundar-se no conteúdo deste tópico, leia: Útero. · Vagina: é um canal tubular muscular e elástico que possui entre 10 e 15 centímetros de comprimento. Ela está localizada entre a bexiga e o reto, e atua como órgão feminino para a cópula sendo o local onde o sêmen é depositado. A vagina é também o canal pelo qual o bebê passa durante o parto normal. · Órgãos externos do sistema reprodutor feminino A genitália externa é conhecida como vulva. Ela é formada por clítoris, pequenos lábios, grandes lábios e pela abertura vaginal e da uretra. As aberturas da vagina e da uretra estão em uma região chamada de vestíbulo. Vulva é o nome dado à genitália externa feminina. · Clitóris: é formado por tecido erétil e destaca-se por ser uma região altamente sensível à estimulação devido à grande presença de terminações nervosas. · Pequenos lábios: também chamados de lábios menores, são duas dobras sem pelos que apresentam um revestimento intermediário entre pele e mucosa. Eles delimitam a região onde está localizada a abertura da vagina e da uretra. · Vestíbulo: é a fenda localizada entre os pequenos lábios, onde está a abertura da vagina e da uretra. No vestíbulo é possível observar as chamadas glândulas vestibulares, que secretam muco. · Grandes lábios: também chamados de lábios maiores, são duas dobras de pele que recobrem uma grande quantidade de tecido adiposo. A superfície externa apresenta pelos. Eles circundam e garantem proteção ao restante da vulva. Saiba mais: Câncer do colodo útero – apresenta relação direta com a infecção pelo vírus HPV Funções do sistema reprodutor feminino O sistema reprodutor feminino atua em conjunto com o sistema reprodutor masculino, a fim de garantir a reprodução humana. No sistema reprodutor feminino, mais precisamente no ovário, os gametas femininos são formados, bem como hormônios sexuais femininos. O estrogênio e a progesterona são dois hormônios que exercem, entre outras funções, papel fundamental na regulação do ciclo menstrual. Além disso, o sistema reprodutor feminino apresenta a função de garantir a manutenção do zigoto e o desenvolvimento do embrião. Mamas: As mamas também são consideradas partes do sistema genital feminino uma vez que possuem importante função reprodutiva – a alimentação dos bebês em seus primeiros meses de vida. As mamas são glândulas exócrinas que produzem o leite, substância rica em gorduras e carboidratos. Os seios, onde as glândulas mamárias estão localizadas, possuem também grande quantidade de tecido gorduroso. As glândulas mamárias desembocam no mamilo, região altamente sensível dos seios onde o bebê estimula a secreção do leite através da sucção. As glândulas mamárias têm seu desenvolvimento acentuado durante a gravidez, devido aos altos níveis de progesterona. Logo em seguida ao parto há uma grande produção do hormônio prolactina pela adenoipófise, cujafunção é estimular a produção de leite pelas mamas. https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/aparelho-reprodutor-feminino.htm Patologias do aparelho reprodutor feminino Download Visualizar Autor(es): · Santos, Evanguelia Kotzias Atherino dos · Zampieri, Maria de Fátima Mota · Oliveira, Maria Conceição de · Carcereri, Daniela Lemos · Correa, Ana Patrícia · Tognoli, Heitor Instituição: · Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Você sabe quais são as doenças ginecológicas mais comuns? Confira quais são e quais as causas e tratamentos das principais doenças ginecológicas que podem atingir as mulheres. Antes de iniciar, lembre-se que a consulta ao ginecologista é uma tarefa fundamental na vida das mulheres e deve ser feita pelo menos 1 vez ao ano. A visita ao médico ginecologista pode ajudar a prevenir eventuais problemas ginecológicos e a manter a boa saúde e o funcionamento dos órgãos genitais e do sistema reprodutivo. E para auxiliá-la, selecionamos as 8 doenças ginecológicas mais comuns nas mulheres, suas causas, sintomas e possíveis tratamentos. Confira! 1. Corrimento Vaginal Um problema que normalmente incomoda as mulheres ao longo da vida e representa uma das principais causas de consultas ginecológicas. Antes de falar mais sobre ela é importante ressaltar que: nem todo fluxo genital implica em uma doença e nem toda doença é infecciosa. As mulheres possuem uma secreção vaginal fisiológica que pode variar de intensidade de acordo com influências hormonais (fase do ciclo menstrual, uso de hormônios, gravidez), orgânicas (excitação sexual) e psicológicas. Quando o equilíbrio entre estes fatores se rompe é que ocorrem os processos inflamatórios e infecciosos, os quais são chamados de “vulvovaginites” ou corrimento vaginal como preconiza o Ministério da Saúde. Esse corrimento vaginal geralmente se caracteriza por aumento do fluxo vaginal associado a prurido (coceira) vulvovaginal, dor ou ardor ao urinar e sensação de desconforto pélvico. Entretanto, muitas infecções genitais podem ocorrer sem nenhum sintoma. As três principais causas de corrimento vaginal e que representam 95% dos casos são: vaginose bacteriana, candidíase vulvovaginal e a tricomoníase. Vaginose Bacteriana A vaginose bacteriana é um conjunto de sinais e sintomas resultante de um desequilíbrio da flora vaginal, que implica numa diminuição dos lactobacilos e um crescimento de bactérias, principalmente a Gardnerella vaginalis. epresenta a principal causa de corrimento vaginal incidindo em aproximadamente 45% das mulheres. Não se trata de infecção de transmissão sexual, apenas pode ser desencadeada pela relação sexual em mulheres predispostas, ao terem contato com sêmen de pH elevado. Suas características clínicas incluem corrimento vaginal com odor fétido (semelhante a “peixe podre”), mais acentuado após a relação sexual e durante o período menstrual, corrimento vaginal branco-acinzentado, de aspecto fluido ou cremoso e algumas vezes bolhoso. Embora o corrimento seja o sintoma mais frequente, quase a metade das mulheres com vaginose bacteriana são completamente assintomáticas. O tratamento recomendado se dá com uso de antibiótico. Candidíase Vulvovaginal É uma infecção da vulva e vagina, causada por um fungo que habita a mucosa vaginal e digestiva, que cresce quando o meio torna-se favorável para o seu desenvolvimento. Representa a segunda causa mais comum de corrimento vaginal. A relação sexual não é a principal forma de transmissão, visto que esses organismos podem fazer parte da flora endógena em até 50% das mulheres assintomáticas. Cerca de 80 a 90% dos casos são devidos à Candida albicans. Alguns fatores podem predispor a proliferação do fungo causando a candidíase como: gravidez, diabetes, obesidade, uso de anticoncepcionais orais de altas dosagens, uso de antibióticos ou corticóides, hábitos de higiene e vestuário inadequados e contato com substâncias alérgenicas ou irritantes. Os sinais e sintomas mais comumente apresentados são: prurido (coceira) vulvovaginal (principal sintoma), ardor ou dor à micção, corrimento branco, grumoso, inodoro e com aspecto caseoso (“leite coalhado”), vermelhidão e edema vulvar, fissuras e maceração da vulva, dor durante a relação sexual, fissuras e maceração da pele e vagina e escoriações de coçadura. O tratamento pode ser feito com antifúngicos na forma de creme vaginal ou por via oral. Tricomoníase É uma infecção causada por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis que tem os seres humanos como únicos hospedeiros e nos homens costuma ser assintomáticos, enquanto nas mulheres quase sempre causam sintomas. Sua transmissão ocorre através da relação sexual desprotegida. O sintoma predominante é o corrimento abundante, amarelo ou amarelo-esverdiado (mais comum), mal cheiroso e bolhoso. São comuns também os sintomas inflamatórios na vulva e na vagina, como: ardência, vermelhidão e edema vulvar e vaginal, prurido vulvar e, às vezes, dor ao iniciar a relação sexual. Em alguns casos pode acometer a uretra e bexiga e causar ainda dor ao urinar, aumento na frequência e volume urinário e dor em baixo ventre. O tratamento é feito com antifúngicos por via oral. Prevenção A Candidíase e a Vaginose, por não serem doenças sexualmente transmissíveis, podem ser evitadas com medidas simples como: hábitos de higiene adequados, dormir sem calcinha, usar calcinha de algodão, dar preferência a roupas mais soltas e leves de modo a proporcionar uma boa ventilação. Já a Tricomoníase, como é uma DST, pode ser evitada com uso de camisinha. 2. Infecção urinária ou Cistite Infecção da bexiga que é geralmente causada por uma bactéria comum chamada E. Choli que vive em nossos intestinos. Pode acometer os homens também, mas geralmente agride mais as mulheres por termos a uretra mais curta e mais próxima do ânus que os homens. Por isso a prevenção é utilizar o papel higiênico sempre de frente para trás, tomar bastante água, não segurar urina por muito tempo, ter hábitos regulares de higiene e evitar roupas muito apertadas. Mulheres que trabalham sentadas devem ter especial cuidado. 3. Candidíase Mais conhecida como cândida, a candidíase pode causar coceira intensa, corrimento esbranquiçado ou amarelado espesso, ardor ao urinar e nas relações sexuais. Acontece geralmente em fases de baixa imunidade do organismo, em períodos em uso de antibióticos, anticoncepcionais, corticóides, em mulheres diabéticas e nas portadoras de HPV. A prevenção consiste em evitar que os fungos que vivem no organismo cresçam, manter a saúde em boas condições, glicose controlada, evitar roupas apertadas e uso de absorventes internos constantemente. 4. Endometriose Frequente na idade reprodutiva,é conhecida como a “doença da mulher moderna”, por conta do adiamento da maternidade ou pela opção de não engravidar. A endometriose é uma doença ginecológica que se caracteriza pela presença do tecido do endométrio, camada que reveste o interior do útero, fora de seu lugar habitual. É um transtorno ginecológico que causa diversos desconfortos – cólicas menstruais fortes, diarreia, dor pélvica crônica, dor nas relações sexuais – e pode levar à infertilidade. Algumas mulheres podem não apresentar sintomas, mas em geral sim e os sinais costumam ser: cólica menstrual; dor pélvica crônica; dor na relação sexual; sangramento ou dor ao urinar; constipação intestinal. O diagnóstico realizado pelo médico ginecologista leva em consideração os sintomas e também são realizados exames como o ultrassom, a ressonância magnética e exame de sangue (marcadores tumorais). Porém, neste caso, um diagnóstico definitivo só é possível por biopsia. O tratamento é feito com o uso de anticoncepcionais, cirurgias para a retirada das lesões e, para as mulheres que querem ser mães, em geral será preciso submeter-se a tratamentos de reprodução assistida, como a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro. 5. Mioma uterino A fibrose uterina (mioma), assim como a endometriose, acomete as mulheres em idade fértil. O mioma uterino é um tumor benigno composto por tecido uterino e pode permanecer estável por anos e sem causa aparente começar a crescer excessivamente e de forma rápida em pouco tempo. As causas da sua formação são desconhecidas, porém acometem mais as mulheres negras e com obesidade. Pode causar hemorragias com coágulos, cólicas intensas, aumento do útero, dor na relação sexual e infertilidade. A maioria das mulheres (aprox. 75%) não apresentam nenhum sintoma, mas em outros casos os sintomas podem acontecer e os mais comuns são: fluxo menstrual intenso, cólicas menstruais, anemia, sangramento fora do período menstrual, urgência de urinar, dor abaixo do umbigo ou sensação de pressão na região, dor durante a relação sexual. O diagnóstico se dá exatamente pelos sintomas da paciente e pela ultrassonografia. 6. Síndrome dos Ovários Policísticos – SOP Um distúrbio que geralmente se inicia na puberdade ou adolescência, quando os ovários apresentam grandes quantidades de folículos iniciais. Atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva e é considerada uma das causas mais frequentes de infertilidade em mulheres que não ovulam adequadamente (anovulação). Além da anovulação, a mulher com ovários policísticos ovula menos e tem ciclos menstruais irregulares, tem mais liberação de hormônios androgênios e resistência à insulina (diabetes tipo 2). Os principais sintomas são: dificuldade para engravidar, diabetes, pelos nos seios, buço e queixo. Pele oleosa e acneica, queda de cabelos, obesidade e manchas escuras no pescoço e axilas. A síndrome também possui relação com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e obesidade. Por mais que o problema não seja contagioso, a doença ginecológica pode voltar, pois não tem cura, somente é controlada através dos seguintes tratamentos: com o uso de medicamentos que variam de acordo com o quadro de sintomas da paciente e suas complicações; normalmente, é indicada a utilização de anticoncepcionais hormonais como pílulas, pois auxiliam na diminuição do hormônio masculino e controlam o ciclo menstrual; manter hábitos de vida saudáveis, fazer exercícios e evitar a obesidade. 7. Osteoporose A Osteoporose afeta principalmente mulheres na fase pós-menopausa e se caracteriza pela perda acelerada de massa óssea, que ocorre durante o envelhecimento. A doença provoca a diminuição da absorção de minerais e de cálcio, tornando os ossos porosos e frágeis. A prevenção consiste em um estilo de vida saudável, alimentação rica em cálcio e exercícios físicos. 8. HPV O Papiloma Vírus Humano ou HPV, é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais conhecidas. Pode provocar desde verrugas na pele e genitais até o câncer de colo de útero. As melhores formas de prevenção são: realizar o exame Papanicolau e ter relações sexuais fazendo uso de preservativo. Apesar da ideia aqui ser citar apenas as 8 doenças mais comuns, não podemos deixar de falar rapidamente de uma das doenças que mais causa morte entre as mulheres brasileiras, o câncer de mama. Falaremos mais sobre ele, aqui em nosso blog. Fique de olho! Câncer de mama O câncer de mama, apesar de atingir também os homens, mais comum entre as mulheres. Considerado, a segunda maior causa de morte de mulheres no Brasil – atrás somente das doenças cardíacas – é também o segundo câncer mais comum. Não existe uma causa específica conhecida, mas sabe-se que as mulheres que têm caso na família, as que menstruaram muito precocemente, que entraram tardiamente na menopausa e as que nunca amamentaram, estão mais propensas a desenvolver o câncer de mama. O melhor tratamento ainda é a prevenção: a realização regular do autoexame com regularidade e a mamografia periódica. Resumo: O objeto principia ressaltando que o câncer de mama e o câncer de colo uterino são os que mais matam mulheres no país. Mostra que, no Brasil, a média geral de cobertura do exame de Papanicolau atinge apenas 13,5% das mulheres, e apenas aproximadamente 65% das amostras coletadas são consideradas aceitáveis, ressaltando a importância dos serviços de atenção básica de saúde no esclarecimento, orientação e captação das mulheres para a realização de exames preventivos. Detalha que é preciso se atentar aos fatores de risco nos ciclos de vida. Sobre o câncer de mama, apesar de ser considerado um câncer de relativamente bom prognóstico, enfatiza que as taxas de mortalidade continuam elevadas no Brasil, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados, por isso é preciso dar atenção especial às mulheres que apresentam esse tipo de câncer. Já sobre o câncer de colo de útero, identifica que os achados clínicos dependem do estágio da doença, e as suspeitas podem ser assintomáticas ou partir dos seguintes sinais e sintomas: sangramento irregular, sinusiorragia, dor no baixo ventre, hematúria, enterorragia, secreção vaginal fétida e eventual achado de colo uterino heterogêneo ao ultrassom. Lembra que o Papanicolau é um exame preventivo para o câncer de colo uterino, eventualmente se prestando a diagnosticar algumas infecções, como candidíase e vaginose. Termina focando que o Ministério da Saúde possui uma série de programas e políticas para a prevenção e a detecção precoce do câncer ginecológico. Unidade 6 do módulo 6 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família. https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/786 Sistema Reprodutor Masculino Escrito por Juliana Diana Professora de Biologia e Doutora em Gestão do Conhecimento O Sistema Reprodutor Masculino é formado por órgãos internos e externos. Eles passam por um lento amadurecimento concluindo-se na puberdade, ou seja, quando as células sexuais ficam disponíveis para originar outro ser. Anatomia do Sistema Reprodutor Masculino Anatomia do sistema reprodutor masculino Os órgãos que compõem o sistema reprodutor masculino são: uretra, pênis, vesícula seminal, próstata, canais deferentes, epidídimo e testículos. Conheça abaixo mais sobre cada um desses órgãos. Testículos Anatomia interna do testículo Os testículos são duas glândulas de forma oval, que estão situadas na bolsa escrotal. Na estrutura de cada testículo encontram-se tubos finos e enovelados chamados "tubos seminíferos". Nos testículos são produzidos os espermatozoides, as células reprodutoras (gametas) masculinas, durante o processo chamado espermatogênese, além de diversos hormônios. O processo de formação dos espermatozoides é denominado de espermatogênese. O principal hormônio é a testosterona, responsável pelo aparecimento das características sexuais secundárias masculinas, como os pelos, modificações da voz, etc. Epidídimos Epidídimo Os epidídimos são canais alongados que se enrolam e recobrem posteriormentea superfície de cada testículo. Corresponde ao local onde os espermatozoides são armazenados. Canal Deferente Canal deferente O canal deferente é um tubo fino e longo que sai de cada epidídimo. Ele passa pelas pregas ínguas (virilha) através dos canais inguinais, segue sua trajetória pela cavidade abdominal, circunda a base da bexiga e alarga-se formando uma ampola. Recebe o líquido seminal (proveniente da vesícula seminal), atravessa a próstata, que nele descarrega o líquido prostático, e vai desaguar na uretra. O conjunto dos espermatozoides, do líquido seminal e do líquido prostático, constitui o “esperma” ou “sêmen”. Veja também: Puberdade Vesícula Seminal Vesícula seminal A vesícula seminal é formada por duas pequenas bolsas localizadas atrás da bexiga. Sua função é produzir o "líquido seminal", uma secreção espessa e leitosa, que neutraliza a ação da urina e protege os espermatozoides, além de ajudar seu movimento até a uretra. O líquido seminal também ajuda a neutralizar a acidez da vagina durante a relação sexual, evitando que os espermatozoides morram no caminho até os óvulos. Próstata Próstata A próstata é uma glândula localizada sob a bexiga que produz o "líquido prostático", uma secreção clara e fluida que integra a composição do esperma. Veja também: Sistema Excretor Uretra Uretra A uretra é um canal que, nos homens, serve ao sistema urinário e ao sistema reprodutor. Começa na bexiga, atravessa a próstata e o pênis (sua maior porção) até a ponta da glande, onde há uma abertura pela qual são eliminados o sêmen a a urina. Importante ressaltar que urina e esperma nunca são eliminados ao mesmo tempo graças à musculatura da bexiga, na entrada da uretra, que impede que isso ocorra. Veja também: Sistema Urinário Pênis Pênis O pênis é um órgão cilíndrico externo, que possui dois tipos de tecidos: cavernoso e esponjoso. Através do pênis são eliminados a urina (função excretora) e o sêmen (função reprodutora). O tecido esponjoso envolve a uretra e a protege, enquanto o tecido cavernoso se enche de sangue, fazendo com que o pênis fique maior e duro (ereção), pronto para o ato sexual, geralmente levando à ejaculação (processo de expulsão do sêmen). A ereção, no entanto, não ocorre apenas como preparação para uma atividade sexual. Ela pode acontecer por diversos estímulos fisiológicos, por exemplo, quando a bexiga está cheia ou quando o homem tem um sonho à noite. Veja também: Fimose Doenças do Sistema Reprodutor Masculino O câncer de próstata é um dos tipos mais diagnosticados em homens a partir dos 40 anos. Os sintomas mais comuns são: ardência ao urinar, levantar-se várias vezes à noite para urinar, diminuição do jato urinário, sensação de não ter esvaziado completamente a bexiga após urinar, presença de sangue na urina, entre outros. Por outro lado, o câncer de testículo representa 1% dos cânceres masculinos, sendo que o aparecimento de nódulos (caroços) é indolor. Dessa maneira, se notar alguma anormalidade, deve-se procurar um urologista (médico especialista nos sistemas urinário e renal e nos problemas sexuais masculinos). https://www.todamateria.com.br/sistema-reprodutor-masculino/ As patologias que mais afetam o pênis são: · infecção por fungos, vírus (HPV e herpes) ou bactérias (cancro mole, sífilis e uretrites); · tortuosidade peniana (doença de Peyronie); e · problemas de ereção. No artigo, vamos apresentar mais detalhes sobre cada uma delas e alertar para as complicações se não tratadas. Da mesma forma, elencamos opções de tratamento e prevenção. Confira! 1. Balanopostite A balanopostite, também chamada de balanite, consiste em uma inflamação da mucosa que reveste a cabeça do pênis (glande), associada, ou não, com uma infecção. A doença atinge principalmente homens com fimose, bem como portadores da diabetes tipo 2. O mesmo fungo que causa candidíase nas mulheres é o responsável por causar infecção nos homens. Entretanto, no sexo masculino, este tipo de infecção é conhecida por balanopostite e gera sintomas como vermelhidão na região íntima, coceira, desconforto para urinar, odor forte e acúmulo de secreção sob o prepúcio. As áreas mais afetadas são, habitualmente, a glande (cabeça do pênis) e o prepúcio (pele que recobre a glande). O principal risco da doença é o de provocar uma nova infecção em um parceiro sexual que está tratando ou já tratou a candidíase, caso os parceiros mantenham relações sexuais sem usar preservativo. Outras doenças podem estar associadas ao quadro de balanopostite, como a gonorreia, sífilis e herpes . Complicação Quando o problema não é tratado, é possível que haja o estreitamento do prepúcio, impossibilitando a exposição da glande e aumentando a chance de complicações. Nesse caso, torna-se necessário fazer a cirurgia de fimose. Tratamento e prevenção O tratamento para a balanopostite é feito depois da identificação do fator desencadeante da infecção, por meio do patógeno responsável pela inflamação. Só assim será possível decidir o melhor tipo de tratamento. Para prevenir esse tipo de infecção é ideal adotar medidas adequadas de higiene da região íntima, como evitar roupas justas, tecido sintético e molhados por muito tempo. Além disso, o uso do preservativo pode prevenir a balanopostite, por impedir a transmissão de vírus e bactérias de outras DSTs. 2. HPV O papilomavírus humano (HPV) está diretamente relacionado ao câncer de colo de útero nas mulheres, além de atuar como um fator de risco para o câncer de pênis, nos homens. Entretanto, existem subtipos dos vírus que são mais agressivos e, por isso, são fatores de risco mais evidentes. No pênis infectado pelo HPV, podem surgir verrugas e lesões, às vezes dificilmente perceptíveis a olho nu. A principal via de transmissão é o contato direto, principalmente através de relações sexuais. Entretanto, embora seja fundamental que os parceiros utilizem proteção, no caso do HPV, não há uma segurança completa mesmo com o uso de preservativo. Isso porque o vírus pode estar presente na pele próxima aos órgãos genitais, que não alcançam a proteção. De qualquer maneira, o preservativo reduz substancialmente o risco de adquirir a doença, quando comparado ao sexo sem proteção. Complicações Caso o HPV no homem não seja tratado ou haja demora para o tratamento, aumentam as chances de desenvolver alguns tipos de câncer. Os principais cânceres associados ao HPV são: câncer de pênis, câncer de boca, câncer anal e câncer de orofaringe. É importante a visita regular a um urologista, pois o surgimento de tumores podem iniciar depois de muito tempo após a infecção. As consultas periódicas poderão colaborar com a identificação precoce, aumentando o sucesso do tratamento. Tratamento e prevenção As verrugas genitais podem ser removidas por meio de cauterização ou cirurgia. Em relação aos cânceres que decorrem do HPV, é possível tratá-los por meio de quimioterapia, radioterapia e procedimentos cirúrgicos. Além do uso de preservativo, existe a vacina de HPV, que protege os homens de todas as idades. A vacina evita o aparecimento de verruga e do câncer e o ideal é que seja tomada antes da vida sexual ativa, embora não haja problema em se vacinar posteriormente. 3. Herpes A herpes é outra doença ocasionada por uma infecção viral. Essa é uma DST que pode provocar o aparecimento de feridas no órgão reprodutor masculino, no saco escrotal, na uretra e, também, nas coxas. A transmissão sexual pode ocorrer tanto devido ao contato entre as peles da região genital, quanto por meio dos fluidos sexuais. Em função disso, também há o risco de transmissão na relação sexual, mesmo com o uso de preservativo. Após a infecção, geralmente os sintomas são identificados pelo surgimento de dor local, edema (inchaço) e vermelhidão. A seguir surgem bolhas que se confluem e rompem-se. Assim sendo, após o rompimento, cicatrizam-se, formando uma “casca” sobre o local e desaparecem sem deixar cicatrizes. Complicações Caso não seja tratada, a herpes genital pode estar relacionada ao aparecimento de alguns problemas, como: · complicações para o funcionamentoda bexiga; · meningite; · retite (inflamação do reto por sexo anal); · infecção de recém-nascidos quando há contato do vírus com o bebê, que pode desenvolver quadros graves. Tratamento e prevenção Embora não haja cura para a herpes genital, o tratamento ajuda a amenizar os sintomas e combater o contágio entre os parceiros sexuais. O especialista indicará medicamentos antivirais que ajudam nas lesões. Para se prevenir da herpes genital, o melhor é usar preservativo, pois isso diminuirá drasticamente as chances de contágio. 4. Cancro mole O cancro mole é uma DST causada por uma bactéria. Provoca feridas na região genital do homem, associadas a outros sintomas, como febre, dor de cabeça e fraqueza. Complicações Caso não seja tratado, o cancro mole pode afetar os linfonodos e dificultar o decorrer do tratamento. No entanto, não causa infertilidade, como muitos confundem. Tratamento e prevenção O tratamento é realizado com antibiótico após uma avaliação adequada do problema. Quando já se está infectado, recomenda-se evitar relações sexuais até que a infecção desapareça, assim como é importante avisar os parceiros sexuais para que também procurem ajuda médica. Além disso, é indicado ingerir bastante água para aumentar a resistência do sistema imunológico. Quanto à prevenção da doença, essa se faz por meio do uso do preservativo. 5. Sífilis A sífilis é mais uma das infecções causadas por bactéria. Essa DST provoca feridas na genitália masculina, além do aparecimento de “ínguas” (gânglios) na virilha, cerca de duas semanas após a relação sexual sem proteção adequada. Apesar de acreditar que já está curado quando as marcas desaparecem, ainda existe o risco de transmissão da doença porque a bactéria ainda pode permanecer no organismo. Por isso, o uso do preservativo nunca deve ser dispensado. O diagnóstico é realizado após o surgimento de uma lesão peniana e confirmado por exames laboratoriais específicos. Complicações Caso o paciente não trate a sífilis, algumas complicações podem aparecer, como: · problemas neurológicos, como AVC, demência, problemas de visão, meningite; · aneurisma, inflamação da aorta e outras artérias e vasos; · aumentam as chances de contrair HIV já que as feridas da doença facilitam a entrada do vírus; · pode progredir para a sífilis congênita, quando a mulher infectada passa a doença para o feto, o que leva ao aborto. Tratamento e prevenção De maneira geral, o tratamento da sífilis é o uso de antibióticos. No entanto, cada especialista irá indicar a melhor forma de tratar, mediante o estágio da doença. Além do uso correto do preservativo, a prevenção da sífilis é importante de ser realizada no período pré-natal das gestantes, para evitar a sífilis congênita. 6. Uretrite Diferentes tipos de micro-organismos podem ser responsáveis pelo surgimento das uretrites. Como o próprio nome diz, uretrite é uma inflamação na uretra, o tubo que leva a urina para fora do corpo. A uretrite pode ser causada por vírus, como o vírus do herpes simples e o citomegalovírus. Também pode ser causada por bactérias, como a que causa infecção no trato urinário (E.coli) e as bactérias causadoras da gonorreia e clamidia. A presença de sangue, não só na urina, mas também no sêmen, é um dos sintomas sinalizadores da doença. Outros sintomas são a sensação de dor durante a relação sexual e de ardência ao urinar. Complicações Caso a uretrite agrave, é possível que algumas complicações apareçam nos homens, como: · infecção da bexiga ou cistite; · epididimite; · infecção dos testículos; · infecção da próstata; Tratamento e prevenção Para tratar a uretrite, é importante amenizar os sintomas, eliminar as causas da infecção e evitar que o problema se espalhe. São indicados o uso de antibióticos e o tratamento direto da fonte de lesão e irritação. A prevenção das uretrites podem acontecer por meio de uma higiene pessoal adequada e o uso de preservativo. 7. Doença de Peyronie Mais conhecida por tortuosidade peniana, a doença de Peyronie nem sempre impede ou atrapalha a penetração durante o ato sexual. No entanto, quando há desconforto, dor ou comprometimento da qualidade da relação sexual, a doença pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia. É preciso consultar um médico urologista para saber qual a opção mais indicada para cada homem com pênis torto. De maneira geral, a uretrite consiste em uma anomalia no pênis, causando dificuldade de ereção, deformidade e às vezes, dor. Geralmente, atinge homens com mais de 40 anos, embora seja possível que qualquer idade seja acometida. A doença de Peyronie prejudica a vida sexual masculina e por isso é importante tratá-la. Complicações A complicação do problema é o desconforto relacionado a autoestima, podendo levar ao estresse e isolamento social. Tratamento e prevenção A doença de peyronie não tem relação hereditária e também não pode ser prevenida. Quanto ao seu tratamento, na fase inflamatória da doença, será receitado o uso de medicamentos para melhorar a deformidade. Já na fase crônica, recomenda-se a cirurgia. 8. Disfunção erétil A disfunção erétil é caracterizada pela incapacidade de um homem chegar a uma ereção e consequentemente, ter relações sexuais, de fato. Também chamamos de disfunção erétil quando a ereção é inconsistente ou não é suficiente para conferir êxito a atividade sexual, A disfunção erétil pode ter diversas causas, desde psicogênicas à orgânicas. No entanto, usualmente, essas causas estão relacionadas a uma condição ligada à uma disfunção do órgão sexual masculino. Complicações Apesar de não apresentar complicações diretamente relacionadas à disfunção erétil, o problema pode desencadear problemas de auto-estima e isolamento social. Porque os problemas de ereção, acabam resultando em dificuldade ou impossibilidade de penetração ou de manter a penetração até a completa satisfação. Tratamento e prevenção O tratamento é realizado de acordo com a origem da disfunção, e varia desde a terapia sexual, prescrição de medicamentos via oral ou injetáveis, até a cirurgia para colocação de próteses. Procure um especialista É importante reforçar a necessidade da visita periódica ao urologista. Ainda que você não identifique um problema ou anormalidades, não quer dizer que está livre dessas doenças. Por isso, é fundamental fazer consultas regulares com um urologista, a fim de identificar previamente, qualquer problema que não esteja sendo percebido. https://uromed.com.br/artigos/doencas-que-mais-afetam-o-penis/ ESTUDO APONTA QUE CORONAVÍRUS PODE AFETAR SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO Recentemente, uma pesquisa desenvolvida na Faculdade de Medicina (FMUSP) da USP mostrou que o vírus da Covid-19 pode afetar o sistema reprodutor masculino. Os resultados mostraram que pacientes com casos leves e moderados da doença apresentaram epididimite, inflamação que acomete o epidídimo (um canal localizado dentro da bolsa escrotal), próximo ao testículo, responsável pelo armazenamento dos espermatozóides. De acordo com urologista do IMIP, Filipe Tenório, já era sabido que a Covid-19 poderia causar algum dano nos testículos, como tantas infecções causam, mas reversíveis. No entanto, essa inflamação no epidídimo é algo novo. Os pacientes que participaram do estudo tinham entre 18 e 55 anos, faixa etária sexualmente ativa, fértil e sem problemas prévios nos testículos. “Com essa pesquisa foram identificados pequenos abscessos no epidídimo, e também pequenas alterações na estrutura dele. Porém, ainda não sabemos se essas alterações são capazes de causar danos permanentes ou infertilidade”, pontuou o médico. http://www1.imip.org.br/imip/noticias/estudo-aponta-que-coronavirus-pode-afetar-sistema-reprodutor-masculino.html